Em outra jornada de retração dos investidores domésticos, o dólar avançou 0,23%, atingindo R$ 1,7770, e a Bolsa de São Paulo (Bovespa) encerrou com baixa de 0,66% e movimentação de apenas R$ 5,216 bilhões.
Conforme a linguagem do mercado financeiro, a bolsa "andou de lado" durante quase todo o pregão. Ou seja, os negócios ocorreram sem tendência definida. Em parte, deve-se à ausência da participação do capital estrangeiro, pois não houve operações expressivas tanto de entrada quanto de saída de recursos externos.
A cautela também predominou no Exterior. Wall Street fechou com queda de 1,05%, enquanto o euro e o petróleo bateram novos recordes negativos. A moeda da União Europeia caiu ante o dólar, alcançando o pior nível desde março de 2009. Nos dois principais mercados de divisas do mundo, Nova York e Frankfurt, o euro terminou cotado abaixo de US$ 1,26.
Um dos mais fiéis indicadores de tendência da economia global, o petróleo caiu ao menor valor em três meses em Nova York. A commodity atingiu US$ 74,40 por barril.
Foco da apreensão dos investidores, a zona do euro apresentou desempenho divergente nas bolsas. Enquanto houve alta de 1,1% em Frankfurt, centro financeiro do maior credor da região, os mercados de países devedores, como Atenas (1,87%) e Madri (1,11%), amargaram as perdas mais acentuadas.


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