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Posts de junho 2010

Ouro é o brilho do mês

30 de junho de 2010 0

Graças ao desempenho nos EUA, onde é uma opção de investimento em momentos de instabilidade, o ouro avançou 3,47% em junho ni Brasil, superando o rendimento médio de 0,82% das aplicações de renda fixa em um mês que a bolsa (3,35%) e o dólar (0,93%) amargaram perdas.

O ouro atingiu R$ 74,50 por grama na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), atrás da evolução no mercado de Nova York, no qual alcançou US$ 1.245,50 por onça-troy (31,1 gramas), pouco abaixo do recorde de US$ 1.255 obtido na semana passada.

A indústria de joias responde pela maior demanda do metal no Brasil, onde o preço segue as cotações do ouro nos EUA e do dólar no câmbio interno. Influenciado por depreciação no Exterior, onde o euro retomou o patamar de US$ 1,22, o dólar chegou a até R$ 1,7950, mas terminou a R$ 1,8040.

Após operar no azul quase todo o dia, as bolsas do Brasil e dos EUA sucumbiram aos movimentos de venda detonados a menos de uma hora do término das operações. A Bolsa de São Paulo (Bovespa) caiu 1,68%, e a de Nova York (Nyse) teve baixa de 0,98%.

Os investidores foram surpreendidos no meio da tarde pela informação de que a agência Moody's tende a revisar para baixo a nota de risco da dívida soberana da Espanha.

A reviravolta nas bolsas também refletiu temores ante à divulgação pelo governo chinês, prevista para hoje, de dados oficiais sobre a atividade no país, o que poderia confirmar a desaceleração econômica já anunciada por analistas.

Bolsas revertem tendência

30 de junho de 2010 0

Acompanhando fielmente a evolução dos negocios em Wall Street, que manteve-se com desempenho positivo quase todo o pregão, mas acabou com queda de 0,98%, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) chegou a subir cerca de 1%, mas encerrou com perda de 1,68% devido a um movimento de ordens de venda desencadeado a menos de uma hora do encerramento das operações. O Ibovespa terminou com a menor marca (60.935 pontos) desde 26 de maio.

Esse comportamento refletiu os temores de que números da economia chinesa, que devem ser anunciados nesta madrugada, manhã no Oriente, confirmem uma desaceleração acentuada da atividade produtiva naquele país.

Conforme a Agência Estado, porém, a reviravolta nas bolsas deve-se à informação de que a Moody's Investors Service colocou o rating dos bônus da dívida soberana da Espanha em moeda local e em moeda estrangeira em revisão para possível rebaixamento.

Dólar tem discreta baixa

30 de junho de 2010 0

Apesar da continuidade da retração nos principais mercados globais, a serenidade predominou entre os investidores, permitindo uma ligeira apreciação da moeda da União Europeia em relação à divisa dos EUA. No câmbio brasileiro, o dólar chegou a ser negociado a R$ 1,7950, mas acabou retornando ao nível acima de R$ 1,80. No mercado de Nova York, o euro é vendido neste momento com pequena valorização, em torno de US$ 1,2240.

Dólar comercial R$ 1,8020 (compra) e R$ 1,8040 (venda). Baixa de 0,39%

Dólar flutuante R$ 1,8300 (compra) e R$ 1,9300 (venda). Estável

Ágio: +6,98%

Variação do dólar no mês: -0,93%

No ano: +3,50%

Variação do real no mês: +0,94%

No ano: -3,38%

Euro comercial R$ 2,2047 (compra) e R$ 2,2074 (venda). Baixa de 0,08%

Retração permanece nos mercados

30 de junho de 2010 0

Sem o exagerado nervosismo da véspera, mas ainda com muita cautela, os investidores aguardam para esta noite números oficais sobre o ritmo da produção na China, que confirmem ou não as estimativas catastróficas de desaceleração econômica. Nos EUA, porém, a consultoria ADP indicou em relatório um desempenho decepcionante do mercado de trabalho, reforçando a manutenção da retração nos principais centros financeiros.

Vários pregões europeus operam no negativo, mas as bolsas de Londres, Frankfurt e Paris mantêm discretos ganhos no momento, quando Wall Street oscila com intensidade desde a abertura, mas também próxima da estabilidade. Na Ásia, houve mescla de resultados, mas os mercados das grandes potências, como Xangai (1,18%) e Tóquio (1,96%) amargaram acentuadas perdas.

No Brasil, onde o mercado de trabalho apresentou números favoráveis e a agência de classificação de risco Fitch elevou a nota de risco da Vale, o dólar chegou a ser negociado abaixo de R$ 1,80 pela manhã, mas agora retornou a R$ 1,8030. A Bolsa de São Paulo (Bovespa) começou mal, mas avança cerca de 0,6% neste momento, operando em torno de 62,3 mil pontos.

Confira as cotações:

Refúgio mais seguro

29 de junho de 2010 0

Como uma bola de neve, os temores de interrupção na recuperação econômica foram se avolumando ao redor do mundo, provocando migração de capitais das bolsas para ativos considerados mais seguros, como o dólar e os títulos do Tesouro dos EUA.

Previsões de desaceleração da economia na China e o anúncio de números negativos da atividade no Japão criaram uma onda de nervosismo, que tomou força na Europa, onde investidores ficaram apreensivos ante prováveis dificuldades de bancos da região em quitar dívidas com vencimento amanhã junto ao Banco Central Europeu (BCE).

A fuga de dinheiro das bolsas cresceu após a divulgação de que a confiança do consumidor dos EUA ficou bem abaixo das estimativas. Essa sequência de golpes provocou, no Brasil, a disparada do dólar para R$ 1,8110, a queda de 3,5% na Bolsa de São Paulo (Bovespa) e um salto no risco-país de 240 para 248 pontos.

O euro acabou cedendo abaixo de US$ 1,22 em Frankfurt e Nova York, favorecido pela saída de recursos das bolsas, que caíram 4,27% em Xangai, 1,27% em Tóquio, 4,01% em Paris e 5,45% em Madri. Wall Street amargou perda de 2,65%, e o índice Dow Jones voltou a fechar abaixo de 10 mil pontos após três semanas. Devido à necessidade de conversão em moeda local, o dólar também é fortalecido pela transferência de recursos de outras partes do mundo para títulos dos EUA.

Bolsas têm perdas generalizadas no mundo

29 de junho de 2010 0

Os mercados mundiais fecharam com acentuadas e generalizadas perdas por causa de temores quanto ao ritmo da atividade econômica na China, no Japão e nos EUA, entre outros países afetados pela crise financeira. A Bolsa de São Paulo (Bovespa) terminou com baixa de 3,5% e a menor pontuação (61.977) desde 9 de junho. Wall Street caiu 2,65%, e o índice Dow Jones voltou a fechar abaixo de 10 mil pontos, o que não ocorria desde 9 de junho. Na Europa, as quedas atingiram 5,45% em Madri, 4,01% em Paris, 3,33% em Frankfurt e 3,1% em Londres.

Dólar retoma patamar de R$ 1,80

29 de junho de 2010 0

A moeda dos EUA avançou com força nos principais mercados ao constituir-se em opção de fuga para capitais das bolsas, que têm uma jornada negativa devido aos temores dos investidores diante da recuperação da economia global. No mercado de divisas de Frankfurt, o euro fechou a US$ 1,2180, ante US$ 1,2320 na segunda-feira. Em Nova York, o euro também é negociado abaixo de US$ 1,22 neste momento.

No Brasil, onde as cotações no câmbio foram pressionadas desde a abertura, o dólar voltou a fechar acima de R$ 1,80, o que não ocorria desde 14 de junho. Trata-se da maior valorização diária desde 4 de junho.

Dólar comercial R$ 1,8090 (compra) e R$ 1,8110 (venda). Alta de 1,57%

Dólar flutuante R$ 1,8300 (compra) e R$ 1,9300 (venda). Alta de 0,52%

Ágio: +6,57%

Variação do dólar no mês: -0,55%

No ano: +3,90%

Variação do real no mês: +0,55%

No ano: -3,75%

Euro comercial R$ 2,2066 (compra) e R$ 2,2092 (venda). Alta de 0,81%

Economia asiática derruba bolsas mundiais

29 de junho de 2010 0

As bolsas mundiais têm péssimas jornadas por conta de números negativos da atividade econômica na Ásia. Na China, os analistas projetam dados mostrando desaceleração da economia após o pico de crescimento alcançado em maio. No Japão, informações de maio reveleram uma queda de 0,1% na produção industrial e de 1,7% nas exportações. As bolsas consolidaram perdas de 4,27% em Xangai e de 1,27% em Tóquio.

Na Europa, a Bolsa de Paris perde quase 4%, enquanto Londres e Frankfurt caem quase 3%. Wall Street opera com mais de 2% de baixa. No Brasil, o dólar começou pressionado, voltando a superar R$ 1,80. Agora é negociado a R$ 1,8050. A Bolsa de São Paulo (Bovespa) registra baixa de quase 3%, voltando ao patamar de 62 mil pontos.

Confira as cotações:

Folga no mercado

28 de junho de 2010 0

Numa jornada prejudicada pelo jogo do Brasil na Copa do Mundo de Futebol, quando registrou o menor giro diário do ano, de R$ 3,243 bilhões, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) amargou queda de 0,92%, contrariando o rumo das transações financeiras no mercado externo.

Somente Usiminas PNA, com ganho de 0,95%, escapou de perdas entre as blue chips. Apesar de manter operações durante o horário do futebol, a movimentação da Bovespa somou pouco mais de R$ 3 bilhões nos três dias de partidas durante a semana. No câmbio, que fechou três horas antes do horário habitual, o dólar interrompeu duas baixas seguidas, encerrando a R$ 1,7830.

Sem folga para assistir a partidas de futebol, os investidores europeus voltaram às compras, favorecendo forte recuperação após uma semana inteira de perdas. Um dos mercados mais afetados na semana passada pela queda das ações do setor bancário, a Bolsa de Paris teve valorização de 1,61%.

Essa reação refletiu o compromisso assumido no fim de semana pelas 20 maiores economias do mundo, que formam o G-20, de reduzirem seus déficits à metade até 2013. Nos EUA, porém, apesar de operar com alta na maior parte do pregão, Wall Street terminou praticamente estável devido a temores de recessão no país, justamente num efeito das medidas anunciadas pelo G-20.

Bovespa cai quase 1%

28 de junho de 2010 0

Contrariando a tendência dos negócios no Exterior, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com perda de 0,92% e marca de 64.225 pontos. Wall Street fechou praticamente estável, enquanto as bolsas europeias tiveram uma sessão de recuperação após uma semana de baixas. Os destaques foram os ganhos de 1,61% em Paris e em Madri e de 1,43% em Frankfurt.

Dólar fecha com pequena alta

28 de junho de 2010 0

No ritmo da evolução da moeda dos EUA no Exterior, onde apresenta ligeira apreciação, o dólar registrou pequeno ganho no câmbio brasileiro, que teve as operações encerradas mais cedo devido ao jogo do Brasil na Copa de Mundo de Futebol. No mercado de divisas de Frankfurt, o euro fechou a US$ 1,2320, ante US$ 1,2310 na sexta-feira. Em Nova York, o euro é negociado a US$ 1,2286 neste momento, quanto perde cerca de 0,9% em relação ao dólar.

Dólar comercial R$ 1,7810 (compra) e R$ 1,7830 (venda). Alta de 0,11%

Dólar flutuante R$ 1,8200 (compra) e R$ 1,9200 (venda). Estável

Ágio: +7,68%

Variação do dólar no mês: -2,09%

No ano: +2,29%

Variação do real no mês: +2,13%

No ano: -2,24%

Euro comercial R$ 2,1904 (compra) e R$ 2,1915 (venda). Baixa de 0,57%

Bolsas começam semana com cautela

28 de junho de 2010 0

Ao contrário do mercado asiático, que fechou com resultados mistos, com destaques para ganhos de 0,17% em Hong Hng e de 0,13% em Seul, e de perdas de 0,69% em Xangai e de 0,45% em Tóquio, as bolsas europeias operam com desempenho positivo.

Mas as altas ainda são bastante modestas, e refletem as promessas dos representantes do G-20, grupo das 20 maiores economias do mundo reunidas neste final de semana em Toronto, no Canadá, de maior controle das contas públicas e do setor bancário, os motivos que derrubaram as bolsas na semana passada.

Na Europa, Londres está praticamente estável, enquanto Paris sobe cerca de 0,4% e Frankfurt em torno de 0,8%. Nos EUA, Wall Street começou com alta, mas agora recua cerca de 0,2%.

No Brasil, onde o dólar é vendido no mesmo nível (R$ 1,78%) do encerramento da semana passada, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) também reverteu a tendência, e, depois de operar acima de 65 mil pontos, perde cerca de 0,5%, recuando para a faixa de 64,5 mil pontos.

Confira as cotações:

Controle bancário

25 de junho de 2010 0

No dia em que o Congresso dos EUA aprovou a histórica reforma no sistema financeiro, os papéis do setor bancário registram boas valorizações, mas Wall Street acabou encerrando com discreta baixa (0,09%) devido ao fraco desempenho das ações do setor de energia.

Depois de 20 horas de negociação, senadores e deputados norte-americanos chegaram a um acordo sobre a proposta encaminhada pelo presidente Barack Obama. O projeto de lei depende ainda de votação na próxima semana no Senado do país.

O formato final do projeto de regulamentação bancária, com regras e controles mais rígidos sobre as instituições de Wall Street, provocou um alívio entre os investidores. Muitos compraram ações do setor bancário, como Bank of America (2,66%), JPMorgan Chase (3,71%) e American Express (3,92%), que se transformaram em destaques de alta.

No Brasil, onde os negócios foram esvaziados pelo jogo da Seleção na Copa do Mundo de Futebol, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) avançou 1,39% graças ao desempenho dos papéis da Petrobras, que subiram 1,26% (ON) e 1,52% (PN), e da Vale, que aumentaram 1,22% (ON) e 1,52% (PNA).

O volume somou apenas R$ 3,325 bilhões, constituindo-se na menor movimentação financeira do ano, desbancando a marca anterior registrada no dia 15, durante o jogo de estreia do Brasil no Campeonato Mundial. No câmbio, o dólar emplacou a segunda baixa seguida, encerrando a semana a R$ 1,78.

Bovespa tem valorização de 1,39%

25 de junho de 2010 0

Graças ao desempenho das ações da Petrobras, que avançaram mais de 1% influenciadas pela valorização do petróleo no Exterior, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com ganho de 1,39%, contrariando a tendência do mercado externo. O Ibovespa atingiu 64.823 pontos. Nos EUA, o barril de petróleo saltou para US$ 78,86, enquanto Wall Street encerrou com baixa de 0,09%. As bolsas europeias completam uma semana com desempenho negativo, e outra vez a Bolsa de Paris teve a maior baixa, de 1%, entre os grandes mercados do continente.

Dólar fecha com pequena baixa

25 de junho de 2010 0

Atrás do comportamento da moeda dos EUA no mercado de Nova York, no qual apresenta desvalorização ante o euro, que está cotado perto de US$ 1,24 neste momento, o dólar fechou com queda no câmbio brasileiro. A sessão foi de poucos negócios devido à interrupção das operações para o jogo do Brasil na Copa de Mundo de Futebol. No mercado de divisas de Frankfurt, entretanto, o euro teve uma jornada de baixa, encerrando a semana a US$ 1,2295, ante US$ 1,2310 na quinta-feira.

Dólar comercial R$ 1,7780 (compra) e R$ 1,7800 (venda). Baixa de 0,50%

Dólar flutuante R$ 1,8200 (compra) e R$ 1,9200 (venda). Estável

Ágio: +7,87%

Variação do dólar no mês: -2,25%

No ano: +2,12%

Variação do real no mês: +2,30%

No ano: -2,08%

Euro comercial R$ 2,2013 (compra) e R$ 2,2040 (venda). Baixa de 0,09%