Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts do dia 21 julho 2010

Discurso pessimista

21 de julho de 2010 0

Declarações negativas quanto à recuperação econômica feitas pelo presidente do Federal Reserve _ Fed, o banco central dos EUA _, Ben Bernanke, mudaram os ânimos dos investidores norte-americanos e brasileiros.

Com base na debilidade do mercado de trabalho, Bernanke ressaltou as perspectivas “atipicamente incertas” da economia, sem, contudo, indicar ações específicas para estimular o crédito e os investimentos no país, que enfrenta crescente ameaça de deflação.

Graças à divulgação de novos resultados corporativos acima do esperado, entre os quais da Coca-Cola, Apple e Morgan Stanley, Wall Street oscilou pouco até as 15h (horário de Brasília), quando o comandante do Fed começou a falar no Senado dos EUA. Seu pronunciamento derrubou imediatamente os preços na Bolsa de Nova York (Nyse), que terminou com baixa de 1,07%.

A Bolsa de São Paulo (Bovespa), apesar de acentuada volatilidade, fechou praticamente estável, com ganho de 0,02% e volume de R$ 5,664 bilhões, graças ao desempenho das ações dos setores de mineração e de siderurgia. Usiminas PNA (2,63%), Gerdau PN (1,44%), Siderúrgica Nacional ON (1,01%) e Vale PNA (0,61%) obtiveram ganhos devido à possibilidade de o governo chinês desistir de adotar um aperto monetário como estratégia para conter a inflação.

Bovespa fecha estável

21 de julho de 2010 0

Numa sessão de elevada volatilidade, em que chegou a subir cerca de 1% em dois momentos no transcorrer das operações, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou praticamente estável, com elevação de apenas 0,02% e 64.476 pontos. Esse desempenho acompanhou o comportamento da Bolsa de Nova York (Nyse), que inverteu a tendência de alta, amargando perda de 1,07%, após o pronunciamento no Senado do presidente do Federal Reserve _ o banco central dos EUA _, Ben Bernanke, que admitiu que a perspectiva é de fraco crescimento da economia nos próximos meses.

Dólar volta a subir

21 de julho de 2010 0

A moeda dos EUA chegou a ensaiar nova queda no câmbio brasileiro, mas acabou retomando o ritmo de alta pouco antes do encerramento dos negócios em decorrência de reação do dólar frente ao euro após um pronunciamento do presidente do Federal Reserve _ o banco central dos EUA _, Ben Bernanke, no Senado daquele país. No mercado de divisas de Nova York, o euro está sendo vendido abaixo de US$ 1,28 neste momento.

Dólar comercial R$ 1,7820 (compra) e R$ 1,7840 (venda). Alta de 0,56%

Dólar flutuante R$ 1,8000 (compra) e R$ 1,8900 (venda). Baixa de 1,05%

Ágio: +5,94%

Variação do dólar no mês: -1,11%

No ano: +2,35%

Variação do real no mês: +1,12%

No ano: -2,30%

Euro comercial R$ 2,2738 (compra) e R$ 2,2766 (venda). Baixa de 0,42%

Bolsa brasileira mantém recuperação

21 de julho de 2010 0

No expectativa da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre o novo nível dos juros, que será divulgado à noite, após o encerramento das operações, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) avança em torno de 0,7%, operando bem perto de 65 mil pontos, graças ao otimismo dos investidores no mercado internacional. Nos dois dias anteriores, o índice havia subido 3,41%. No câmbio, o dólar opera próximo do valor da terça-feira, sendo negociado agora a R$ 1,7750.

Nos EUA, apesar de oscilar bastante desde a abertura, Wall Street atinge ganho de cerca de 0,2% neste momento. A Coca-Cola e a Apple reportaram resultados corporativos acima do esperado no segundo trimestre do ano. Além disso, o International Strategy & Investment Group e o Morgan Stanley divulgaram relatórios mostrando que, devido à desaceleração do crescimento da ecomnomia chinesa, o governo daquele país tende a afrouxar as medidas de aperto monetário previstas para controlar a inflação.

Na Ásia, entretanto, as bolsas tiveram desempenho misto, com destaques para altas de 0,26% em Xangai e de 1,1% em Hong Kong, e perda de 0,23% em Tóquio. Na Europa, os mercados parecem finalmente acabar com a sequência negativa, voltando a registrar altas após sete pregões. Os destaqus são Londres e Paris, que avançam cerca de 1,5%.

Confira as cotações: