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Posts de julho 2010

Força doméstica

30 de julho de 2010 0

Graças aos resultados financeiros das empresas brasileiras, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com ganho (0,84%) pela 10ª vez seguida, alcançando a maior pontuação (67.515) em três meses e a liderança nas aplicações de julho, quando apresentou variação de 10,8%.

Mas a jornada foi de acentuada volatilidade na Bovespa, chegando a cair até 1,1% na abertura em decorrência da divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA, que cresceu (2,4%), menos do que o esperado (2,6%) pelos analistas no segundo trimestre do ano. Apesar de também reagir durante as operações, Wall Street encerrou praticamente estável. Na Europa, as bolsas amargaram perdas.

Os papéis da Petrobras subiram 2,42% (ON) e 0,39% (PN), beneficiados por alta do petróleo no Exterior, mas também os da Vale e da Lojas Renner foram destaques no pregão, favorecidos por balanços favoráveis divulgados após o encerramento da sessão anterior.

Depois de avançar mais de 1%, as ações da Vale fecharam com ganhos de apenas 0,35% (PNA) e 0,3% (ON), enquanto as ações ordinárias da Lojas Renner dispararam 8,22%. A bolsa emplacou alta de 8,3% em 10 sessões, na maior sequência positiva desde 2003.

No câmbio, o dólar caiu para o menor valor (R$ 1,7560) em três semanas, encerrando julho com baixa de 2,66%. No período, a caderneta rendeu 0,6157%, os CDBs tiveram rentabilidade média de 0,85%, e a inflação atingiu 0,15% segundo o IGP-M, da FGV.

Bovespa emplaca décima alta seguida

30 de julho de 2010 0

Influenciada pelo crescimento abaixo do previsto da economia dos EUA no segundo trimestre, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) chegou a cair cerca de 1% na abertura, mas reverteu a tendência, consolidando a décima valorização (0,84%) consecutiva, o que não ocorria em oito anos. O Ibovespa encerrou com 67.515 pontos. É a maior pontuação desde 30 de abril. A bolsa atingiu variação de 10,8% em julho, quando as ações lideraram com folga o ranking das aplicações. A Bolsa de Nova York (Nyse), apesar de também reagir no decorrer da jornada, fechou praticamente estável.

Dólar fecha julho com baixa de 2,66%

30 de julho de 2010 0

Contrariando a tendência no mercado externo, onde a moeda dos EUA registra pequena apreciação, o dólar recuou ao menor nível em três semanas no câmbio brasileiro, no qual encerrou o mês com desempenho negativo de 2,66%. No mercado de divisas de Nova York, o euro está sendo negociado em torno de US$ 1,3055, ante quase US$ 1,31 na quinta-feira.

Dólar comercial R$ 1,7540 (compra) e R$ 1,7560 (venda). Baixa de 0,28%

Dólar flutuante R$ 1,8000 (compra) e R$ 1,8800 (venda). Estável

Ágio: +7,06%

Variação do dólar no mês: -2,66%

No ano: +0,75%

Variação do real no mês: +2,73%

No ano: -0,74%

Euro comercial R$ 2,2897 (compra) e R$ 2,2926 (venda). Baixa de 0,57%

Bovespa reverte perda graças ao balanço da Vale

30 de julho de 2010 0

Liderada pelo desempenho dos papéis da Vale, que sobem mais de 1% na jornada, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) reverteu a tendência de queda, chegou a subir quase 1% antes do meio-dia e agora avança cerca de 0,7%, operando na faixa de 67,4 mil pontos. Se conseguir manter esse ritmo, a bolsa atingiria a marca de 10 pregões de altas, o que não ocorre há oito anos.

Na quinta-feira, após o encerramento das operações na bolsa, a Vale anunciou um lucro de R$ 6,635 bilhões no segundo trimestre do ano, com aumento de 344,2% em relação ao mesmo período de 2009.

Wall Street, que abriu para baixo devido ao menor crescimento da economia dos EUA do que o esperado, também reagiu e agora opera praticamente na estabilidade.

Confira as cotações:

Bovespa cai após nove altas

30 de julho de 2010 0

A Bolsa de São Paulo (Bovespa), que avançou 7,4% nos últimos nove pregões, na maior série de altas desde 2003, registra cerca de 0,8% de queda, operando na faixa de 66,4 mil pontos. No câmbio, o dólar abriu em baixa, reagiu levemente e agora é negociado a R$ 1,7640, com pequena alta em relação aos negócios da quinta-feira.

O desempenho da bolsa brasileira segue a tendência dos mercados europeus, que operam no negativo por conta de um movimento de realização de lucros. As perdas estã em torno de 1% em Londres, Frankfurt e Paris. Nos EUA, onde foi anunciado crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre menor (2,24%) do que o previsto (2,6%) por economistas, Wall Street cai cerca de 0,8% nas primeiras transações da jornada.

Confira as cotações:

Novena de altas

29 de julho de 2010 0

Embalada pela perspectiva de balanços favoráveis das empresas brasileiras, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) contrariou a tendência do mercado externo, encerrando com valorização (0,22%) pela nona vez. Trata-se da maior sequência de altas desde 2003.

Numa jornada de forte oscilação, em que subiu quase 1% pela manhã e operou no vermelho à tarde, o Ibovespa fechou com 66.953 pontos, garantindo ganho de 7,4% em nove pregões. A alta atinge 9,88% no acumulado do mês, quando deve liderar com folga o ranking das aplicações. No ano, porém, a bolsa apresenta perda de 2,38%.

A excelente performance das ações do setor de consumo, como Natura ON (4,37%) e Lojas Renner ON (3,79%), e das empresas da construção civil, entre as quais Cyrela Realt ON (4,23%) e Rossi Residencial ON (3,37%), compensou o fraco desempenho da maior parte das blue chips no pregão.

Wall Street amargou baixa de 0,29% devido à cautela diante do anúncio, previsto para hoje, do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA no segundo trimestre do ano. Alguns resultados corporativos abaixo do esperado, como da Colgate-Palmolive e da Kellog's, reforçaram ainda mais a retração dos investidores. O dólar caiu diante do euro, que encostou no patamar de US$ 1,31. No Brasil, o dólar cedeu para R$ 1,7610, e o euro avançou para R$ 2,3057.

Bovespa atinge nove altas seguidas

29 de julho de 2010 0

Outra vez, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) contrariou a tendência internacional, emplacando a nona valorização (0,22%) consecutiva. Depois de subir até 67.416 pontos, com quase 1% de alta, e operar no vermelho no começo da tarde, o Ibovespa encerrou com 66.953 pontos. A Bolsa de Nova York (Nyse) fechou com perda de 0,29%.

Dólar cai após três altas

29 de julho de 2010 0

Influenciado pela depreciação da moeda dos EUA no mercado internacional, o dólar voltou a cair no câmbio brasileiro após três sessões com valorizações. A tendência é de encerrar julho com desempenho negativo. No mercado de divisas de Nova York, o euro avançou mais de 1%, aproximando-se de US$ 1,31 neste momento.

Dólar comercial R$ 1,7590 (compra) e R$ 1,7610 (venda). Baixa de 0,56%

Dólar flutuante R$ 1,8000 (compra) e R$ 1,8800 (venda). Estável

Ágio: +6,76%

Variação do dólar no mês: -2,38%

No ano: +1,03%

Variação do real no mês: +2,44%

No ano: -1,02%

Euro comercial R$ 2,3029 (compra) e R$ 2,3057 (venda). Alta de 0,30%

Balanços sustentam nova alta na Bovespa

29 de julho de 2010 0

A persistência de um movimento comprador abafa outra vez o interesse de parte do mercado em realizar lucros na Bolsa de São Paulo (Bovespa), que avança cerca de 0,7%, operando em torno de 67,2 mil pontos, encaminhando-se ao nono pregão consecutivo de alta.

Além de relativa calma nos EUA, onde foi anunciado um recuo no volume dos pedidos do auxílio-desemprego, esse desempenho é sustentado por bons balanços das empresas brasileiras entre os meses de abril e junho de 2010.

Hoje foi a vez do Banco Santander divulgar um lucro de R$ 1,766 bilhão no segundo trimestre. Também saiu o balanço da Usiminas, que teve lucro de R$ 347 milhões no período. A Vale, Oi e Lojas Renner anunciam seus resultados após o encerramento das operações. No câmbio, o dólar aprsetna baixa, sendo negocaido a R$ 1,7610 neste momento.

Wall Street registra alta de cerca de 0,7%, mas também as bolsas europeias operam com desempenho positivo, com altas superando 1% em Paris e um pouco abaixo desse nível nos mercados de Londres e Frankfurt.

Confira as cotações:

Sequência duradoura

28 de julho de 2010 0

Influenciada pelo desempenho das ações da Vale e do setor bancário, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) avançou 0,2%, atingindo oito pregões de altas seguidas, em jornada de perdas nos mercados da Europa e dos EUA.

O volume somou R$ 5,764 bilhões no pregão, no qual os papéis da Vale subiram 1,77% (ON) e 1,31% (PNA) graças às informações de manutenção da atual política monetária na China, um dos maiores importadores de minério de ferro do mundo. Mesmo admitindo desaceleração da economia, as autoridades chinesas descartam recessão no país.

A obtenção, pelo Bradesco, de lucro de R$ 4,602 bilhões no primeiro semestre do ano, 16,4% acima do resultado do mesmo período de 2009, provocou a disparada de 4,51% do preço de suas ações preferenciais, mas também favoreceu papéis de outras instituições, como Banco do Brasil ON (4,18%) e Itaú Unibanco PN (2,33%).

Os papéis da Vivo aumentaram 10,76% (ON) e 3,95% (PN) após o anúncio de lucro de 29,9% no segundo trimestre e negócios empresariais entre Telefónica, Portugal Telecom e Oi.

Após quatro sessões no azul, Wall Street cedeu 0,38% devido a uma queda inesperada no volume dos pedidos de bens duráveis nos EUA. Também pesou o relatório do Federal Reserve, o chamado Livro Bege do banco central norte-americano: o documento mostrou um ritmo lento e desigual da atividade em várias regiões do país.

Bovespa emplaca oitava alta

28 de julho de 2010 0

Contrariando o comportamento em Wall Street, que amargou perda de 0,38%, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) encerrou com valorização de 0,2% e 66.808 pontos. Trata-se da oitava jornada consecutiva com desempenho positivo e o patamar mais elevado desde 3 de maio. Nos EUA, os investidores se retraíram após o Federal Reserve, o banco central norte-americano, relatar que o crescimento econômico ocorre de forma desigual nas várias regiões do país.

Dólar fecha praticamente estável

28 de julho de 2010 0

O dólar abriu acima do valor da véspera, depois cedeu até R$ 1,76 e acabou reagindo novamente no câmbio brasileiro, onde fechou praticamente estável. Esse comportamento refletiu o ritmo da moeda dos EUA no Exterior, onde voltou a apresentar ligeira apreciação. No mercado de divisas de Nova York, o euro está sendo negociado em torno de US$ 1,2980 neste momento.

Dólar comercial R$ 1,7690 (compra) e R$ 1,7710 (venda). Alta de 0,06%

Dólar flutuante R$ 1,8000 (compra) e R$ 1,8800 (venda). Baixa de 0,53%

Ágio: +6,15%

Variação do dólar no mês: -1,83%

No ano: +1,61%

Variação do real no mês: +1,86%

No ano: -1,58%

Euro comercial R$ 2,2960 (compra) e R$ 2,2988 (venda). Baixa de 0,06%

Investidores atuam com cautela

28 de julho de 2010 0

Depois de subir quase 7% em sete pregões consecutivos, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) recua cerca de 0,3% neste momento. No câmbio, o dólar é vendido próximo ao nível (R$ 1,7680) do fechamento da terça-feira.

A retração dos investidores no Brasil, onde o Bradesco reportou lucro de R$ 4,602 bilhões no primeiro semestre do ano, com crescimento de 16,4% em comparação com igual período de 2009, segue o ritmo do mercado externo, que acumulou boas altas nas últimas sessões, seduzindo muitos a vender suas ações com objetivo de garantir essa margem de ganho.

Nos EUA, o Departamento ddo Comércio revelou queda de 1% no volume de pedidos de bens duráveis em maio, ante estimativas de economistas de aumento de 1%. Isso motivou vendas por parte do mercado e provoca baixa de cerca de 0,4% em Wall Street neste momento, quando também as bolsas europeias operam no negativo, mas com pequenas baixas, como cerca de 0,2% em Paris e de 0,8% em Londres e Frankfurt.

Confira as cotações:

Sete dias no azul

27 de julho de 2010 0

Nem a cautela com a temporada de balanços do segundo trimestre, que começa hoje com os resultados do Bradesco e da Vivo, conteve a Bolsa de São Paulo (Bovespa) de avançar (0,35%) pela sétima vez seguida. O índice atingiu 66.674 pontos, com variação de 6,95% na sequência.

O volume cresceu 24% em relação à véspera, atingindo R$ 5,054 bilhões, perto da média diária de R$ 5,283 bilhões obtida no mês. A queda de alguns papéis do setor de siderurgia e de mineração, como Siderúrgica Nacional ON (1,72%), Vale ON (0,39%) e Gerdau PN (0,35%), chegou a derrubar o Ibovespa no decorrer das operações. Devido à forte valorização da última semana, essas ações foram outra vez alvo de vendas por interessados em embolsar lucros.

Esse movimento perdeu força em razão da evolução das bolsas europeias, que garantiram novas altas embaladas pelos papéis do setor bancário. Também Wall Street fechou com desempenho positivo (0,12%) graças a resultados corporativos favoráveis, entre os quais da DuPont e dos bancos europeus UBS e Deutsche Bank.

Em operação coordenada justamente pelo Deutsche Bank em conjunto com o norte-americano Merril Lynch, o Tesouro Nacional brasileiro captou US$ 750 milhões em bônus com vencimento em 2021, com destaque para a taxa de 4,547% ao ano _ o menor retorno ao investidor da história.

Bovespa emplaca sétima alta seguida

27 de julho de 2010 0

Em outra sessão de forte flutuação, mas dentro de margens bem reduzidas, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) conseguiu fechar com ganho de 0,35% e 66.674 pontos. São sete pregões consecutivos com desempenho positivo.Trata-se do maior patamar desde 3 de maio. A Bolsa de Nova York (Nyse) terminou com alta de apenas 0,12%, enquanto a Nasdaq (setor tecnológico) teve baixa de 0,36%.