Graças aos resultados financeiros das empresas brasileiras, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com ganho (0,84%) pela 10ª vez seguida, alcançando a maior pontuação (67.515) em três meses e a liderança nas aplicações de julho, quando apresentou variação de 10,8%.
Mas a jornada foi de acentuada volatilidade na Bovespa, chegando a cair até 1,1% na abertura em decorrência da divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA, que cresceu (2,4%), menos do que o esperado (2,6%) pelos analistas no segundo trimestre do ano. Apesar de também reagir durante as operações, Wall Street encerrou praticamente estável. Na Europa, as bolsas amargaram perdas.
Os papéis da Petrobras subiram 2,42% (ON) e 0,39% (PN), beneficiados por alta do petróleo no Exterior, mas também os da Vale e da Lojas Renner foram destaques no pregão, favorecidos por balanços favoráveis divulgados após o encerramento da sessão anterior.
Depois de avançar mais de 1%, as ações da Vale fecharam com ganhos de apenas 0,35% (PNA) e 0,3% (ON), enquanto as ações ordinárias da Lojas Renner dispararam 8,22%. A bolsa emplacou alta de 8,3% em 10 sessões, na maior sequência positiva desde 2003.
No câmbio, o dólar caiu para o menor valor (R$ 1,7560) em três semanas, encerrando julho com baixa de 2,66%. No período, a caderneta rendeu 0,6157%, os CDBs tiveram rentabilidade média de 0,85%, e a inflação atingiu 0,15% segundo o IGP-M, da FGV.


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