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Posts de agosto 2010

Ouro lidera ranking

31 de agosto de 2010 0

Ao contrário de Wall Street, que, afetada por temores quanto ao crescimento da economia global, oscilou muito e fechou praticamente estável, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) emplacou valorização de 1,38% e volume de R$ 6,435 bilhões.

Esse desempenho foi sustentado pelos papéis do setor bancário, como Itaú Unibanco PN (2,91%) e Bradesco PN (2,73%), e pelas ações da Petrobras, que subiram 2,39% (PN) e 1,5% (ON), contrariando a retração dos preços no Exterior. Influenciado pela instabilidade mundial e pela redução dos estoques nos EUA, o barril caiu para US$ 71,92 em Nova York.

Apesar da boa performance da Bovespa no dia, as ações constituíram-se na pior aplicação de agosto, com queda média de 3,51%, ante alta de apenas 0,05% do dólar, que terminou o período cotado a R$ 1,7570. Os CDBs renderam em média 0,81% em agosto, quando a caderneta teve remuneração de 0,5914%, e a inflação alcançou 0,77% segundo o IGP-M.

O ouro foi o ativo mais rentável do mês, com alta de 3,58%, sendo a maior parte obtida ontem, quando avançou 1,51%, atingindo R$ 73,75 por grama. Além de desconsiderado como investimento no atual momento do país, a tendência é de o valor cair em sintonia com o vaivém em Nova York, onde a onça-troy saltou para US$ 1.248,30. Retomada a serenidade, o preço do ouro deve voltar aos níveis anteriores.

Bolsa sobe no dia, mas fecha mês com perda

31 de agosto de 2010 0

Numa jornada de elevada volatilidade devido à persistência de preocupações com a economia global, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com ganho de 1,38%, mas, mesmo assim, amargou perda de 3,51% no acumulado de agosto. O Ibovespa encerrou com 65.145 pontos, o que representa baixa de 5,02% desde janeiro. Em 12 meses, a bolsa atinge ganho médio de 15,33%. A Bolsa de Nova York (Nyse) oscilou bastante e terminou praticamente estável, com alta de apenas 0,05%.

Dólar fecha agosto praticamente estável

31 de agosto de 2010 0

Atrás do desempenho da moeda dos EUA no Exterior, o dólar fechou com pequena baixa no câmbio brasileiro, no qual encerrou agosto praticamente estável em relação ao final do mês anterior. Tanto no Brasil quanto nos EUA, após queda mais acentuada durante o dia, o dólar reduziu o ritmo de perda no turno da tarde. No mercado de divisas de Nova York, o euro chegou a ser negociado em torno de US$ 1,2760, mas agora é vendido por cerca de US$ 1,2680.

Dólar comercial R$ 1,7550 (compra) e R$ 1,7570 (venda). Baixa de 0,17%

Dólar flutuante R$ 1,7800 (compra) e R$ 1,8800 (venda). Estável

Ágio: +7,00%

Variação do dólar no mês: +0,06%

No ano: +0,80%

Variação do real no mês: -0,06%

No ano: -0,80%

Euro comercial R$ 2,2246 (compra) e R$ 2,2273 (venda). Baixa de 0,05%

Bolsas operam sob expectativas de novos dados

31 de agosto de 2010 0

Numa sessão ainda marcada pela preocupação com a economia global, os mercados da Ásia fecharam no vermelho e os pregões da Europa têm desempenho misto, mas as bolsas dos EUA e do Brasil registram valorizações.

No Brasil, a expectativa é com a decisão do Copom, que se reúne hoje e amanhã e deve manter a taxa básica em 10,75% ano ano, enquanto nos EUA deve ser anunciado nas próximas horas a sondagem do instituto Conference Board sobre a confiança do consumidor. A ata do Federal Reserve, o banco central do país, também é aguardada, pois tende a mostrar como anda a economia.

Wall Street sobe cerca de 0,4%, e a Bolsa de São Paulo (Bovespa) avança em torno de 1%, oeprando em torno de 65 mil pontos. O dólar cai nos EUA, onde o euro é vendido em torno de US$ 1,2725, e no Brasil, onde é negociado a R$ 1,7540. Na Europa, a Bolsa de Londres tem pequena alta, enquanto Paris e Frankfurt amargam discretas baixas.

Confira as cotações:

Ritmo preocupante

30 de agosto de 2010 0

Contagiada pela apreensão ante o desaquecimento da economia global, que derrubou os principais mercados ocidentais, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) registrou queda de 2,02% e volume de R$ 4,039 bilhões - abaixo da média diária de R$ 5,6 bilhões e o menor giro desde 5 de julho.

Apesar da divulgação nos EUA de alguns indicadores dentro do esperado, como o crescimento em julho na renda dos trabalhadores e nos gastos dos consumidores, Wall Street amargou perda de 1,39%. A moeda dos EUA se valorizou diante do euro, que encerrou abaixo de US$ 1,27.

Nem o anúncio de um plano de estímulo de US$ 11 bilhões pelo governo japonês, que provocou ganho de 1,76% na Bolsa de Tóquio, conseguiu dissipar os temores com a marcha lenta da atividade econômica. Todas as bolsas asiáticas obtiveram altas, mas na Europa, houve quedas generalizadas, ainda que discretas.

Uma pequena baixa do petróleo em Nova York, onde o barril atingiu US$ 74,70, ampliou a desvalorização dos papéis da Petrobras no pregão paulista, no qual os investidores mantêm incertezas quanto ao processo de capitalização da estatal.

Ainda na liderança da carteira do Ibovespa, as ações da Petrobras caíram 4,18% (PN) e 2,67% (ON). Perto de desbancar os papéis da petrolífera da dianteira na composição do índice no último quadrimestre do ano, as ações da Vale cederam 2,9% (PNA) e 2,63% (ON).

Bolsas caem no Brasil e nos EUA

30 de agosto de 2010 0

A Bolsa de São Paulo (Bovespa) abriu as operações em baixa e intensificou a tendência no decorrer do dia, fechando com queda de 2,02% e 64.260 pontos. Esse comportamento acompanhou a cena externa, na qual predominou outra vez a aversão ao risco. A Bolsa de Nova York (Nyse) registrou desvalorização de 1,39%, e a Nasdaq (setor tecnológico) teve queda de 1,56%.

Dólar sobe no Brasil e no Exterior

30 de agosto de 2010 0

Beneficiada pela migração de recursos das bolsas devido a uma nova onda de aversão ao risco, a moeda dos EUA se aprecia no Exterior e também no câmbio brasileiro, na qual a cotação avançou após duas baixas. No mercado de divisas de Nova York, o euro apresenta queda de cerca de 1%, sendo negociado em torno de US$ 1,2660.

Dólar comercial R$ 1,7580 (compra) e R$ 1,7600 (venda). Alta de 0,40%

Dólar flutuante R$ 1,7800 (compra) e R$ 1,8800 (venda). Estável

Ágio: +6,82%

Variação do dólar no mês: +0,23%

No ano: +0,98%

Variação do real no mês: -0,23%

No ano: -0,97%

Euro comercial R$ 2,2258 (compra) e R$ 2,2285 (venda). Baixa de 0,18%

Dólar sobe e bolsa cai no Brasil

30 de agosto de 2010 0

Na véspera da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que ocorre amanhã e quarta-feira, os investidores domésticos adotam cautela, optando por seguir o comportamento dos mercados europeus e norte-americanos, que operam com baixas, do que os asiáticos, que fecharam com ganhos estimulados pelo anúncio de medidas de ajuste econômico no Japão.

No câmbio, o dólar avança ligeiramente e agora é negociado a R$ 1,7580, enquanto a Bolsa de São Paulo (Bovespa) cai mais de 1%, retornando a operar abaixo de 65 mil pontos.

Nos EUA, apesar da divulgação de alguns indicadores dentro do previsto, Wall Street perde cerca de 0,5%. O Departamento de Comércio informou crescimento de 0,2% na renda dos trabalhadores, e um aumento de 0,4% nos gastos em julho. Na Europa, onde a bolsa de Londres não opera devido a um feriado, a queda atinge 1% em Frankfurt e cerca de 0,7% em Paris.

Confira as cotações:

Bolsa de Tóquio lidera altas na Ásia

30 de agosto de 2010 0

Embalada pela perspectiva de ajuste na política monetária japonesa, segundo indicativo do Banco Central do país no fim de semana, a Bolsa de Tóquio disparou mais de 3% após a abertura, mas agora a alta é de cerca de 1,5%. Ainda falta uma hora e meia de operações.

A Tokyo Stock Exchange Group, denominação em inglês, que negocia ações de cerca de 2,5 mil empresas, das quais 225 integram o Índice Nikkei, é a segunda do mundo, na frente da Bolsa de Londres, a maior da Europa, e atrás somente da Bolsa de Nova York (Nyse).

Com mais de cem anos, mas uma das mais modernas do planeta, a Bolsa de Tóquio está sempre buscando atender os investidores. Até 10 de setembro, por exemplo, a instituição recebe sugestões quanto á extensão do horário de negociação, que vai das 10h às 16h, conforme o horário local ou das 22h às 4h, segundo Brasília.

No seu site, também é possível se preencher um questionário sobre as regras e sistemas das empresas listadas naquele mercado, que tem por objetivo coletar “opiniões dos investidores honestos”. Apesar de ser a maior da Ásia, a bolsa nipônica vem perdendo o foco dos holofotes para a Bolsa de Xangai, que agora sobe em torno de 1,4%.

A economia da China acaba de ultrapassar a do Japão, transformando-se na segunda do mundo, só atrás dos EUA, e vem se constituindo no motor da recuperação pós-crise financeira.

Tóquio, na verdade, não perde importância, Xangai é que ganha notoriedade, ainda que seja um mercado novo e desorganizado quanto ao padrão das demais bolsas internacionais, inclusive do Brasil e do continente asiático, como Seul, que também avança cerca de 1,5%, ou Hong Kong, que apresenta alta de 0,7%.

Com ganho de cerca de 0,5% neste momento, Cingapura, Jacarta e Kuala Lumpur são outros pregões importantes na região.

Dependência externa

29 de agosto de 2010 0

Graças à promessa do Federal Reserve _ Fed, o banco central dos EUA _ de adotar medidas extraordinárias para evitar o chamado duplo mergulho, quando a economia volta a se retrair após curto período de recuperação, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) acabou com sequência de seis perdas.

As declarações de Ben Bernanke, o presidente do Fed, garantindo à disposição da instituição para atuar em caso de desaquecimento da atividade, provocou alívio em Wall Street, que chegou a operar durante a semana abaixo de 10 mil pontos pela primeira vez em dois meses. Essa reação também teve reflexo no mercado europeu, e deve favorecer na abertura de hoje das bolsas asiáticas.

É preciso ter consciência de que, na verdade, Bernanke apenas acenou com a possibilidade de dispor mais recursos para estimular a economia. Em nenhum momento citou valores. Aliás, não é só a autoridade norte-americana que está sob alerta com o crescimento econômico. O Banco do Japão deve se reunir na próxima semana visando ajustar sua política monetária, podendo expandir aos bancos a oferta de fundos com taxa fixa de 0,1% anual.

No Brasil, a consolidação das altas na bolsa passa por Vale e Petrobras, que, juntas, respondem por um quarto dos negócios no pregão, onde seus preços vêm oscilando sem rumo definido. Os papéis das companhias reagiram bem na sexta-feira, reduzindo a diferença em relação ao Ibovespa, que tem variação negativa de 4,38% no acumulado do ano.

Mas as ações da Petrobras ainda amargam acentuadas baixas desde janeiro: 28,09% (ON) e 27,61% (PN). Com discreto ganho no período, de 4,32% (ON) e de 0,6% (PNA), os papéis da Vale dependem da reativação dos preços das commodities no Exterior e,  principalmente, da manutenção do crescimento na China, um dos maiores importadores de matéria-prima do mundo.

Mitos e verdades sobre educação financeira

28 de agosto de 2010 0

Autor de cartilhas e livros sobre educação financeira, entre os quais Zequinha e a porquinha Poupança (2006), O pé de meia mágico (2007) e Quero ser rico (2010), o administrador Álvaro Modernell busca em 12 questões desvendar verdades e mentiras sobre o assunto. Para ele, educação financeira é um conjunto amplo de orientações e esclarecimentos sobre posturas e atitudes adequadas no planejamento e uso dos recursos pessoais.

Com experiência no Banco do Brasil, no Mercosul e nos EUA, Modernell é sócio fundador da Mais Ativos Educação Financeira e coordenador do portal www.edufinanceira.com.br. Graduado em Administração de Empresas, ele é mestrado em Finanças, MBA em Negócios Internacionais (USP) e em Gestão Financeira de Empresas, além de pós-graduação em Metodologia do Ensino e em Política e Estratégia.

MITOS

Educação financeira é apenas para quem tem dinheiro

- A educação financeira lida com conceitos, posturas e atitudes adequadas na gestão das finanças, independente de valores, da situação socioeconômica e da disponibilidade financeira das pessoas.

É preciso ser especialista para fazer educação financeira

- Cada um pode dar a sua parcela de contribuição, mesmo que de maneira empírica. Melhor receber qualquer tipo de educação financeira do que nenhum, principalmente no ambiente familiar. O bom-senso responde as principais dúvidas. Se o público for mais amplo, vale à pena buscar apoio profissional.

A base da educação financeira é a matemática

- Os aspectos comportamentais são até mais relevantes. Claro que fazer contas faz parte, mas ter atitudes e posturas adequadas faz mais diferença do que saber calcular taxas e resultados.

Educação financeira é coisa nova, da sociedade moderna

- Algumas das mais famosas fábulas de Ésopo (Século VI a.C.), adaptadas por La Fontaine (Idade Média) tratam desse tema: "A cigarra e a formiga" e "A galinha dos ovos de ouro", por exemplo. A Bíblia e o Alcorão também tratam de questões financeiras, de prosperidade, riquezas, ética e solidariedade, há milhares de anos.

Educação Financeira é assunto apenas para especialistas

- Autores infantis consagrados como Maurício de Souza, Ruth Rocha e Ziraldo já publicaram obras falando de educação financeira. Obviamente há também publicações de autores que se dedicam especialmente ao tema.

Os bancos querem manter seus clientes na ignorância financeira para poder explorá-los

- Aos bancos, como a qualquer prestador de serviços ou fornecedor de produtos, interessa mais as parcerias de longo prazo. Cliente bem informado demanda menos atendimento e pode consumir mais produtos, com menos problemas e reclamações. Os custos dos bancos se reduzem e as margens de ganho podem crescer ainda mais.

VERDADES

Educação financeira ajuda a evitar e combater dívidas

- Com educação financeira as pessoas percebem o quanto as dívidas e excessos de consumo podem ser prejudiciais ao orçamento e às finanças da família. Fica mais difícil alguém preparado perder o controle das próprias finanças.

Educação financeira ajuda a evitar certas armadilhas, fraudes e prejuízos

- Com posturas adequadas, aprende-se a analisar alternativas de investimento, conhecer direitos, adquirir noções sobre o sistema financeiro, consultar sites e órgãos de apoio ao cidadão, relacionar riscos e oportunidades, conter impulsos, analisar racionalmente e adotar outras atitudes que resultam em mais preparo para avaliar situações de risco em investimentos, empréstimos e outras transações financeiras.

Educação financeira ajuda a melhorar a produtividade nas empresas

- É crescente o número de empresas, associações e entidades de classe que reconhecem a importância da educação financeira na estabilidade financeira e emocional das famílias. Reduzindo-se os problemas financeiros cai o índice de absenteísmo, de fraudes, de doenças. As pessoas trabalham mais tranquilas, ficam mais criativas e mais produtivas.

Educação financeira é para a vida toda

- Toda forma de educação gera resultados e consequências para a vida toda. Claro, alguns conceitos podem mudar, mas os princípios e os benefícios são duradouros.

Educação financeira é tema de cidadania

- Todo cidadão precisa conhecer e aproveitar seus direitos, inclusive os que fazem seu dinheiro render mais e lhe proporcionar mais conforto e segurança. Deve ter acesso aos serviços bancários. Deve poder sonhar com um futuro melhor para si e seus familiares.

Os bancos são obrigados a oferecer educação financeira a seus clientes

- Mesmo que não exista uma imposição legal específica os bancos são eticamente responsáveis por orientar seus clientes sobre as melhores formas de uso e consumo dos serviços e produtos bancários. Nos sites dos principais bancos, no do Banco Central e no da Febraban os clientes e cidadãos podem encontrar muitas informações úteis para o seu dia a dia financeiro.

Promessa alentadora

27 de agosto de 2010 0

Após seis pregões no vermelho, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) emplacou o maior ganho (2,69%) diário em três meses graças à disposição do presidente do Federal Reserve _Fed, o banco central dos EUA _, Ben Bernanke, de "fazer o que for necessário" para evitar o retorno da recessão naquele país.

A Bolsa de Nova York (Nyse) avançou 1,65%, e o Dow Jones atingiu 10.150,65 pontos. A Nasdaq (setor tecnológico) também subiu 1,65%, enquanto as bolsas europeias reverteram a queda da manhã, quando os negócios foram impactados pela revisão de 2,4% para 1,6% no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA no segundo trimestre.

Motivadas pela garantia de Bernanke de que o Fed está pronto para tomar medidas adicionais para reativar a economia, depois de retroceder cerca de 1%, as bolsas subiram 1,44% em Madri, 0,93% em Paris, 0,89% em Londres e 0,65% em Frankfurt.

No Brasil, onde o dólar caiu para R$ 1,7530, anulando a alta do mês, todas as blue chips fecharam no azul, com destaques para Itaú Unibanco PN (4,23%), Gerdau PN (4,04%), BM&F Bovespa ON (3,68%), Vale ON (3,46%) e Petrobras PN (3,34%). A reação das commodities no Exterior, como o petróleo, que alcançou US$ 75,17 por barril em Nova York, contribuiu para essa forte recuperação dos preços no pregão.

Bovespa termina sequência de perda

27 de agosto de 2010 0

Depois de seis quedas consecutivas, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com valorização de 2,69% e 65.585 pontos. Esse desempenho acompanhou a reação em Wall Street, que registrou ganho de 1,65%, e o índice Dow Jones atingiu 10.150,65 unidades. Os investidores foram às compras após pronunciamento do presidente do Federal Reserve, o banco central dos EUA, Ben Bernanke, que prometeu esforços para impedir o tão temido mergulho duplo. Ou seja, nova queda do Produto Interno Bruto (PIB) após ligeiro período de recuperação econômica.

Dólar tem nova queda

27 de agosto de 2010 0

A moeda norte-americana fechou com baixa pelo segundo dia consecutivo no câmbio brasileiro.No mercado de divisas de Nova York, o euro apresenta ligeira valorização, sendo negociado em torno de US$ 1,2740.

Dólar comercial R$ 1,7510 (compra) e R$ 1,7530 (venda). Baixa de 0,51%

Dólar flutuante R$ 1,7800 (compra) e R$ 1,8800 (venda). Estável

Ágio: +7,24%

Variação do dólar no mês: -0,17%

No ano: +0,57%

Variação do real no mês: +0,17%

No ano: -0,57%

Euro comercial R$ 2,2299 (compra) e R$ 2,2326 (venda). Baixa de 0,45%

Bolsas sobem no Brasil e nos EUA

27 de agosto de 2010 0

Com atenções concentradas nos EUA, onde a revisão do Produto Interno Bruto (PIB) confirmou crescimento de 1,6% no segundo trimestre em vez dos 2,5% anunciados anteriormente, as bolsas ocidentais operam com várias direções. 

A tendência só deve se definir a partir do discurso de Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve, o banco central norte-americano, que deve anunciar novas medidas e liberar mais recursos para estimular a economia na tentativa de afastar a chance do chamado double dip (duplo mergulho), uma segunda desaceleração após curto período de recuperação.

Wall Street avança cerca de 0,4% neste momento, quando as bolsas europeias têm desempenho misto, com destaques para baixas de cerca de 0,5% em Paris e Londres e de quase 1% em Frankfurt. No Brasil, onde o dólar recua para R$ 1,7550, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) mais de 1%, operando na faixa de 64,6 mil pontos. Trata-se da primeira alta após seis perdas. Bastante afetados nas últimas sessões, os papéis da Petrobras também avançam, mas em ritmo menor do que o índice.

Confira as cotações: