A divulgação de dados econômicos positivos na China, no Japão e nos EUA favoreceu Wall Street, que emplacou ganho de 0,46%, e a Bolsa de São Paulo (Bovespa), que registrou alta de 0,27% e volume de R$ 4,619 bilhões em sessão de forte volatilidade.
Conforme o Departamento de Comércio dos EUA, os estoques do setor atacadista aumentaram 1,3% em julho, o triplo das estimativas do mercado, enquanto as vendas no segmento subiram 0,6%, o dobro da taxa projetada por economistas. Trata-se do melhor desempenho em quatro meses.
Os investidores também se motivaram com indicadores procedentes do Oriente. O governo chinês informou um crescimento de 34,4% nas exportações, e o governo japonês revisou de 0,4% para 1,5% a estimativa de aumento do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre.
No Brasil, onde o dólar cedeu pela oitava vez consecutiva, tocando no menor nível (R$ 1,72) desde dezembro, as ações da Petrobras destoaram novamente do Ibovespa. Após subirem pela manhã, os papéis da estatal inverteram o rumo, consolidando quedas de 0,73% (ON) e de 0,28% (PN). Foi a terceira perda consecutiva.
A tendência é de continuidade da instabilidade em relação aos negócios desses papéis, pelo menos, até o dia 23, quando será definido o preço para o leilão de capitalização. Mais do que incertezas, esse comportamento reflete vendas de interessados em pressionar a cotação para baixo para desembolsar menos na oferta pública.


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