Depois de uma abertura vacilante, em que operou no vermelho antes do meio-dia, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com alta de 0,6% e a maior pontuação (69.227) desde 23 de abril graças à reação em Wall Street, que também inverteu a tendência, consolidando ganho de 0,43%.
Com giro de quase R$ 1 bilhão ou 16,5% do volume de R$ 6,068 bilhões, os papéis preferenciais da Petrobras voltaram a se destacar na Bovespa, na qual subiram 0,75%, alcançando R$ 26,70. Nos negócios da manhã, chegaram a indicar valorização de quase 1,5%.
Apesar de operar no azul no transcorrer do dia, Petrobras ON acabou amargando perda de 0,56% devido a um ajuste no preço, uma vez que havia avançando bem mais do que as preferenciais no pregão de estreia dos lotes provenientes do leilão de capitalização da estatal.
As demais blue chips também repetiram a boa performance da véspera, principalmente os papéis de empresas de siderurgia e mineração, como Usiminas PNA (2,66%), Siderúrgica Nacional ON (2,53%), Gerdau PN (2,09%), Vale ON (0,77%) e Vale PNA (0,65%).
O término da oferta da Petrobras, que hoje terá a liquidação da operação pelos acionistas, contribuiu para destravar o mercado como um todo e não só as cotações dos papéis da companhia petrolífera. A expectativa é que esse fluxo de compras persista, levando o Ibovespa a retomar a marca de 70 mil pontos ainda nesta semana.


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