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Posts de setembro 2010

Dólar vai a pique

30 de setembro de 2010 0

Numa jornada de valorização de 0,29% na Bolsa de São Paulo (Bovespa), que alcançou a maior pontuação (69.429) desde 23 de abril e a liderança no ranking de setembro, com alta de 6,58%, a moeda dos EUA caiu ao menor preço (R$ 1,6920) em mais de dois anos.

Com queda de 3,7% no mês, o dólar cedeu abaixo de R$ 1,70 pela primeira vez desde 3 de setembro de 2008, antes do pior momento da crise financeira global provocada pelo setor imobiliário de alto risco norte-americano.

Além de acompanhar a evolução no Exterior, onde o euro permanece acima de US$ 1,36, o dólar rompeu o chamado "piso informal" graças ao ingresso de recursos estrangeiros, principalmente para participar da capitalização da Petrobras. Após três altas seguidas, quando subiram cerca de 4,5%, as ações da estatal cederam 1,77% (ON) e 0,76% (PN) por interesse de parte do mercado em embolsar lucro.

O setor privado também vem contribuindo na entrada de divisas. Só em setembro, as empresas brasileiras captaram US$ 8,86 bilhões em bônus externos. O dólar não afundou ainda mais porque o Banco Central (BC) atua regularmente no câmbio e ontem promoveu dois leilões de compra.

Sem perspectiva de contenção desse fluxo de capitais, analistas não descartam a possibilidade de queda mais acentuada nos próximos dias. Os preços também vão a pique no segmento de turismo: R$ 1,81 nas casas de câmbio de Porto Alegre e R$ 1,77 no Banco do Brasil.

Bolsa sobe 6,58% em setembro

30 de setembro de 2010 0

Contrariando a tendência em Wall Street, que amargou baixa de 0,44%, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) conseguiu fechar com ganho de 0,29% e 69.429 pontos _ o patamar mais elevado desde 23 de abril. Depois de registrar perda de 3,15% no mês anterior, as ações fecham setembro com lucratividade média de 6,58%.

Os papéis da Petrobras, entretanto, interromperam sequência de três pregões com desempenho positivo, fechando com baixas de cerca de 0,4% (PN) e mais de 1% (ON), conforme dados preliminares.

Dólar tem menor valor em dois anos

30 de setembro de 2010 0

Influenciado pelo comportamento no mercado externo, onde a moeda dos EUA tem outra jornada de depreciação, o dólar bateu na menor cotação desde 3 de setembro de 2008, antes do pior momento da crise financeira global. Trata-se da primeira vez desde aquela ocasião que o valor fecha abaixo de R$ 1,70. No mercado de divisas de Nova York, o euro reduziu o ritmo de queda, sendo vendido agora em torno de US$ 1,3630.

Dólar comercial R$ 1,6900 (compra) e R$ 1,6920 (venda). Baixa de 0,76%

Dólar flutuante R$ 1,7300 (compra) e R$ 1,8100 (venda). Baixa de 0,55%

Ágio: +6,97%

Variação do dólar no mês: -3,70%

No ano: -2,93%

Variação do real no mês: +3,84%

No ano: +3,01%

Euro comercial R$ 2,3045 (compra) e R$ 2,3074 (venda). Baixa de 0,71%

Dólar cai abaixo de R$ 1,70

30 de setembro de 2010 0

Embalada pela tendência de depreciação no Exterior e pelo fluxo de ingresso de divisas no Brasil, principalmente de recursos para participar do leilão de capitalização da Petrobras, a moeda dos EUA acaba de romper abaixo de R$ 1,70, o que não ocorria desde setembro de 2008, antes do auge da crise financeira global.

Após abrir no mesmo nível da véspera, o dólar recua nesta manhã, sendo agora negociado a R$ 1,6960 na compra e a R$ 1,6980 na venda. Em Nova York, o euro começa outra vez vendido acima do preço da sessão anteirior, atingindo agora cerca de US$ 1,3660.

A Bolsa de São Paulo (Bovespa) registra alta de cerca de 0,7%, aproximando-se do patamar de 70 mil pontos. As ações preferenciais da Petrobras sobem mais de 1% na quarta jornada consecutiva com desempenho positivo. Os papéis ordinários têm ganho mais modesto, em torno de 0,6%.

Corrida sem pausa

29 de setembro de 2010 0

Numa sessão em que o dólar caiu ainda mais, atingindo a menor cotação (R$ 1,7050) desde 9 de novembro, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou sem variação, a 69.228 pontos, e as ações da Petrobras emplacaram três valorizações seguidas.

Os papéis da estatal avançaram 2,89% (ON) e 2,99% (PN) graças à continuidade da corrida de investidores, principalmente os estrangeiros, entre os quais um grande banco norte-americano, que teria movimentado cerca da metade dos negócios.

As duas ações da empresa responderam por mais de um terço _ cerca de R$ 3,28 bilhões _ do total de R$ 9,386 bilhões. Em três jornadas de negociação dos novos lotes, Petrobras ON avançou 4,38%, enquanto Petrobras PN atinge 4,56% de alta, três vezes a variação do Ibovespa no período _  de 1,51%.

Em reunião extraordinária, o Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu ontem manter, para o quarto trimestre de 2010, a Taxa de Juro de Longo Prazo (TJLP) em 6% ao ano, nível fixado desde julho de 2009.

Nos EUA, Wall Street recuou 0,21%, e o dólar teve nova depreciação ante o euro, que encerrou acima de US$ 1,36. Esse desempenho, que também influenciou na queda da moeda norte-americana no Brasil, segundo analistas, foi ocasionado por especulações em torno de medidas que o Federal Reserve, o banco central do país, estaria forçado a adotar para estimular a atividade econômica.

Bovespa fecha estável

29 de setembro de 2010 0

Numa sessão de alta volatilidade, em que chegou a cair cerca de 0,3% e a subir em torno de 0,3%, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou estável, com 69.228 pontos. Conforme o site da Bovespa, a variação do índice ficou em 0,00, mas, na verdade, seria de 0,0014%, uma vez que na jornada da véspera havia encerrado com 69.227 unidades. Nos EUA, depois de flutuar bastante, a Bolsa de Nova York (Nyse) amargou perda de 0,21%.

Dólar tem menor valor desde novembro

29 de setembro de 2010 0

A moeda dos EUA apresenta nova depreciação no mundo e no Brasil, onde encerrou no menor nível desde 9 de novembro, quando foi negociado a R$ 1,7010. Pela manhã, o dólar chegou a ser vendido a R$ 1,7020, ameaçando romper a barreira de R$ 1,70, o que não acontece desde o começo de setembro de 2008. No mercado de divisas de Nova York, o euro avança em torno de 0,4%, sendo negociado a US$ 1,3630.

Dólar comercial R$ 1,7030 (compra) e R$ 1,7050 (venda). Baixa de 0,20%

Dólar flutuante R$ 1,7500 (compra) e R$ 1,8200 (venda). Baixa de 0,55%

Ágio: +6,74%

Variação do dólar no mês: -2,96%

No ano: -2,18%

Variação do real no mês: +3,05%

No ano: +2,23%

Euro comercial R$ 2,3210 (compra) e R$ 2,3239 (venda). Alta de 0,09%

Papéis da Petrobras aumentam mais de 2%

29 de setembro de 2010 0

As ações da Petrobras sobem mais de 2% neste momento, quando o índice da Bolsa de São Paulo (Bovespa) opera praticamente na estabilidade, no terceiro dia de negociação dos lotes resultantes do leilão de capitalização. A valorização atinge tanto os papéis preferenciais quanto os ordinários. Ou seja, há uma corrida generalizada por essas ações no pregão.

A boa performance do petróleo no Exterior também favorece os papéis da estatal. Na Bolsa Mercantil de Nova York, a commodity avança quase 2%, encostando em US$ 78 por barril.

Ações da Petrobras têm terceira alta seguida

29 de setembro de 2010 0

Seguindo a evolução dos negócios no mercado mundial, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) abriu no vermelho, mas agora registra pequena valorização, sustentando o patamar de 69 mil pontos. As ações da Petrobras emplacam ganhos pela terceira vez na semana, com ambos papéis (PN e ON) subindo mais de 1%. No câmbio, após começar no nível da véspera, o dólar toma o rumo de queda e é vendido a R$ 1,7040, podendo romper a marca de R$ 1,70 pela primeira vez em 2010.

Sem grandes informações importantes, os investidores atuam no mundo impactados por rumores sobre uma sondagem indicando crescimento da indústria da China e de expectativas quando à adoção de novas medidas de estímulo à economia pela Federal Reserve, o banco central dos EUA. Wall Street flutua bastante desde a abertura e agora está praticamente estável. Na Europa, as bolsas de Londres, Paris e Frankfurt apresentam reduzidas baixas.

Confira as cotações:

Pregão sem travas

28 de setembro de 2010 0

Depois de uma abertura vacilante, em que operou no vermelho antes do meio-dia, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com alta de 0,6% e a maior pontuação (69.227) desde 23 de abril graças à reação em Wall Street, que também inverteu a tendência, consolidando ganho de 0,43%.

Com giro de quase R$ 1 bilhão ou 16,5% do volume de R$ 6,068 bilhões, os papéis preferenciais da Petrobras voltaram a se destacar na Bovespa, na qual subiram 0,75%, alcançando R$ 26,70. Nos negócios da manhã, chegaram a indicar valorização de quase 1,5%.

Apesar de operar no azul no transcorrer do dia, Petrobras ON acabou amargando perda de 0,56% devido a um ajuste no preço, uma vez que havia avançando bem mais do que as preferenciais no pregão de estreia dos lotes provenientes do leilão de capitalização da estatal.

As demais blue chips também repetiram a boa performance da véspera, principalmente os papéis de empresas de siderurgia e mineração, como Usiminas PNA (2,66%), Siderúrgica Nacional ON (2,53%), Gerdau PN (2,09%), Vale ON (0,77%) e Vale PNA (0,65%).

O término da oferta da Petrobras, que hoje terá a liquidação da operação pelos acionistas, contribuiu para destravar o mercado como um todo e não só as cotações dos papéis da companhia petrolífera. A expectativa é que esse fluxo de compras persista, levando o Ibovespa a retomar a marca de 70 mil pontos ainda nesta semana.

Ibovespa retoma marca de 69 mil pontos

28 de setembro de 2010 0

Garantida pela boa performance das ações preferenciais da Petrobras, que, segundo dados parciais, registraram 0,75% de valorização, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) emplacou alta de 0,6%, alcançando a maior pontuação (69.227) desde 23 de abril. Nos EUA, Wall Street terminou com ganho de 0,43%.

Ouro supera inéditos US$ 1,3 mil nos EUA

28 de setembro de 2010 0

O ouro bateu novo recorde no mercado dos EUA. O metal avançou 0,76% na Bolsa Mercantil de Nova York, na qual atingiu US$ 1.306,60 por onça-troy. É a primeira vez na história que fecha acima de US$ 1,3 mil.

Utilizado mais como reserva de valor do que investimento promissor, o ouro vem se constituindo em alternativa devido à falta de perspectiva no curto prazo quanto mudança no atual nível dos juros norte-americanos. Há migração para a modalidade de recursos de ativos de renda fixa, que pagam em torno de 0,25% ao ano ou 2,53% em 10 anos.

Euro tem maior valor em sete semanas

28 de setembro de 2010 0

Apesar da forte desvalorização da moeda dos EUA no Exterior, o dólar encerrou estável no câmbio brasileiro, no qual o euro atingiu a maior cotação desde 6 de agosto. No mercado de divisas de Nova York, o euro avança cerca de 1,4%, aproximando-se do patamar de US$ 1,36.

Dólar comercial R$ 1,7080 (compra) e R$ 1,7100 (venda). Estável

Dólar flutuante R$ 1,7500 (compra) e R$ 1,8300 (venda). Estável

Ágio: +7,02%

Variação do dólar no mês: -2,68%

No ano: -1,89%

Variação do real no mês: +2,75%

No ano: +1,93%

Euro comercial R$ 2,3190 (compra) e R$ 2,3218 (venda). Alta de 0,69%

Bovespa inverte rumo e Petrobras PN sobe mais de 1%

28 de setembro de 2010 0

Depois de cair até 0,5% antes do meio-dia, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) reverteu a tendência e agora avança cerca de 0,4%, operando acima de 69 mil pontos, na melhor marca do Ibovespa em cinco meses.

As ações da Petrobras resistiram no pior momento da sessão, e neste momento os papéis preferenciais (sem direito a voto) aumentam mais de 1%. O ganho dos ordinários está em apenas 0,2%.

Wall Street também inverteu o rumo, avançando em torno de 0,2%, mas o dólar enfrenta forte depreciação. Em Nova York, o euro sobe cerca de 1,3%, encostando no patamar de US$ 1,36. No Brasil, o dólar é vendido a R$ 1,7080, com leve baixa em relação ao negócios de segunda-feira. Trata-se do menor nível de 2010.

Retração externa afeta Bovespa

28 de setembro de 2010 0

Numa jornada de indefinição dos investidores ocidentais, as ações da Petrobras destoam com valorizações entre 0,2% (ON) e 0,5% (PN) neste momento em que a Bolsa de São Paulo(Bovespa) apresenta baixa em torno de 0,4%. No câmbio, o dólar é vendido a R$ 1,7120, com discreta elevação em relação aos negócios da véspera.

Nos EUA, Wall Street recua em torno de 0,4% nos primeiros 15 minutos de negociação. Na Europa, onde o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido mostrou a maior expansão (1,2%) no segundo trimestre em nove anos e o Banco Central Europeu garantiu que não vai renovar parte dos estímulos econômicos concedidos durante a crise de 2008, as bolsas resgistram pequenas baixas em Paris e Frankfurt, enquanto opera praticamente estável em Londres.

Confira as cotações: