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Posts de setembro 2010

Estreia lucrativa

27 de setembro de 2010 0

Num dia em que todas as blue chips obtiveram ganhos, o desempenho das ações da Petrobras na estreia dos lotes resultantes da capitalização da estatal definiu o rumo da Bolsa de São Paulo (Bovespa), que registrou alta de 0,91% numa jornada de perdas no mercado externo.

Depois da volatilidade nos negócios da manhã, quando largaram no azul para em seguida cederem quase 1%, os papéis da Petrobras encerraram com altas de 2,02% (ON) e de 0,76% (PN). A reversão da queda decorreu de um fluxo de compras, desencadeado antes do meio-dia, por parte de novos interessados nos papéis da Petrobras, que responderam por cerca de 30% do total de R$ 6,856 bilhões.

Beneficiados por um programa de recompra de ações anunciado na semana passada pela mineradora, os papéis da Vale atraíram mais de R$ 1 bilhão, fechando com valorizações de 2,1% (PN) e de 1,82% (ON). Esse comportamento contribuiu para o Ibovespa encerrar com a mais elevada pontuação (68.815 pontos) desde 26 de abril, além de anular a perda acumulada em 2010, quando passa a registrar alta de 0,33%.

As bolsas europeias, porém, fecharam no negativo por conta de temores quanto à saúde do setor bancário. A Bolsa de Madri caiu 1,07%, puxando as perdas no continente. Nos EUA, o euro manteve-se praticamente estável, perto de US$ 1,35, mas Wall Street amargou baixa de 0,44% devido a um movimento de realização de lucros.

Bovespa tem alta graças à Petrobras

27 de setembro de 2010 0

Na contramão dos mercados europeu e norte-americano, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com alta de 0,91% e 68.815 pontos graças ao desempenho das ações da Petrobras. A pontuação do Ibovespa é a maior desde 26 de abril. Depois de uma manhã vacilante, quando caíram quase 1%, os papéis da estatal reagiram, terminando com altas de 0,76% (PN) e de 2,02% (ON), cotados a R$ 26,50 e a R$ 30,25, respectivamente.

Nos EUA, Wall Street encerrou com baixa de 0,44%, e a Nasdaq teve queda de 0,48%. Na Europa, as perdas foram de 1,07% em Madri, de 0,43% em Paris e de 0,31% em Frankfurt.

Ações da Petrobras passam no teste de estreia

27 de setembro de 2010 0

Numa sessão de forte volatilidade, os papéis da Petrobras passaram pelo primeiro teste no pregão após o leilão de capitalização da estatal. Depois de abrir com ganhos e cair quase 1% pela manhã, as ações preferenciais da empresa (Petr4) avançam cerca de 0,6%, enquanto os ordinários (Petr3) atingem ganho de 2,1%. Esses números ainda são parciais da Bolsa de São paulo (Bovespa), que sobe cerca de 0,8%, operando na faixa de 68,7 mil pontos.

Dólar e euro fecham praticamente estáveis

27 de setembro de 2010 0

Seguindo a tendência da moeda dos EUA no mercado internacional, o dólar encerrou praticamente estável no câmbio brasileiro, no qual também o euro fechou com reduzida variação. No mercado de divisas de Nova York, o euro retrocede levemente, mas mantendo-se próximo de US$ 1,35.

Dólar comercial R$ 1,7080 (compra) e R$ 1,7100 (venda). Baixa de 0,06%

Dólar flutuante R$ 1,7500 (compra) e R$ 1,8300 (venda). Estável

Ágio: +7,02%

Variação do dólar no mês: -2,68%

No ano: -1,89%

Variação do real no mês: +2,75%

No ano: +1,93%

Euro comercial R$ 2,3031 (compra) e R$ 2,3059 (venda). Baixa de 0,06%

Tesouro Direto atrai pequenos poupadores

27 de setembro de 2010 0

Programa criado em 2002 pelo Tesouro Nacional e a bolsa (atual BM&F Bovespa) para atender o segmento pessoas físicas, o Tesouro Direto conquista os investidores de menor porte como estratégia para diversificar os recursos disponíveis. Segundo dados de agosto, as aplicações inferiores a R$ 5 mil responderam por mais da metade (53,81%) do volume de operações, que alcançou R$ 259,53 milhões no período. O balanço mostrou ingresso de 3.504 novos aplicadores de títulos públicos, atingindo um total de 200.648 cadastrados em todo o país. Esses papéis são remunerados com base na taxa básica, fixada em 10,75% ao ano.

Estreia discreta no pregão

27 de setembro de 2010 0

Lançados em operação em que a empresa captou mais de R$ 120 bilhões, os novos papéis da Petrobras têm estreia bastante discreta na Bolsa de São Paulo (Bovespa), onde abriram com desempenho positivo, mas agora registram baixas em torno de 0,4% em sessão de forte flutuação.

Depois de boa abertura, o Ibovespa passou ao negativo, mas agora opera perto da estabilidade, mantendo-se acima de 68 mil pontos. No câmbio, o dólar é vendido a R$ 1,7140, levemente acima do preço de sexta-feira.

Os investidore domésticos seguem a tendência dos negócios externos. Wall Street e as bolsas europeias indicam pequenas quedas neste momneto na expectativa de anúncio de alguns dados econômicos nos EUA, onde no encerramento da semana saíram números mais favoráveis quanto ao ritmo da atividade produtiva.

As bolsas asipaticas tiveram uma jornada de altas graças, em parte, as estimativas da China de um forte crescimento este ano em sua produção de minério de ferro.

Confira as cotações:

Ações da Petrobras estreiam com cenário favorável

26 de setembro de 2010 0

A definição do processo de capitalização da Petrobras e a dissipação de parte dos temores sobre o crescimento econômico nos EUA devem atrair dinheiro novo para a Bolsa de São Paulo (Bovespa), que, apesar da instabilidade no comportamento das ações da estatal, na semana passada conseguiu se manter acima de 68 mil pontos.

Ameaçadas de ser desbancadas pelos papéis da Vale como as mais negociadas no primeiro semestre, quando foram prejudicadas por incertezas quanto à oferta pública, as ações da Petrobras podem agora reforçar a importância no pregão, no qual irão movimentar mais recursos a partir desta segunda-feira, com a estreia dos novos papéis.

Com cerca de 29% de perda acumulada em 2010, ante baixa de somente 0,57% do Ibovespa, que representa o desempenho médio das 65 principais títulos do mercado, as ações da Petrobras encontram finalmente clima favorável para deslanchar no pregão. O término da batalha do preço do papel, que permaneceu baixo devido à atuação de interessados em pagar menos no leilão, coincidiu com a retomada da tranquilidade das bolsas mundiais.

Wall Street emplacou quatro semanas consecutivas com lucro e o índice Dow Jones fechou com a maior pontuação (10.855,30) desde o começo de maio. Um dos mais fiéis indicadores de tendência da economia global, o petróleo reagiu nos últimos dias, retomando em Nova York a marca de US$ 76 por barril.

Além de contribuir para a valorização das ações da Petrobras, o avanço dos preços da commodity significa maior consumo de combustíveis nos EUA, que também constatou aumento na demanda de bens duráveis. A aceleração na atividade nos EUA tem impacto em todo o mundo, especialmente no Brasil, um dos principais produtores de matérias-primas do planeta.

Efeito Petrobras

24 de setembro de 2010 0

Influenciada pelo desempenho das ações da Petrobras, que cederam 1,86% (PN) e 1,98% (ON), a Bolsa de São Paulo (Bovespa) registrou queda de 0,87% e volume de R$ 11,042 bilhões, dos quais R$ 2,751 bilhões ou 25% correspondentes aos papéis da estatal.

Na contramão da Petrobras e de outras blue chips, que concentraram vendas devido a um ajuste de carteiras, os papéis da Vale subiram 3,43% (ON) e 2,83% (PNA) em decorrência do anúncio de aumento no pagamento de dividendos aos acionistas. No câmbio, seguindo tendência internacional, o dólar caiu ainda mais, encerrando a R$ 1,7110.

Nos EUA, onde a moeda caiu forte ante o euro, que disparou quase 2%, atingindo US$ 1,35, a Bolsa de Nova York (Nyse) avançou 1,86%, e o índice Dow Jones fechou com a maior pontuação (10.855) desde 12 de maio. São quatro semanas seguidas de alta em Wall Street, o que também motivou as bolsas europeias, com destaques para ganhos de 2,15% em Madri,1,94% em Paris e de 1,84% em Frankfurt.

Essa corrida para ações foi uma reação ao indicador de encomendas de bens duráveis nos EUA, que ficou em agosto abaixo das previsões, mostrando expansão na produção de maquinaria, computadores e produtos de metal. Mas o ouro chegou em Nova York a superar inédito US$ 1,3 mil. Recuou no transcorrer das operações, mas, ainda assim, terminou com preço (US$ 1.296) recorde por onça-troy.

Ações da Petrobras derrubam Bovespa

24 de setembro de 2010 0

Prejudicada pelo desempenho das ações da Petrobras, que, segundo dados preliminares, caíram 1,87% (PN) e 1,98% (ON), a Bolsa de São Paulo (Bovespa) amargou perda de 0,87%, contrariando a tendência dos negócios no mercado externo. O Ibovespa encerrou com 68.196 pontos. Nos EUA, a Bolsa de Nova York (Nyse) registrou valorização de 1,86%, e a Nasdaq (setor tecnológico) consolidou ganho de 2,33%. Na Europa, os destaques foram as altas de 2,15% em Madri, de 1,94% em Paris e de 1,84% em Frankfurt.

Dólar cai no Brasil e no Exterior

24 de setembro de 2010 0

Atrás do desempenho da moeda dos EUA no Exterior, onde voltou a registrar forte depreciação, o dólar caiu mais um pouco no câmbio brasileiro, no qual continua no menor patamar do ano. No mercado de divisas de Nova York, o euro dispara cerca de 1,7%, alcançando quase US$ 1,35, ante US$ 1,3350 na véspera.

Dólar comercial R$ 1,7090 (compra) e R$ 1,7110 (venda). Baixa de 0,52%

Dólar flutuante R$ 1,7500 (compra) e R$ 1,8300 (venda). Estável

Ágio: +6,95%

Variação do dólar no mês: -2,62%

No ano: -1,84%

Variação do real no mês: +2,69%

No ano: +1,87%

Euro comercial R$ 2,3044 (compra) e R$ 2,3073 (venda). Alta de 0,69%

Papéis da Petrobras têm pequenas altas

24 de setembro de 2010 0

As ações da Petrobras apresentam discretos ganhos, em torno de 0,3%, no primeiro pregão após a definição do preço do papel no leilão de capitalização da empresa, que arrecadou montante de mais de R$ 120 bilhões na operação. O índice da Bolsa de São Paulo (Bovespa) avança cerca de 0,9%, operando na faixa de 69,4 mil pontos.

Esse desempenho supera a alta de cerca de 0,8% da Bolsa de Londres, mas é inferior aos das bolsas de Paris e Frankfurt, que registram valorizações acima de 1,5%. Nos EUA, Wall Street sobe cerca de 1,7%, e o dólar voltou a cair ante o euro, que encosta em US$ 1,35 neste momento. No Brasil, o dólar recua um pouco mais, sendo negociado a R$ 1,7150, enquanto o euro faz caminho inverso, avançando para R$ 2,3100.

Confira as cotações:

Espaço para reação

23 de setembro de 2010 0

Influenciada pela performance das ações da Petrobras, que obtiveram ganhos de 1,92% (ON) e de 3,15% (PN), a Bolsa de São Paulo (Bovespa) terminou com alta de 0,69% e movimentação de R$ 9,169 bilhões, da qual R$ 1,84 bilhão correspondente aos papéis da estatal petrolífera.

Depois de avançar 1,87% e marcar 69.600 pontos, a bolsa brasileira sofreu influência de Wall Street, encerrando com 68.794 unidades. Além de anular a perda acumulada no ano, o Ibovespa consolidou o maior patamar desde 26 de abril. Em 12 meses, a lucratividade média atinge 13,72%, pouco acima da taxa de juros da economia, de 10,75% ao ano.

Principais blue chips do pregão, as ações da Petrobras tendem agora, após a definição do preço da oferta pública, a recuperar seus valores no mercado, no qual foram prejudicadas pelas morosidade e incertezas sobre a capitalização. Desde janeiro, os papéis da empresa têm baixas de 27,37% (ON) e de 26,96% (PN), ante variação positiva de 0,3% do Ibovespa no período.

Ao contrário da Bovespa, que conseguiu fechar no azul, a Bolsa de Nova York (Nyse) oscilou muito, chegando a operar no positivo, mas amargando queda de 0,72% devido aos números do mercado de trabalho nos EUA. O seguro-desemprego atingiu 465 mil pedidos, superando dados da semana anterior (453 mil) e previsões do mercado (450 mil). Mesmo assim, o dólar reagiu frente ao euro, que retrocedeu para perto de US$ 1,33 após tocar na maior cotação (US$ 1,34) em cinco meses.

Ibovespa fecha no maior nível em cinco meses

23 de setembro de 2010 0

Depois de subir quase 2% e reaproximar-se da marca de 70 mil pontos, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou alta de apenas 0,69% e pontuação de 68.794, que é o mais elevado patamar desde 26 de abril. As ações da Petrobras avançaram bem do que a média do mercado. Conforme números parciais, Petrobras PN registrou alta de 3,93%, atingindo R$ 27,00, enquanto Petrobras ON teve ganho de 2,83%, encerrando a R$ 30,52.

Nos EUA, a Bolsa de Nova York (Nyse) também teve uma jornada de volatilidade, mas acabou amargando baxias de 0,72%, e o ouro bateu novore crode, sendo negociado a US$ 1.294,30 por onça-troy.

Dólar fica estável no Brasil

23 de setembro de 2010 0

Apesar da recuperação da moeda dos EUA no Exterior, o dólar encerrou praticamente estável no câmbio brasileiro, no qual permanece no menor nível desde janeiro. No mercado de divisas de Nova York, o euro tem queda de 0,5%, sendo negociado em torno de US$ 1,3350, ante US$ 1,34 no encerramento da quarta-feira.

Dólar comercial R$ 1,7180 (compra) e R$ 1,7200 (venda). Baixa de 0,06%

Dólar flutuante R$ 1,7500 (compra) e R$ 1,8300 (venda). Estável

Ágio: +6,40%

Variação do dólar no mês: -2,11%

No ano: -1,32%

Variação do real no mês: +2,15%

No ano: +1,34%

Euro comercial R$ 2,2887 (compra) e R$ 2,2916 (venda). Baixa de 0,54%

Ações da Petrobras sobem mais do que Ibovespa

23 de setembro de 2010 0

No último dia para formação do preço da ação da Petrobras no leilão de capitalização, os papéis da estatal avançam cerca de 2,4% (PN) e de 2,1% (ON), acima da variação do índice da Bolsa de São Paulo (Ibovespa), que sobe em torno de 0,6% após flutuar muito na abertura. No câmbio, o dólar abriu acima do nível da véspera, recuou um pouco e agora é vendido a R$ 1,7210.

Nos EUA, Wall Street registra baixa de cerca de 0,4%, reduzindo a perda da abertura, quando os negócios foram afetados pela divulgação de números negativos da economia. Conforme o Departamento de Trabalho, os pedidos do seguro-desemprego chegaram em 465 mil, acima dos 453 mil da semana anterior e dos 450 mil previstos por economistas.

Na Europa, onde uma pesquisa privada com 2 mil empresas indicou em setembro queda no ritmo da atividade nos setores de serviços e industrial da zona do euro, as bolsas de Londres e Paris caem mais de 1%, enquanto a de Frankturt opera com baixa de cerca de 0,8%. No mercado de divisas de Nova York, o dólar reagiu frente ao euro, que é negociado em torno de US$ 1,3325, ante US$ 1,3400 no término da quatra-feira.

Confira as cotações: