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Posts de outubro 2010

Facilidades de crédito e endividamento

30 de outubro de 2010 0

Depois da estabilidade econômica, quando a inflação foi domada pelo Plano Real, houve um aumento de renda das famílias, principalmente as mais carentes, devido ao controle inflacionário, onde os mais prejudicados são os de menores salários, bem como, ao incremento real do salário mínimo e assistência social do governo.

As famílias tendo uma renda maior, em razão também da criação de mais empregos com carteira assinada, foram ao consumo dos bens que deixaram de comprar quando a inflação era alta e as taxas de juros impraticáveis. Hoje em dia, as facilidades de crédito são muitas, o consumidor sofre tentações com a disponibilidade dos cartões de crédito, empréstimo consignável e cheque especial.

Com todas estas opções, usa-os sem um planejamento financeiro. Quando vão as compras não importa qual a taxa de juro que estão pagando e sim, o valor da prestação que vão pagar e acrescentam mais uma prestação ao orçamento. O que está ocorrendo é que muitos consumidores não honram com suas despesas. O salário mensal já não é suficiente para pagar as suas dívidas. Qual a solução para resolver o problema? Eis a questão, pois às vezes, os consumidores optam por caminhos onde o custo da solução e, todavia, muitas vezes não resolvida, é o mais oneroso.

Apesar dos cartões de crédito e cheque especial, por exemplo, serem instrumentos válidos quando utilizados com disciplina, aproveitando os seus benefícios, o que não é vantajoso é que o consumidor faça-o uso do cartão de crédito, e quando do vencimento da fatura, pague somente o valor mínimo, acumulando o débito que incidirá encargos em torno de 11% ao mês. A mesma coisa, vale para o cheque especial, que deve ser usado apenas por curtos períodos, e não como um acréscimo ao seu salário. Os encargos do cheque especial variam de banco para banco, mas estão em média em 9,11 % ao mês.

A melhor solução para cada consumidor endividado varia muito, pois cada caso é um caso a ser estudado, mas no momento a de menor custo é o empréstimo consignável, pois os juros estão em média em torno de 1,97 % ao mês. Só para exemplificarmos, vamos simular que o consumidor A, tenha um total em dívidas de R$ 5 mil, e financie com juros de 3,5% ao mês pelo período de 12 meses. Isso daria uma prestação de R$ 517,42. Caso opte pelo empréstimo consignável, com juros de 1,97 % ao mês, a sua prestação cairia para R$ 471,93. Uma diferença de R$ 45,49 por mês o que daria no final dos 12 meses R$ 545,88.

É lógico, que a melhor maneira de não se endividar é comprar a vista, com os recursos poupados, que sobraram do mês, mas caso não seja possível, procure comprar sempre sem juros. Quem quiser ter as contas em ordem, deve monitorar os seus gastos. À medida que você for controlando a sua vida financeira, os benefícios começarão a aparecer. Cuide de seu dinheiro, pois somente você sabe o quanto é difícil ganhá-lo. A receita é simples, gaste somente o que se ganha e poupe na medida do possível.

Artigo do economista Manoel Gil Costa Soares

Ações da Petrobras caem após cinco pregões

29 de outubro de 2010 0

A Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com alta de 0,5% e 70.763 pontos, mas as ações da Petrobras reverteram a tendência, amargando perdas entre 0,8% (ON) e 1,5% (PN), conforme dados preliminares. Com isso, os papéis da estatal acabam com sequência de cinco pregões com desempenho positivo, o que deve-se a um movimento de realização de lucros, pois essas ações chegaram a subir quase 10% no período.

As bolsas dos EUA e da Europa fecharam praticamente estáveis na expectativa do encontro da próxima semana do Federal Reserve, o banco central norte-americano, que deve se pronunciar sobre a adoção de novas medidas de estímulo à economia.

Bolsa argentina tem segunda alta seguida

29 de outubro de 2010 0

Contrariando o rumo dos negócios no mercado mundial e da Bolsa de São Paulo (Bovespa), seu principal parâmetro de preços, a Bolsa de Buenos Aires fechou com valorização (1,34%) pelo segunda sessão consecutiva como reflexo do falecimento do ex-presidente argentino Nestor Kirchner, que ocorreu na quarta-feira, durante um feriado para realização de um censo.

Provável candidato nas próximas eleições presidenciais, a morte do marido da atual presidente, Cristina, segundo analistas, tende a enfraquecer o poder do grupo liderado pelo Casal K, responsável pela interminável crise econômica, financeira, política e social em que se encontra a Argentina, outrora o celeiro do mundo e uma das nações mais ricas da América Latina.

Dólar termina mês acima de R$ 1,70

29 de outubro de 2010 0

Depois de cair abaixo de R$ 1,70 pela primeira vez desde 21 de outubro, o dólar acabou recuperando o patamar no câmbio brasileiro, no qual encerrou outubro com pequena valorização em relação ao real. O euro consolidou alta de 2,61% no mês. No mercado de divisas de Nova York, o euro apreenta leve baixa, mas permanece negociado em torno no nível de US$ 1,39.

Dólar comercial R$ 1,7010 (compra) e R$ 1,7030 (venda). Baixa de 0,64%

Dólar flutuante R$ 1,7400 (compra) e R$ 1,8300 (venda). Baixa de 0,55%

Ágio: +7,35%

Variação do dólar no mês: +0,65%

No ano: -2,29%

Variação do real no mês: -0,65%

No ano: +2,35%

Euro comercial R$ 2,3659 (compra) e R$ 2,3689 (venda). Baixa de 0,79%



Dólar cai abaixo de R$ 1,70

29 de outubro de 2010 1

Depois de seis sessões consecutivas, o dólar volta ao patamar abaixo de R$ 1,70 no mercado de câmbio, no qual é negociado em torno de R$ 1,6950 na compra e a R$ 1,6970 na venda. O euro também mostra ligeira baixa, sendo vendido na faixa de R$ 2,36 nas últimas transações.

Petrobras tem semana completa de alta

29 de outubro de 2010 0

O dólar abriu em baixa no câmbio, no qual é vendido agora a R$ 1,7040, enquanto a Bolsa de São Paulo (Bovespa) registra alta em torno de 0,3% apesar do fraco desempenho dos mercados externos. Esse desempenho deve-se ao avanço das  ações da Petrobras, que sobem cerca de 1% na sexta jornada consecutiva com variação positiva.

Wall Street e as bolsas de Londres, Frankfurt e Paris operam próximas da estabilidade devido à expectativa com encontro da próxima semana do Federal Reserve, o banco central dos EUA, que deve anunciar novas medidas de estímulo à atividade econômica. Também pesam a divulgação de indicadores desfavoráveis na Europa, como na Alemanha, onde as vendas no varejo ficaram abaixo das previsões.

Ações da Petrobras sobem pela quarta vez

28 de outubro de 2010 0

Depois de avançar até 0,98% na abertura, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com queda de 0,35% e 70.320 pontos, atrás do marasmo que tomou conta dos principais mercados externos. As ações da Petrobras emplacaram altas pela quarta vez seguida, avançando, segundo dados preliminares, 0,84% (PN) e 0,56% (ON). Apesar do lucro acima do previsto no terceiro trimestre do ano, anunciado pela empresa na noite de quarta-feira, os papéis da Vale amargaram baixas de cerca de 1,5%. Nos EUA, Wall Street teve baixa de 0,11%, e a Nasdaq (setor tecnológico) avançou 0,16% na sessão.

Dólar cai no Brasil e no Exterior

28 de outubro de 2010 0

Acompanhando o fraco desempenho da moeda dos EUA no Exterior, o dólar fechou com baixa no câmbio brasileiro, no qual manteve-se no patamar de R$ 1,70. No mercado de divisas de Nova York, o euro registra valorização de 1,6%, sendo negociado em torno de US$ 1,3930 neste momento.

Dólar comercial R$ 1,7120 (compra) e R$ 1,7140 (venda). Baixa de 0,46%

Dólar flutuante R$ 1,7400 (compra) e R$ 1,8400 (venda). Alta de 0,55%

Ágio: +7,35%

Variação do dólar no mês: +1,30%

No ano: -1,66%

Variação do real no mês: -1,28%

No ano: +1,69%

Euro comercial R$ 2,3848 (compra) e R$ 2,3878 (venda). Alta de 0,82%



Estabilidade predomina nas bolsas

28 de outubro de 2010 0

Numa sessão em que o dólar começou em baixa, sendo negociado a R$ 1,7150 neste momento, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) chegou a subir quase 1% na abertura, mas agora está praticamente estável. As ações preferenciais da Petrobras, que subiram mais de 8% nos últimos três pregões, registram valorização de cerca de 0,5%, enquanto os papéis ordinários não apresentam variação neste momento.

Nos EUA, onde as expectativas se concentram no encontro da próxima semana do Federal Reserve, o banco central do país, o seguro-desemprego alcançou 434 mil, ante 455 mil solicitações na semana anterior. Mesmo assim, Wall Street indica baixa de cerca de 0,2% após operar no azul na abertura. O dólar voltou a cair frente ao euro, que recuperou a marca de US$ 1,39. Na Europa, as bolsas de Londres e Paris têm pequenas altas, enquanto a de Frankfurt funciona perto da estabilidade.

Bolsa fecha com pequena baixa

27 de outubro de 2010 0

Numa sessão de forte volatilidade, em que que chegou a cair quase 1% e depois registrar pequena valorização, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) acabou fechando com queda de 0,24% e 70.568 pontos. As ações da Petrobras, entretanto, consolidaram altas pela terceira vez seguida. Conforme dados parciais, Petrobras PN avançou 1,32%, enquanto Petrobras ON teve ganho de 1,2%. Nos EUA, Wall Street registrou baixa de 0,39%, e aNasdaq (setor tecnológico) encerrou com alta de 0,24%.

Dólar sobe no Brasil e no mundo

27 de outubro de 2010 0

A forte apreciação da moeda dos EUA no Exterior contagiou os negócios no câmbio brasileiro, no qual o dólar alcançou a maior cotação desde 20 de setembro. No mercado de divisas de Nova York, o euro registra desvalorização superior a 1%, sendo negociado em torno de US$ 1,3750 neste momento.

Dólar comercial R$ 1,7200 (compra) e R$ 1,7220 (venda). Alta de 0,94%

Dólar flutuante R$ 1,7200 (compra) e R$ 1,8300 (venda). Alta de 0,55%

Ágio: +6,27%

Variação do dólar no mês: +1,77%

No ano: -1,20%

Variação do real no mês: -1,74%

No ano: +1,22%

Euro comercial R$ 2,3653 (compra) e R$ 2,3683 (venda). Alta de 0,31%



Bovespa recua com realização de lucros

27 de outubro de 2010 0

Apesar do lucro acima do esperado divulgado pelo Bradesco e da expecativa favorável sobre outros balanços corporativos que serão anunciados ainda hoje, como da Vale e da Redecard, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) segue a tendência externa, registrando baixa de 0,6%. Depois de subirem quase 7% em dois dias, as ações da Petrobras recuam cerca de 0,5% devido a um movimento de realização de lucros.

Nos EUA, mesmo com aumento nas vendas dos bens duráveis acima do previsto, Wall Street cai em torno de 0,5%. O dólar, porém, se fortalece suavemente frente ao euro, que permanece no patamar de US$ 1,38. Com isso, o dólar também continua acima de R$ 1,70 (R$ 1,7040) no Brasil. Na Europa, as bolsas de Frankfurt, Londres e Paris apresentam pequenas perdas.

Bovespa sobe 1,67%

26 de outubro de 2010 0

Numa excepcional jornada das ações da Petrobras, que dispararam 5,66% (PN) e 4,56% (ON), segundo dados preliminares, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) registrou valorização de 1,67%, encerrando com 70.740 pontos. Nos EUA, Wall Street avançou somente 0,05%, e a Nasdaq (setor tecnológico) fechou com alta de 0,26%.

Dólar fecha com alta

26 de outubro de 2010 0

No rastro da moeda dos EUA no mercado internacional, onde apresenta forte recuperação, o dólar aumentou um pouco mantendo-se no patamar de R$ 1,70 no câmbio brasileiro. No mercado de divisas de Nova York, o euro tem queda de cerca de 1,3%, sendo negociado pouco acima de US$ 1,38.

Dólar comercial R$ 1,7040 (compra) e R$ 1,7060 (venda). Alta de 0,29%

Dólar flutuante R$ 1,7000 (compra) e R$ 1,8200 (venda). Baixa de 0,55%

Ágio: +7,58%

Variação do dólar no mês: +0,83%

No ano: -2,12%

Variação do real no mês: -0,82%

No ano: +2,17%

Euro comercial R$ 2,3578 (compra) e R$ 2,3609 (venda). Baixa de 0,71%



Ações da Petrobras sobem 4%

26 de outubro de 2010 0

A Bolsa de São Paulo (Bovespa) consolida a tendência positiva na sessão, emplacando valorização superior a 1% e a retomada da marca de 70 mil pontos (70,4 mil). Esse comportamento deve-se, em parte, à continuidade da excelente performance das ações da Petrobras, que disparam cerca de 4% (PN) e de 3,6% (ON) neste momento. No câmbio, o dólar é vendido a R$ 1,7060, acima do valor de fechamento da véspera.