Apesar do agravamento da situação das finanças de Portugal, com aumento dos juros dos títulos da dívida e ameaça de uma agência de classificação de risco de rebaixar outra vez a nota do país, as principais bolsas europeias fecharam praticamente estáveis. A exceção foi o pregão de Lisboa, que cedeu 0,31%.
A Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com baixa de 0,85% e 67.192 pontos, prejudicada pelo desempenho das ações da Petrobras, que caíram cerca de 1% (PN) e 1,5% (ON), o que refletiu á desvalorização dos preços do petróleo no mercado internacional. Em Nova York, a commodity encerrou cotada a US$ 103,98 por barril. Wall Street amargou queda de 0,19%.


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