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Posts de março 2011

Trabalho interno e rede social

31 de março de 2011 0

Depois de um período de trabalho interno vem o momento da rede social alternativa. Durante 10 dias deixarei de acompanhar as cotações do dólar e da bolsa para curtir pequenas férias.

Como costumo fazer nessas ocasiões, relaciono abaixo como sugestão os filmes que assisti em salas de cinema de Porto Alegre. São 17 obras em cartaz entre janeiro e março desde ano.

Trabalho Interno e A Rede Social são os destaques em temas econômicos e financeiros, mas outros também abordam mercados ou negócios (alguns sujos), como Dieta Mediterrânea (gastronomia), Bruna Surfistinha (prostituição) e Abutres (seguros).

Bom proveito e até a volta:

Restrepo, documentário de Tim Hetherington e Sebastian Junger ( EUA), de 2010 e 94 minutos, com Juan Restrepo, Dan Kearney, LaMonta Caldwell, Brendan O’Byrne e Joshua McDonough, sobre um pelotão avançado dos EUA no Afeganistão.

O Samba que Mora em Mim, documentário de Georgia Guerra Peixe (Brasil e Portugal), de 2010 e 72 minutos, com moradores do Morro da Mangueira, no Rio de Janeiro

Trabalho Interno (Inside Job), documentáro de Charles Ferguson (EUA), de 2010 e 109 minutos, com narração de Matt Damon, sobre a crise financeira das hipotecas imobiliárias

Bruna Surfistinha, drama de Marcus Baldini (Brasil), de 2009 e 109 minutos, com Deborah Secco, Drica Moraes e Critina Lago.

Cisne Negro (Black Swan), de Darren Aronofsky (EUA), de 2010 e 113 minutos, com Natalie Portman e Michel Cassel

Abutres (Carancho), drama de Pablo Trapero (Argentina, Chile e França), de 2010 e 109 minutos, com Ricardo Darín e Martina Gusman

Minhas Mães e Meu Pai (The Kids Are All Right), comédia de Lisa Cholodenko (EUA), de 2010 e 106 minutos

Eu Matei Minha Mãe (J’ai tué ma mère), drama de Xavier Dolan (Canadá), de 2009 e 96 minutos, com Xavier Dolan e Anne Dorval

Dieta Mediterrânea (Dieta Mediterrânea), comédia de Joaquin Oristrell (Espanha), de 2009 e 100 minutos, com Olívia Medina

Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas (Lung Boonmee Raluek Chat), drama de Apichatpong Weerasethakul (Tailândia, Espanha, França, Alemanha e Reino Unido), de 2010 e 103 minutos, com Thanapat Saisaymar

O Discurso do Rei (The King’s Speech), drama de Tom Hopper (Reino Unido), de 2010 e 118 minutos, com Colin Firth

A Rede Social (The Social Network), de David Fincher (EUA), de 2010 e 117 minutos, com Jesse Eisenberg e Justin Timberlake

O Primeiro Que Disse, (Mine Vaganti), drama de Ferzan Ozpetek (Itália), de 2010 e 110 minutos, com Riccardo Scamarcio, Ennio Fantastichini Elena Sofia Ricci, Alessandro Preziosi, Lunetta Savino

O Concerto (Le Concert), comédia de Radu Mihaileanu (França, Itália, Roménia, Bélgica e Rússia), de 2009 e 123 minutos, com Aleksey Guskov, Mélanie Laurent, Dmitri Nazarov, Valeriy Barinov, Laurent Bateau, Vlad Ivanov e François Berléand

O Turista (The Tourist), suspense de Florian Henckel von Donnesmarck (EUA e França), de 2011 e 103 minutos, com Johnny Depp e Angelina Jolie

O Louco Amor de Yves Saint Laurent (L’amour Fou), documentário de Pierre Thorentton (França), de 2010 e 100 minutos. A história de Yves Saint Laurent e Pierre Bergé

O Mágico (L’Illusionniste), animação de Sylvain Chomet ((França e Inglaterra), de 2010 e 80 minutos, com vozes de Jean-Claude Donda, Eilidh Rankin, Duncan MacNeil, Raymond Mearns

Bolsas fecham com boas altas

30 de março de 2011 0

Apesar da apreensão com as finanças de Portugal, onde as taxas dos títulos da dívida alcançaram o recorde histórico de 8% ao ano, as bolsas mundiais tiveram uma rodada de ganhos. A Bolsa de São Paulo (Bovespa) avançou 0,86%, encerrando com 67.997 pontos. As ações da Petrobras ficaram praticamente estáveis, enquanto as da Vale amargaram pequenas perdas.

Na Ásia, as altas chegaram a 2,64% em Tóquio e 1,70% em Hong Kong. Na Europa, os ganhos alcançaram 1,77% em Frankfurt e 0,92% em Paris. A Bolsa de Madri encerrou perto da estabilidade, enquanto a de Lisboa conseguiu fechar com valorização de 0,53%. Wall Street registrou alta de 0,58%.

Dólar tem maior queda diária em 10 meses

30 de março de 2011 0

A moeda dos EUA caiu ao menor patamar desde 22 de agosto de 2008, antes do pior momento da turbulência global provocada pela crise das hipotecas imobiliárias dos EUA. A queda de 1,51% é a maior registrada em uma sessão desde 10 de junho do ano passado.

Esse comportamento refletiu o forte ingresso de recursos estrangeiros no país. Conforme o Banco Central (BC), o fluxo cambial em março (até dia 25) está positivo em US$ 10,517 bilhões. No acumulado de 2011, o saldo chega a US$ 33,450 bilhões. Nem um leilão de swap cambial (equivalente a compra de moeda no mercado futuro) realizado à tarde conseguiu deter a cotação do dólar.

No mercado de divisas de Nova York, o euro apresenta pequeno ganho, voltando ao patamar de US$ 1,41.

Dólar comercial R$ 1,6270 (compra) e R$ 1,6290 (venda). Baixa de 1,51%Euro comercial R$ 2,2985 (compra) e R$ 2,3015 (venda). Baixa de 1,24%

Dólar flutuante R$ 1,6500 (compra) e R$ 1,7500 (venda). Estável

Ágio: 7,43%

Variação do dólar no mês: -2,04%

No ano: -2,22%

Variação do real no mês: +2,09%

No ano: +2,27%

 

Dólar atinge menor valor desde agosto de 2008

30 de março de 2011 0

A moeda dos EUA começou as operações no Brasil em baixa, e agora atinge R$ 1,6370 na compra e R$ 1,6390 na venda. Trata-se do menor patamar desde 29 de agosto de 2008, duas semanas antes do auge da crise das hipotecas imobiliárias norte-americanas.

A quebra do banco de investimentos Lehman Brother, no dia 15 de setembro de 2008, marcou o pior momento da turbulência financeira global, que até hoje ainda afeta algumas economias, principalmente na Europa, onde Portugal e Espanha apresentam descontrole nas finanças públicas.

O dólar, porém, se aprecia hoje no mercado de divisas de Nova York, onde o euro retrocede 0,42% neste momento e é negociado a US$ 1,4068. Wall Street avança em torno de 0,4%, e a Bolsa de São Paulo (Bovespa) registra ganho de cerca de 0,3%.

Grandeza inabalável

29 de março de 2011 0

A força do empreendorismo econômico, a constante defesa de juros mais baixos no país e a árdua luta contra a enfermidade são qualidades indiscutíveis do ex-vice-presidente da República, José Alencar. A simplicidade, o carisma e a resistência à doença vão ficar na memória dos brasileiros por muito tempo.
Mas o que mais me marcou em relação à vida deste honesto e simpático cidadão foi a capacidade de não se abater diante da campanha difamatória sofrida quando surgiu no cenário nacional como candidato e posteriormente vice-presidente do país.
Assim como fizeram com Itamar Franco (ex-presidente por conta da cassação de Fernando Collor de Melo e atual senador por Minas Gerais, ainda com visão distorcida na opinião pública apesar de percursor da estabilidade monetária mantida até hoje), houve sucessivas tentativas de parte da imprensa e de alguns políticos em ridicularizar José Alencar. Ainda bem que o tempo mostrou não tratar-se de um oportunista e nem político de segunda linha.
Além da persistente rebeldia contra o exorbitante nível dos juros, que, certamente, impediu um crescimento ainda maior ao registrado pelo país nos últimos anos, José Alencar revelou alguns atributos incomuns na política brasileira. Por trás do bonachão à moda antiga, José Alencar foi um ser com grandeza e bravura indestrutíveis.

Bovespa fecha com ganho de 0,34%

29 de março de 2011 0

Depois de oscilar muito na abertura e aumentar quase 1% no meio da tarde, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com valorização de 0,34% e 67.418 pontos. Foi outra jornada marcada por temores com a situação das finanças públicas de Portugal. A Bolsa de Lisboa amargou pequena baixa, assim como os pregões de Madri e Frankfurt, enquanto Paris e Londres obtiveram ganhos. Nos EUA, Wall Street registrou alta de 0,67%, e a Nasdaq avançou 0,96% na sessão.

Dólar tem menor valor em três semanas

29 de março de 2011 0

Contrariando a estabilidade da moeda dos EUA no Exterior, o dólar voltou a cair no câmbio brasileiro, no qual alcançou a menor cotação desde 4 de março deste ano. No mercado de divisas de Nova York, o euro apresenta reduzida alta, sem, contudo, superar a marca de US$ 1,41.

Dólar comercial R$ 1,6520 (compra) e R$ 1,6540 (venda). Baixa de 0,48%

Dólar flutuante R$ 1,6500 (compra) e R$ 1,7500 (venda). Estável

Ágio: 5,80%

Variação do dólar no mês: -0,54%

No ano: -0,72%

Variação do real no mês: +0,54%

No ano: +0,73%

Euro comercial R$ 2,3273 (compra) e R$ 2,3305 (venda). Baixa de 0,52%

Portugal mantém cautela nos mercados

29 de março de 2011 0

Influenciados por preocupações com o descontrole das finanças públicas em Portugal, que necessita renovar cerca de 5 bilhões de euros em títulos da dívida até abril, os investidores optam outra vez pela cautela nos principais mercados ocidentais. As bolsas europeias registram pequenas baixas, enquanto Wall Street está praticamente estável neste momento. O euro recua levemente em Nova York, mas permanece acima de US$ 1,40.

No Brasil, o dólar começou as operações perto de R$ 1,67, mas agora voltou a cair abaixo de R$ 1,66. A Bolsa de São Paulo (Bovespa) abriu no positivo, reverteu a tendência, marcando pequena queda no momento, mantendo por pouco o patamar de 67 mil pontos. As ações da Petrobras estão praticamente estáveis, enquanto as da Vale apresentam ligeiras valorizações.

Bovespa fecha com baixa de 0,85%

28 de março de 2011 0

Apesar do agravamento da situação das finanças de Portugal, com aumento dos juros dos títulos da dívida e ameaça de uma agência de classificação de risco de rebaixar outra vez a nota do país, as principais bolsas europeias fecharam praticamente estáveis. A exceção foi o pregão de Lisboa, que cedeu 0,31%.

A Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com baixa de 0,85% e 67.192 pontos, prejudicada pelo desempenho das ações da Petrobras, que caíram cerca de 1% (PN) e 1,5% (ON), o que refletiu á desvalorização dos preços do petróleo no mercado internacional. Em Nova York, a commodity encerrou cotada a US$ 103,98 por barril. Wall Street amargou queda de 0,19%.

Dólar e euro têm pequenas altas

28 de março de 2011 0

Numa jornada de relativa tranquilidade nos principais mercados do mundo, o dólar avançou ligeiramente no câmbio brasileiro, no qual há vários dais oscila em torno de R$ 1,66. No mercado de divisas de Nova York, o euro apresenta pequena alta, sendo negociado próximo de US$ 1,41.

Dólar comercial R$ 1,6600 (compra) e R$ 1,6620 (venda). Alta de 0,12%

Dólar flutuante R$ 1,6500 (compra) e R$ 1,7500 (venda). Estável

Ágio: 5,29%

Variação do dólar no mês: -0,06%

No ano: -0,24%

Variação do real no mês: +0,06%

No ano: +0,24%

Euro comercial R$ 2,3396 (compra) e R$ 2,3426 (venda). Alta de 0,30%

Bovespa tem pequena alta

25 de março de 2011 0

Depois de aumentar mais de 1% pela manhã, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) encerrou com valorização de apenas 0,34% e 67.765 pontos. As ações da Petrobras avançaram cerca de 0,7%, enquanto as da Vale fecharam praticamente estáveis.

Nos EUA, Wall Street consolidou ganho de 0,41%, e a Nasdaq (setor tecnológico) registrou alta de 0,24%.

Na Europa, a Bolsa de Madri perdeu 0,42% por conta da apreensão com o elevado endividamento da Espanha, mas os grandes mercados conseguiram fechar no azul: as bolsas subiram 0,34% em Londres, 0,18% em Frankfurt e 0,09% em Paris.

Dólar acaba sequência de cinco baixas

25 de março de 2011 0

Depois de abrir a sessão com alta e retomar a tendência de queda, a moeda dos EUA reagiu à tarde no câmbio brasileiro, no qual, por muito pouco, interrompeu sequência de cinco baixas consecutivas. Esse comportamento refletiu o comportamento no mercado de divisas de Nova York, onde o euro cai mais de 1%, voltando a ser vendido abaixo de US$ 1,41.

Dólar comercial R$ 1,6580 (compra) e R$ 1,6600 (venda). Alta de 0,12%

Dólar flutuante R$ 1,6500 (compra) e R$ 1,7500 (venda). Estável

Ágio: 5,99%

Variação do dólar no mês: -0,18%

No ano: -0,36%

Variação do real no mês: +0,18%

No ano: +0,36%

Euro comercial R$ 2,3323 (compra) e R$ 2,3355 (venda). Baixa de 0,68%

Indefinição marca negócios

25 de março de 2011 0

Os mercados asiáticos fecharam com ganhos acima de 1% em Tóquio, Hong Kong e Xangai, mas as bolsas europeias operam sem definição de tendência. Os pregões de Londres, Frankfurt e Paris estão praticamente estáveis neste momento, quando Wall Street, nos EUA, registra pequena valorização.

A Bolsa de São Paulo (Bovespa) oscilou na abertura, mas agora avança cerca de 0,4%, operando na faixa de 67,8 mil pontos. As ações da Petrobras têm singelas altas, enquanto as da Vale amargam pequenas baixas. No câmbio, o dólar abriu com ligeira alta, mas recuou nas transações da manhã, sendo agora vendido abaixo de R$ 1,66.

Bovespa recua 0,39% na contramão mundial

24 de março de 2011 0

A Bolsa de São Paulo (Bovespa) voltou a contrariar a tendência em Wall Street, encerrando com baixa de 0,39% e 67.532 pontos. O fraco desempenho das ações da Vale, que caíram em torno de 1% devido especulações sobre a saída de Roger Agnelli da presidência da mineradora, determinou esse rumo na Bovespa, na qual também os papéis da Petrobras amargaram perdas, de cerca de 0,6%.

Nos EUA, a Bolsa de Nova York (Nyse) avançou 0,7%, enquanto a Nasdaq teve ganho ainda maior: 1,41%. Na Europa, apesar do rebaixamento da nota dos títulos de Portugal por uma agência de classificação de risco, os principais mercados consolidaram ganhos: de 1,9% em Frankfurt, de 1,47% em Londres e de 1,41% em Paris. Até a Bolsa de Lisboa registrou alta, de 1,12%.

Dólar recua pela quinta vez

24 de março de 2011 0

Com finalidade de conter a valorização do real e a oferta de crédito, as medidas anunciadas pelo Banco Central (BC) na noite de quarta-feira tiveram hoje efeito nulo no câmbio brasileiro, no qual o dólar recuou pela quinta vez consecutiva. Esse comportamento acompanhou a tendência externa, onde a moeda dos EUA apresenta acentuada depreciação. No mercado de divisas de Nova York, o euro se valoriza em torno de 0,8%, voltando a se aproximar da marca de US$ 1,42 neste momento.

Dólar comercial R$ 1,6560 (compra) e R$ 1,6580 (venda). Baixa de 0,18%

Dólar flutuante R$ 1,6500 (compra) e R$ 1,7500 (venda). Estável

Ágio: 5,99%

Variação do dólar no mês: -0,30%

No ano: -0,48%

Variação do real no mês: +0,30%

No ano: +0,48%

Euro comercial R$ 2,3484 (compra) e R$ 2,3514 (venda). Alta de 0,14%