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Dólar dispara e bolsa despenca após decisão do Fed

19 de junho de 2013 0

Em vez de aliviar a tensão dos investidores, como acreditava a maior parte dos analistas, a decisão do Federal Reserve — Fed, o banco central dos Estados Unidos — de manter o programa de estímulos financeiros provocou grande estrago no mercado brasileiro. O dólar disparou após o comunicado do Fed, alcançando R$ 2,22 — o maior valor desde 20 de abril de 2009 e igual ao registrado no fechamento de 27 de abril do mesmo ano. A valorização na sessão foi de 1,92% — a maior desde 14 de maio do ano passado. No ano, o dólar atinge 8,64% de alta.

Atrás do desempenho em Wall Street, que terminou com perda de 1,35%, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) amargou queda de 3,18%, encerrando na menor pontuação (47.893) desde 30 de abril de 2009. Neste ano, a bolsa brasileira acumula baixa de 21,43%, diante de quase 17% de alta em Wall Street.

Dólar comercial encosta em R$ 2,18

18 de junho de 2013 0

<p>O Banco Central (BC) atuou novamente no câmbio sem sucesso na sua tentativa de conter a valorização da moeda norte-americana. O dólar avançou 0,55% no mercado à vista do BC, no qual encerrou valendo R$ 2,1760 na compra e R$ 2,1780 na venda. Esse patamar é o mais elevado desde 30 de abril de 2009, quando a cotação terminou a R$ 2,1810 na venda. Em 2013, a moeda dos EUA apresenta alta de 6,59%.</p>
<p>Apesar da perspectiva de redução do programa de estímulo econômico nos EUA, que deve resultar em escassez de dólares no mundo, a pressão de alta da moeda no momento é um fenômeno localizado apenas no Brasil. Esse movimento foi desencadeado no fim de maio após declarações desastrosas do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que não estava preocupado com a alta do dólar. Neste período, o dólar subiu 5,12%.</p>
<p>No Exterior, porém, a moeda dos EUA teve nesta terça-feira outra jornada de baixa. O euro avançou 0,3%, atingindo US$ 1,34 — o maior nível desde o começo de fevereiro deste ano. No mercado acionário, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com alta de 0,77% e 49.464 pontos. Nos EUA, Wall Street consolidou ganho de 0,91%, enquanto os pregões europeus fecharam próximos da estabilidade. O de Paris recuou levemente, e os de Londres e Frankfurt tiveram discretas altas.</p>

Dólar tem maior valor desde abril de 2009

17 de junho de 2013 0

Contrariando a tendência no mercado internacional, a moeda dos Estados Unidos subiu 0,83% no mercado à vista do Banco Central (BC), no qual alcançou o maior valor desde 30 de abril de 2009. A cotação fechou a R$ 2,164 na compra e a R$ 2,166 na venda, e só não avançou mais porque o BC a realização de um leilão de swap cambial tradicional pouco antes do encerramento das operações. No Exterior, o euro aumentou levemente, encerrando a US$ 1,337.

O mercado de ações brasileiro também contrariou o rumo dos negócios no Exterior. Depois de subir quase 1,6% e operar acima de 50 mil pontos, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com baixa de 0,49% e 49.088 pontos — o menor nível desde 8 de agosto de 2011. Com isso, ampliou para 19,46% a queda ao longo do ano. Wall Street teve ganho de 0,73%, enquanto os pregões de Paris e de Frankfurt consolidaram altas acima de 1%.

Dólar fecha perto de R$ 2,15

14 de junho de 2013 0

Depois da recuperação da véspera, as bolsas do Brasil e dos Estados Unidos voltaram a fechar no negativo em decorrência da divulgação de indicadores desfavoráveis sobre a economia norte-americana — a maior do mundo e o principal parceiro comercial das companhias brasileiras. Wall Street amargou baixa de 0,7%, mas conseguiu terminar acima da marca de 15 mil pontos.

A Bolsa de São Paulo (Bovespa) registrou baixa de 2,15%, terminando com 49.332 pontos, o que representa perdas de 4,43% na semana, de 7,8% no mês e de 19,06% no acumulado do ano. Praticamente todas as blue chips apresentaram perdas, inclusive as ações da Petrobras, mesmo que o preço do petróleo tenha avançando no Exterior.

No câmbio, o dólar subiu levemente no Exterior, onde o euro permaneceu acima de US$ 1,33. No Brasil, depois de relativa estabilidade no decorrer da jornada, a cotação ganhou força antes do encerramento, emplacando alta de 0,7% no mercado à vista do Banco Central (BC), no qual terminou a R$ 2,148 — próximo do mais elevado nível (R$ 2,154 na quarta-feira) desde 30 de abril de 2009.

Bolsa cai e dólar sobe

14 de junho de 2013 0

As principais bolsas europeias fecharam com singelas altas, mas Wall Street registra perda de 0,7% em decorrência da redução pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) de 3% a 2,7% em sua previsão de crescimento para os Estados Unidos em 2014 por conta do impacto de cortes automáticos no orçamento em vigência desde março. Além disso, o FMI pediu ao Federal Reserve — o banco central do país — que faça reduza aos poucos as compras de títulos do Tesouro para evitar movimentos bruscos nos mercados.

Os negócios domésticos também são contagiados. A Bolsa de São Paulo (Bovespa) registra baixa de cerca de 1,3%, operando na faixa de 49,7 mil pontos. No câmbio, o dólar se valoriza cerca de 0,3%, sendo negociado a R$ 2,14 no mercado à vista do Banco Central. No Exterior, o euro recua ligeiramente, mas segue acima de US$ 1,33.

Bolsa sobe após quatro rodadas no negativo

13 de junho de 2013 0

Seguindo a recuperação dos mercados externos, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) interrompeu quatro jornadas com desempenho negativo, fechando com valorização de 2,51%. O Ibovespa encerrou com 50.414 pontos, o que representa baixas de 4,67% no mês e de 17,29% no acumulado do ano. Wall Street emplacou ganho de 1,21%, encerrando com 15.176 pontos.

Atrás do comportamento da moeda dos EUA no Exterior, onde teve nova jornada de desvalorização, o dólar caiu 0,97% no mercado à vista do Banco Central (BC), no qual terminou a R$ 2,133. Esse desempenho também refletiu a decisão tomada na véspera pelo governo ao retirar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas posições vendidas de dólar no mercado futuro. A medida tende a aumentar a oferta de moeda em circulação, reduzindo a pressão de alta da cotação. No Exterior, o euro avançou 0,3%, encostando a R$ 1,34.

Dólar é o maior em 49 meses

12 de junho de 2013 0

A moeda norte-americana abriu a sessão ligeiramente em baixa, mas encerrou no maior patamar desde 30 de abril de 2009, quando foi negociada a R$ 2,181. Nesta quarta-feira, o dólar encerrou no mercado à vista do Banco Central (BC) a 2,1520 na compra e a R$ 2,1540 na venda, com valorização de 0,84% na jornada.

Esse comportamento contrariou a evolução no Exterior, onde o euro se apreciou diante do dólar, terminando em US$ 1,333. A pressão de alta também surpreendeu em razão do fluxo cambial apresentar saldo positivo na primeira semana de junho, quando as entradas de recursos estrangeiros superaram as saídas em US$ 1,568 bilhão.

No mercado acionário, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) amargou queda de 1,18%, fechando com 49.180 pontos — a menor pontuação desde 8 de agosto de 2011. Nos EUA, Wall Street retrocedeu 0,84%, voltando a encerrar abaixo de 15 mil pontos.

Dólar recua no Exterior, mas sobe no Brasil

12 de junho de 2013 0

Depois de abrir com leve baixa, a moeda dos Estados Unidos retomou a alta no mercado à vista no Brasil, contrariando outra vez o rumo dos negócios no Exterior, onde o euro avança para cerca de US$ 1,3340. Chamada de Ptax, a média apurada pelo Banco Central (BC) e publicada às 13h alcançou R$ 2,1420. Mas a cotação seguiu pressionada, alcançando R$ 2,15 no começo da tarde. A valorização está em 0,65% na jornada.

Esse desempenho também contraria a tendência do fluxo cambial no país. Conforme o BC, a entrada de dólares no país superou as saídas em US$ 1,568 bilhão na primeira semana de junho. No mercado acionário, os pregões do Brasil e dos EUA registram pequenas baixas.

Bolsa cai ao menor nível em 22 meses

11 de junho de 2013 0

A Bolsa de São Paulo (Bovespa) amargou queda de 3,01%, encerrando com 49.769 pontos. Trata-se da menor pontuação desde 8 de agosto de 2011, última vez que operou abaixo do patamar de 50 mil pontos. Esse comportamento refletiu os temores no mercado externo quanto a um eventual fim da política monetária de estímulos dos banco centrais, mas também preocupações com os fundamentos da economia brasileira. Nos EUA, Wall Street caiu 0,76% e o dólar se desvalorizou frente ao euro, que recuperou o nível de US$ 1,33.

A moeda dos EUA abriu acima de R$ 2,16 no mercado à vista do Banco Central (BC), mas terminou as operações a R$ 2,1360, com baixa de 0,56% em comparação ao valor do fechamento da segunda-feira. O recuo decorreu de novas intervenções no BC no câmbio. Foram dois leilões de swap cambial tradicional — equivalentes a vendas de dólares no mercado futuro.

Bovespa ameaça cair abaixo de 50 mil pontos

11 de junho de 2013 0

A moeda norte-americana abriu acima de R$ 2,16 no mercado à vista do Banco Central (BC), mas agora é negociado a R$ 2,1390 na compra e a R$ 2,1410 na venda, com baixa de mais de 0,3% em comparação ao fechamento na segunda-feira. O recuo deve-se a uma nova atuação do BC no câmbio. Mas permanece no mais elevado nível elevado em quatro anos. Esse desempenho deve-se à apreensão quanto aos fundamentos da economia brasileira. No Exterior, a moeda dos EUA apresenta outra jornada de depreciação, como ocorre desde a semana passada. O euro avança cerca de 0,2%, encostando na marca de US$ 1,33.

Os investidores também demonstram preocupação no mercado acionário, no qual mostram expressiva fuga de capitais. Numa jornada de estabilidade em Wall Street, principal referência para os negócios domésticos, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) cai mais de 2%, operando levemente acima de 50 mil pontos. Dia 8 de agosto de 2011 foi a última vez que o Ibovespa operou abaixo desse patamar.

Dólar comercial encosta em R$ 2,15

10 de junho de 2013 0

Contrariando a tendência de queda da moeda dos Estados Unidos no Exterior, onde o euro avançou 0,3%, atingindo US$ 1,3260, o dólar chegou a bater em R$ 2,16 no mercado à vista do Banco Central (BC). Numa sessão de forte oscilação, a cotação encerrou a R$ 2,1480, com valorização de 0,7%.

Trata-se do mesmo preço do fechamento de 5 de maio de 2009 e o maior patamar desde 30 de abril de 2009.

O recuo do valor na sessão decorreu da realização pelo BC de dois leilões de swap cambial, equivalente à venda de dólares no mercado futuro. Em 2013, a moeda dos EUA tem alta de 5,12%, o que representa 487% de queda do real.

No mercado acionário, numa jornada de volatilidade, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com baixa de 0,59% e 51.316 pontos — o menor nível desde 7 de outubro do ano passado. Wall Street também flutuou muito, mas encerrou com perda de apenas 0,06%.

Dólar retoma alta e bolsa cai com força

07 de junho de 2013 0

Apesar da relativa tranquilidade no Exterior, onde as bolsas emplacaram altas e a moeda dos Estados Unidos permaneceu praticamente estável, o mercado brasileiro teve uma péssima jornada por conta da ameaça da pela agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P) de rebaixar a nota de crédito dos títulos da dívida do país. Conforme a S&P, essa perspectiva deve-se ao fato da perda de credibilidade do governo. Desde 2008, a nota de crédito da agência não é rebaixada.

A moeda norte-americana chegou a ser negociada acima de R$ 2,14, mas encerrou a R$ 2,1330 no mercado à vista do Banco Central (BC). A alta foi de 0,47%. Na semana, o dólar recuou 0,47%. No mercado externo, o euro terminou negociado no patamar de US$ 1,32. Wall Street consolidou valorização de 1,38%, encerrando com 15.248 pontos, o que representa ganho de 18% em 2013. A Bolsa de São Paulo (Bovespa) registrou baixa de 2,39%, fechando no pior nível de pontos (51.618) desde 7 de outubro de 2011. No ano, a bolsa brasileira amarga queda de 15%.

Dólar sobe quase 1%

07 de junho de 2013 0

Os ativos domésticos operam descolados do desempenho do mercado externo em decorrência da perspectiva de rebaixamento da nota de crédito dos títulos brasileiros pela agência de classificação de risco Standard & Poor's. No câmbio, contrariando a estabilidade no mercado internacional, onde o euro permanece acima de US$ 1,32, o dólar avança quase 1% no mercado à vista do Banco Central (BC), no qual a cotação voltou a superar R$ 2,14 agora à tarde.

A Bolsa de São Paulo registra baixa de cerca de 2,3%, operando na faixa de 51,6 mil pontos, apesar da boa performance dos pregões europeus e em Wall Street, que avança quase 1%. Os investidores se retraem no Brasil após a Standard & Poor's ameaçar a redução da nota devido a perda de credibilidade do governo. Desde 2008, a nota de crédito da agência não é rebaixada.

FECHAMENTO DAS BOLSAS

Nova York/Nyse +0,96%

Nova York/Nasdaq +0,96%

Nova York/S&P +0,84%

São Paulo/Bovespa -1,80%

Xangai -1,39%

Hong Kong -1,21%

Jacarta -2,72%

Tóquio -0,21%

Cingapura -0,28%

Seul -1,80%

Paris +1,53%

Frankfurt +1,92%

Madri +0,61%

Londres +1,20%

Atenas +0,93%

Budapeste +2,23%

Milão +1,00%

Lisboa +0,98%

Dublin +1,32%

Moscou +1,84%

DÓLAR

Mercado à vista do BC: R$ 2,1410 (venda), alta de 0,84%

Dólar Ptax BC: R$ 2,1367 (compra) e R$ 2,1372 (venda)

Dólar flutuante: R$ 2,0800 (compra) e R$ 2,2600 (venda)

EURO

Euro Ptax BC: R$ 2,8286 (compra) e R$ 2,8294 (venda)

Bovespa reverte rumo negativo

06 de junho de 2013 0

Depois de cair mais de 1%, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com valorização de 0,16% e 52.884 pontos. A movimentação somou R$ 7,271 bilhões. A reversão de tendência seguiu o ritmo em Wall Street, que acabou consolidando ganho de 0,53% apesar de operar no vermelho grande parte da jornada. Os investidores fizeram apostas positivas nos números do mercado de trabalho, que serão publicados nesta sexta-feira nos Estados Unidos.

A moeda norte-americana se depreciou diante do euro, que avançou mais de 1%, encerrando em torno de US$ 1,325 no mercado internacional. Esse comportamento influenciou os negócios no Brasil. O dólar cedeu 0,37% no Banco Central (BC), no qual terminou cotado a R$ 2,1230.

Bolsa e dólar recuam no Brasil

06 de junho de 2013 0

As bolsas europeias amargaram baixas e a moeda da União Europeia se fortalece, recuperando o patamar de US$ 1,32, após o anúncio da decisão do Banco Central Europeu (BCE), que manteve o juro básico na zona do euro em 0,5% ? o menor nível desde a unificação monetária. Mas o que gerou apreensão entre os investidores foi um ajuste para baixo pelo BCE em relação ao desempenho da economia para este ano no bloco. A nova previsão é de que de 0,6% no Produto Interno Bruto (PIB) no conjunto dos países do euro.

Wall Street também opera no negativo, influenciando movimento similar na Bolsa de São Paulo (Bovespa), que quase 1%, operando na faixa de 52,3 mil pontos. No câmbio, o dólar recua levemente no mercado à vista do Banco Central, no qual é negociado abaixo de R$ 2,13.

FECHAMENTO DAS BOLSAS

Nova York/Nyse -0,76%

Nova York/Nasdaq -0,61%

Nova York/S&P -0,58%

São Paulo/Bovespa -0,91%

Xangai -1,27%

Hong Kong -1,05%

Tóquio -0,85%

Cingapura -1,54%

Paris -0,99%

Frankfurt -1,19%

Madri -0,86%

Londres -1,30%

Atenas -0,85%

Budapeste -0,89%

Milão -2,63%

Lisboa -1,36%

Dublin -1,53%

Moscou -0,88%

DÓLAR

Mercado à vista do BC: R$ 2,1280 (venda), baixa de 0,14%

Dólar Ptax BC: R$ 2,1244 (compra) e R$ 2,1250 (venda)

Dólar flutuante: R$ 2,0800 (compra) e R$ 2,2600 (venda)

EURO

Euro Ptax BC: R$ 2,8142 (compra) e R$ 2,8152 (venda)