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Dois dias de trégua no mercado doméstico

Motivado por rumores de um plano de ajuda à Grécia, país mais endividado e com o maior déficit orçamentário na zona do euro, os principais mercados de ações e de commodities do mundo reagiram com nova rodada de recuperação.

Os investidores se animaram com a avaliação do Banco Central Europeu (BCE) das medidas propostas pela Grécia. Um plano do BCE poderá ser apresentado amanhã, em Bruxelas, quando líderes da União Europeia vão discutir os problemas dos PIIGS, sigla em inglês do bloco formado por Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha.

Informações de que a Alemanha estaria preparando um pacote de socorro para a Grécia reforçaram a reação dos mercados. Apesar do desmentido do governo alemão, o euro emplacou nova valorização, encerrando em torno de US$ 1,38. As bolsas europeias fecharam com discretas altas, mas Wall Street avançou 1,52% na sessão.

No Brasil, os ativos financeiros completaram dois dias de tranquilidade. O dólar terminou cotado a R$ 1,8470, com queda de 2,33% em duas sessões. Com volume de R$ 7,616 bilhões, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) avançou 2,48% na jornada e 3,12% nos últimos dois pregões. O Ibovespa atingiu 64.718 pontos, mas ainda registra perda (5,64%) no acumulado do ano.

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Bolsa ganha 3,12% em dois dias

Contagiada pela onda de recuperação dos mercados mundiais, como em Wall Street, que avança cerca de 2% no momento, a Bolsa de São Paulo chegou a aumentar quase 4%, fechando com valorização de 2,48% na sessão. O Ibovespa encerrou com 64.718 pontos, o que representa baixa de 5,64% no acumulado do ano. Nos últimos dois pregões, entretanto, a bolsa tem ganha de 3,12%

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Dólar cai 2,33% em dois dias

Influenciado pelo comportamento no Exterior, onde teve nova queda diante do euro, sendo negociado perto de US$ 1,38, o dólar abriu as operações no mesmo patamar da véspera no Brasil e foi cedendo no transcorrer da sessão. A moeda dos EUA acabou emplacando a segunda baixa seguida. Em dois dias, o dólar caiu 2,33%.

Dólar comercial R$ 1,8450 (compra) e R$ 1,8470 (venda). Baixa de 1,44%

Dólar flutuante R$ 1,8600 (compra) e R$ 1,9600 (venda). Estável

Ágio: +6,12%

Variação do dólar no mês: -2,02%

No ano: +5,97%

Variação do real no mês: +2,06%

No ano: -5,63%

Euro comercial R$ 2,5429 (compra) e R$ 2,5460 (venda). Baixa de 0,67%

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Forte reação no mercado brasileiro

Os ativos brasileiros demonstram forte recuperação neste começo de jornada. O dólar começou as operações no mesmo nível da véspera, cedeu um pouco pela manhã e agora é negociado a R$ 1,8590. A Bolsa de São Paulo dispara mais de 1,6% nas primeiras transações da jornada.

Na Ásia, os mercados tiveram desempenho misto, com destaques para altas em Hong Kong (1,22%), Seul (1,14%) e Xangai (0,47%) e perda em Tóquio (0,19%). Na Europa, Londres e Frankfurt registram valorizações, enquanto Paris opera praticamente na establidade.

Ganharam força hoje nos mercados rumores sobre uma saída para a Grécia por meio do Banco Central Europeu (BCE). O presidente da instituição, Jean-Claude Trichet, partiu de surpresa de Sydney, na Austrália, para participar de uma cúpula do Conselho Europeu. Os líderes da União Europeia devem se reunir quinta-feira em Bruxelas para discutir os problemas dos PIIGS, acrônimo em inglês do bloco de países europeus em crise.

A União Europeia avalia como possível o plano grego de redução do deficit nos próximos quatro anos, embora admita que será de difícil implementação. O deficit orçamentário chegou a 12,7% do PIB em 2009, enquanto o limite na zona do euro é de 3%. Espanha e Portugal também vivem complicada situação. Os três países apresentam níveis de endividamento e déficits acima do previsto pelas regras para os países da zona do euro.

Confira as cotações: 

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Grécia busca saída do buraco

A Bolsa de São Paulo (Bovespa) avançou 0,62%, terminando uma sequência de três baixas seguidas, mas a Bolsa de Nova York (Nyse) amargou perda de 1,04% e o índice Dow Jones encerrou abaixo de 10 mil pontos (9.908,39) pela primeira vez em três meses.

O ganho da Bovespa, que movimentou R$ 8,424 bilhões, dos quais R$ 2,2 bilhões referentes ao exercício de opções sobre ações, decorreu mais dos preços atraentes do que de uma recuperação consistente. Assim como na Europa, onde os papéis de mineradoras sustentaram forte reação dos mercados, as ações da Vale foram destaque da alta na Bovespa.

Mas os temores com os PIIGS, acrônimo em inglês para o bloco formado por Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha, ainda não se dissiparam, apesar de as autoridades desses países tentarem acalmar os investidores. O governo grego, por exemplo, está revisando o sistema fiscal e deve ainda nesta semana apresentar um plano de controle do déficit orçamentário.

O objetivo dos gregos é reduzir o rombo em suas contas, evitando um calote na elevada dívida externa, o que poderia espraiar a crise para outros países da zona do euro, afetando em maior grau Espanha e Portugal, mas também Irlanda e Itália. A divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) dos países da zona do euro, previsto para sexta-feira, deve mexer com os ânimos dos investidores durante toda a semana.

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Bolsa sobe após três perdas

Em outra jornada de forte flutuação dos preços, em que o Ibovespa chegou a subir quase 2% e encostar em 64 mil pomtos, a Bolsa de São Paulo encerrou com valorização de 0,62%, interrompendo três sessões consecutivas de queda. O índice atingiu 63.153 pontos, o que representa queda de 7,92% no acumulado do ano.

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Dólar recua no Brasil e no mundo

Seguindo o rumo do mercado externo, onde a moeda norte-americana acabou uma sequência de valorização, sendo negociada em torno de US$ 1,37 por euro, o dólar fechou com queda no Brasil, onde havia subido nas últimas três jornadas. Mas foi uma sessão de forte flutuação, em que a moeda chegou ser vendida abaixo de R$ 1,87, mas depois teve ligeira reação.

Dólar comercial R$ 1,8720 (compra) e R$ 1,8740 (venda). Baixa de 0,90%

Dólar flutuante R$ 1,8600 (compra) e R$ 1,9600 (venda). Baixa de 1,01%

Ágio: +4,59%

Variação do dólar no mês: -0,58%

No ano: +7,52%

Variação do real no mês: +0,59%

No ano: -6,99%

Euro comercial R$ 2,5602 (compra) e R$ 2,5633 (venda). Baixa de 0,44%

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PIIGS ou GIPSI?

Era só o que faltava. Conhecido internacionalmente como PIIGS, sigla em inglês para Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha, o bloco de cinco países europeus que passam por problemas financeiros acaba de receber nova denominação.

Conforme artigo recebido hoje da Trevisan Escola de Negócios, de São Paulo, assinado pelo professor Alcides Domingues Leite Junior, os cinco países da zona do euro que, segundo avaliação do autor, apresentam indicadores macroeconômicos bastante preocupantes, é chamado de GIPSI, sigla também em inglês para as iniciais de Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha e Itália.

Vasculhei a internet, na qual é unanimidade PIIGS. Não encontrei nada sobre esse GIPSI. Aliás, a referência que surgiu no buscador foi Gipsy Kings, banda musical formada na França no começo dos anos 90 por ciganos de duas famílias oriundas da Espanha. Não será surpresa se, após superados os problemas nos cinco países, o bloco econômico venha a ser renomeado para PIIGS Kings.

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Cautela marca retomada dos negócios

Após uma semana conturbada pelos PIIGS, sigla em inglês do bloco formado por Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha, países europeus que enfrentam dificuldades, a cautela ainda predomina nos mercados na expectativa de algum alento para a turbulência.

No Brasil, o dólar abriu para baixo, voltou a subir, recuou de novo e agora é vendido a R$ 1,8780, ligeiramente abaixo do valor de encerramento da semana passada. Com perda de 6,55% nos últimos três pregões, a Bolsa de São Paulo registra alta de cerca de 0,3% nos primeiros negócios da jornada.

Na Ásia, onde as bolsas demoraram mais a acusar os problemas na Europa, a maior parte dos mercados fechou com perdas, como em Tóquio (1,05%) e Seul (0,91%), enquanto poucas bolsas tiveram ganhos, como a de Cingapura (0,37%).

Na Europa, epicentro desta pequena crise, os mercados operam neste momento sem definição de rumo, com desempenho misto e moderadas variações, com destaque para altas em Paris e Frankfurt e queda em Londres. Mas revelam uma suave reação, podendo, por exemplo, ocorrer uma virada em Londres em questão de minutos, assim como uma aceleração dos preços em Paris e Frankfurt.

Confira as cotações:

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Saber comprar

A Bolsa de São Paulo (Bovespa) caiu 6,55% em três dias de turbulência provocada pelos PIIGS, sigla em inglês do bloco formado por Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha, países europeus que enfrentam dificuldades financeiras, mas mostrou sinais de reação nos últimos negócios da sexta-feira. Em menos de uma hora, a queda de mais de 4% cedeu para menos de 2% numa jornada em que foi movimentado quase R$ 8 bilhões. Ou seja, a diminuição da perda decorreu de uma forte pressão compradora.

Também em Wall Street houve recuperação similar. Após atingir baixa de quase 2%, a Bolsa de Nova York (Nyse) reagiu pouco antes do encerramento, fechando com pequeno ganho. Confiantes na possibilidade de retomada dos preços, por terem ficado baratos devido às últimas quedas ou por apostas em solução para a crise dos PIIGS, muitos investidores anteciparam compras na expectativa de que neste começo de semana ocorra mudança de ânimos nos pregões.

Mais que esperar o momento para vender suas ações e, com isso, obter o retorno pretendido na operação, o lucro no mercado acionário depende das condições de compra. Quanto menos pagar, maior poderá ser a margem obtida na transação. Quem adquiriu um papel no final do pregão de sexta-feira, por exemplo, poderá conseguir, se as apostas positivas se confirmarem, um lucro mais elevado de quem comprar o mesmo papel na abertura hoje dos negócios.

Resultado de uma combinação de fatores, como evolução de preços no mercado e fundamentos econômicos das empresas, a análise de quanto se deve pagar por uma ação é uma decisão de cada investidor, que irá definir o valor a ser desembolsado segundo o prazo da aplicação. Em transações de curto prazo, há necessidade de detectar o fim de uma sequência de baixa para poder vender dias após em condição vantajosa. Em investimentos de médio e longo prazo, o aplicador pode dar-se ao luxo de ingressar a partir da consolidação do rumo de alta, pois a diferança tende a diluir-se no transcorrer dos meses da operação.

Independentemente de ciclos de alta ou de baixas, alguns papéis tendem a revelar desempenhos diferenciados, constituindo-se em oportunidade de negócios de compra, quando caem mais do que os outros, e de venda, quando sobem acima da média, atingindo o seu limite de preço. Entrar ou sair da bolsa, portanto, são os dois momentos que determinam o sucesso ou fracasso. Para uma atuação segura e sem surpresas, especialmente quanto à dimensão da crise dos PIIGS, os investidores devem buscam orientação de profissionais de confiança e, jamais esquecer, duas regras do mercado: comprar na baixa, vender na alta e nunca resgatar recursos de contas com saldo menor do que o aplicado.

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Sinais de reação nos negócios finais

Empurrado pela onda da temores com economias do bloco denominado de PIIGS _ Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha _, o dólar emplacou três altas seguidas, atingindo o maior valor (R$ 1,8910) desde 1º de setembro de 2009, quando foi negociado acima de R$ 1,90 pela última vez.

Mas foi a Bolsa de São Paulo (Bovespa), que terminou com queda (1,83%) pela terceira vez consecutiva, onde os investidores revelaram-se mais preocupados com a situação de alguns países europeus. Houve forte de fuga de capitais do pregão, cujo volume somou R$ 8,818 bilhões. Parte desses recursos, resgatados por estrangeiros, acaba saindo do país e reforçando a apreciação do dólar.

O mesmo comportamento predominou em outros centros financeiros, também em decorrência de números negativos do mercado de trabalho nos EUA. O euro caiu novamente frente ao dólar, sendo cotado abaixo de US$ 1,36 pela primeira vez desde maio de 2009, enquanto as bolsas tiveram quedas generalizadas, como em Tóquio (1,87%), Paris (3,4%) e Madri (1,38%).

A menor baixa na bolsa espanhola em relação à véspera, quando caiu mais de 6%, e o desempenho em Wall Street, que, após operar no vermelho durante todo o dia, cedendo quase 2%, encerrou com elevação de 0,1%, são indicativos de que a turbulência dos PIIGS pode ter pequena duração.

Também a Bovespa mostrou uma inversão nos ânimos, pois chegou a desandar mais de 4%, mas reagiu na última hora de operações. Quer dizer, muitos investidores entraram comprando ontem na expectativa de ganhar mais com uma possível recuperação da próxima semana.

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Bolsa perde 6,55% em três dias

Numa jornada de forte oscilação dos preços, em que chegou a cair quase 4%, a Bolsa de São Paulo (Bovespa) encerrou com queda de somente 1,83%, O Ibovespa fechou a semana com 62.762 pontos, que é o menor nível desde 3 de novembro do ano passado. Em 2010, a bolsa acumula perda de 8,49%. os últimos três dias, quando os problemas de alguns países euopeus vieram à tona, a Bovespa atinde perda de 6,55%.

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Dólar encosta em R$ 1,90

No rastro da moeda norte-americana no Exterior, onde registra forte apreciação e acaba de romper abaixo de US$ 1,36 por euro, o dólar emplacou sua terceira valorização seguida no Brasil, fechando cotado no mais elevado nível desde 1º de setembro de 2009, última vez em que foi negociado acima do patamar de R$ 1,90.

Dólar comercial R$ 1,8890 (compra) e R$ 1,8910 (venda). Alta de 0,35%

Dólar flutuante R$ 1,8800 (compra) e R$ 1,9800 (venda). Baixa de 1,00%

Ágio: +4,71%

Variação do dólar no mês: +0,32%

No ano: +8,49%

Variação do real no mês: -0,32%

No ano: -7,83%

Euro comercial R$ 2,5714 (compra) e R$ 2,5747 (venda). Baixa de 0,73%

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Inflação do carnaval

Os bens e serviços mais consumidos durante o período do Carnaval estão mais caros do que a média da inflação do setor do varejo no país. Conforme apuração da Fundação Getúlio Vargas (FGV), os preços médios dos 20 produtos mais procurados nesta época do ano variaram 4,97% nos últimos 12 meses, quando a inflação dos preços ao consumidor (IPC-BR) avançou 4,43% no mesmo período.

O álcool combustível (27,33%), bebidas destiladas (13,65%) e chope e cerveja (9,57%) são as mercadorias com maiores altas entre fevereiro de 2009 e janeiro deste ano. Os preços de protetores para pele (3,60%) e desodorantes (2,45%) também subiram no período. Na outra ponta, passagens aéreas (31,89%) e sandálias femininas (1,65%) foram os produtos ou serviços que apresentaram as mais expressivas reduções de preços.

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Perdas desproporcionais

Repetindo o péssimo desempenho da véspera, quando houve quedas generalizadas nos principais mercados, as bolsas globais têm outra jornada de nervosismo em relação à capacidade de as nações de menor porte na Europa superar seus problemas financeiros.

Na Ásia, as perdas chegaram a 4,30% em Taipé, 3,33% em Hong Kong, 3,05% em Seul, 2,89% em Tóquio e 2,86% em Jacarta. Na Europa, as baixa superam 2% em Paris e Frankfurt e estão abaixo de 2% em Londres e Madri, na qual quinta-feira desandou mais de 6%.

No Brasil, o dólar começou a sessão praticamente estável, cedeu um pouquinho, voltando a subir levemente. Agora é vendido a R$ 1,8820. Com desvalorização de 4,73% no pregão anterior, quando retornou ao pior nível em três meses, a Bovespa largou com queda de quase 2% nas primeiras transações, mas só a partir das 12h30min, com a abertura em Wall Street, será possível constatar a dimensão dos estragos do dia ou verificar-se uma eventual mudança de comportamento entre os investidores.

Afinal, são quedas exageradas, uma vez que os problemas na zona do euro já eram do conhecimento de todos.

Confira as cotações:

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