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Posts de novembro 2011

A mudança é HOJE!

30 de novembro de 2011 0

O dia da mudança é hoje! Mesmo que o caminho para a mudança seja doloroso, cheio de obstáculos, a vida nova e cheia de luz anda logo ao lado. O “start” precisa ser dado, ficar parado é que não dá. Tente a arrancada, ultrapasse os obstáculos um a um, até chegar ao novo mundo. O importante é enchergar a luz a cada novo desafio. Ela está sempre ali, e só encherga quem acredita! Seja qual for o seu novo mundo, sua nova vida, ela existe! Acredite e não se afaste da luz, seja qual for a sua luz.
Os amigos 100% surf que esperam um dezembro com altas ondas, o novo mês pode surpreender logo no primeiro dia. Depois de vááários dias de nordestão e ondas ruins, a “luz” finalmente se aproxima. Uma nova frente fria está chegando, e com ela as melhores variáveis já disponíveis nos gráficos nos últimos dias ou até meses.
Vamos aos dados:

1. Nova ondulação do quadrante SUL, com tamanho estimado em 2m de altura e período que confirma essa consistência (11seg.);

2. Vento terral (SUDOESTE) Quinta e Sexta-feira (pela manhã), garantindo a boa formação das ondas. No sábado pela manhã (cedo), pouco vento e possivelmente as melhores condições (se é que a sexta já não será épica);
3. Depois da tempestade sempre vem a bonanza. A sol volta a brilhar na quinta-feira, apesar das temperaturas mais baixas e da sensação térmica diminuída pelo vento “minuano”.
4. Sábado à tarde e principalmente domingo (inteiro) o vento nordeste volta com tudo, então, prepare-se pra matar um parente nos próximos dias, adquirir febre-amarela ou dengue, ou na pior das hipóteses, durma com as galinhas na sexta e acorde com o galo no sábado. Você não vai se arrepender.
p.s.: Minhas projeções são feitas na leitura dos gráficos. Não sou discípulo de Nostradamus ou da Mãe Diná. Portanto, estamos sujeitos a margem de erro da mãe natureza. Apesar disso, meu feeling apurado e a esperança de um novo amanhã, me fazem crer que teremos altas ondas daqui pra frente. Eu disse ALTAS! Merrequeiros e afins: agora é a hora de contrair aquela bursite e o torcicolo mais terrível que você já teve.

Tenham todos um Muito bom dia :))

@kifornari

Perigo invisível!

29 de novembro de 2011 1

O abandono das praias gaúchas durante o inverno é escancarado. O período que segue da páscoa até os feriados de novembro, demonstra claramente a falta de mentalidade turística entre os governantes do litoral, quando os visitantes mais assíduos e os moradores da faixa leste dos municípios (lê-se adoradores da praia e do mar) ficam órfãos da estrutura mínima para o bem-estar nesses locais. O lixo acumula, os quiosques são retirados da praia, a segurança pública volta a precariedade e a herança deixada de mais um verão badalado não passa de entulho sem utilidade.

As prefeituras determinam a retirada dos quiosques, mas não fazem o rescaldo das estruturas deixadas por seus inquilinos. Toras, canos da rede pluvial e outras “caliças” são esquecidas a céu aberto, como se ali não passasse mais ninguém até a próxima temporada. O que falar dos eventos esporádicos, aqueles que montam e desmontam estruturas gigantescas, repletas de ferros, cordas e outros badulaques, que nunca são retirados por completo e acabam indo e vindo a tona, com o deslocamento da areia da praia. Nem mesmo a querida plataforma de pesca de Atlântida escapa, caindo aos pedaços, volta e meia descarrega pedaços de concreto e ferro “derretido” em plena área comum.

Existem estruturas submersas na nossa praia que nem mesmo imaginamos, e o perigo é constante. Tivemos um inverno rigoroso, com muita chuva e maré alta, fenômenos naturais que movimentam a areia depositada na praia e muitas vezes promovendo uma limpeza natural do ambiente. Objetos e estruturas enterrados à anos, voltam a tona, e nos mostram o quanto estamos sujeitos aos riscos proporcionados por este lixo ignorado.

Portanto, quando chegar o verão, é bom ter cuidado na hora de colocar o pé na areia. As crianças então, nem se fala. Cavam buracos enormes com as próprias mãos, sem saber que correm um risco incalculável. A praia é cada vez mais um campo minado, e não sabemos mais onde estamos pisando. Tenho saudade da época em que podia deitar e rolar nas enormes dunas da minha praia. Cavar e me enterrar até o pescoço. Isso não é mais possível. O perigo é invisível!









1. Dunas ou terreno baldio? O lixo se acumula na praia mais badalada do estado.









2. Estrutura com ferros pontiagudos estão submersos ao lado da plataforma. Perigo constante!