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Qual é o seu limite?

02 de dezembro de 2011 1

“Dia de separar as crianças dos homens”
Esta frase cabe muito bem pra hoje. Há quem diga que quando o mar sobe além dos 2m de altura, não se pode surfar. E há quem espera ansiosamente por essas condições para que se possa experimentar uma adrenalina única, que não se sente todo dia. Cresci numa família de pilotos (automobilistas) vendo meu pai fazer curvas fechadas a quase 200km/h e junto com meus dois irmãos surfistas. Um sempre puxou o outro, e aaaai de quem não fosse cair na água porque o mar estava de ressaca. Seria zoado de “cagão” por um bom tempo. Talvez por isso, aprendemos muito cedo a experimentar a adrenalina e a respeitar o mar. Cada um sabe o seu limite, e não cabe a mim dizer qual seria ele. Nosso mar não tem pedras, corais, grandes tubarões brancos ou qualquer perigo mais ameaçador, que outros picos de ondas grandes no mundo oferecem. Mas ATENÇÃO para o alerta no fim do texto!



As ondas quebram no outside, com 2m e algumas séries maiores, mas por ocasião da ondulação de SUL, a “varada” não está tão cruel. Certo que, se fosse de LESTE seria intragável, mas assim fica melhor. Rola até uma calmaria em alguns períodos, e isso facilita a vida de todo mundo. O vento é terral (Sudoeste), e deixa o mar mais liso, com boa textura. Quem gosta de adrenalina e ondas grandes, não vai achar nada de mais, afinal, já tivemos milhares de dias com ondas até maiores e séries intermitentes, que inviabilizam a chegada ao outside. Quem curte esse tipo de onda sabe também, que uma única vaga dropada nessa condição pode valer o banho, o dia, o mês, o ano!




Previsão:

A ondulação de Sul já está em declínio gradativo, mas ainda mantém boa consistência para os próximos dias. Quem gosta dessa condição de ondas fortes, vai encontrar séries no outside com melhor formação na manhã deste sábado, quando o vento ainda deve soprar fraco. Vale “dormir com as galinhas e acordar com o galo”, pois na sequência do dia o vento nordeste embala e deve afetar a formação das ondas. O domingo deve ter o vento nordeste predominando desde o início e as ondas ficam irregulares. Os gráficos indicam sol com poucas núvens pra todo o findi, e as temperaturas voltam a subir gradativamente com a volta dos ventos do quadrante norte.

 

 

ATENÇÃO: nosso mar não tem pedras, corais, grandes tubarões brancos ou qualquer perigo mais ameaçador, que outros picos de ondas grandes no mundo oferecem, mas temos as REDES DE PESCA e áreas totalmente inseguras para a prática do esporte. Portanto, procure cair hoje apenas nas praias de TRAMANDAÍ (até o calçadão de Imbé), de ATLÂNTIDA ATÉ o fim do calçadão de CAPÃO DA CANOA, e em Torres. São os picos que oferecem condições mínimas para o surf no dia de hoje. As praias que estão dentro da lei estadual, que delimita em 2.100m de área, saibam que essa medida é RIDÍCULA, pois pode ser percorrida hoje em cerca de 30min. E a gente sabe que o surf sempre supera a 1h.

 

 

Bom dia, bom surf e bom final de semana!


+ fotos no perfil do Programa SWELL ATLÂNTIDA no facebook

A mudança é HOJE!

30 de novembro de 2011 0

O dia da mudança é hoje! Mesmo que o caminho para a mudança seja doloroso, cheio de obstáculos, a vida nova e cheia de luz anda logo ao lado. O “start” precisa ser dado, ficar parado é que não dá. Tente a arrancada, ultrapasse os obstáculos um a um, até chegar ao novo mundo. O importante é enchergar a luz a cada novo desafio. Ela está sempre ali, e só encherga quem acredita! Seja qual for o seu novo mundo, sua nova vida, ela existe! Acredite e não se afaste da luz, seja qual for a sua luz.
Os amigos 100% surf que esperam um dezembro com altas ondas, o novo mês pode surpreender logo no primeiro dia. Depois de vááários dias de nordestão e ondas ruins, a “luz” finalmente se aproxima. Uma nova frente fria está chegando, e com ela as melhores variáveis já disponíveis nos gráficos nos últimos dias ou até meses.
Vamos aos dados:

1. Nova ondulação do quadrante SUL, com tamanho estimado em 2m de altura e período que confirma essa consistência (11seg.);

2. Vento terral (SUDOESTE) Quinta e Sexta-feira (pela manhã), garantindo a boa formação das ondas. No sábado pela manhã (cedo), pouco vento e possivelmente as melhores condições (se é que a sexta já não será épica);
3. Depois da tempestade sempre vem a bonanza. A sol volta a brilhar na quinta-feira, apesar das temperaturas mais baixas e da sensação térmica diminuída pelo vento “minuano”.
4. Sábado à tarde e principalmente domingo (inteiro) o vento nordeste volta com tudo, então, prepare-se pra matar um parente nos próximos dias, adquirir febre-amarela ou dengue, ou na pior das hipóteses, durma com as galinhas na sexta e acorde com o galo no sábado. Você não vai se arrepender.
p.s.: Minhas projeções são feitas na leitura dos gráficos. Não sou discípulo de Nostradamus ou da Mãe Diná. Portanto, estamos sujeitos a margem de erro da mãe natureza. Apesar disso, meu feeling apurado e a esperança de um novo amanhã, me fazem crer que teremos altas ondas daqui pra frente. Eu disse ALTAS! Merrequeiros e afins: agora é a hora de contrair aquela bursite e o torcicolo mais terrível que você já teve.

Tenham todos um Muito bom dia :))

@kifornari

Perigo invisível!

29 de novembro de 2011 1

O abandono das praias gaúchas durante o inverno é escancarado. O período que segue da páscoa até os feriados de novembro, demonstra claramente a falta de mentalidade turística entre os governantes do litoral, quando os visitantes mais assíduos e os moradores da faixa leste dos municípios (lê-se adoradores da praia e do mar) ficam órfãos da estrutura mínima para o bem-estar nesses locais. O lixo acumula, os quiosques são retirados da praia, a segurança pública volta a precariedade e a herança deixada de mais um verão badalado não passa de entulho sem utilidade.

As prefeituras determinam a retirada dos quiosques, mas não fazem o rescaldo das estruturas deixadas por seus inquilinos. Toras, canos da rede pluvial e outras “caliças” são esquecidas a céu aberto, como se ali não passasse mais ninguém até a próxima temporada. O que falar dos eventos esporádicos, aqueles que montam e desmontam estruturas gigantescas, repletas de ferros, cordas e outros badulaques, que nunca são retirados por completo e acabam indo e vindo a tona, com o deslocamento da areia da praia. Nem mesmo a querida plataforma de pesca de Atlântida escapa, caindo aos pedaços, volta e meia descarrega pedaços de concreto e ferro “derretido” em plena área comum.

Existem estruturas submersas na nossa praia que nem mesmo imaginamos, e o perigo é constante. Tivemos um inverno rigoroso, com muita chuva e maré alta, fenômenos naturais que movimentam a areia depositada na praia e muitas vezes promovendo uma limpeza natural do ambiente. Objetos e estruturas enterrados à anos, voltam a tona, e nos mostram o quanto estamos sujeitos aos riscos proporcionados por este lixo ignorado.

Portanto, quando chegar o verão, é bom ter cuidado na hora de colocar o pé na areia. As crianças então, nem se fala. Cavam buracos enormes com as próprias mãos, sem saber que correm um risco incalculável. A praia é cada vez mais um campo minado, e não sabemos mais onde estamos pisando. Tenho saudade da época em que podia deitar e rolar nas enormes dunas da minha praia. Cavar e me enterrar até o pescoço. Isso não é mais possível. O perigo é invisível!









1. Dunas ou terreno baldio? O lixo se acumula na praia mais badalada do estado.









2. Estrutura com ferros pontiagudos estão submersos ao lado da plataforma. Perigo constante!



Semana do "M E B E L I S C A"

28 de outubro de 2011 0
Mar mais lindo do ano??? Da primavera, certo!!!
Coisa linda…parece miragem.
Felizes os convidados. Obrigado SENHOR!
Boa Sexta-Feira a todos!




Mais fotos do clássico no perfil do Facebook do Programa Swell e  no Twitter/KiFornari

AUSTRÁLIA

27 de outubro de 2011 0

UM DOS PÓLOS DO SURF MUNDIAL VIRA FESTA NO SCOOBA!!!

O Dj e Surf Repórter da Atlantida, Ki Fornari estará no Scooba em Imbé, neste sábado fazendo uma sonzeira para embalar uma noite alucinante onde você vai desbravar e curtir a história e a cultura Australiana através de muita música e de toda a vibe do Scooba.

O QUE: AUSTRÁLIA/ DJ Ki Fornari + DJ Danni Martin

ONDE: Scooba – Imbé/RS

QUANDO: 29/10 às 23:00 hs

Mundial da ISA agita El Salvador

20 de outubro de 2011 0

A equipe brasileira segue em Punta Roca, El Salvador, nas disputas do Mundial Master da ISA. O time brasuca conta com a participação de verdadeiras lendas vivas do esporte, como o bom baiano Jojó de Olivença, o paraibano Fábio Gouveia e o paulista Ricardo Toledo.


O evento especial para surfistas acima de 35 anos de idade rola até domingo (23/10), e você acompanha AO VIVO clicando AQUI!

 

 

Campo minado em Atlântida

19 de outubro de 2011 0
Vale o toque aos desavisados:
Semanas atrás o mar e o vento terral levaram muita areia da praia, trazendo à tona estruturas enormes e cheias de perigo.
CUIDADO ao entrar no mar nos dois lados da plataforma de Atlântida. As pedras e os ferros pontiagudos desta foto já estão novamente submersos na areia, e sabe-se lá, a quantos centímetros de profundidade…
Recomenda-se entrar na água respeitando uma distância segura da plataforma. Não muito colado aos pilares. #ficadica


Surf Treino gratuito reúne galera em Capão da Canoa

28 de setembro de 2011 0

O que era pra ser uma simples confraternização entre a rapaziada que anda sobre as ondas, se transformou em um grande encontro de gerações. No último domingo (25/9) no local do antigo e já saudoso Baronda, em Capão da Canoa, aconteceram as finais do primeiro Surf Treino ASCC 2011. Contando com a presença de novos surfistas, e velhos conhecidos do surf de Capão, o evento ainda promoveu a aproximação do surf com o Bodyboard, buscando alavancar os dois esportes no município.


Dentro da água, surfistas e bodyboarders disputaram troféus em 5 categorias, além de kit’s oferecidos pelos apoiadores do evento. Os juízes caponenses, Ivan Pereira e Vagner Silveira, diplomados pela Associação Brasileira de Surf (ABRASP) emprestaram seus conhecimentos em campeonatos de surf, revezando as cadeiras da área de arbitragem com surfistas experientes e sempre atentos aos movimentos realizados dentro d’água. “Temos que agradecer à muitas pessoas que se doaram para a realização do evento, além é claro dos patrocinadores e apoiadores. Todos fizeram pelo surf e Capão da Canoa só tem a ganhar com isso. Além de agitar a orla da cidade, novos atletas surgirão, promovendo o crescimento do esporte no município”,  diz Gustavo Bertotto, surfista profissional, “juiz” e competidor no evento.


A divisão das categorias agradou a todos, dividindo os competidores por idade, e principalmente pelo nível de experiência em campeonatos de surf. Na categoria “Soul Surf”, para surfistas que nunca participaram de competições oficiais, a vitória ficou com Everson Rocha, o Magoo. Na Sub-18, Athos Silva foi o melhor na final, colocando seu primeiro troféu de surf na prateleira. Entre a galera do Bodyboard, briga dura por colocações no pódio e as vitórias de Roberto Bastos na Open e Bernardo Tazoniero na iniciantes.


Entre os surfistas mais experientes, os dois atletas profissionais Vini Fornari e Gustavo Bertotto tiveram trabalho contra amadores de peso, mostrando que o nível caponense segue entre os melhores do estado. Vini levou a melhor, com Deivid Matos, o “Gnomo”, em segundo, Bertotto em terceiro e Lucas Zagonel na quarta colocação. “Este treino com baterias é excelente, pois assim mantenho-me preparado para todas as competições. O objetivo principal, no entanto, é dar ritmo a essa gurizada nova, que precisa se espelhar nos surfistas mais experientes, com um nível de surf mais avançado pra evoluir. Acredito que eu e o Bertotto, como profissionais de Capão, somos esse espelho para eles”, diz o campeão, Vini.


A confraternização que aconteceria apenas no sábado, precisou se estender até domingo, pois as 84 inscrições surpreenderam até os mais otimistas. “Realmente a expectativa foi superada. Esperávamos apenas atletas e pessoas envolvidas com o esporte, mas para surpresa geral, além do excelente número de atletas, os moradores e veranistas de Capão compareceram, formando rodas de chimarrão na beira da praia. Foi um sucesso!”, garantiu o advogado Rodrigo Brum, atleta participante e colaborador da ASCC. A próxima etapa do Surf Treino da ASCC ainda não tem data definida, mas deve acontecer no mês de outubro. A entidade deve começar nesta semana, a busca por apoiadores e garante que a procura por inscrições já começou. O evento é inédito por ter inscrições gratuitas e está atraindo inclusive, surfistas de outros balneários do litoral norte gaúcho.


O Surf Treino ASCC teve o patrocínio da Ponto do Imovel, ADS construções, Programa Nós e Caminho da Vitória. Contou com o apoio da Prefeitura Municipal de Capão da Canoa, Surf Basic e Quisque da Vó Nega. A cobertura completa você acompanha no Canal 20 da NET, no Programa Nós.



Owen Wright fatura o Quiksilver Pro New York

13 de setembro de 2011 0
O jovem australiano Owen Wright, 21 anos, foi o vencedor do prêmio recorde de 300 mil dólares do Quiksilver Pro New York. A decisão do título foi uma reedição da etapa passada, nos tubos gigantes de Teahupoo, no Taiti. Mas, desta vez o decacampeão mundial Kelly Slater, 39, terminou em segundo lugar diante da multidão que lotou Long Island na sexta-feira de boas ondas de 5-6 pés no mar de aéreos em Long Beach, Nova York, Estados Unidos.

“Eu sempre quis fazer uma final com o Kelly (Slater). Na semana passada em Teahupoo foi ótimo, mas aqui foi melhor ainda com a vitória, a primeira da minha carreira. Obrigado Long Beach”, agradeceu Owen Wright. “E obrigado também a Quiksilver por este prêmio de 300 mil dólares. Quero destacar também a participação do meu treinador, Dean Davies, e dedicar esta vitória para minha família, meus amigos e todos aqueles que torcem por mim em qualquer parte do mundo”.

O catarinense Alejo Muniz encontrou o campeão nas semifinais e ficou em terceiro lugar com 50 mil dólares. Já o potiguar Jadson André e o cearense Heitor Alves levaram 30 mil dólares pelo quinto lugar, pois foram barrados nas quartas de final. Jadson perdeu por pouco para o australiano Taj Burrow o primeiro confronto do dia e Alejo ganhou o duelo verde-amarelo com Heitor Alves, mas o catarinense não teve chances contra Owen Wright.

“Este é o melhor resultado da minha carreira”, ressaltou Alejo Muniz. “Foi a primeira vez que eu surfei aqui em Nova York e me surpreendi porque deu boas ondas a semana inteira. As pessoas nos receberam muito bem, a praia ficou lotada todos os dias e agora certamente sigo mais confiante ainda para as próximas etapas, pois finalmente consegui passar das quartas de final pela primeira vez”.

O australiano também dominou a bateria decisiva com seus aéreos de frontside nas esquerdas de Long Beach. Começou bem com uma nota 7 e foi aumentando a vantagem a cada onda surfada. Nas seguintes, ganhou notas 9,23, 8,60 e 8,67, que fechou o placar da sua primeira vitória no ASP World Tour em 17,90 x 14,53 pontos.

“Eu só quero dizer obrigado a todos”, disse Slater. “O swell bombou altas ondas durante esta semana e estou feliz pela primeira vitória do Owen (Wright), parabéns para ele. Feliz também de estar competindo aqui na Costa Leste dos Estados Unidos e obrigado a todos da Quiksilver por esta semana incrível aqui em Long Beach, praia lotada todos os dias, foi realmente sensacional”.

ÚNICA NOTA 10 – Esta foi a 68.a final de Slater no ASP Tour e ele também detém um recorde de 47 vitórias na carreira mais brilhante da história do surfe mundial. Em Long Beach, ele tinha recebido a única nota 10 do campeonato num aéreo gigantesco na semifinal contra Taj Burrow. O australiano ficou a bateria inteira na frente, mas na última onda o melhor do mundo arriscou o aéreo sensacional que recebeu nota máxima dos cinco juízes. O confronto mais eletrizante da sexta-feira terminou em 19,07 x 18,33 pontos, os maiores placares do último dia.

“Na real, o vento não estava favorável para os aéreos, mas não para ele (Kelly Slater)”, lamentou Taj Burrow. “Eu sabia que a onda que deixei passar pra ele só daria para fazer uma manobra. Deixei porque não achava que ele conseguiria nem uma nota 8, só que o Kelly fez o melhor aéreo da sua vida e me venceu mais uma vez. Não sei nem o que dizer, foi bizarro”.

O Brasil sai de Nova York com uma das melhores campanhas da temporada 2011. Dos cinco representantes, quatro chegaram na fase dos 12 finalistas, mas aí começaram a se encontrar em disputas eliminatórias. Na repescagem para as quartas de final, Jadson André derrotou o paulista Adriano de Souza, que caiu da quarta para a quinta posição no ranking do ASP World Title Race. E na sexta-feira, Alejo Muniz e Heitor Alves disputaram classificação para as semifinais, com o catarinense conquistando o melhor resultado no seu ano de estreia na divisão de elite do ASP Tour.

BRASIL REFORÇADO – A próxima etapa também acontece nos Estados Unidos, de 18 a 24 de setembro em Trestles, na Califórnia. No Hurley Pro, que no ano passado foi vencido por Kelly Slater, competirão os 32 primeiros colocados no ASP World Ranking computando o resultado do Quiksilver Pro New York. Da lista dos que iniciaram a temporada no grupo de elite, o australiano Adam Melling, o havaiano Fredrick Patacchia e os americanos C. J. Hobgood, Bobby Martinez e Gabe Kling, sairam do Dream Tour nesta rotação de meio de ano.

Já as novidades para o restante da temporada são o australiano Yadin Nicol e os paulistas Gabriel Medina e Miguel Pupo. Com a entrada de mais dois grandes talentos da nova geração, o número de brasileiros sobe de cinco para sete surfistas entre os 32 melhores do mundo. Eles reforçarão a equipe verde-amarela, que era composta por Adriano de Souza, Alejo Muniz, Jadson André, Heitor Alves e o carioca Raoni Monteiro.

FINAL DO QUIKSILVER PRO NEW YORK:


Campeão: Owen Wright (AUS) com 17.90 pontos – US$ 300.000 e 10.000 pontos
Vice-campeão: Kelly Slater (EUA) com 14.53 pontos – US$ 100.000 e 8.000 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar – US$ 50.000 e 6.500 pontos:
1.a: Kelly Slater (EUA) 19.07 x 18.33 Taj Burrow (AUS)
2.a: Owen Wright (AUS) 14.84 x 9.63 Alejo Muniz (BRA)

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar – US$ 30.000 e 5.200 pontos:
1.a: Taj Burrow (AUS) 14.77 x 14.37 Jadson André (BRA)
2.a: Kelly Slater (EUA) 15.50 x 15.00 Josh Kerr (AUS)
3.a: Alejo Muniz (BRA) 12.10 x 10.10 Heitor Alves (BRA)
4.a: Owen Wright (AUS) 12.93 x 12.44 Julian Wilson (AUS)

ASP WORLD TITLE RACE 2011 – 6 etapas:


1.o: Kelly Slater (EUA) – 34.950 pontos
2.o: Owen Wright (AUS) – 31.900
3.o: Joel Parkinson (AUS) – 30.200
4.o: Jordy Smith (AFR) – 27.000
5.o: Adriano de Souza (BRA) – 26.750
6.o: Josh Kerr (AUS) – 25.600
7.o: Taj Burrow (AUS) – 25.250
8.o: Mick Fanning (AUS) – 23.000
9.o: Michel Bourez (TAH) – 20.500
10: Jeremy Flores (FRA) – 19.700
11: Alejo Muniz (BRA) – 19.650
12: Jadson André (BRA) – 17.400
20: Heitor Alves (BRA) – 12.700
21: Raoni Monteiro (BRA) – 12.450

G-32 DO ASP WORLD RANKING – 34 etapas em 2011:


1.o: Kelly Slater (EUA) – 72.500 pontos
2.o: Jordy Smith (AFR) – 52.000
3.o: Owen Wright (AUS) – 47.900
4.o: Mick Fanning (AUS) – 44.949
5.o: Taj Burrow (AUS) – 44.240
6.o: Jeremy Flores (FRA) – 40.820
7.o: Joel Parkinson (AUS) – 40.007
8.o: Adrian Buchan (AUS) – 36.391
9.o: Bede Durbidge (AUS) – 36.013
10: Michel Bourez (TAH) – 35.500
11: Adriano de Souza (BRA-SP) – 35.000
12: Julian Wilson (AUS) – 34.833
13: Damien Hobgood (EUA) – 33.970
14: Josh Kerr (AUS) – 31.799
15: Alejo Muniz (BRA-SC) – 31.749
16: Gabriel Medina (BRA-SP) – 28.870 – “novidade na elite”
17: Kieren Perrow (AUS) – 27.900
18: Raoni Monteiro (BRA-RJ) – 27.845
19: Matt Wilkinson (AUS) – 27.650
20: Jadson André (BRA-RN) – 27.640
21: Heitor Alves (BRA-CE) – 27.295
22: Chris Davidson (AUS) – 26.807
23: Brett Simpson (EUA) – 25.700
24: Dane Reynolds (EUA) – 24.770
25: Patrick Gudauskas (EUA) – 24.270
26: Daniel Ross (AUS) – 22.956
27: Yadin Nicol (AUS) – 22.701 – “novidade na elite”
28: Miguel Pupo (BRA-SP) – 22.283 – “novidade na elite”
29: Dusty Payne (HAV) – 21.975
30: Kai Otton (AUS) – 21.650
31: Taylor Knox (EUA) – 21.550
32: Tiago Pires (PRT) – 20.516
———–saíram da elite na primeira rotação do ano:
35: Adam Melling (AUS) – 18.957 pontos
36: C. J. Hobgood (EUA) – 18.950
42: Fredrick Patacchia (HAV) – 17.453
45: Bobby Martinez (EUA) – 15.353
46: Gabe Kling (EUA) – 15.217

Bobby Martinez banido da ASP

08 de setembro de 2011 0

Depois de não aparecer nas duas últimas etapas e tomar multas da ASP por falar mais do que queriam ouvir, o norte americano Bobby Martinez foi punido mais uma vez e dá adeus de vez ao World Tour em 2011.

Após sua vitória na bateria da segunda fase contra o australiano Bede Durbidge, o americano mais uma vez desagradou. Em sua entrevista ao vivo para a transmissão oficial do evento pela internet, repetiu diversas vezes o primeiro nome de seu novo patrocinador, Fuck the World, criticou o novo sistema de rankings da ASP e os caminhos que o surfe competitivo tem tomado. O resultado disso foi que o comitê disciplinar da ASP se reuniu e decidiu puní-lo com a suspensão, deixando-o de fora dessa etapa e abrindo caminho para Kelly Slater, que seria seu adversário na terceira fase.

Ainda antes da desclassificação, mas depois da entrevista em que falou “quase” tudo o que queria, Bobby falou com exclusividade para a ESPN Brasil e mostrou que tem outros planos na cabeça. Ainda não há nada de oficial, mas de uma coisa sabemos: O chicano tem treinado boxe como nunca, seu segundo esporte desde muito tempo!

Além de suspender o atleta da etapa nova-iorquina, a ASP estuda a possibilidade de expulsar Bobby do restante da temporada. O comitê disciplinar da entidade vai estudar o caso e a punição será mantida até o resultado ser divulgado.

A punição a Bobby é o assunto do dia entre os principais surfistas profissionais. No Twitter, o havaiano Sunny Garcia apoiou o atleta. “Vocês (ASP) dizem que os surfistas precisam dar entrevistas depois das baterias e aí os desclassificam porque disseram o que tinham em mente?”.

Sunny pediu a opinião de Kelly Slater: “O que você achou da desqualificação de Bobby?”. “Não sei. Todos nós temos opiniões, mas você na verdade é livre pra dizer qualquer coisa que você quer? Hora e lugar. Estou desapontado”, respondeu o dez vezes campeão mundial.

Veja o que Bobby falou na entrevista:

“Primeiramente eu queria dizer ( e a ASP vai me multar por isso) que eu não quero mais fazer para desse mer#@#% de tour de tennis imbecil. Todos esses surfistas profissionais querem ser jogadores de ténis. Eles querem fazer um corte no meio do ano. Como pode uns mer%@#$ que nunca surfaram contra surfistas do nosso calibre agora em um único ranking. Eles nunca estiveram aqui. Eles nunca fizeram mer@#$@ nenhuma para surrar contra nós, mas agora nós estamos rankeados com eles. Meu deus, isso é uma mer#@$! É por isso que eu não vou mais para esses campeonatos estúpidos. Este é o meu último porque a FTW, meu patrocinador, está aqui e eu só falo como isso é. Este é meu último e eu não gosto de tênis. Eu não gosto do touro… Quem liga para essa mer$@$# ? Entende?”