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Quesito: Qualidade

03 de abril de 2011 49

Depois do post “Quesito: Emoção” pensei sobre qual outro tópico a gente poderia trocar umas ideias.

Escolhi Fantasia.

Por sinal, nenhuma das nossas cinco escolas tirou 10 no quesito. As notas variam de 9 a 9.8.

Justificativas dos jurados: “sem acabamento”, “sem uniformidade”, “algumas mal elaboradas, outras luxuosas”, “faltou cuidado com detalhes”, “palas quebradas”, “várias cabeças quebradas”, “deficitária na utilização de materiais…”, “calças largas se arrastando e sujando ao longo da avenida”, “caneleiras muito grandes”.

Olhei o Manual do Julgador, entregue pela Liesf, sobre o quesito Fantasia, o qual tem como função principal ilustrar o enredo:

“Que seja original (dentro do tema), com acabamento de detalhes dentro das alas, distribuição adequada de materiais e cores, uniformidade na ala, permitir liberdade e espontaneidade para o componente…”.

Interessante: em geral os julgadores salientam que o enredo das escolas está bem apresentado no quesito.

Ponto para o carnavalesco, que teve habilidade.

Mas qual será o motivo (s) para as escolas apresentarem tanto problema em fantasias?

Aliás, nem sei se é responsabilidade do carnavalesco (carnavalesco no sentido ‘ampliado’, aquela pessoa que teve a responsabilidade de elaborar as fantasias).

Fantasia é um quesito charmoso. Rende comentários ja bem antes, no desenho. Depois, no protótipo. Por fim, na Nego Quirido.

É verdade que com algumas exceções são grandes as diferenças entre desenho, protótipo, fantasia.

Dizem que o papel aceita qualquer coisa.

Fala-se também que fazer um protótipo é uma coisa. Mas fazer 60, 80, 100 fantasias com o luxo e beleza originais exigem bem mais. 

Em algumas escolas, quando economizar é preciso, a ordem: cortar material das fantasisas

Afinal, o que acontece? Será por isso que a fantasia chega incompleta na avenida? Caindo na testa, sobrando na cintura?

Vai ver que é a mão-de-obra. Quem sabe as pessoas aceitem o trabalho para conseguir um ‘extra’, mas sem a dedicação que exige.

Mas e as equipes de aderecistas das escolas? Pessoal com experiência, dedicado e competente profissional que sabe: um título pode ser ganho – ou perdido – no detalhe.

Talvez seja por causa da terceirização, alternativa que coloca a confecção da fantasia cada vez mais distante da comunidade e sem os olhos do ‘carnavalesco’ por perto.

Não sei o que é.

Mas seja o que for: ninguém merece pala quebrada, caneleira larga, calça sendo arrastada pela Nego Quirido…

Componente merece qualidade.

Julgador exige.



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Comentários (49)

  • Rodrigo Carvalho diz: 4 de abril de 2011

    Pois é… A UIM depois do ano passado resolveu não apresentar protótipos esse ano. O que não aconteceu com as outras 4 escolas… Elas apresentaram suas fantasias em noites de festa. Protegidos para a surpresa geral recebeu notas altas por fantasias ditas “criativas”. Criativas? Não sei onde estava a criatividade. Esse é o novo nome para simplicidade? O protótipo foi o pior apresentado. E na aveninda nada de diferente do que foi na festa. Comparei as fotos para estar aqui escrevendo e comprovo. Talvez pior se é possível. Consulado apesar da falta da tal criatividade que foi substituida pelo luxo, foi a única que honrou o prtótipo apresentado. Única diferença que eu vi foi na cor de uma pena na ala “kUARUP”. Na foto que estava no site era vermelha e na passarela era laranja, e outro tom que não identifiquei. Notas injustas para a escola. Bem escreveu um jurado sobre a Coloninha “Muito plisdo na escola”. Estava em promoção? Do começo ao fim do desfile tinha o tal pano dobradinho nas fantasias, mas no geral a escola estav bem bonita. E se não fosse a troca das plumas por penas de pato, também teria honrado o protótipo. Agora, a pior das enganações foi da “Vice”. A cidade nunca tinha visto protótipos tão ricos… e ficou sem ver na passarela onde era o principal palco. A comissão quis mostrar serviço e assustar a concorrencia. Mas fazendo uma festa de enganação não adianta nada, né. Empate com a Protegidos na falta de acabamento. tinha fantasia que não tinha nem a atal grega, era só overloque (é assim que escreve?) tal costura que tem dentro das minhas camisetas. e mais nada… nem porpurina tinha e mesmo assim muitas dessas fantasias “toscas” como nomeou a Profa Cris Tramont. Ainda viraram destaque de carro. O que aconteceu com os destaques do Copa? Uma vergonha. Vergonha como o resultado do carnaval da Ilha. Coroando em vice uma escola que não se apresentou por inteira. Fantasia caindo na passarela é o de menos… Pior é a sacanagem de algumas escolas colocando tais “fantasias toscas e criativas” no galope dos seus folões.

  • Zequinha diz: 4 de abril de 2011

    Angela eu acho tudo isso incompentência de nossas escolas. É como você ir para uma festa com a calça sem bainha, com o chapéu (imagina tu Angela, chegar numa roda de samba com o chapéu sem aba) rasgado. Na minha opinião tudo isso mostra como ainda o nosso carnaval é pouco profissional embora ainda tenha gente falando em terceiro do Brasil. Não consigo saber o que esse pessoal tanto faz no Rio e não aprende nada.

  • Jonas diz: 4 de abril de 2011

    O rebanho engorda aos olhos do dono. Com aderecista, tercerizada ou não, o carnavalesco e o diretor de carnaval tem obrigação de acompanhar os trabalhos. Agora esta conversa de que a primeira coisa que mandam cortar é material é conversa mole. Quero ver um carnavalesco dizer cortem o material, mas eu vou parar o barracão e ninguém faz mais nada. O presidente ou quem mandou cortar se borra de medo e a fantasia sai como devia ser.

  • VERGONHAAAAA diz: 4 de abril de 2011

    Concordo plenamente com o comentário do Rodrigo Carvalho, uma vergonha uma escola ficar como vice-campeã com fantasias daquele jeito, e pior ainda, onde estavam os destaques dos carros? Porque alguns foram substituidos por componentes de ala. Fantasias com acabamentos onde as ferragens dos costeiros apareciam na avenida.
    Vergonhoso mesmo.
    Só tenho a dizer ao nosso Marcos da Consulado e seu grupo de barracão pelas lindas fantasias, com certeza ele sabe que o trabalho foi muito bem feito, lembro que no dia do transporte das fantasias para a entrega, o Marcos preucupado com todos os detalhes, não queria que nada fosse mal acabado!
    Parabéns Marcos.

  • Paulo Sergio diz: 5 de abril de 2011

    SINCERAMENTE NAO VI NENHUMA ESCOLA COM FANTASIAS DE ENCHER OS OLHOS. QUANDO VI OS PROTÓTIPOS DA COPA LORD ACHEI MESMO QUE NINGUÉM CHEGARIA PERTO, MAS ME DECEPCIONEI MUITO NO DESFILE. PARA MIM ILHA DA MAGIA E COLONINHA FORAM AS MELHORES.

  • gilberto diz: 5 de abril de 2011

    SOMOS FRACOS EM FANTASIA, TUDO IGUAL E REPETITIVO.

  • Faça e Aconteça… diz: 5 de abril de 2011

    Bom… realmente quando falam q as fantasias vem para a passarela bem diferentes do desenho e do protótipo, é sinal q este tipo d pessoa q faz este comentário, nao sabe, ou pelo nao acompanha os bastidores de uma Escola d Samba. Muitos materiais são cortados das fantasias pq os próprios diretores da Escola fazem devido corte. Ateh pq quando é feito compra de materiais d fantasias, o carnavalesco escolhe, mas é a diretoria q aprova a compra. Entaum nao adianta colocar no carrinho material d luxo q no fim das contas… aparece um galão bem sem vergonha como decoração de fantasia. E nao adianta bater o pé pelo material, pq a maioria dos carnavalescos pensa no proprio bolso no fim das contas. “Carnaval barato=Dinheiro no bolso”
    E todos nós somos enganados com os tai desenhos… os tais protótipos, que quando recebemos nossa fantasia, chegamos a conclusão que uma criança poderia desenhar a mesma Coisa, aquilo que esta em nossas mãos, que é digno d revolta e indignação.

  • dayane diz: 5 de abril de 2011

    Olha, para mim a COPA LORD teve as piores fantasias.
    Perto dos prototipos ñ tinha nada a ver com o que foi apresentado
    na GRANDE FESTA REALIZADA NA AABB. Foi uma propaganda enganosa.

    Ok Dayane, é sua opinião. Mas o post se propõe não analisar a melhor ou pior, mas trocar ideias sobre o que teria levado a isso. Você tem alguma opinião? Obrigada.

  • João Vitor diz: 5 de abril de 2011

    Só queria ver se vocês na pele dos nossos carnavalescos realmente fariam isso de “se não comprar todos os materiais, a escola não sai”. Não sai uma ova, cara pálida. Você vai pra rua e a escola sai, sim. Além disso, nós não estamos no Rio de Janeiro, com uma super estrutura, dinheiro sobrando pra aplicar e a loja de materiais no lado de casa. Cada compra aqui precisa de uma viagem, tem que contar com a chegada dos materiais corretamente, etc. Esse ano a própria Angela Bastos publicou na sua coluna do Hora que houve muitos problemas de atrasos de materiais. Sabe-se que o que foi encomendado com meses de antecedência em muitas vezes chegou em cima da hora e ainda em cor errada, material errado. Não é fácil como parece, mas concordo que tem muita coisa que dá pra melhorar com mais supervisão e cuidado, principalmente os acabamentos. No geral, achei também as fantasias difíceis de entender, só entendi as da Coloninha e Protegidos e algumas da UIM, mas faltou mais Cuba.

  • Diego diz: 5 de abril de 2011

    Faço uma pergunta!!!
    As escolas poderiam ser processadas por anunciar um produto (fantasias) ao publico e vender outro que não condiz ao anunciado (prototipos)?

  • Cacá Muniz diz: 5 de abril de 2011

    Observa-se na justificativas que as escolas perdem mais ponto por organização (acabamento, conferir fantasias na concentração, comprar material certo pra todas, costurar direito) do que pela criatividade e bom gosto das fantasias. Eu concordo com isso, achei as 5 escolas criativas e bonitas de ver nas fantasias, as alas bem cheias e coloridas pra quem vê da arquibancada, muito diferente de uns anos atrás, pena que se perde nessas coisas porque tinha tudo pra ser ainda mais bonito.

  • carnaval diz: 5 de abril de 2011

    quesito qualidade jurados
    nota 0

  • Claudeci ( adereços ) diz: 6 de abril de 2011

    Oi Angela bom dia, trabalho com adereços há 23 anos já fui responsavel por galpão, sempre ao lado de uma pessoa especialitas em fantasias, Dona IRACI GOULART (ate na França trabalhamos junto) sempre buscando fazer o melhor, procurado os detalhes para não deixar falhas, infelizmente não tem como. O TEMPO este sim atrapalha bastante na confecção do nosso carnaval. Espaço para realização dos trabalhos – as escolas não têm um local determinado para realização dos trabalhos. Compra de material – muito tarde a compra dos materiais quando vai comprar não se tem mais coisa boa só restos. Contrataçao de mão de obra – é muito pouco o tempo que temos para realizar os trabalhos assim é preciso contratar muitas pessoas, não se consegue estas muitas pessoas com capricho, dedicação, fazendo com que os trabalhos a vezes sejam feitos fora do padrão sem avaliação do responsavel, precisamos começar mais cedo os trabalhos
    começando pela escolha do enredo (voce sabe de alguma escola que tem seu enredo confirmado?), já tem data para sair a primeira parcela da prafeitura? (este é um outro problema ou se não o principal), não falo da verba da prefeitura mas sim da falta de verba.

  • joao carlos diz: 6 de abril de 2011

    O Rodrigo Carvalho deve ter desfilado no Salgueiro, que também é vermelho e branco, e confundiu com a Consulado. Não vi nenhuma fantasia de luxo na escola. Luxo? Nenhuma das escolas teve luxo, como foi dito aqui a Copa Lord prometia no protótipo mas também não teve.

  • SILVIO diz: 6 de abril de 2011

    ANGELA E LEITORES, O COMENTARISTA DIEGO TROUXE UM ASSUNTO DE MUITA IMPORTANCIA SOBRE A PROPAGANDA ENGANOSA DAS ESCOLAS QUE VENDEM A FANTASIA BASEADO NO DESENHO OU PROTÓTIPO.
    MAL COMPARANDO É IGUAL O CONSUMIDOR QUE COMPRA PELA INTERNET, SE ALGUÉM ENTRAR NA JUSTIÇA COM CERTEZA VAI GANHAR.
    MAS SERVE O ALERTA PARA AS ESCOLAS QUE SE NÃO MELHORAR A QUALIDADE CORREM RISCO DE UMA GRANDE CONFUSÃO.

  • Arlindo diz: 6 de abril de 2011

    Vem cá: a fantasia é feita com a verba da prefeitura e do Estado não é? Então não pode vender, pois sai do cofre público. Ou seja, o ‘público’ já dá o dinheiro e o cidadão tem que ir lá e pagar pelo ‘bem’???
    Então amigos, é só o Ministério Público entrar firme na parada. Gostaria que um advogado da Liga das Escolas viesse esclarecer isso aqui no blog tendo em vista a relevância do tema.

  • João Vitor diz: 6 de abril de 2011

    Quando a discussão parece que vai pra algo interessante, vem alguém questionar subvenção. Não gosta que a prefeitura financie, vai na ouvidoria e reclama! A subvenção é um auxílio, uma ajuda, não uma compra total. É uma verba dada para auxiliar o espetáculo a sair com qualidade. E todos sabem que só a subvenção não paga o carnaval.

    subvenção (sub-ven-ção)

    s. f.

    Auxílio pecuniário concedido pelo Estado, pela coletividade local, por uma sociedade ou por um mecenas, a um indivíduo, a uma associação, a uma entidade etc.; subsídio, patrocínio, ajuda de custo.

  • Adoniram diz: 6 de abril de 2011

    Angela, acho que nosso carnaval está no lugar que merece. Pouquíssimas são as pessoas que tentam de uma forma ou de outra fazer algo para melhorar nosso carnaval. A grande maioria assisti de camarote e depois vem com um milhão de pedras na mão, só esperando mais um tópico pra atira-las pra tudo que é lado. É muito mais fácil criticar do que arregaçar as mangas e fazer acontecer. Me impreciona o mal humor, o rancor, o tédio da maioria pra comentar sobre o que é exatamente o melhor remédio pra tudo isso, o samba! Aconselho estas pessoas deixarem as magoas de lado e passarem a fequentar quaisquer das atividades desenvolvidas pelas escolas, seja uma roda de samba num sábado à tarde, seja numa ajuda voluntária pra confecção de fantasias. Ja vi muita gente curar sua depressão com este tipo de atividade.
    “O samba é amor, é nessa que eu vou
    Swinga, minha bateria
    Tô nesta ópera
    Extravasando alegria” Beija Flor 1995

  • Figueirada diz: 6 de abril de 2011

    O comentário do Adoniram faz rir. AJUDA VOLUNTÁRIA PARA CONFECÇÃO DE FANTASIAS
    Cara, tu acha que alguém trabalha de graça em escola de samba? Tu acha que presidente, primeira dama, filhos, parentes não são remunerados? Tu acha que pessoal de Parintins, do Rio, daqui mesmo foram para dentro do galpão por amor ao pavilhão? Eu nao acho errado pagar, errado é entregar melecas de fantasia e ver o que os julgadores escrevem que falta isso, falta aquilo e a escola tomando pau e mais pau. Agora, quem foi o culpado? Todo mundo quietinho. Ano que vem tem mais e estes mesmos que fizeram cacaca vão estar de novo levando a sua fatia do bolo.

  • claudia diz: 6 de abril de 2011

    ao Vergonha e Marcos da Consulado, fantasias da consulado estavam bonitas, mas ouvimos da propria boca de coordenador que estavam faltando partes, roupas maiores e menores, e varios problemas de fantasia. na minha opiniao nao é so o qt td começa tarde e sim a qualidade do pessoal empregado para isto, tem escola que costureira pega 3 ate 4 alas pra fazer em máximo de dois meses. Você acha que esta mesma costureira vai dar conta de fazer um bom trabalho, e acompanhar descida da fantasia para o local de entrega, ajuda minimamente a péssima qualidade na confecção……Abrçs de quem costura alas, faz fantasia e conhece mt costureira.

  • Palhaço Carequinha diz: 6 de abril de 2011

    Nao vamos perder a piada amigos do blog: queria ver a opinião do Paulinho Carioca sobre Fantasia. Um abraço Poeta.

  • Palhaço Bozo diz: 6 de abril de 2011

    Boa ideia Carequinha! Eu queria ver a opinião do talentoso Willian Tadeu.

  • Henrique diz: 6 de abril de 2011

    Acho que as fantasias em Florianópolis deveriam ser fantasias e não somente camisa, calça, costeiro e chapéu. Tudo igual e só mudando a cor. A preta é ala do petróleo, a verde da cana, a vermelha do café. Sugiro que vejam os desfiles do RJ e façam fantasias de verdade como do tubarão ou até da bateria da UIM que quando vistas por qualquer um são compreendidas.

    Em relação aos outros anos nossas fantasias evoluiram e muito. Hoje elas são bonitas, brilhosas, enfim. Há cuidado com as sapatilhas, mas um problema são os tamanhos. Muito gordo não entra, muito magro sobra. O que fazer? Individual não dá né! Complicado…

  • Rolando Léro diz: 6 de abril de 2011

    Eu queria ver é uma outra opinião, mas não vou dizer nada por respeito à blogueira que não merece ficar morando comentários e deve ter mais o que fazer.
    Quero dar é uma sugestão, este é um bom tema para a próxima temporada das tamboringadas, fantasias, botar nossos carnavalescos na roda e ver o que sai, com certeza vem papo bom. Outra sugestão é fazer uma tamboringada com a nova geração tão apedrejada no outro tópico.

    “Rolando”, sugestões anotadas. Obrigada.

  • Palhaço voluntário diz: 6 de abril de 2011

    Poxa palhaço carequinha e Palhaço Bozo! Colocar William Tadeu e Pauinho Carioca com seus conhecimentos em samba para falar de fantasia acho desnecessário por não ser o forte deles. Agora, queria ver profissionais como o Paulinho Trindade falar de fantasias.

  • Palhaço Ronald do Sanduíche diz: 6 de abril de 2011

    Poxa, palhaço voluntário! Concordo que William Thadeu e Paulinho Carioca não são os melhores pra falar de fantasias, mas fiquei até preocupado porque um deles fez as fantasias com maior nota do carnaval junto com outra menina que vocês diziam que não entendia nada de fantasias. O que os grandes profissionais tem a dizer sobre isso?

  • Palhaço voluntário diz: 6 de abril de 2011

    O meu comentário anterior foi moderado.

    “Palhaço voluntário”, seu comentário foi moderado sim. Sua visão em relação ao citado não acrescentaria dados para embasar uma discussão e deu a entender que é pessoal. Obrigada.

  • Palhaço voluntário diz: 6 de abril de 2011

    Moderação eu aceito, porém gostaria que mantivesse a minha opinião sobre o Profissional citado!

    “Palhaço voluntário”, não existe como deixar sua opinião tendo em vista o que já justifiquei. Nesse caso, posso retirar todo o comentário se assim desejar.

  • TO DE OLHO diz: 6 de abril de 2011

    ACHO O PAULINHO CARIOCA UM TREMENDO COMPOSITOR, MAS E FANTASIA NÃO É A AREA DELE E A IDÉIA DO AMIGO AI DEVE SER GOZAÇÃO. WILLIAN TADEU FOI BEM, MAS PELO QUE SEI NAO DEU PARA FAZER MAIS DO QUE FOI FEITO E A CULPA NAO É DELE POIS MUITAS DECISOES FUGIAM DE SUAS MÃOS.

  • Willian Tadeu diz: 6 de abril de 2011

    Senhores(as), as questões pessoais que envolvem as farpas deixadas em comentários aqui no blog já estão amplamente postas e compreendidas. Os primeiros 20 comentários dessa postagem são muito interessantes e construtivos. Comentem os trabalhos, os problemas do quesito Fantasias em nossa cidade (que são muitos, em todas as escolas), as soluções. Isto sim é construtivo para o nosso carnaval.
    Se quiserem seguir a série interminável de ataques pessoais (que só leio quando surgem no meio de debates importantes como esse), o façam sem envolver outros nomes. Aliás, quem tenta criar alguma oposição ou rixa entre mim e Paulinho Trindade não tem a menor ideia do que está fazendo e dizendo.
    Quanto a opinar, não o faço por questões profissionais. Minha avaliação só interessa à Protegidos da Princesa, escola à qual procuro servir incansavelmente desde meados de 2008. Estou longe de ser o maior abnegado dentro da escola, mas sei que já abri mão de muita coisa por ela e, mesmo que faça um desfile arrebatador, estarei insatisfeito e querendo vê-la mais bela, com a maior nota ou não, com nota 10 ou não, como “figurinista” ou não.
    Meu papel neste debate é o de vidraça. Além disso, vejo gente aqui disposta à troca de ideias e são as opiniões “de fora” que devem aflorar.
    Um abraço a todos e bom debate!

  • Sandro Roberto diz: 6 de abril de 2011

    Vai começar a palhaçada… Logo a discussão vai voltar a ser samba, velhos e novos compositores… Tem gente que não se enxerga! Desculpem aí o desabafo, mas tá brabo de aturar certas provocações! E olha que o papo neste post estava legal de ler!

  • Paulinho Trindade diz: 6 de abril de 2011

    Agradeço a distinção que o comentarista “Palhaço Voluntário” fez ao me convidar para comentar o post. Amigo, me reservo o direito de “não” tecer nenhum comentário sobre o trabalho dos carnavalescos, pois me considero amigo de todos e seria antiético da minha parte. A única coisa que posso me manifestar é que se eu fosse um dos jurados de fantasia daria uma melhor nota a duas escolas, Consulado e Coloninha, sem desmerecer o trabalho de ninguém. A questão dos “cortes” de material, que as escolas fazem, é questão que cada uma deve avaliar internamente. O mais importante é o dirigente procurar dar condições aos seus carnavalescos e aderecistas para não tirar o “tema” de cada figurino. Nos meus mais de 30 anos de carnaval aprendi a respeitar a luta que os Presidentes têm para colocar uma escola na avenida. O mais fácil é comprar sua fantasia e desfilar. O mais difícil fica prá quem organiza todo o “circo”. Começa no enredo, passa pelo figurino, protótipo, compra de material, contratação de profissionais de adereços e alegorias, viagens de compra, transportadoras que não entregam no prazo e lojistas que vendem sem ter estoque, maus profissionais que assumem e não cumprem prazos, parcelas do governo em atraso, patrocinadores (homenageados) que prometem mundos e fundos e não entram com nada, e mais um enorme número de itens que eu poderia citar.P orisso amigos, acho que nosso carnaval tem problemas “sim”, mas se nos dedicarmos a uma melhor organização buscando profissionais mais capacitados dentro de diversas áreas, poderemos num futuro bem próximo poder disputar para ser um dos melhores do país. Resumindo: Concordo com o meu amigo Joel (UIM) quando ele diz que o carnaval de Florianópolis, não tem mais lugar par quem não é profissional. Carnaval é coisa séria e só com muita seriedade conseguiremos nossos objetivos.

  • Paulinho Trindade diz: 6 de abril de 2011

    Amigos, enquanto eu escrevia o comentário acima, entrou um comentário do Willian Tadeu, sobre uma possivel rixa entre eu e ele. Realmente o Willian tem toda razão quando diz que as pessoas não tem nem idéia do que estão dizendo. Nossa amizade, eu e o Willian, está cada vez mais forte. Quando o Willian foi escolhido para assumir meu lugar na Protegidos, eu disse a ele que não desse ouvidos a comentários maldosos e que fizesse o máximo para ter sucesso nesta nova função. Somos amigos, sou amigo de sua mãe, à qual tenho muita consideração e respeito. Vou aproveitar para pedir para aquelas pessoas que gostam de mim que se detenham aos comentários construtivos para o post. Não me levem a ma,l mas “Paz” em primeiro lugar. Abraço a todos!!

  • MARCOS diz: 7 de abril de 2011

    Angela
    Não aguento ler mais essa palhaçada destes que se dizem compositores. Deveria ter moderação para eles também. Por que o Blog é para debate não para essa brincadeira ai.

    Marcos, muitos comentários são moderados. Um número bem maior nem chega a ser publicado. Cada um usa o espaço como quer. Mas posso assegurar que tem muita coisa boa aqui e que inclusive está servindo para as avaliações das nossas escolas de samba.

  • paulinho carioca diz: 7 de abril de 2011

    Como meu nome foi outra vez jogado na roda com brincadeiras sem graça, coisa sem nexo, eu vou me dirigir ao que o post pede, fantasia, como eu não entendo dessa matéria não tenho nada a declarar, quanto às farpas que falaram, pelo que eu estou vendo elas continuam e não é da minha parte, meu negócio é música, não só o samba, ai eu posso opinar, ainda para quem falou que os jovens estão sendo massacrados também não vejo isso, a parada é outra, e entre duas cabeças que deveriam ter um papo reto como disse alguém que comentou, é muito fácil falar sem saber da verdadeira razão, felicidades para os jovens que fazem samba, matéria que eu posso falar, quanto aos que estão fazendo fantasias, também desejo a mesma sorte, mas comentar o trabalho do que não entendo, como estão me pedindo, isso é coisa de quem quer rolo, e sem motivo eu não arrumo rolo, nem com o meu maior inimigo, palavra ruim até de se comentar, pois é coisa que não me lembro ter tido até o ano de 2009. um abraço a todos.

  • paulinho.carioca diz: 7 de abril de 2011

    Como eu falei com a Angela, poderia ser feito um post sobre a mátéria compositores/parcerias, como são feitas, a forma de elaboração de trabalhos, a função de cada um na parte melódica, na parte de letra e na parte de harmonia musical, pois quando uma ala tem seu concurso aberto não tem muito que se falar das parcerias pois pode haver parceria com compositor daqui com compositor de qualquer lugar, pois um pode fazer a melodia e mandar e outro a letra ou vice-versa, não to querendo dizer que isso não possa gerar quem use de malandragem, pois malandragem existem em toda ala, aberta ou fechada, mas certas providêncioas deveriam ser tomadas nas alas, as abertas ou as frechadas para pelo ao menos inibir os malandrinhos. Já fiz várias parcerias, com gente boa em letra, outras com gente boa de melodia.o utras com gente que não faziam letra, só harmonia, era tranquilo pois estávamos na mesma cidade, sem querer apontar nada de errado ou algo assim. sugiro um post nesse tema, pois ai ia dar o que falar, mas seria massa.

    Oi Paulinho, recebi sua sugestão por e-mail e achei legal. Pode render mais do que um post, quem sabe um tamboringadas (vídeo). Só vejo uma dificuldade é quanto ao número de participantes, pois reunir os parceiros vai ter gente para um programa de auditório…Enfim…Vamos ver…Deixa eu retomar as pautas, ok? Obrigada e um abraço.

  • paulinho carioca diz: 7 de abril de 2011

    Valeu Angela! Talvez quem sabe fazer por blocos uma parceria por evento, poderia até pintar o quadro samba feito na hora, fariamos um tema por sorteio e tocava o barco, samba enredo, ou pagode, samba de raiz ou versado, so não poderia fazer parcerias tipo: Bira Pernilongo e Vicente Marinheiro que ai seria covardia, o ideal seria juntar um velho e um novo ou então dois jovens, eu até me escalaria pra fazer um na hora com o jovem Feijão, pois fizemos um lamento junto em Sombrio faltando meia hora pro desfile, estuda, e vamos la, como fizemos o lamento da protegidos juntos eu e Alan no dia do desfile e ficou até gravado na história, “princesa de ti não vou me separar, deixa quem quizer falar”,q uero deixar claro que a ideia do samba feito na hora ou no dia partiu do mestre Vicente Marinheiro e eu adorei! Ja pensou um dia de festa e os compositores novos e veteranos num cantinho cada um preparando seu samba ia ser lindo…mas não seria concurs,o é sim uma demonstração de talentos, jovens e veteranos. Só não pode ser marchinhas, se não o velho Josué arrebenta com o parceiro vai querer fazer só ele..hehehehe

  • João Vitor diz: 7 de abril de 2011

    Sobre fantasias. Uma coisa que vejo como errado é o vício das nossas escolas de quererem fazer competição de quem faz mais luxo ou fantasias maiores, com costeiros grandes, plumas, etc, só se preocupam com isso deixando outras possibilidades de lado. O carnaval do Rio nos últimos anos já mostra que tem outros caminhos, fantasias mais leves e limpas, outras luxuosas mas sem costeiro (componente não é burro de carga), mas aqui em Floripa tirando o Beirão (em algumas alas) todo mundo só quer fazer costeiro gigante e pluma, será que carnaval não tem mais que isso pra ser feito? Fica a pergunta na mesa pra debate, acho que é algo que tem que ser discutido!

  • Iha a ver navios diz: 7 de abril de 2011

    Falta de qualidade, uma questão pontual nas Escolas de Samba de Florianópolis.

    Para que tudo mude no carnaval de Florianópolis e que tenhamos qualidade no produto final que é ver uma Escola de Samba bem definida no desfile oficial de carnaval com fantasias e carros alegóricos bem feitos precisamos entender que não pode mais funcionar apenas pensando no período do carnaval e atrelada aos órgãos públicos a espera do repasse de verbas oficiais e jogos políticos.
    Há necessidade de mudanças estruturais profundas, já que estas instituições geram empregos, desenvolvem sistemas de interação social, estimulam a criatividade, consequentemente, exigem um grau de gerenciamento e estruturação bem claro, para que o resultado final mostre competência.
    Porem para que isso aconteça nossas Escolas de Samba têm que passar por um processo de modernização como qualquer empresa que quer se manter no mercado, já que o carnaval passou a ser um espetáculo com proporções gigantescas e de alto custo, onde não se pode admitir mais amadorismos e administrações mambembes.
    Assim o verdadeiro gestor de uma Escola de Samba deve ter uma visão empresarial e dinâmica e, principalmente estar aberto às mudanças para a modernização transformadora visando o aprimoramento do desfile de uma Escola de Samba.
    O moderno gestor de uma Escola de Samba deve estar sempre procurando métodos e estratégias que possam aperfeiçoar suas funções gerenciais dentro da idéias de planejamento, organização e controle de qualidade.
    O gestor moderno deve seguir a linha de ser eficaz e eficiente.
    Para isso ele deve contar com profissionais que sejam capazes de atingir os objetivos propostos pela Escola de Samba como fomentadora cultural e a garantia do espetáculo a altura da critica e a expectativa de seus componentes e do publico em geral.
    Numa Escola de Samba de hoje, não há mais lugar para amadores. Não adianta manter pessoas em determinadas funções apenas por serem antigos na agremiação sem, entretanto possuírem mérito para tal.
    Hoje as escolas possuem carnavalescos, figurinistas, aderecistas, coreógrafos, arquitetos, todos profissionais, isto é empregam mão de obra qualificada e para tanto precisam ser gerenciados também por pessoas qualificadas.
    As escolas de samba como instituição que vende espetáculos passam obrigatoriamente por um misto de executores de projetos culturais e de entretenimento de massa, desta forma precisam de gestores competentes e que tenham as habilidades e conhecimentos necessários.
    Precisam ser dirigidas por administradores e gestores culturais devidamente gabaritados. Se não dirigidas, ao menos que seus diretores tenham assessoria e consultoria de profissionais.
    É necessário planejar a produção, o número de profissionais necessários, negociar com fornecedores e realizar pesquisa de preço.
    Precisam estudar soluções para redução de desperdício, enfim, precisam de gestores capazes de fazer com uma escola de samba gaste menos e propicie espetáculos maravilhosos e projetos culturais que apresentem resultados.
    Outro fator que deve ser considerado é a parte da sustentabilidade de uma agremiação. Essa sustentabilidade deve ser ao longo de todo o ano e, não só ficar na espera do repasse de recurso do poder publico, achando que desta forma o grande espetáculos esta garantido.
    Com estas colocações podemos concluir que os “Diretores de Carnaval” aqui de Florianópolis não passam de “meros compradores”, ou melhor, “representantes comercias das lojas” do Rio de Janeiro e de São Paulo, consequentemente a figura do carnavalesco fica num segundo plano, pois o carnaval desenhado, apresentado e aprovado nunca fica como deve, pois quem acaba determinando o que pode e o que não pode ser feito é este “Diretor de Carnaval”. Assim este procedimento acaba sendo feito sempre de forma arbitraria e muita das vezes descabida por falta de um planejamento, mutilando em muito o resultado final.
    Não adianta trazer o melhor enredo, o melhor carnavalesco, montar a melhor equipe de mão de obra, desenvolver o melhor figurino, o melhor carro alegórico, fazer o melhor protótipo, se na hora de colocar em prática o carnaval idealizado, tudo vai por agua abaixo por ficar limitada aos recursos oficiais, a falta de tempo, a incessantes dos Diretores Amadores, e quem acaba perdendo com tudo isso são os componentes que compram gato por lebre, o público que recebe um espetáculo a meia boca.
    E depois não querem críticas.

  • Fábio Bento diz: 7 de abril de 2011

    Definitivamente o grande prejudicado é o consumidor que compra sua fantasia e quando vai pegá-la tem simplesmente tranformar-se em MISTER “M” e fazer seus devidos ajustes ou simplesmente sair na Avenida com os problemas que a mesma aparenta.
    ISTO É FATO!!!!!
    Mas no final.. Culpar quem???
    Infelizmente o Carnaval de Florianópolis esta sendo incapaz de incorporar mão-se-obra profissional na questão de confecção de fantasias. Foram oferecidos Cursos por uma Empresa Privada, mas pelo jeito o grande intuito de profissionalizar aderecistas acabou no esquecimento. O Curso teve, mas por anda as pessoas que realizaram o mesmo? Não tiveram oportunidade? Tah ai uma pergunta que não quer calar!
    As poucas pessoas que acabam trabalhando nesta questão, devem ser respeitadas pelo imenso trabalho que elas passam, independente de falta de material, pessoal ou financeiro.

    TRABALHAR DE GRAÇA?? JAMAIS!!! EM NENHUMA HIPÓTESE!!!

    Aderecista é um profissional que merece respeito, acima de tudo. Cada um deve reciclar-se de acordo com seu conhecimento. Os carnavalescos são nossos verdadeiros mestres. É através deles que aprendemos milhares de coisas que atribuímos as fantasias em suas montagens. Mas infelizmente, antes de questionar se a fantasia foi bem feita, todos deveriam perguntar para este profissional quanto tempo ele teve que fazer uma ala, e suas devidas condições para executar o trabalho.

    Ao invés de apontar os erros, todos poderiam levantar questões construtivas para um desenvolvimento melhor nesta questão (Fantasias). FICA DADO O RECADO!!!!

    Em Tempo.. Salve aos meus grandes mestres (Ley Vaz, Paulinho Trindade e Beirão), que ao longo de muitos carnavais me atribuíram tudo o que eu sei e que vou aprender ainda mais..

  • Paulinho Trindade diz: 8 de abril de 2011

    Fico satisfeito que alguém, como o Fábio Bento (grande aderecista, um dos melhores de Floripa) tenha se manifestado. Ele é um “cara” que sabe muito sobre as “manhas” de fantasias e alegorias. Foi meu assessor em trabalhos na Copa Lord e Protegidos, sem falar no trabalho de decoração do meu atelier, pena que tenha ido para Curitiba, onde busca outros caminhos. Bom para ele, ruim para o carnaval de Floripa. Aproveito para falar sobre cursos de aderecistas: No ano de 1999 a 2003 eu fui “instrutor” do SENAC e do SINE, que em parceria com a Fundação Franklin Cascaes, AFLOV, Casa da Liberdade e Prefeitura de Florianópolis (Angela Amim) realizaram cursos de formação em ARTES PARA O CARNAVAL. Na época eram diversos cursos: Fantasia/Alegoria e Adereços/Desenho de Fantasias e também um curso de Recuperação das Peças do Museu do Carnaval. Todos ministrados por mim. Tive a honra e a satisfação de formar mais de 40 alunos que hoje, muitos trabalham nas escolas, principalmente no Copa Lord, Protegidos e Coloninha que foram as escolas que mais colocaram alunos. Os Cursos eram ministrados na Casa da Liberdade (Passarela), no Centro Comunitário da Prainha, no Copa Lord e na sede do SENAC. Não vou citar nomes prá não esquecer ninguém, mas tive muita gente conhecida que trabalha nas escolas que foram meus alunos.
    Pergunto:Alguém não poderia buscar a realização de novos cursos com o objetivo de melhorar o nosso carnaval??

  • Ana maria@hotmail.com diz: 8 de abril de 2011

    Fantasias é complicado falar!!! Não entendo como um carnavalescos de grandes conquistas fica de fora, fazendo carnavais em outras cidades, será que o preço dele é muito alto??
    Vejo que carnavalesco como Paulinho Trindade sempre foi um cara de negociação e sempre trabalhou planejado pelo seus conhecimentos e sempre teve bom resultado por onde trabalhou. sempre acompanhando de perto os trabalhos, na minha opinião de leigo, o Paulinho poderia ter participado na equipe colaborando com seus conhecimentos, pois sabemos que ele tem amor pela Protegidos, poderia ter ajudado os novos talentos e contribuido bastante, pois acho que acumular funções é muito arriscado, ou você faz uma coisa direito ou então não faz! Acho que todo mundo tem o direito de começar, mas quando tiver preparado em tudo que pede a função, por isso, tem que ser conhecedor no tempo, no acompanhamento, na compra de material em tudo que é preciso, acumular coisas nem sempre funciona, por isso é que eu digo cada, um na sua, cada macaco no seu galho.

  • Marta cabral diz: 8 de abril de 2011

    O comentário da Ana Maria traz outra questão, no ano do Beto Carrero o carnavalesco da Protegidos era Paulinho Trindade, um carnavalesco de grandes conquistas como ela disse (concordo), e aconteceu aquele desastre. Ela fala que tem que ter domínio de tempo, acompanhamento, compra de material, todo mundo sabe que Paulinho é fera e domina tudo isso, mas naquele ano teve o carro do Beto Carrero que todo mundo viu que foi um fiasco e muitos problemas de fantasia faltando coisa e entregada em cima da hora. A minha pergunta é, será que depende só do carnavalesco dominar isso tudo ou tem muito mais coisas por traz, será que isso tudo não passa mais pela diretoria do que pelo carnavalesco? O ilha a ver navios já falou alguma coisa e pode ajudar a responder a pergunta.

  • Carlota Joaquina diz: 8 de abril de 2011

    Esse ano fui pegar minha fantasia em uma escola que não vem ao caso e cantei onde está, diz aí, Carlota Joaquina veio descobrir!! É muita diferença de material e a desculpa foi que o fornecedor do Rio manda errado. Esses caras faturam milhões com o carnaval e ainda mandam errado?? tem que exigir qualidade sim senhor!! não é uma gincana de colégio, é desfile de escola de samba, mudar cor de material caso da minha ala, é um abuso da loja, a escola tem que cobrar ficar em cima. comprei pluma verde veio azul, não gosto de azul por causa do futebol e tive que desfilar com aquilo!!

  • Marcos Cesar diz: 8 de abril de 2011

    Marta Cabral, concordo com você em parte!!Seu comentário é respaldado de fato real, me lembro do ano do Beto Carreiro. Mas se isso vem acontecendo há anos e é mais um motivo para não fazer do Carnaval sempre uma aposta, o talento tem que ser preparado para desempenhar seu papel com amadurecimento, é como no futebol ninguém coloca uma revelação em campo sem ele ser treinado com os jogadores tarimbados, pois o presidente e sua diretoria não vão queimar um futuro grande jogador num jogo, me lembro mudando de campo. Alan Cardozo foi dois anos apoio de Paulinho Carioca, pegou a manha e como tinha talento arrebentou. Fernandinha do Cavaco veio da escola do mestre Wagner Segura, arrebentou, Marcelo Dutra estudou com mestres do Rio, arrebentou, o Ilha a ver navios falou profissonais. É claro que o talento existe e tem que ter oportunidades, para não queimá-los, por isso é importante o conhecimento e a preparação. A diretoria teria que ter essa visão, lançar devagar e depois apostar. Acumular funções é coisa de político que acumula pasta, e dá cada rolo.

  • joao carlos diz: 8 de abril de 2011

    No seu comentario o Ilha a ver navios escreveu uma coisa importante que é pessoas em determinadas funções apenas por serem antigos na agremiação sem possuirem mérito para tal. Entendo que ele queira dizer mais em termos de condições para o trabalho que a escola precisa. Também acho isso e dou como exemplo escolas onde também pessoas que são familiares de membros da diretoria ocupam cargos e isso muitas vezes sai do lado carnavalesco e cai no familiar. Mas aí é aquela coisa, se você reclama o presidente de manda embora e fica com a mulher ou quem seja do lado. É complicado.

  • Ana maria diz: 8 de abril de 2011

    Se não tem autoridade para discutir o profissional, tem medo de perder a função, não assuma, fica na sua, não pega!! Ja discordei de chefe de ala, presidente de escola por achar que sua decisão não era correta, me falou, vou chamar outro pro seu lugar, respondi: Demorou, saí e ele colocou outro e deu tudo errado e ele foi cobrado pela comunidade. tem que estar preparado sim em qualquer lugar de trabalho, se o costeiro rasga, a calça está larga a culpa é só da costureira, a culpa é so do presidente, da diretoria! A culpa é de todos do setor, cada um com sua parcela, vamos ser profissionais, carnaval não é gincana de escola, carnaval não é lugar de aposta, carnaval não é loteria.

  • preocupado diz: 9 de abril de 2011

    Fico preocupado com essa divisao entre apostar e nao apostar. Tem aposta certa e aposta errada e feita na hora certa do jeito certo ou do jeito errado. Acho q nossas escolas precisam de mais apostas no sentido geral. Apostar mais em ousadia, em carros diferentes, em fantasias diferentes, em enredos de qualidade (pq sera q as 2 primeiras nao tinham enredo comercial e nao estavam mais pobres q as outras?). Tem que apostar em novos jeitos de organizaçao, em caminhos diferentes para tudo que está errado. “Aposta” é a palavra do momento. É aquilo que NINGUÉM faz, nao importa se botaram a ou b para trabalhar se continua tudo igual. Nem a comissao inexperiente da Princesa nem a supercomissao do Copa deram certo. Apostas ruins? Nao, é que nao houve aposta nenhuma. Eram peças diferentes para o mesmo jogo de sempre.

  • Edinho roldan musico percussista diz: 11 de abril de 2011

    No mês de outubro a UDESC apresentou junto com o pessoal do curso de carnaval do Rio de janeiro oficina de FANTASIA E ADEREÇO totalmente de graça, só compareceu no curso os alunos da moda da universidade. Onde estavão sa pessoas do CARNAVAL DE FLÓRIPA? Á nestes mesmos dias rolou palestras e debates de carnavalescos e mais oficina de percussão .

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