Festa
Foi dado o pontapé inicial para o desfile da Acadêmicos do Grande Rio. O lançamento do enredo, nesta noite em Florianópolis, foi um show. O carnavalesco Cahê Rodrigues falou em energia, fascÃnio, encantamento.



Foi dado o pontapé inicial para o desfile da Acadêmicos do Grande Rio. O lançamento do enredo, nesta noite em Florianópolis, foi um show. O carnavalesco Cahê Rodrigues falou em energia, fascÃnio, encantamento.



Na coletiva para a imprensa com o pessoal da Acadêmicos do Grande Rio, nesta tarde, o carnavalesco Cahê Rodrigues deu algumas informações sobre como a escola irá se apresentar na Sapucaà na noite de 7 de março: 4 mil componentes, 30 alas, seis carros alegóricos.
O enredo Ijurerê Mirim - A Encantada Ilha das Bruxas (Um conto de Cascaes)  - foi divido em seis setores. Cahê confirmou que o ‘encontro entre o Carnaval de FlorÃanópolis com o Carnaval do Rio’ se dará a partir da última alegoria. Disse que desde ontem florianopolitanos estão sendo convidados para desfilar. Um deles, Guga Kuerten, estaria curioso para saber como o carnavalesco o ‘jogaria’ na avenida. Também está prevista a participação de um grupo folclórico da Ilha, provavelmente de um boi de mamão.
- Vamos contar a história da Ilha de uma forma encantadora, com suas bruxas, sejam vivas, sejam más…
Na mesa que participou da coletiva estavam o prefeito em exerÃcio Márcio de Souza, Cris Viana (madrinha de bateria que ainda não foi coroada), Mônica Carvalho (passista), a manezinha Mirella Santos, Tiago Andrino (Instituto Contato) e o ator Hugo Gross. Cahê falou que as bruxas, muitas vivas, vão tomar conta da SapucaÃ. Uma hora antes do começo do lançamento do enredo, na AABB, devem estar pela vizinha Praia de Itaguaçu…
Bateria-show da Protegidos da Princesa fez, nesta noite, o último ensaio para a apresentação de amanhã (noite de sexta-feira). Interessante ver a dedicação do pessoal: local aberto, sereno no couro, pouca luz. Mas estavam lá. Começando e recomeçando, com paradinha e tudo. Mestre Marcelo Dutra vai com 22 ritmistas, o mesmo número de Mestre Ciça, da Grande Rio. A blogueira deu uma passada pelo ensaio, ao lado da Casa da Liberdade, e conferiu algumas surpresinhas preparadas. Serão apresentados sambas-enredos da tricolor de Duque de Caxias e um de cada escola de Florianópolis. Repertório da noite inclui Rancho de Amor à Ilha e Hino do Manezinho. Grupo musical vai com:
Intérprete: Alan (Protegidos)
Violão: Wagner Segura (Copa Lord)
Cavaco: Fernanda (Protegidos)
Bandolim: Jean (Consulado)
Grupo Número Baixo faz o show de encerramento da festa.
Veja o vÃdeo abaixo:
Os atores Suzana Vieira, Raul Gazolla, Cosme dos Santos e Nelson Freitas, do humorÃstico da Rede Globo, participam de entrevista coletiva nesta sexta-feira, 16h, em Florianópolis. Os globais, que desfilam na Grande Rio, vão falar sobre a escolha do tema Florianópolis pela escola Duque de Caxias. Também participam o presidente de Honra da agremiação, Jayder Soares, o presidente administrativo, Hélio Oliveira, e o carnavalesco Cahê Rodrigues.
Colega Sione de Jesus, do setor de Comunicação da Protegidos da Princesa, encaminha a sinopse do enredo 2011. O trabalho é assinado pelo professor Elson Pereira. Confira.
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Introdução: carnaval, oktober e cerveja parece ser um trio perfeito: os três combinam com alegria. A Protegidos da Princesa traz para este carnaval histórias que caminham juntas: a da cerveja, a da migração alemã em Santa Catarina e a da Oktoberfest. Duas dessas histórias se devem quase ao acaso: a invenção (ou descoberta) da cerveja e o nascimento da festa de outubro ou Oktoberfest (em alemão).
Aquele lÃquido surgido da fermentação do pão junto com a água dera origem entre os Sumérios a uma bebida rústica que é cada vez mais elaborada e apreciada há mais de 5000 anos; por sua vez, quando o rei da Baviera, região ao sul da Alemanha, pensou em convidar toda a população de seu reino para a festa de casamento de seu filho, regada à cerveja, não imaginou que ela se repetiria por séculos até se tornar a maior festa da cerveja do mundo, realizada anualmente e exportada, chegando até mesmo à cidade de Blumenau, em Santa Catarina, a mais de dez mil quilômetros de Munique, capital da Baviera.
O que era impossÃvel de imaginar é que esta festa poderia dar samba. Menos ao acaso foi a migração alemã em Santa Catarina; mas muitas surpresas também aconteceram. E será em uma atmosfera de surpresas que a Protegidos fará seu desfile de 2011: venha descobri-las.
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Justificativa:
A cerveja: O acaso nos trouxe uma das mais populares bebidas do mundo: um pouco de massa de pão deixada pelo lado de fora de casa, molhada, fermentava e se tornava ainda melhor. Isso aconteceu entre os Sumérios, povo do Oriente Médio, há mais de cinco mil anos atrás. Era uma espécie de cerveja primitiva, o “pão lÃquido dos deuses”. Com o passar dos tempos, os Sumérios e os Babilônios dominavam a fabricação de 20 tipos de cerveja diferentes. A “Sikaru” era utilizada para honrar os deuses e alimentar os doentes; por sua vez, a deusa da cerveja se chamava “Ninkasi” (aquela que enche a boca) cujo hino a ela dedicado era uma receita de cerveja.
A cerveja se popularizou entre os povos antigos e ultrapassou os limites da Mesopotâmia e logo chegou ao Egito. A primeira cervejaria que se tem notÃcia no Egito data de 5.400 anos a. C.. Lá, a cerveja fazia parte inclusive do receituário médico. Ela era oferecida aos deuses; dada regularmente aos escravos que construÃram as pirâmides e colocada dentro dos sarcófagos dos faraós para que eles tivessem uma provisão do pão lÃquido após a morte.
Os EgÃpcios ensinaram aos gregos os segredos da cerveja. Esses, por sua vez, ensinaram a arte de produzir cerveja aos romanos. Todavia, em 500 a.C. e no perÃodo subseqüente, gregos e romanos deram preferência ao vinho. A cerveja passou então a ser a bebida das classes menos favorecidas, muito apreciada nas regiões sob domÃnio romano, principalmente pelos germanos e gauleses. Foi nessa época que as palavras cervisia ou cerevisia passaram a ser utilizadas pelos romanos, em homenagem a “Ceres”, deusa da agricultura e da fertilidade. Na Gália (hoje a região da França), tradicionalmente consumidora de cerveja, a influência do vinho Romano atingiu, sobretudo, as elites. Mas os pobres continuavam bebendo uma cerveja feita de trigo, misturada ou não com mel. O vinho das legiões romanas não se impôs aos povos que ficaram fora do Império. A cerveja permaneceu a bebida eleita nas regiões nórdicas, fato confirmado pelas lendas e mitologias locais.
Na Idade Média, a produção e consumo de cerveja tiveram um grande impulso, muito por causa da influência dos mosteiros, locais onde este produto era não só tecnicamente melhorado, como também produzido, consumido e vendido. Naquela época, os mosteiros eram como um hotel para viajantes, oferecendo abrigo, comida e bebida aos peregrinos. Há relatos inclusive de milagres que transformaram água em cerveja, como é o caso de Santa BrÃgida na Escócia. Em alguns lugares, a cerveja chegou mesmo a ser mais popular do que a água, pois o processo de fabrico fazia com que muitas das impurezas fossem filtradas o que fazia muita gente trocar água por cerveja. No século XII, os cervejeiros de ofÃcio suplantavam os monges.
Em 1516, na Alemanha, foi criada uma lei que defendeu a produção de cerveja de qualidade. Até então, utilizavam-se ingredientes muito estranhos para aromatizar as cervejas como, por exemplo, folhas de pinheiro, cerejas silvestres e ervas variadas. Foi o Duque Wilhelm IV da Baviera o criador da Reinheitsgebot - lei da pureza - que tornou ilegal o uso de outros ingredientes no fabrico de cerveja que não fossem água, cevada e lúpulo (nessa época ainda não se conhecia e utilizava conscientemente a levedura). O crescimento das exportações fez com que muitas cidades alemãs ficassem famosas. Munique é provavelmente a mais conhecida cidade cervejeira da Alemanha. Os estudos de Louis Pasteur em 1876 sobre o fermento e os microorganismos possibilitaram o inÃcio da preservação dos alimentos devido ao método da pasteurização. Tal descoberta deu um forte Ãmpeto à s cervejarias, para além de ter possibilitado a preservação da cerveja de um modo mais eficiente. O uso da pasteurização é que diferencia o Chope da Cerveja tradicional.
E como a cerveja chegou ao nosso PaÃs? Não foram os alemães que trouxeram a cerveja para o Brasil; ela veio junto com a famÃlia real portuguesa em 1808, pois o rei D. João (o avô da princesa pela qual somos Protegidos) adorava a cerveja tipo Ale fabricada na Inglaterra (mais escura e encorpada que a Lager fabricada na Alemanha).
No entanto, ela era restrita a poucos. A primeira notÃcia de fabricação de uma cerveja brasileira data de 1836; e se a introdução da cerveja em território brasileiro não foi tarefa dos alemães, a fabricação de cerveja no Brasil está fortemente marcada pelos migrantes vindos da Alemanha.
Samba, suor e cerveja: atualmente, a bebida mais consumida no carnaval é a cerveja resultando na combinação samba, suor e cerveja. Parece impossÃvel imaginar o carnaval sem a presença da cerveja.
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A migração alemã no Brasil:
Cerca de 250 mil alemães migraram para o Brasil. Foi após as guerras napoleônicas que a primeira leva de alemães chegou no território catarinense. Ao chegar aqui, as famÃlias alemãs encontraram terras bem diferentes daquelas prometidas; depois de uma cansativa viagem marÃtima conheceram um território sem infra-estrutura, nenhuma liberdade religiosa, doenças tropicais e Ãndios nada dóceis, que chamavam de bugres. Tinham a missão de povoar o grande vazio demográfico entre o planalto e o litoral. Os soldados alemães que vieram para lutar na Guerra Cisplatina foram depois entregues aos núcleos coloniais recém-criados.
O InÃcio do processo de colonização foi uma decisão do Rei D. João VI; a abertura dos portos em 1808 teve como conseqüência a vinda de inúmeros estrangeiros para o Brasil: um edital do prÃncipe regente permitia a imigração de não-portugueses, concedendo terras a católicos de outras nacionalidades. Os Alemães, considerados bons agricultores, eram os imigrantes ideais para povoar as terras do sul do Brasil. A carta régia previa concessões substancias aos imigrantes. A primeira colônia alemã expressiva em Santa Catarina foi São Pedro de Alcântara, criada em 1º de março de 1829. Os alemães que ali se implantaram chegaram a Desterro no ano anterior nos navios LuÃza e Marquês de Viana. A colônia não prosperou devido a pouca qualidade das terras e à falta de apoio governamental; no entanto, deu impulso a novas colônias próximas ao rio ItajaÃ-Açu. Até hoje São Pedro de Alcântara conserva a herança dos primeiros anos de colonização. A cidade foi batizada em homenagem à famÃlia imperial e criada para fortalecer o território por onde passava a estrada que ligava Desterro a Lages.
A partir de 1840 houve um novo impulso de migração alemã para Santa Catarina. Os grandes núcleos de colonização só iriam prosperar a partir de 1850 com a fundação de Blumenau e Joinville em 1851.
Destaque para o colonizador Dr. Hermann Otto Blumenau. Ainda hoje, encontramos em Blumenau os traços da cultura alemã; aliás, Blumenau é a própria cultura alemã. Foi através do rio ItajaÃ-Açu que corta a cidade que chegaram os primeiros colonos.
Em 1852 criou-se a colônia de Dona Francisca, com a chegada de 124 imigrantes e foi rebatizada em homenagem ao prÃncipe Joinville, filho de LuÃs Felipe I, rei da França. Desenvolveu-se ali,uma indústria têxtil importante; a partir dessa colônia novas colônias foram geradas no médio vale do ItajaÃ-Açu e ItajaÃ-Mirim como Pomerode, São Bento, ItajaÃ, Indaial, Timbó, Gaspar e Guabiruba. A grande responsável pelo sucesso do inÃcio da colônia foi a Sociedade Colonizadora Hamburguesa que comprou as terras do prÃncipe. Joinville é hoje conhecida por seu parque industrial, um dos mais importantes do Brasil, mas nem por isto esqueceu a natureza e tem o tÃtulo de cidade das flores.
A cidade considerada como a mais alemã do Brasil foi fundada por migrantes da região da Alemanha chamada Pomerânia e por isto foi batizada de Pomerode. Da arquitetura alemã ao hábito de falar
alemão em casa ou nos clubes de caça e tiro, a cidade é o retrato fiel dos hábitos de imigrantes vindos do norte da Alemanha. O idioma alemão é obrigatório nas escolas desde a década de 1990; na rádio ouvimos música alemã; a educação e a economia são os destaques do lugar. Assim como todo o vale do ItajaÃ, Pomerode tem destaque pela culinária alemã: marreco recheado, cucas e bolachas caseiras.
“no ano de 1829, a Alemanha de hoje nem existia como um paÃs, o que aconteceu somente a partir de 1871, demonstrando que vamos encontrar entre os imigrantes, uma diversidade muito grande.
Cada região conta com momentos peculiares (…). Seu amor a música contribuÃa para que se formassem desde conjuntos musicais, até uma grande orquestra. As bandinhas formavam o elemento fundamental na vida social da colônia, tudo era motivo de festa.
E a história assim foi contada: a despedida da Mãe Terra, a acolhida da Terra da Liberdade, a conquista, o fortalecimento nas colônias, o surgimento da indústria, modernidade e diversificação(…)
Uma epopéia de amor, de fibra e de esperança no mundo onde progresso e novas tecnologias andam de mãos dadas com a sensibilidade de a beleza”
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As festas alemãs:
É neste contexto de uma geografia fortemente marcada pela cultura alemã que as festas regadas a cerveja se multiplicam, das pequenas à s grandes localidades. A Protegidos da Princesa quer apresentar neste carnaval as cores, o sabor e a alegria dessas festas. A principal delas, a Oktoberfest de Blumenau, foi buscar na própria Alemanha a inspiração para sua realização: desde 1810 se realiza a Oktoberfest de Munique; naquele ano aconteceu o casamento do prÃncipe herdeiro LuÃs (que se tornou Luis I da Baviera) com a princesa Tereza de Saxe-Hildburghausen. Todos os habitantes da região foram convidados para a festa que aconteceu no mesmo lugar onde hoje se realiza a maior festa da cerveja do mundo: a Theresienwiese. No encerramento da festa, aconteceu uma corrida de cavalos com a presença do Rei da Baviera; o sucesso foi tamanho que a festa se repetiu ano após ano, sendo cada vez mais freqüentada e chegando aos dias de hoje.
Em 1984 a prefeitura de Blumenau começou a organizar sua I Oktoberfest; no entanto, em agosto daquele ano, a exemplo do ano anterior, uma grande enchente atingiu a cidade. Mesmo com a catástrofe, a prefeitura manteve a festa que se tornou a maior festa alemã das Américas e um exemplo de superação de um povo frente a uma grande adversidade. A partir daquele ano a festa não parou de crescer, atraindo pessoas de todos os lugares do paÃs.
Hoje, a Oktober (apelido carinhoso da Oktoberfest) é uma festa voltada à preservação das caracterÃsticas tradicionalistas, disseminando ainda mais a dança, a música, a gastronomia, o folclore e os costumes alemães. Ela igualmente ajuda o desenvolvimento de cervejarias artesanais.
Durante os dias de festa, são muitas horas de música, bandas nacionais e alemãs. A Banda Cruzeiro é a mais antiga em atividade com mais de 60 anos de vida; ela se apresenta desde a segunda edição da festa. A fome é saciada através dos mais de 20 pontos de vendas de comida tÃpica alemã e a sede através de mais de 50 bicas de cerveja.
Os desfiles que acontecem no centro de Blumenau são ainda outra atração da festa; realizados na rua XV de novembro, principal via da cidade, deles participam clubes de caça e tiro, grupos folclóricos e teatrais, a rainha e a princesa da Oktoberfest, representantes das festas de outubro de outras cidades catarinenses, o vovô Chopão, etc.
Um personagem de destaque da Oktober de Blumenau é Ingo Penz, piloto de uma moto Java de 250 cilindradas, ano 1951 a qual ele acrescentou um side car para acomodar mais uma pessoa e um barril de 30 litros de chope que ele distribui gratuitamente para aqueles que acompanham o desfile: é a Choppmotorrad. Em 25 anos de participação já foram distribuÃdos mais de 20 mil litros de chope e percorridos mais de 50 mil quilômetros.
Durante a festa também ocorre o Concurso Nacional de Tomadores de Chope em Metro, nas categorias masculina e feminina. Cada recipiente do concurso totaliza 600 ml de chope. No entanto, Blumenau não é a única cidade catarinense que celebra uma grande festa regada à cerveja no mês de outubro; em Brusque temos a Fenarreco, em Timbó temos a festa do Imigrante, em Jaraguá do Sul temos a Schützenfest, em Itapiranga uma outra Oktoberfest (segundo alguns, a primeira em Santa Catarina), entre outras.
Blumenau recebe anualmente mais de 700 mil pessoas na Vila Germânica para festejar a maior festa alemã das Américas. São essas e muitas outras histórias que a Protegidos da Princesa vai contar nesta noite de carnaval; seria como transformar a Nego Quirido na Theresienwiese, ou na Vila Germânica, os locais onde se realizam as maiores festas da cerveja do mundo…
Elson Pereira
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loco Dascuia definiu o tema do enredo: Turismo 100% na Ilha dos Manezinhos. Ideia de Altamiro José da Costa Júnior foi aceita e começará a ser trabalhada para o enredo 2011. A escolha pretende favorecer um patrocÃnio. Terceiro colocado no desfile de 2010, o bloco tem Jeisson Dias como autor de seus sambas e a mesma voz na avenida.
O recado chega de Navegantes: vem aà a segunda edição do “Esquenta de Carnaval - Navegay de Inverno”, na festa dos 48 anos do municÃpio. O evento, que superou as expectativas da organização no ano passado, será realizado no dia 29 de agosto, a partir das 15h, e o trajeto seguirá da Avenida João Sacavem (próximo ao ferry boat) até o Ginásio Municipal de Esportes. A Secretaria do Turismo espera um público acima de 10 mil pessoas. Serão quatro trios elétricos animados com DJ’s.

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