Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Posts com a tag "Cultura"

Maratona Cultural

20 de março de 2012 2

 

Entre 23 e 25 março, Florianópolis recebe a segunda edição da Maratona Cultural. Este ano, o evento oferece apresentações gratuitas e diversificadas em 30 pontos da cidade, envolvendo 680 artistas.

Serão 36 horas de programação, com música, dança, teatro, cinema, exposições e intervenções urbanas. show de abertura, às 19h de sexta-feira, no Parque de Coqueiros, será comandado pela escola de samba União da Ilha da Magia e Neguinho da Beija-Flor.

No mesmo dia, às 21h, a Cia. Jovem da Escola Bolshoi apresenta o espetáculo Gala Bolshoi, no Teatro Pedro Ivo Campos. Outras atrações esperadas pelo público são os shows nacionais de Lenine e Edgar Scandurra.

Tem opções para o público infantil. Na Beira-Mar Norte, as apresentações terão iníco, dia 24, pela manhã, com a Brinquedoteka Móvel Brinqtal, das 10h às 16h; na sequência, o musical infantil Tac Tic Tum, às 11h; e o projeto Pirim conta histórias com a IGKTega, do Ateliê do Comediante e Instituto Guga Kuerten, das 14h às 16h.

Para assistir aos espetáculos em locais fechados, como o Teatro Álvaro de Carvalho (TAC) e o Centro Integrado de Cultura (CIC) é preciso retirar os ingressos com uma hora de antecedência, no próprio local.

Acompanhe informações:

Site: www.maratonacultural.com
Facebook:
www.facebook.com/MaratonaCultural
Twitter: @MaratonaCult



Bookmark and Share

Negros

15 de março de 2012 1

A Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial de Florianópolis/COPPIR e a Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes/FCFFC convidam para:

Lançamento dos Editais de Cultura Negra e Cultura Indígena do Fundo Municipal de Cultura de Florianópolis/SC

Local: Abertura da III Conferência Municipal de Cultura de Florianópolis, no Auditório do Centro de Eventos da UFSC

Data: 19 de março de 2012, 2a feira, 13h30min

Acesse o site

Bookmark and Share

Das Antigas

29 de abril de 2011 7

Ano de 1998 e o assunto o filme sobre o poeta Cruz e Sousa.

Na foto, o cineasta Silvio Back, Avez-Vous, Edu Aguiar e  Zeca Pires.

A imagem pertence ao arquivo de Edu Aguiar e foi gentilmente enviada por ele ao blog.

Por falar em Edu: ele e Celinho fizeram o samba campeão de 1999 – Cruz e Sousa, o Cisne Negro da Literatura Universal

Bookmark and Share

Vídeo: Cultura

28 de abril de 2011 17

Quem não conhece pelo menos um sambista com dificuldades para viabilizar projeto?

O assunto é relevante e abrangente. Envolve músicos, artistas, escritores, documentaristas…

Vamos para mais uma Tamboringadas.

 

Bookmark and Share

Tamboringadas: cultura é o tema do próximo vídeo

27 de abril de 2011 6

Tamboringadas está de volta.

O próximo vídeo traz uma conversa sobre as dificuldades que os artistas encontram para viabilizar projetos como gravação de CDs, shows, DVDs.

Participaram do papo:  o músico Jeisson Dias, o intérprete e compositor Celinho do Copa Lord, a produtora cultural Chris Ramirez e a técnica Luana Bayestorff, da área de projetos da Secretaria de Cultura do Estado (SOL).

Jeisson supreendeu:

- Um dos meus projetos não foi aprovado. Perdi para o Astor Piazzolla.

Celinho já gravou CD e falou sobre como está a distribuição:

- Encaixotada.

Logo Tamboringadas vai estar no ar.

Como dizia Haroldo Melodia, segura a marimba!

Bookmark and Share

Alécio, pérola da Banda do Zé Pereira

27 de fevereiro de 2011 1

 

Com sandálias e camiseta do Zé Pereira, o mais antigo integrante da tradicional banda do Carnaval do Ribeirão da Ilha, Alécio Heidenreich, 82 anos, se emociona ao contar hoje histórias dos tempos quando tocava sax.

- Era gurizinho e já assistia o Zé Pereira pelas ruas do nosso Ribeirão da Ilha, onde hoje se cultiva ostras. Comecei como músico em 1951 tocando clarinete. Depois mudei para o sax.

As marchinhas preferidas eram - e são – são Mamãe eu quero e…

- Se a rede não virar, olê, olê, olá, eu chego lá! – cantarola Alécio.

Naquela época, lembra, os músicos tocavam desde janeiro nos clubes para ficar com a embocadura firme.

- Não existia energia elétrica e a gente fazia lanterna vermelha, amarela e azul com bambu. O pessoal ia clareando e brincando no meio do povo.

Alécio conta que tempos atrás fez lanternas iguais para mostrar aos mais jovens como era:

- Mas ninguém quis carregar.

Embora não toque mais por indicação médica, Alécio é considerado integrante da banda e inspira respeito inclusive do músico mais novo, Guilherme Pereira Bach, 12 anos, há quatro anos tocando trompete.

 - Alécio foi o grande músico da banda e ficou durante anos. Ele sempre vai nas apresentações – conta o garoto, que gosta de ver, de cima do trio elétrico, as pessoas “igual formiga lá em baixo”:

- E aqui do carro a gente se sente gigante.

Se Guilherme fosse tocar uma música para Alécio, seria Ressurgimento.

- É um dobrado. Quando a banda voltou, tocaram essa música. Tocaria essa para seu Alécio porque apesar de ele não tocar mais, vai sempre com a gente.

A escolha não é por acaso.

No Carnaval de 1952, o Zé Pereira não saiu por falta de instrumento e a tristeza tomou conta do bairro. No mesmo ano, as famílias se reuniram, compraram instrumentos, cuidaram da condução e alimentação e a banda voltou a tocar.

A primeira música foi Ressurgimento, do maestro Basílio Machado.

Foi na festa da igreja Nossa Senhora da Lapa. Na frente, os mais idosos, e os mais jovens atrás. Uns choravam e outros riam de alegria – recorda Alécio.

- Naquele tempo era um orgulho ser músico. O que a gente sabe, ensina. Queria que eles fossem além de mim.

Alécio é cheio de histórias para contar.

Trabalhamos a vida inteira por essa banda. Durante 25 anos dormi sentadinho no fusca para levar o maestro. Era tudo de graça, sem cobrar um tostão - recorda o ex-construtor de baleeira e secretário aposentado da UFSC.

Alécio assistiu sua banda arrastar uma multidão neste domingo. Encostado numa casa colonial do bairro onde nasceu, vestindo a camiseta da banda que lhe deu tantas alegrias.

Sandálias nos pés, brilho nos olhos.

Alécio Heidenreich. Nome para ficar registrado na história da cultura da Ilha.

Se fosse possível, registro com áudio:

Ressurgimento.

 

 

Colaborou: Gabriela Rovai

Bookmark and Share

Afoxé Olorun: antes da folia, a purificação

20 de dezembro de 2010 0

 

Quem avisa é Claudio Mizraji, que trabalha na Coordenadoria da Igualdade Racial, em Florianópolis: antes da folia se deve purificar as ruas da cidade. Por isso está previsto para 26 de fevereiro uma festa no Centro da Capital.

Ideia é fazer um grande encontro de cultura popular e afro brasileira.

Oportunidade de reforçar o manifesto pela suspensão do primeiro feriado municipal do Dia Consciência Negra, luta dos movimentos negros e sociais da cidade.

Transformar o ritual em um ato contra a intolerância racial e religiosa na Grande Florianópolis.

A agenda das apresentações artísticas e culturais está sendo montada. Um dos convidados é o Afoxé Filhos de Gandhy, do Rio de Janeiro, para o apadrinhamento do Afoxé Omo Olorum.

Afoxé

O Afoxé Omo Olorun realizou seu primeiro desfile em 2007 com mais de 300 pessoas abrindo o Carnaval da Alegria do município de São José.

Em 2009, abriu a folia em Joinville. Em 2010 foi a vez de purificar as ruas para o Carnaval de Florianópolis. Tem participado de manifestações, como o Dia da Consciência Negra.

O que é

Estudos das manifestações culturais e religiosas africanas, relatam que no século XIX, na cidade de Lagos – Nigéria (Africa), no mês de janeiro acontecia uma diversão, um cortejo festivo em que os participantes se vestiam, enfeitavam com adornos e máscaras esse cortejo era chamado de DAMURISHA (ou festa da RAINHA), temos certeza que é a raiz dos Afoxés brasileiros, e quem sabe também do nosso carnaval.

Entre 1770 e 1850, milhões de negros yorubanos foram transportados para o Brasil na condição de escravos. Esses negros influenciaram decisivamente na formação cultural do Brasil, chegando até os dias de hoje como forma de resistência cultural.

 

O Afoxé possui dentre tantas outras qualidades, uma plasticidade visual sedutora e envolvente, com a gestualidade das danças e cantigas características africanas, seu ritmo é o Ijexá que suave e cadenciado arrasta multidões por onde passa.

Portanto, o Afoxé é uma manifestação afro cultural que também se apresenta no período do carnaval, mas que não tem a representação de ser um bloco carnavalesco.

Sua função é abrir o desfile na avenida, vindo antes das escolas de samba para “limpar e purificar” a passagem contra toda “negatividade”, para que o carnaval seja próspero com paz e harmonia…

Afoxé Omo Olorun, nasceu em 2007 na cidade de Florianópolis sendo uma ramificação do Afoxé Omo Ijexá do Ile Axé Igba Afauman do saudoso Babalorixá Kafú Milodé, que por 16 anos abriu os carnavais de Curitiba.

Em 2005 Claudio Mizraji foi iniciado para o Candomblé por Babá Kafú Milodé, ganhando um cargo de importância no Ile Axé Igba Afauman com mais de 2000 filhos iniciados, sendo uma das maiores famílias de terreiro do sul do Brasil.

Em 2007 Babá Kafú como era conhecido, disse a seu filho Claudio Mizraji que ele deveria iniciar um Afoxé em sua cidade, Florianópolis, pois algo muito sério estava para acontecer e ele queria a perpetuação da tradição do seu Afoxé.

Em 2009 Babá Kafú Milodé ‘deixa nossa terra’ (morre) e vai para o Orun viver com seu pai Obaluaye. Falece no dia 5 agosto deixando um império com 14 terreiros de portas abertas em todo o Brasil e exterior.

 

Bookmark and Share

Grande Rio quer Guga na Sapucaí

17 de dezembro de 2010 0

 

Jornalista Ricardo Medeiros, o Ricardinho, envia informações sobre o convite recebido por Guga Kuerten para desfilar na Acadêmicos do Grande Rio.

Diretores da Escola de Duque de Caxias (RJ) visitaram o ex-tenista na manhã desta sexta-feira, no IGK, em Florianópolis.

Conforme o carnavalesco Cahê Rodrigues, Guga foi muito simpático e receptivo ao convite.

- Agora teremos o embaixador de Floripa para abrilhantar ainda mais o carnaval na Marquês de Sapucaí.

Participaram do encontro também Jayder Soares, presidente de Honra da agremiação, e Márcio de Souza, do Grupo Floripa na Sapucaí.

Para Márcio, Guga fez um manifesto emocionado sobre a participação dele na festa da Grande Rio, que levará para a avenida o enredo “Y-Jurerê-Mirim: a encantadora ilha das bruxas (um conto de Cascaes)”. Guga Kuerten terá uma ala com 150 integrantes, entre familiares, amigos e outros participantes.

A Grande Rio irá pisar no sambódromo no dia 7 de março, com cerca de 4 mil componentes, distribuídos em 32 alas e mais sete carros alegóricos. Conforme Cahê Rodrigues, o desfile da escola terá seis setores.

O primeiro deles é intitulado de “Magia Encantada da Ilha”, com bruxas e lobisomens, entre outras lendas. “Filhos da Terra” será composto pelos índios carijós e cultura açoriana, enquanto o setor “Arreda, Arreda Assombração” terá diversas obras de Cascaes.

O quarto setor leva o nome de “Uma Ilha entre Fitas, Cantos e Danças” e contará com pau de fita, festa do divino e outras tradições.

O “Santuário Ecológico” será composto pelas praias, flora e fauna.

Já “Floripa de Todos nós” contemplará, dentre vários itens, a ala do Guga Kuerten, além dos times de futebol Avaí e Figueirense, casarios, rendeiras e surf.

 Compra de fantasias

De acordo com o carnavalesco Cahê Rodrigues, os interessados em adquirir fantasias poderão procurar os presidentes de alas, pelo site da Escola: www.academicosdogranderio.com.br As fantasias variam de R$ 600 a R$ 1000, salienta o dirigente.

 Espetáculo para o mundo

O coordenador do Grupo Floripa na Sapucaí, Márcio de Souza, destacou que a homenagem a Florianópolis poderá ser vista em todo o planeta por cerca de 800 milhões de pessoas, com a transmissão pela TV Globo.

- A capital catarinense terá uma visibilidade jamais imaginada –  comemora.

Márcio declara ainda que em média a cidade que é reverenciada na Marquês de Sapucaí tem um aumento médio de 20% de visitantes.

Fonte: assessoria de imprensa do Grupo Floripa na Sapucaí

Bookmark and Share

Toque de Mané: Documentário Aldírio Simões

17 de dezembro de 2010 0

Um trabalho que exigiu tempo e dedicação, mas que deixa satisfação.

Assim se sente o jovem jornalista Guilherme Vieira Brazzalle, que agora disponibiliza para a rede o documentário sobre o manezinho Aldírio Simões.

Sentimentos diferentes para quem conheceu e conviveu com Aldírio. Para a maioria, com certeza saudade. Para os mais jovens mas também ligados ao samba e a cultura local, uma oportunidade de conhecer um de seus ícones.

Entre as coisas que guardo de Aldírio, um elogio em plena Nego Quirido. Vestia calça branca e uma camisa azul estampada. Lembro que lhe falei que gostava muito do programa na TV e ele me retribuiu com um: ‘Tu também é boa’.

Foi muito importante aquele reconhecimento simples e sem qualquer pretensão. Apenas sincero.

Mas é o livro O Pirão Nosso de Cada Dia, da Lunardelli, que de certa forma me aproximou mais de Aldírio: em suas páginas aprendi a fazer e gostar de Ovelha de Mercador, uma das receitas e que vem assinada por Elias Salim Achar. E de tantas outras.

Aproveito para enviar um abraço aos filhos, especialmente ao Sione que devido à profissão tenho mais contato.

Boa sessão a todos!

 

 

Bookmark and Share

Beirão: na passarela, nos palcos...

11 de novembro de 2010 2

O trabalho de José Alfredo Beirão Filho, carnavalesco da Unidos da Coloninha, está no palco.

Beirão e equipe assinam o figurino de La Traviata, espetáculo que volta a ser atração na Capital, hoje e sábado, desta vez no Teatro Pedro Ivo, com a produção assinada pela Cia. Ópera de Santa Catarina, direção musical e regência do maestro Jeferson Della Rocca e direção cênica de Antônio Cunha. Para quem gosta:

Anote aí:

O quê: ópera La Traviata, montagem da Cia. Ópera de Santa Catarina

Quando: hoje e sábado, 20h (duração: 3 horas)

Onde: Teatro Pedro Ivo (Rodovia SC-401, 4.600, Saco Grande, Florianópolis)

Quanto: R$ 50,00 e R$ 25,00 (estudantes, professores e público acima de 60 anos); Clube do assinante, R$ 40. À venda nos teatros do CIC, Pedro Ivo e Álvaro de Carvalho (TA

Informações: (48) 3233-2324 e cia_opera_sc@hotmail.com

Bookmark and Share