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Posts com a tag "Unidos da Coloninha"

A cara do samba: O chamado afinado de Sabarah

20 de janeiro de 2012 5

O grito toma conta da Passarela Nego Quirido. É o canto que Wilson Rodrigues da Costa, intérprete da Unidos da Coloninha puxa do coração para chamar a escola. Sorriso no rosto, voz afinada e ele manda brasa. Sabará, assim atende o intérprete da escola que neste ano comemora 50 anos. Um perfil que se confunde com a história da agremiação. Em 1962, quando a escola nascia com a turma mirim, Sabará tinha nove anos e se esforçava no colégio para ter como recompensa a chance de entrar na folia. A imposição era da mãe.

Sabarah, a cara do samba de hoje está também publicada na edição impressa do DC.

Leia texto na íntegra

Além do Carnaval, Sabará se envolveu em outra paixão nacional, o futebol. Atuou como jogador profissional no Figueirense e no Avaí e em clubes do Nordeste do país. Em 1984, quando a escola estrearia no grupo especial, ele recebeu um convite por telefone para ser o mestre-sala, como em 1963, aos dez anos. Sabará aceitou vir para o Carnaval, mas para compor a bateria.
Há 14 anos cantando o samba, percebe que seu DNA está na Coloninha. A cidadã samba, Lissá, é filha. Ele se orgulha, pois os quatro filhos e até mesmo a terceira geração dá sinais de envolvimento.
-Quando eu canto e vejo eles todos aqui, fico extasiado. Até meu neto de cinco anos já está se infiltrando – comenta.
Em ritmo de samba, ele toca também a atividade do dia a dia pelo grupo Sambarah que está há um ano na estrada. O nome da banda é alusivo ao apelido do sambista, vindo dos tempos de menino no Estreito.
- Um senhor, vascaíno, montou um time da gurizada da rua chamado Vasquinho. Todos nós tínhamos os nomes dos jogadores do Vasco, como eu era o ponta direita levei o nome de Sabará – explica.
A pretensão para o Carnaval 2012 é vencer. O enredo conta os 50 anos da escola, pincelando histórias do passado. Sabará diz que o samba é ousado e já está dando certo. Para ele, será uma viagem emocionante pela escola e por tudo o que ela já fez.

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Unidos da Coloninha: 50 anos de história no Carnaval de Florianópolis

10 de janeiro de 2012 15

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma missa, na noite desta segunda-feira, abriu as atividades dos 50 anos da Unidos da Coloninha.

Hoje, 10 de janeiro, programação durante todo o dia na sede da escola.

Parabéns à escola Unidos da Coloninha, protagonista da história do Carnaval de Florianópolis.

Na foto abaixo, seu Tita e seu Boca, dois fundadores da escola, com dona Teresa.

 


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Coloninha: Vem aí a feijoada da Velha-Guarda

27 de outubro de 2011 4











 

 

 

 

 

 

Lucinha, da Velha-Guarda da Unidos da Coloninha, convida para a feijoada.

 

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Coloninha nos 50 anos: por que não o título?

17 de agosto de 2011 30

 

Dois ex-presidentes da Unidos da Coloninha são os principais responsáveis em tocar a escola no ano das comemorações do Jubileu de Ouro: Guinha (2001-2002) e Júlio Martins (2003-2004).

O primeiro é o atual presidente, o segundo é o diretor de Carnaval que prepara o desfile para 2012.

Os dois, juntos com o vice-presidente Serginho Cunha, o diretor jurídico Luciano Baracuy e autor do enredo  Sidnei Garcia participaram desta entrevista ao Blog Tamborim.

Perguntado se havia por parte das coirmãs alguma conversa sobre homenagens pelos 50 anos, Guinha brincou:

- Se a gente vai ser homenageado não sei. Mas sei que a Coloninha vai homenagear suas coirmãs.

Perguntei ainda se o fato de ser um ano de comemoração tira a escola da busca pelo título:

- Eu e Júlio sentimos que falta a gente dar algo para a Coloninha. Pode ser…

Confira a entrevista.

 

FINANÇAS

Existia uma dívida herdada que se falou girar em torno de R$ 700 mil. Parte do montante foi pago pela ex-diretoria. Hoje se supõe uma dívida ainda de cerca de R$ 300 mil. Não podemos falar em números exatos, pois até agora não houve prestação de contas da administração Leleco Matos. Assim como não ocorreu prestação de contas da diretoria que o antecedeu.

EXIGÊNCIA

Hoje, o Conselho Deliberativo está exigindo para que seja feita uma prestação de contas da gestão anterior. Precisamos saber onde estamos pisando. Existem problemas com documentos, alvarás, ação civil. A Coloninha não está parada, é que tem muita coisa para resolver. O Conselho está querendo que o ex-presidente Leleco Matos faça a prestação de contas através do seu conselho fiscal. Se isso não ocorrer por esta via, pode-se até exigir que seja feito judicialmente.

CARRO

O veículo que foi adquirido via FIA (Fundo da Infância e Adolescência) tem fim específico: Projeto Bom de Bola. Hoje, é o único projeto aprovado e sob responsabilidade direta da escola. Existe uma indicação do conselho para procedermos a devolução do veículo, que está na garagem de um vizinho. No Bom de Bola existem cerca de 35 crianças envolvidas. Em breve os alunos vão fazer seus lanches aqui na sede. Duas vezes por semana estarão aqui com a gente, isso é importante para o futuro da escola. Elaboramos um cardápio mais saudável e o custo gira em torno de R$ 1 mil mensal.

PROJETOS

Outros projetos desenvolvidos no colégio Otília Cruz, são tocados por voluntários e por meio da Associação dos Moradores da Coloninha. Nós, enquanto escola os apoiamos. Mas não estão diretamente vinculados à agremiação. Nossa intenção é trazer a Bateria e Mestre Sala Mirins também para dentro da sede. Hoje, o trabalho é voluntário. Queremos também formar convênio com a OAB Cidadã e com entidades como a Sociedade Brasileira de Saúde Bucal para fazermos atividades variadas na comunidade.

 Sidnei Garcia, autor do enredo (a direita na foto)
 
 DESFILE
O enredo dos 50 anos é a síntese dos enredos e da história da Unidos da Coloninha, desde os tempos da casinha azul. O trabalho vai ser desenvolvido a partir dos temas que foi levado para a avenida. Exemplo: Ala Este Brasil Dançador vai falar daquele enredo (1989, Carlos Magno) e assim por diante. A Coloninha virá com 23 alas, quatro carros, quatro tripés. Devemos desfilar com 2.5 mil a 3 mil componentes.

“ERÊS”

Coloquei o título do enredo como “sob a proteção dos Erês” por causa da origem da escola: uma escola infantil, uma escola que foi de crianças por três anos. Nada mais coerente do que trazer os Erês (Cosme e Damião), os santos das crianças, dos sonhos.

SAMBA

Coloquei o título do enredo como o “delira” por ser o Delira Meu Povo o mais cantado na escola, aquele que remete. Tenho o hábito de conversar com os compositores e já falei da questão do corte quando necessário, pois o samba precisa ajudar a escola.

ORIGINAL

A Coloninha terá luxo e originalidade. O objetivo é um toque de Midas em todos os lugares. Usaremos de material alternativo e da tecnologia (iluminação, movimentos), mas tudo o que o pessoal colocar nos carros e alegorias, por exemplo, terá que ter provada a sua necessidade. Não quero encrenca na avenida.

Júlio Martins, diretor de Carnaval (a esquerda na foto)

MAGUILA

Os 50 anos formam uma data atípica. De certa forma, todos nós nos sentimos criadores. Vamos trazer pessoas que fazem parte desta história. Gente que está distante ou até em outra escola, é uma comemoração. Queremos reunir as pessoas. Estamos buscando a família do Maguila para que ele que foi um grande compositor (falecido) possa estar de alguma forma presente. Teremos ainda o retorno da Ala Amigos da Coloninha, que vai ter muita gente conhecida.

APOSTA

Nossos carnavalescos são os irmãos Fabio e Michel, de Parintins, e que já trabalham com a gente no galpão. A dupla assina o figurino. Claro que nós estamos acompanhando, mas é um investimento. O Raphael Soares também era jovem e desconhecido quando chegou aqui, hoje é o carnavalesco respeitado e está na Os Protegidos.

SETORES

A Harmonia terá o comando de uma comissão, com a minha supervisão. São todos pratas da casa. O Valcione Furtado optou em não permanecer, pois já estava negociando com outra escola. Não existe mudança no comando da bateria, dos casais de mestre-sala e porta-bandeira, dos nossos intérpretes.

ENSAIOS

A bateria começa a ensaiar neste final de semana na escola Otília Cruz. Vamos fazer com o que os ensaios da escola sejam cumpridos os horários (mais cedo), pois existem queixas dos componentes. Nosso Grêmio Feminino agora é Diretoria Social. Já deu um show no jantar dançante do Dia dos Pais. O site da escola está sendo remodelado, tornando-se mais acessível a todos.

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Nova administração na Coloninha: "Agora vai ser mamão com açúcar", diz Leleco

12 de maio de 2011 27

 

Em 3 de julho de 2009, Leleco Matos era entrevistado pelo blog.  Título do post: “Coloninha está fragilizada, mas unida”.

Quase dois anos depois, Leleco volta para uma conversa. O encontro também foi na redação do DC e o ex-presidente apresentou um balanço social com itens sobre obras, convênios, atividades, posição financeira, extrato.

O documento, explica Alexandre Rates, presidente do Conselho Deliberativo, não tem caráter de prestação de contas. É um relatório de ações, uma obrigação estatutária, um sinalizador do que foi realizado.

Porém, a prestação de contas ainda não chegou ao Conselho Fiscal para avaliação e  posteriormente ser encaminhada ao Conselho Deliberativo.

Sem ressentimentos, mas firme na avaliação:

- Poucos sabem do sufuco que passamos para colocar a escola na avenida. Enquanto a gente pensava no Carnaval, tinha gente trabalhando para a eleição.

Não mais presidente da Unidos da Coloninha, Leleco avalia o trabalho da sua gestão e fala em sensação de ‘dever cumprido’ à frente da agremiação. Confira.

 

Blog - Como você se sente agora que o mandato foi encerrado?

Leleco Matos - Sensação de dever cumprido. Não fizemos todo possível, mas dentro do possível fizemos o melhor.

Blog - Não deu para fazer ‘tudo’?

Leleco - O montante da dívida da escola era muito grande. Lembro que no primeiro dia em que assumi, saí de casa para dar uma caminhada, por volta das 7h, e tinha gente do lado de fora esperando para me cobrar.

Blog - Quando você assumiu existiam outras pessoas ao seu redor. No final do mandato não foi bem assim…

Leleco - É processo. Uns vão, outros chegam. Mas cada um colocou o seu tijolinho no processo de construção desta Coloninha que hoje está aí para ser tocada.

Blog - Você disse que a Coloninha que está aí é melhor da que você recebeu. Dá para explicar isso.

Leleco - Bem melhor em estrutura física com investimentos em obras e equipamentos na sede social: cobertura do telhado foi reforçada, construção da área externa, banheiro do camarote, secretaria e cozinha novas, são seis novo freezers, 150 jogos de mesas e cadeiras, sonorização própria, tratamento acústico novo. Do ponto de vista das dívidas: restabelecido crédito com fornecedores, pagamento da dívida histórica de R$ 189 mil com Babado da Folia (Rio de Janeiro), implantação de projetos sociais.

Blog - Esses itens que você apresenta como ‘Balanço Social 2009/2011″ fazem parte da prestação de contas de sua administração?

Leleco - São algumas das coisas que fizemos e que estão aí. Pagamos R$ 522.137.08 em dívida. Fizemos dois carnavais, 2010 e 2011, sem deixar as pessoas na mão. Honramos nossos compromissos com prestadores de serviços e fornecedores. Outra situação que mudou foi a relação com a comunidade. As fantasias, todos sabem, não eram mais feitas na Coloninha. A escola Otília Cruz foi a grande referência para este trabalho, com costureiras, borbadeiras, aderecistas trabalhando.

Blog - Apesar deste trabalho, você enfrentou uma oposição forte. Foi isso que o fez não querer continuar à frente da escola?

Leleco - Chegou-se a cogitar a possibilidade de prorrogar o prazo para mais um ano, com isso fazer o Carnaval dos 50 anos. Mas eu fiquei muito afastado dos meus negócios que abrangem também o Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo. É muito prazeroso trabalhar na Coloninha, mas precisei pensar no meu lado profissional.

Blog - Agora já um pouco mais distanciado do dia-a-dia da escola: é difícil trabalhar na Coloninha?

Leleco - A Unidos da Coloninha tem uma diferença grande em relação às demais: a sede ferve o ano todo. Sempre tem gente na sede, todo final de semana as portas se abrem, são feitos eventos, tem almoço, tem churrasco, as pessoas se juntam para fazer uma comida, para ver um jogo de futebol, para uma roda. Este lado é muito positivo. Isso também faz com que se fale, se discuta, comentem-se as coisas.

Blog - Isso é cobrança?

Leleco - A cobrança é muito grande. Quantas vezes eu estava lá dentro conversando com algum convidado, dando atenção para a pessoa e era chamado na porta para deixar alguém entrar sem pagar. Existe uma cultura que a Coloninha é de todos. Isso é bom, mas também interfere no processo administrativo.

Blog - Estive em vários eventos na sede e sempre vi o Grêmio Feminino muito atuante. Porém, também envolvido em polêmicas. Pelo fato de ser presidido pela então primeira dama da escola refletiu também?

Leleco - O Grêmio Feminino da Coloninha fez um trabalho extraordinário. Evidente que isso criou algumas situações, inclusive por serem mulhres de uma força de trabalho imensa; mas com personalidade forte. Mas foram grandes parceiras. Ouvi de um ex-presidente que Grêmio Feminino não resolve nada, que tem que fazer é Carnaval. Eu não penso assim. 

Blog - E a relação com outros setores da escola, como a Velha-Guarda?

Leleco - Vou simplificar: nada paga o gesto de um membro da Velha-Guarda que te dá um beijo no rosto. Isso é tudo.

Blog - Olhando para trás: onde sua administração acertou?

Leleco - No lado financeiro, com o pagamento de dívidas e melhorias estruturais.

Blog - E onde teria errado?

Leleco - Na sintonia fina: em não fazer a leitura certa de determinadas situações.

Blog - Como está sua relação com a família Cunha, com a nova diretoria, com a comunidade.

Leleco - Não houve um evento que dona Angélica, a matriarca dos Cunha, tenha ficado de fora. Mexemos em situações pontuais que devia ser mexida (porta-bandeira Aline foi substituída), mas o respeito continua. Desejo boa sorte ao novo presidente Guinha e ao Serginho Cunha, que foi meu diretor financeiro e esteve à frente do Carnaval, e a comunidade teve a oportunidade de ver e sentir nosso trabalho.

Blog - Para finalizar: pelo quadro atual que você apresenta aqui, a nova diretoria poderá trabalhar com muito mais tranquilidade?

Leleco - Guinha já foi presidente. Júlio Martins já foi presidente. O Alexandre Rates também já foi presidente. Evidente que eles vão usar a experiência que possuem para tocar a escola. E óbvio que com o quadro favorável em termos de saúde financeira. Eu diria que perto do que nós enfrentamos (bloqueios, dinheiro retido, fornecedor cobrando, dívidas na justiça), será mamão com açúcar.

 

 

 

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Convite

08 de abril de 2011 0

 

Está sem opção para o almoço de domingo?

Fabiana Gama, presidente do Grêmio Feminino da Unidos da Coloninha, encaminha sugestão.

 

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Coloninha: corrida eleitoral

22 de março de 2011 34

Por ampla maioria, os membros do Conselho Deliberativo da Unidos da Coloninha decidiram, ontem à noite, antecipar a convocação da Assembléia Geral da entidade, de maio, para 15 de abril.

Duas palavras marcam o movimento eleitoral: unidade e renovação.

O mandato da atual executiva termina dia 30 de maio.

Presidentes Leleco (Executiva) e Nelsinho Bittencourt (Conselho Deliberatvo) sabiam da intenção.

Mas parecem terem se surpreendido com a agilidade. Justificativa oficial: 50 anos da escola, o que exige definições mais cedo sobre enredo, contratações, mudanças.

Aliás, vale repetir: não existe definição sobre a reedição do Delira Meu Povo, pois muitos ‘históricos’ acham que outros sambas também marcaram os carnavais da Coloninha.

Ao contrário da Executiva, ainda é possível que o Conselho Deliberativo consiga prorrogação por um ano.

Do outro lado do balcão estão figuras conhecidas e de peso na Escola, como alguns ex-presidentes. Citando alguns: Guinha, Júlio Martins, Alexandre Rates, Zé Biguaçu, Jair Abraão da Cruz.

Luciano Baracuhy era o candidado de Leleco, antes do racha. Agora seria Tânia Ramos, atual vice-presidente.

Outros nomes ligados à escola e mesmo sem intenção de concorrer estão no grupo de oposição: Homero Gomes, ex-secretário de Turismo de Florianópolis é um desses.

 

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MV Bill na Coloninha

27 de fevereiro de 2011 0

 

O rapper e escritor MV Bill está na sede da Unidos da Coloninha.

À tarde, um papo com a molecada. À noite, show. Mistura de ritmos e gêneros.

O ativista social é um dos criadores da Centra Única das Favelas, a CUFA.

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Coloninha apresenta figurino

09 de setembro de 2010 7


Daniel Conzi - Um abuso de cores.

Assim o carnavalesco José Alfredo Beirão Filho (a direita) resumiu o figurino 2011 da Unidos da Coloninha.

Ao lado do presidente Leleco Matos, Beirão apresentou para a imprensa, agora à noite, o desenho das fantasias das 26 alas (20 comerciais).

Beirão explicou que assim como para o enredo, a criação das fantasias também exigiu uma pesquisa.

O trabalho mostra os ciclos da economia brasileira, da descoberta do Brasil até a era da globalização. Reprodução

As alas representam as trocas de quinquilharias pelos portugueses com os índios (Bateria), a descoberta do ouro, os ciclos do café, da borracha, o período da industrialização, anos JK, anos da inflação (Crianças).

As baianas vão estar vestidas de “Deusas Indígenas”.

Em meio ao colorido que foge do verde e do azul tradicional da escola, uma ala em preto chama a atenção:

- Estamos representando o período da criação da Petrobras – explicou Beirão.

O próximo passo é a confecção dos protótipos, que devem ser apresentados à comunidade em outubro.

O preço das fantasias ainda não foi definido, mas deve ser em torno de R$ 150,00.

A Coloninha planeja um desfile com cerca de 2,8 mil componentes e quatro carros alegóricos.

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Coloninha fecha parceria com Havan

25 de março de 2010 4

Fechada nesta quinta-feira a parceria entre Unidos da Coloninha e Lojas Havan. A partir de agora, a Havan vai ajudar a escola do Estreito a colocar em prática o seu projeto social e comunitário que inclui oficinas, cursos, qualificação de mão-de-obra.

O presidente Leleco Matos, acompanhado do vice-presidente jurídico Luciano Baracuhy, avaliou que a parceria irá viabilizar a executar o perfil comunitário da Unidos da Coloninha.

Em junho do ano que vem a Havan, a maior loja de departamento do país, comemora seus 25 anos. Embora a parceria esteja voltada à atividade de responsabilidade social da empresa, é provável que a escola busque um enredo que tenha a ver com o ramo.

Lembro que após a posse, em entrevista que está aqui no blog, o presidente Leleco Matos falou no desafio de ‘recompor o ‘tecido’ social da escola’.

Talvez este seja mais um passo…

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