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Teste radio

27 de novembro de 2009 0

object type="application/x-shockwave-flash" height="129" width="400" data="http://boos.audioboo.fm/swf/fullsize_player.swf" param name="movie" value="http://boos.audioboo.fm/swf/fullsize_player.swf" / param name="scale" value="noscale" / param name="salign" value="lt" / param name="bgColor" value="#FFFFFF" / param name="wmode" value="window" / param name="FlashVars" value="mp3Time=08.34pm+27+Nov+2009amp;playerWidth=400amp;size=fullamp;mp3=http%3A%2F%2Faudioboo.fm%2Fboos%2F79257-teste-radio.mp3amp;mp3Author=eduardoloreaamp;mp3LinkURL=http%3A%2F%2Faudioboo.fm%2Fboos%2F79257-teste-radioamp;mp3Title=Teste+radio" / a href="http://audioboo.fm/boos/79257-teste-radio.mp3"Listen!/a /param/param/param/param/param/param/object div class="posterous_quote_citation"via a href="http://audioboo.fm/boos/79257-teste-radio"AudioBoo/a/div

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A noite que não acabou

27 de outubro de 2009 0

Na quarta-feira pós-feriadão, Porto Alegre terá o prazer de receber o lançamento do livro que conta a história da tragédia recente do a href="http://www.brasildepelotas.com"Brasil de Pelotas/a: iA noite que não acabou/i, de a href="http://www.clicrbs.com.br/entrevero"Eduardo Cecconi/a e a href="http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlogamp;pg=1amp;template=3948.dwtamp;tipo=1amp;section=Blogsamp;p=1amp;coldir=2amp;blog=770amp;topo=3951.dwtamp;uf=1amp;local=1"Nauro Júnior/a. Vai ser às 17h30, na Praça de Autógrafos.p /divMinha parte nesse causo é que editei boa parte do livro. E boa parte desse trabalho (e prazer) foi feito nas mesinhas dos três aviões que peguei para ir de Porto Alegre a São Paulo, de São Paulo a la Ciudad de Mexico, de la Ciudad de Mexico a Miami, e de Miami a San Francisco.p /divAli abaixo estão meus comentários./divp /div***/divp /divPara você, caro dinamarquês que acabou de cair aqui, esclareço que a delegação de um time de futebol chamado Brasil [sim! o mesmo nome do nosso país], da cidade de Pelotas, no extremo sul do território, sofreu um acidente de ônibus depois de um jogo da pré-temporada, no dia 15 de janeiro de 2009./div p /divTrês pessoas morreram: o ídolo do time, um uruguaio [sim! ele era estrangeiro] chamado Claudio Milar; um zagueiro daqueles criados aqui, que todo mundo adorava, chamado Régis, um loirinho [sim! ele era brasileiro]; e o preparador de goleiros Giovani Guimarães./div p /div***/divp /divO livro é uma extensa reportagem apurada e escrita pelo Nauro e pelo Cecconi (parágrafos sobre os dois abaixo). O melhor do texto é o fato de ele ser baseado em apuração jornalística: foi escrito a partir de muitas entrevistas, de documentos como o inquérito e a perícia do acidente, além da observação do local onde o ônibus caiu, daquela região de Canguçu, e do testemunho do Nauro, que esteve lá o tempo todo./div p /divdivPara quem se envolveu com essa história, é um relato indispensável./divp //divdivAlém de descrever com mais detalhamento e exatidão as coisas que já sabemos porque lemos a cobertura à época, ele traz elementos novos que nos permitem enxergar (com o #39;célebro#39;, é claro) o que acontecia, por exemplo, no exato momento em que o motorista entrou na curva antes da capotagem. Passamos a saber, por exemplo, que o Régis e o Alex Martins, dupla de zaga e amigos inseparáveis desde a infância, tinham feito uma brincadeira de péssimo gosto minutos antes. Sabemos também que um dos jogadores estaria de aniversário 30 minutos depois, e que o Milar era um dos pólos de papo no ônibus, distribuindo o mate./div p /divO Cecconi é um jornalista do a href="http://www.clicesportes.com.br"ClicEsportes/a que se apaixonou pelo futebol pelotense e pelo Xavante quando foi correspondente da a href="http://www.zerohora.com"Zero Hora/a em Pelotas. Criou o blog a href="http://www.clicrbs.com.br/cidadefutebol"Cidade Futebol/a, já encerrado, mas que marcou época entre os fanáticos do futebol pelotense, e do qual sou um dos órfãos. É um obstinado (e obsessivo, talvez), que só não foi pra lá cobrir o acidente porque tem a anti-jornalística mania de desligar o celular de madrugada. Liguei muitas vezes para acioná-lo naquela madrugada - ficamos sabendo do ocorrido perto da meia-noite -, assim como outras pessoas da redação e até a diretora dele, mas não teve jeito. Talvez por remorso, depois ele pediu férias e foi para Pelotas entrevistar meio mundo para escrever o livro./div p /divO Nauro é um apaixonado pela vida, pelas pessoas e por tudo que tenha a ver com Pelotas, e apesar de ter nascido em Novo Hamburgo. É ele quem faz, há 13 anos, com que Pelotas seja sempre bem retratada em Zero Hora. Tanto porque defende a cidade quando porque é ele quem fotografa. Ele talvez seja um chato ainda mais chato do que o Cecconi, aquele tipo de cara que embesta que uma coisa tem que ser feita e não descansa até que ela tenha acontecido. Não teria outro jeito de esse livro sair./div p /divNa divisão dos trabalhos do livro, o Cecconi escreveu o miolo do texto e o Nauro escreveu o primeiro e o último capítulo. Lá no meio do volume também tem 10 páginas de boas fotos do Nauro - que é fotógrafo da a href="http://www.zerohora.com"Zero Hora/a em Pelotas há 13 anos. O Aldyr Garcia Schlee escreveu o prefácio e deu uma opinião holística sobre os originais, e eu rabisquei um monte a maior parte das páginas para dar uma melhorada no estilo./div p /divPorque não dava mais tempo, deixei de meter a mão em umas 50 páginas do final do livro. Enviei o resultado para o Cecconi via FedEx, diretamente de San Francisco, em 1º de outubro./div/div

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Mais uma do NYT: Barra, a Miami do Rio

26 de outubro de 2009 0

div style="font-family: Georgia, serif; font-size: 15px; line-height: 22px;"divApesar de eu ter acabado de voltar de Miami com a língua mordida depois de passar o dia noa href="http://forums.miamibeach411.com/index.php?/forums/viewthread/1079/" Art Déco District/a (a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/74/MIAMI-ArtDeco-rj002.jpgamp;imgrefurl=http://commons.wikimedia.org/wiki/File:MIAMI-ArtDeco-rj002.jpgamp;usg=__AWoHwyfI2dD_nnInGrOg1C4m_-c=amp;h=1400amp;w=2126amp;sz=3924amp;hl=pt-BRamp;start=12amp;um=1amp;tbnid=u9q84ib_GAY4wM:amp;tbnh=99amp;tbnw=150amp;prev=/images%3Fq%3Dart%2Bdeco%2Bdistrict%2Bmiami%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1C1SKPC_enBR321BR321%26sa%3DN%26um%3D1"outro exemplo/a), acho que dá pra continuar usando uma comparação muito popular entre cariocas: a de que a Barra não é Rio, a Barra é Miami./div p /div(No Google, uma busca por a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BRamp;rlz=1C1SKPC_enBR321BR321amp;q=%22Barra+da+Tijuca%22+Miamiamp;btnG=Pesquisaramp;meta=amp;aq=famp;oq="quot;Barra da Tijucaquot; Miami/a retornou hoje 99.600 resultados e a saudosa a href="http://1.bp.blogspot.com/_ezrwUytP54E/SRR_RZ61wQI/AAAAAAAAH1Y/p7DLVxBqIAU/s400/bundas,+a+revista.jpg"revista Bundas/a certa feita fez uma enquete para ver se o leitor sabia diferenciar fotos de prédios de Miami dos da Barra.)/div p /divFala-se, nesse caso, de Miami no quot;mau sentidoquot;: o lado rico-brega-exagerado de uma cidade com muitos shoppings, resorts e ostentação./divp /divAí o New York Times me abre a matéria ia href="http://www.nytimes.com/2009/10/25/travel/25surfacing.html?_r=1amp;emc=tntamp;tntemail0=y"O ponto quente do Rio com espírito de Miami/a/i com a seguinte descrição:/div p /diviquot;Para alguns, a Barra da Tijuca é o bairro mais legal do Rio de Janeiro, abençoado com bonitas formações rochosas e uma praia coberta com alguns dos corpos mais sexys do planeta. Para outros, é uma versão brasileira do pior de Miami, cheia de engarrafamentos e shoppings fuleiros.quot;/i/div p /divO ponto da matéria é que também dá pra morder a língua na Barra. E dá mesmo. Mas meu bem, se vais passar a href="http://assador.blogspot.com/2009/04/lonely-planet-rio-de-janeiro.html"poucos dias no Rio/a, foge de lá. Faz como o a href="http://subdiversao.blogspot.com"Negão/a e faz tua vida embebido em chope, entre a Zona Sul e a Lapa./div p /div***/divp /divO NYT de ontem também veio com a href="http://www.nytimes.com/2009/10/25/travel/25brazil.html?emc=tntamp;tntemail0=y"uma baita reportagem de turismo em Minas Gerais/a, que, segundo nosso a href="http://twitter.com/thiagomedeiros"consultor para assuntos caipiras, Thiago Medeiros/a, está muito boa./div /div

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Por outro lado

09 de outubro de 2009 0

Olha só o que diz a crítica do "The Serious Man", o novo filme dos irmãos Cohen, também no San Diego Union-Tribune de hoje: p / "É difícil dizer exatamente o que um filme dos irmãos Cohen é. Isso é parte do encanto deles. Joel e Ethan Cohen não simplesmente repetem o mesmo filme de novo e de novo. Mas há uma temática que frequentemente os atravessa, e que perpassa esse filme, o mais pessoal de todos até agora. Basicamente a ideia é que o universo é aleatório, te proporciona desafios imprevisíveis, e não há nada que tu possas fazer a respeito." p / Caro resenhista, acho que tu ficaste bem perto de dfinir o espírito da coisa. Só me preocupa que, para um leitor apressado, pareça que os filmes (dos quais Queime Depoia de Ler é o melhor exemplar) são sobre a inevitabilidade do destino. p / Não são. Na verdade, são sobre o acaso - as coisas que acontecem sem nenhuma razão "por trás", nem porque "estava escrito" ou porque "era pra ser assim". A tese é de que o acaso é inevitável, não de que o destino é inevitável. p / (sorry.)

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Um possante per capita

09 de outubro de 2009 0

A a href="http://www3.signonsandiego.com/stories/2009/oct/09/car-pool-lane-less-traveled/"manchete de hoje/a do a href="http://www.signonsandiego.com"San Diego Union-Tribune/a é sobre algo impressionante que eu vinha observando durante a viagem: a enorme maioria dos carros leva uma pessoa só.p /divA consequência disso é que a faixa da esquerda, destinada aos icarpools/i - ou seja, carros que levam mais de uma pessoa -, fica vazia. Diz a estatística nacional que 87% dos motoristas anda só. E olha que a onda verde está na moda. E por toda a estrada há apelos pelos carpools, e na imprensa, e há até um telefone para as pessoas combinarem carona./div p /divA imagem é essa aí.br //div

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To GPS or not to GPS

09 de outubro de 2009 0

divUm dos a href="http://assador.blogspot.com/2008/08/mais-do-que-obrigao.html"primeiros textos/a desse blog dizia que quot;qspan style="font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px;"ualquer objeto, olhado por um sujeito maluco, pode se transformar em metáfora da vidaspan style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial; font-size: small; line-height: normal;"quot;./span/span/div p /divO objeto do momento é a GPS (ela tem voz de mulher), a alcunha da a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Global_Positioning_System"Global Positioning System/a. A GPS é capaz de me levar, com rara precisão, aos endereços que eu solicito./div p /divquot;Mrs. GPS, por favor, me leve de Santa Monica a Long Beach.quot; Aí ela vai e diz: iquot;turn left in Pacific Coast Highway in ... two ... poit ... three ... miiiilesquot;/i, devagarinho pra eu entender direitinho. Ainda desenha um mapa parecido com a tela do a href="http://software.wackonet.net/pics/screenshots/pacmen.gif"Pac Men/a - eu sou o Pac, a estrada é o Men -, e a gente vai brincando de comer a linha demarcada até o destino final. quot;iYou have arrived/iquot;, diz ela, ao final, como quem diz quot;iYou win/iquot;./div p /divA viagem em curso seria um desastre sem ela. Sozinho de carro, eu teria que estudar muito detalhadamente os mapas antes de partir e parar de tempos em tempos pra pegar o caminho certo nas highways da California. Poderia bater no carro da frente ou ser preso pelos sensuais ipolice /iiofficers/i americanos (sorry, são as influências de San Francisco) consultando o mapa enquanto dirijo. E, sem dúvida, perderia muito tempo me perdendo (rá!)./div p /divPor essas coisas, quando um simpático negro de dreadlocks, dentes de ouro e jaqueta de couro me abordou na rua me pedindo cinco minutos para dizer o quanto é bom entregar a vida a Jesus, tive ganas de dizer que, infelizmente, no momento, eu tinha entregado minha vida à GPS./div p /diviquot;Sorry, man. In GPS we trust. Jesus may be the Lord, but GPS is Our Lady.quot;/i/divp /divAgora vem o lado nefasto (uáu! que surpresa!). A GPS é absoluta, não dá espaço para o acaso. Não dá caminho opcional: o máximo que me deixa dizer é se eu prefiro usar o máximo de highways, ou o mínimo de highways, ou, vá lá, o trajeto mais rápido. Não dá pra dizer quot;mas GPSzinha, minha querida, eu queria ir pelo litoralquot;. Ela não dá ouvidos./div p /divBom, se há um Sistema de Posicionamento Global, absoluto e independente, sobre o qual nós, humanos inconstantes, não temos poder de interferência; se a rota está traçada, e tudo o que há a fazer é seguir por ela, aceitando os congestionamentos, batidas e bloqueios de vias, sinaleiras e feiúras urbanas; se entendermos que tudo isso é inevitável e predestinado, então sobra pouco espaço para o nosso protagonismo na direção./div p /div(Eu avisei.)/divp /divComo bom relativista, sou partidário do modelo híbrido. Especialmente quando não conhecemos os caminhos e não há tempo e/ou disposição para trilhá-lo por si só, a entrega do nosso destino à GPS faz sentido. Ela tem pais humanos, alguém a dotou de toda a experiência que agora ela me transmite devagarinho pra eu não me perder. Outros já trilharam esse caminho e me falam agora, pela voz dela./div p /divMas eu (que quot;a href="http://www.pensador.info/frase/NTE2NzY1/"não sou eu nem sou o outro, sou qualquer coisa de intermédio/aquot;) sou protagonista sim, sou singular, e posso e quero me autodeterminar, andar em círculos, espiar as ruas que me parecem legais, dar meia volta pra parar em um lugar que me interessou, tentar tomar um caminho que eu mesmo escolhi, nem que seja pra dar de cara em uma rua sem saída e tentar de novo./div p /divAprendi a fazer isso. Sempre peço os conselhos da Mrs. GPS, e os ouço até quando é conveniente. Quando não é mais - em geral quando ela me manda entrar em uma highway cinza e feia, apesar de objetiva; ou quando me aproximo do destino, mas quero dar uma olhada em volta antes do a href="http://vagalume.uol.com.br/o-rappa/pescador-de-ilusoes.html"final final/a -, eu tiro o som dela. iPlease be quiet, lady./i Não a ouço mais, faço as coisas por mim mesmo./div p /divSe eu acabar em um idead end/i, peço desculpas, lhe devolvo a voz e peço, por favor, me ajude a voltar ao caminho. Não deixa eu me perder na vida./div

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Ontem

07 de outubro de 2009 0

Cruzei o Big Sur de carro. Até que o dia estava bonito. p /p / pa href='http://posterous.com/getfile/files.posterous.com/eduardolorea/NDXF40QPQIRwiDuzhHVU6tiynoCddJMYGWUdC2n0asVWYzNlhziSNfXsnpo5/IMG_0365.jpg.scaled.1000.jpg'img src="http://posterous.com/getfile/files.posterous.com/eduardolorea/gmlYKA2l5vOD8ZrvnWHTotQeARyYrWSoyw3sBQYYcIhjNLS5Ho4WNAFAUMTB/IMG_0365.jpg.scaled.500.jpg" width="500" height="375"//a a href='http://posterous.com/getfile/files.posterous.com/eduardolorea/63JuS3XU3865BRHBHhU1cdkWJNXxZ1lDg2Ipp40kimAuj39hrOujOjmsNW5F/IMG_0367.jpg.scaled.1000.jpg'img src="http://posterous.com/getfile/files.posterous.com/eduardolorea/HlLN4TSvYFiggYcfvm4nBEB80sFNiCgrh5upk4Hkq5y05OYDB1YJPAUr2yCz/IMG_0367.jpg.scaled.500.jpg" width="500" height="375"//a diva href='http://eduardolorea.posterous.com/ontem-6'See and download the full gallery on posterous/a/div/p

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Ontem

07 de outubro de 2009 0

Cruzei o Big Sur...p /divspan style="font-family: Lucida Grande; font-size: 11px; border-collapse: collapse; color: rgb(102, 102, 102);"a href="http://picasaweb.google.com/lh/photo/XZw0WWQC56ouiRbW3PIVVA?feat=directlink"http://picasaweb.google.com/lh/photo/XZw0WWQC56ouiRbW3PIVVA?feat=directlink/a/span/div divspan style="border-collapse: collapse; font-size: 11px;"br //span...de carro./div p /divspan style="font-family: Lucida Grande; font-size: 11px; border-collapse: collapse; color: rgb(102, 102, 102);"a href="http://picasaweb.google.com/lh/photo/TIAx2htbzuCBfgWLa2PWow?feat=directlink"http://picasaweb.google.com/lh/photo/TIAx2htbzuCBfgWLa2PWow?feat=directlink/a/span /divdivdiv style="border-collapse: collapse; font-size: 11px;"div style="border-collapse: separate; color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial; font-size: small;"p /divspan style="border-collapse: collapse; font-size: 11px;"span style="border-collapse: separate; font-size: small;"O dia até que estava bonito./span/span/div/div/div/div

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Ontem

07 de outubro de 2009 0

Cruzei o Big Sur...p /divspan style="font-family: Lucida Grande; font-size: 11px; border-collapse: collapse; color: rgb(102, 102, 102);"lt;table style=quot;width:auto;quot;gt;lt;trgt;lt;tdgt;a href="http://picasaweb.google.com/lh/photo/XZw0WWQC56ouiRbW3PIVVA?feat=embedwebsite"img //alt;/tdgt;lt;/trgt;lt;trgt;lt;td style=quot;font-family:arial,sans-serif; font-size:11px; text-align:rightquot;gt;De a href="http://picasaweb.google.com/eduardolorea/BigSur?feat=embedwebsite"Big Sur/alt;/tdgt;lt;/trgt;lt;/tablegt;/spanp / ...de carro. /divp /divspan style="font-family: Lucida Grande; font-size: 11px; border-collapse: collapse; color: rgb(102, 102, 102);"lt;table style=quot;width:auto;quot;gt;lt;trgt;lt;tdgt;a href="http://picasaweb.google.com/lh/photo/TIAx2htbzuCBfgWLa2PWow?feat=embedwebsite"img //alt;/tdgt;lt;/trgt;lt;trgt;lt;td style=quot;font-family:arial,sans-serif; font-size:11px; text-align:rightquot;gt;De a href="http://picasaweb.google.com/eduardolorea/BigSur?feat=embedwebsite"Big Sur/alt;/tdgt;lt;/trgt;lt;/tablegt;/span/div divdiv style="border-collapse: collapse; font-size: 11px;"div style="border-collapse: separate; color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial; font-size: small;"div divbr /O dia até que estava bonito./divp //div/div/div/div

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Carta Pública

06 de outubro de 2009 0

Doutorzão, recebi tua mensagem! Mas meu celular não é o forte por aqui, afinal 1mb em roaming internacional custa R$ 39 (na quot;promoçãoquot; da TIM), então to me comunicando bem melhor por email e Skype.p / divQuando tava no meio do email pra ti, percebi que podia mandar notícias pra todo mundo. Então essa mensagem acaba de se tornar uma carta pública, a ser publicada no blog via Posterous./divdivbr /divTudo na paz por aí?/div p /divPor aqui, deixei San Francisco ontem e fui dar uma olhada no que tem ali nos arredores: a Stanford University (em Palo Alto, a universidade que deu origem ao Vale do Silicio), a garagem onde os caras inventaram a HP, a sede do Google (em Mountain View), o chamado Googleplex, e a sede da Apple (em Cupertino). Tchê, em termos geográficos, é como se fosse ir a Canoas e Sapucaia. Agora, em termos de visual/estrutura... as cidades são tão calmas e perfeitas - arborizadas, ajardinadas, de um verde vibrante, com ruas hiper bem calçadas e ruas sinalizadíssimas, em um lugar onde um Focus Sedan é um carro #39;compacto#39;. E aí tu tá lá, naquela calma, aquele silêncio, aqueles passarinhos cantando, e ali estão os muitos prédios de 2 ou 3 andares onde funciona o oráculo, o Google./div p /divBom, e Stanford é um sonho. Me fez lembrar de um conto de que me falaram uma vez, sobre uma família pobre, muito pobre, cujo sonho era um dia ter um guarda-roupa. Aí um dia juntaram uma grana e conseguiram comprar de crediário, nas Casas Bahia. Aí quando chegou o guarda-roupa e ele foi colocado no quarto, a dona Maria, nova dona, olhou pra ele, juntou as mãos, ajoelhou e disse: é tão bonito que dá vontade de chorar. /div p /divPois cara, não consigo explicar isso direito, mas tive vontade de chorar ontem ao caminhar pela Campus Loop ontem, e vi aquele enorme gramado com aquela gente deitada, curtindo o sol e estudando, as palmeiras, o memorial do Mr. Stanford, um magnata que resolveu transformar uma de suas fazendas em universidade, o campo em campus./div p /divFui até o departamento de Comunicação, que curiosamente fica no coração do campus, e dei uma olhada em onde fica o programa de pós-graduação em Jornalismo - com uma certa resistência do professor a quem pedi informação e ele disse que toda informação tava online, não tinha nada o que olhar ali. Eu disse que, mesmo sem informações, queria ver o lugar fisicamente. quot;Phisically?quot;, ele perguntou, de olhos arregalados, me encarando. Eu fiz cara de quot;why notquot;. Respirou fundo, olhou pro lado e disse quot;well, ...quot;, e me explicou onde era a coisa./div p /divBom, aí fui dormir em Santa Cruz (tipo Pinhal, o balneário mais perto) e logo de manhã parti pra Monterrey e Carmel, que, segundo tinham me explicado, é tipo uma Gramado com praia. Eu diria que tem uma cruza com o Rosa também, porque, apesar da organização e do asfalto onipresente, isso aqui foi nitidamente ocupado meio desordenadamente. Mas, realmente, o lugar é um amor. Como tenho horror de Gramado, estou aproveitando o lado mais Rosa, comendo umas ostras enquanto a lagosta não vem, aqui no Flaherty#39;s. Eu só tinha comido sanduíche e xis até agora, então resolvi me tratar, como diria o pai./div p /divBom, e para iamusement/i de todos os turistas que pisaram na praia vestindo calça e moletom, eu fui o único a pular no mar geladíssimo do Pacífico (na categoria #39;sem long#39;, porque tinha também 2 surfistas lááá na outra ponta da praia)./div p /divAgora à tarde o plano é cruzar o Big Sur (e tentar tomar um banho na inacreditável cachoreira que cai na praia) e ir dormir em Santa Barbara, já perto de Los Angeles. Tenho muito chão pela frente, mas se não fizer isso agora vou acabar tendo que correr no final da viagem, que promete ser o mais praiano, lá pras bandas de San Diego./div p /divBom, acho que é isso./divp /divAh, sim. Tô rodando por aí de carro alugado. Cheguei na Hertz, onde eu tinha feito a reserva, e não tinham o carro que eu reservei. Aí acabaram me dando um Mustang vermelho conversível rebaixado, com rádio via satélite (sem comerciais, 200 estações) e GPS. É, a coisa tá difícil.p / /divdivAbraços,/divp /divEduardobr / /div/div

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