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JEC descarta três nomes, mas negocia com outros três profissionais

29 de junho de 2016 0
Deivid foi especulado como um dos prováveis nomes - Foto: Washington Alves/Light Press

Deivid foi especulado como um dos prováveis nomes – Foto: Washington Alves/Light Press

Mal deu tempo de Hemerson Maria se despedir do JEC e já começaram a aparecer alguns nomes para assumir o Tricolor. Na noite de terça, foram especulados os técnicos Deivid (ex-Cruzeiro), Doriva (ex-Bahia) e Givanildo de Oliveira (ex-América-MG). Todos foram descartados pelo Joinville.

Segundo apuração do blog, três profissionais são avaliados no momento e quem vier terá muita experiência na Série B.

Fim do ciclo de Hemerson Maria no JEC - Análise do cenário que determinou a saída do técnico

29 de junho de 2016 0
Maria fez 32 partidas em sua segunda passagem pelo Joinville - Foto: Rodrigo Philipps

Maria fez 32 partidas em sua segunda passagem pelo Joinville – Foto: Rodrigo Philipps

O blog Toque de Letra avaliou, na última análise de jogo (leia mais em Confira a análise de Paraná 1 x 0 JEC), que o técnico Hemerson Maria teria um grande desafio na noite de terça, contra o CRB. Arrumar a equipe, com pouco tempo, sendo esta a única maneira de salvar o próprio emprego, seria uma tarefa das mais difíceis da carreira do treinador.

Os números e o clima no Joinville já apontavam para o desligamento do treinador. E a derrota tornou insustentável permanência de Maria — em razão desta análise, não será feita a análise do jogo.

Na entrevista coletiva, o Maria lamentou a falta de tempo para trabalhar e afirmou que tinha convicção na evolução do time sequência da Série B. Mas, de maneira consciente, entendeu que o clube precisa dar uma resposta à torcida diante do momento em que vive – especialmente por estar na zona de rebaixamento.

Na segunda passagem pelo JEC, Hemerson Maria fez 32 partidas. Somou dez vitórias, 12 empates e dez derrotas, um aproveitamento de 43%.

Problema do ataque
A exemplo do ano passado, Hemerson Maria deixa o JEC em razão da baixa produção ofensiva. Tivesse um ataque mais eficiente, o treinador não correria nenhum risco porque o que faltava ao Joinville eram os gols. A defesa sempre foi equilibrada nas mãos do comandante, com exceção desta terça-feira, quando a equipe ficou completamente transtornada após o segundo gol do CRB.

Os números novamente nos ajudam a entender o cenário. Em 32 jogos, o JEC passou 12 partidas sem marcar gol. Em outras 12, fez um gol apenas. E só em oito, o time teve dois ou mais gols num jogo. Ou seja, em 32 jogos24 deles o Joinville não fez gol ou se limitou a balançar a rede apenas uma vez. Não há treinador que resista a um número como esse.

Portanto, a missão que Hemerson não conseguiu cumprir foi fazer este ajuste. Mas esta não é uma exclusividade do treinador. O mesmo já aconteceu com Adilson Batista e PC Gusmão. Em 2015, a média de gols foi de 0,75 por jogo em 63 partidas.

Paciência
Chama a atenção
que, em outros momentos, a diretoria do JEC teria desligado um treinador com os números baixos como os de Hemerson com mais antecedência. Desta vez, até houve uma espera maior comparada a outros trabalhos, afinal, em 18 jogos, só houve três vitórias.Não é uma espera como acontece na Europa, mas já foi maior do que o normalmente acontecia.

O tempo
A curiosidade
é que o novo treinador terá justamente o que Hemerson Maria esperava há 60 dias: tempo. Neste período (do dia 1º de maio ao dia 29 de junho), Maria nunca teve uma semana de intervalo entre um jogo e outro. A última aconteceu entre a viagem para Rio Brilhante (MS), no jogo da Copa do Brasil contra o Comercial, e descanso até a primeira partida da final do Campeonato Catarinense. Agora, após o duelo contra o Brasil-RS, finalmente este intervalo irá acontecer.

Em 60 dias, Hemerson Maria fez 18 jogos, justamente os 18 apontados pelo blog (veja os números abaixo).

  • 18 jogos
  • vitórias
  • empates
  • derrotas
  • gols pró
  • 18 gols contra
  • 10 jogos sem marcar gol
  • jogos sem sofrer gol
  • 27,77% de aproveitamento

A média era de uma partida a cada três dias. Neste intervalo, o Joinville viajou a Chapecó, Fortaleza, Lucas do Rio Verde (MT), Salvador, Recife, Juiz de Fora e Belém. As viagens mais curtas aconteceram em Curitiba e Florianópolis. Ou seja, com o gasto mínimo de um dia, passou mais tempo viajando do que treinando.

Para piorar, neste período, chegaram 16 jogadores. O problema que muitos deles não renderam e chegaram com o aval de Hemerson Maria. Isso também prejudicou o treinador.

Mas o que determinou foram esses resultados. Hemerson Maria tinha plena consciência da maratona que iria encarar neste período. Projetava estar no meio da tabela. Não conseguiu. Pior: ficou na zona do rebaixamento. Num clube sem a confiança da torcida desde o ano passado, a pressão se torna muito maior.

JEC irá apresentar novo patrocinador nesta terça

28 de junho de 2016 1
Sala de imprensa já conta com backdrop que inclui a marca do Condor

Sala de imprensa já conta com backdrop que inclui a marca do Condor

O Joinville irá apresentar uma novidade ao seu torcedor na noite desta terça-feira antes da partida contra o CRB, na Arena. O Tricolor fechou o acordo de patrocínio com a Rede Condor, que irá estampar a sua marca na parte de trás das camisas do JEC. A apresentação do patrocínio está marcada para as 17h45, na Arena.

O acordo inicial prevê publicidade nas costas das camisas do JEC até o fim do ano. Os valores não foram revelados, mas são considerados bons pelo clube.

Pelo que apurou o blog, há uma intenção da Rede Condor de ampliar esse acordo na próxima temporada – talvez, com a possibilidade de ser patrocinador master, por exemplo.

O acordo só não foi maior nesta temporada porque o orçamento anual da rede já estava fechado.

Hoje, o JEC tem quatro patrocinadores: Condor, Agemed, Romaço e Krona.

Saiba mais sobre o CRB, adversário do JEC nesta terça

28 de junho de 2016 1
Zé Carlos pode estrear pelo CRB nesta terça - Foto: Divulgação

Zé Carlos pode estrear pelo CRB nesta terça – Foto: Divulgação

O CRB, adversário do Joinville nesta terça-feira, ocupa a sexta colocação da Série B, com 19 pontos, e traz a Joinville, alguns números curiosos. O blog separou detalhes deste números e algumas avaliações individuais dos atletas do Galo alagoano. Veja abaixo o que você precisa saber do time comandado por Mazola Júnior.

Defesa frágil
Em 12 jogos na Série B, o CRB sofreu 18 gols. É a segunda pior defesa do campeonato, à frente apenas do Sampaio Corrêa, lanterna da competição. Os alagoanos só não sofreram gol em uma partida da Série B: em Londrina, diante dos donos da casa, na vitória por 1 a 0

Visitante forte
O CRB tem a terceira melhor campanha como visitante na Série B. Em seis partidas, conseguiu três vitórias – diante de Londrina (1 a 0), Vila Nova (2 a 1) e Atlético-GO (2 a 1). Nos outros três jogos, perdeu em três ocasiões para Oeste (2 a 1), Avaí (2 a 1) e Bahia (3 a o).

Ataque regular
O CRB tem o sétimo melhor ataque da Série B com 15 gols. Apesar de não estar entre os melhores, a equipe mantém uma boa regularidade. Só houve dois jogos que os alagoanos não marcaram: na segunda rodada, em casa, diante do Ceará (0 x 3), e na oitava rodada, fora de casa, contra o Bahia (3 a 0). Entre os atacantes do CRB, estão Lúcio Maranhão (ex-Figueirense), Neto Baiano (ex-Criciúma) e Zé Carlos (ex-Criciúma e que chegou a ser pretendido pelo JEC em 2016). Neto Baiano, suspenso, não estará em Joinville. Lúcio e Zé estarão. Zé, inclusive, deve fazer sua estreia pelo CRB após deixar o Ajman, dos Emirados Árabes Unidos.

Bolas paradas
O CRB tem na dupla de zaga - Flávio Boaventura e Adalberto – boas alternativas na bola parada ofensiva. Juntos, eles marcaram cinco gols, ou seja, um terço dos gols do CRB saiu dos zagueiros. Um detalhe curioso: o CRB sabe utilizar muito bem o escanteio com desvio na primeira trave de Matheus Galdezani. É uma jogada que poderá ser utilizada em Joinville. No entanto, nem tudo é perfeito. As bolas paradas defensivas são um problema da equipe. Avaí, Bragantino e Vasco são algumas das equipes que aproveitaram a bola parada.

Armas
Individualmente, chama a atenção a qualidade de Matheus Galdezani. Bom chute de fora da área, presença qualificada na bola parada, boa chegada ao ataque como homem-surpresa. O volante pode dar trabalho. O lateral-esquerdo Diego, ex-Vasco, é uma boa arma nas bolas paradas (cobrança de faltas). No ataque, as referências ofensivas (Lúcio Maranhão e Zé Carlos) devem dar trabalho.

Como se comporta
O CRB é uma equipe que gosta de tomar a bola no campo do adversário. É um time que gosta de atacar a bola na sua transição defensiva – não faz o tempo todo, mas foi assim que chegou ao gol contra o Vasco, por exemplo. No entanto, a arma também é veneno. Alguns adversários aproveitaram a defesa sem proteção para chegar com facilidade ao ataque.

Caras conhecidas
Alguns ex-jogadores do JEC estão no CRB. Os zagueiros Flávio Boaventura (formado pelo JEC) e Diego Jussani (passagem em 2012 e 2013) e o atacante Wellinton Junior são algumas das caras que estarão na cidade nesta terça-feira.

JEC/Krona empata com o Corinthians pela Liga. Veja os gols

28 de junho de 2016 0
Placar de 3 a 3 foi definido no começo do segundo tempo - Foto: Assessoria JEC

Placar de 3 a 3 foi definido no começo do segundo tempo – Foto: Assessoria JEC

O JEC/Krona conseguiu um bom resultado na noite desta segunda-feira em jogo válido pela 12ª rodada da Liga Nacional de Futsal. O Tricolor empatou por 3 a 3 com o Corinthians em jogo disputado no Parque São Jorge, em São Paulo. O resultado mantém o JEC na parte de cima da tabela, agora com 21 pontos, na terceira colocação. Na próxima rodada, dia 8 de julho, a equipe enfrenta o Minas, em Contagem (MG).

O Corinthians saiu na frente com um gol marcado por Marcel. Ele cobrou lateral, a bola desviou em Éka e enganou o goleiro Dudu. Alex conseguiu empatar o duelo, mas Rocha e Pepita deixaram o Corinthians em vantagem logo depois. Ainda na primeira etapa, Éka marcou e manteve o JEC/Krona vivo no confronto.

No começo do segundo tempo, o empate após boa jogada de Gabriel e Xuxa, com finalização de Gabriel que definiu o placar.

Veja os gols abaixo

Hemerson Maria deve mexer no meio-campo do JEC

27 de junho de 2016 0
Carlos Alberto foi relacionado e deve ser titular no jogo - Foto: Rodrigo Philipps/Agência RBS

Carlos Alberto foi relacionado e deve ser titular no jogo – Foto: Rodrigo Philipps/Agência RBS

O técnico Hemerson Maria fechou o treino desta segunda, como tem feito constantemente, e não deu pistas de qual formação utilizará na partida desta terça. No entanto, é muito provável que o meia Pereira, por exemplo, não seja titular com o retorno do companheiro de posição, Carlos Alberto, suspenso no sábado.

O volante Matheus Bertotto, que entrou no segundo tempo em Curitiba, agradou e foi elogiado por Hemerson Maria na entrevista coletiva. A tendência é de que ele comece o jogo, mas não é possível dizer se ele começará na vaga de Paulinho Dias ou de Everton Silva, com Paulinho na lateral.

JEC define lista de relacionados para jogo contra o CRB. Confira os nomes

27 de junho de 2016 0
Heliardo volta após ter estreado contra o Vasco - Foto: Rodrigo Philipps/Agência RBS

Heliardo volta após ter estreado contra o Vasco – Foto: Rodrigo Philipps/Agência RBS

O Joinville divulgou no fim da tarde desta segunda-feira a lista de atletas relacionados para a partida contra o CRB, nesta terça, às 19h15, na Arena Joinville. As novidades do técnico Hemerson Maria são os atacantes Heliardo e Erick Luís, que estavam no departamento médico. Heliardo só atuou contra o Vasco e Erick nem estreou pelo JEC.

Veja a lista abaixo.

Goleiros: Oliveira e Jhonatan.
Zagueiros: Bruno Aguiar, Ligger e Danrlei.
Laterais: Everton Silva, Diego, Júnior e Reginaldo.
Volantes: Naldo, Paulinho Dias, Matheus Bertotto e Diones.
Meias: Pereira, Carlos Alberto e Juninho.
Atacantes: Wiliam Barbio, Gabriel Vasconcelos, Heliardo, Erick Luís, Fernando Viana, Dodô e Murilo.

Confira a análise de Paraná 1 x 0 JEC

25 de junho de 2016 9
Derrota em Curitiba manteve o JEC no Z4 - Foto: Divulgação/Assessoria JEC

Derrota em Curitiba manteve o JEC no Z4 – Foto: Divulgação/Assessoria JEC

A partida de terça, contra o CRB, na Arena, será decisiva para a continuidade do técnico Hemerson Maria no Joinville. A questão não é a perda de confiança no trabalho do treinador. Na verdade, os resultados, a cobrança e a falta de atitude da equipe podem obrigar a diretoria a refazer seus planos no futebol.

No sábado, diante do Paraná, Maria escalou uma equipe ofensiva (não em termos táticos, pois o esquema é o mesmo, mas nas características dos atletas) – com Dodô pela esquerda, Gabriel Vasconcelos pela direita, Pereira no centro e Fernando Viana na referência. Nada mudou. Pior: a equipe, que deveria dar sinais de reação, foi até mais passiva do que o normal.

Por este motivo, a vitória contra o CRB será fundamental. Hemerson Maria sabe disso. Terá de ser muito eficiente na sua estratégia e contar com um pouco de sorte para conseguir a vitória que pode mantê-lo no cargo diante de tanta pressão.

O que pesa contra Hemerson são os números desde as finais do Campeonato Catarinense. De lá para cá, a equipe fez 17 partidasduas pelo Estadual, três pela Copa do Brasil e 12 pela Série B.Veja os números abaixo.

  • 17 jogos
  • vitórias
  • empates
  • derrotas
  • gols pró
  • 15 gols contra
  • 10 jogos sem marcar gol
  • jogos sem sofrer gol
  • 29,41% de aproveitamento

Com estes números, nem o mais otimista com o trabalho do treinador consegue convencer alguém de que não se deve mexer no comando. Não há nada que rebata os números, mesmo com a ressalva de que, neste período, Hemerson Maria teve nas mãos um time em construção.

No futebol, os resultados representam demais. No caso do JEC, a ausência de vitórias na Arena; a falta de gols; a presença na zona do rebaixamento; a realidade de que a briga pelo acesso é quase utópica (era o plano da direção subir); e algumas escolhas feitas por Hemerson Maria nesta série de partidas somam à pressão que ele vem sofrendo. Um novo tropeço forçará a diretoria a dar uma resposta e, sem resultados, o treinador não suportará.

No caso específico do jogo de sábado, Hemerson é o menos culpado na avaliação do blog, o que não o isenta dos problemas que a equipe teve nos jogos anteriores — diante de Atlético-GO e Ceará, por exemplo.

Em Curitiba, foi incrível o comportamento passivo dos jogadores do Joinville. Esperava-se mais luta pelo resultado pelas cobranças feitas em reunião com a comissão técnica e num encontro apenas entre os atletas. No entanto, o time parece ter aceitado mais a derrota do que o normal.

Numa tradução bem simples, parece que os atletas não jogam coletivamente. Jogam individualmente. Exemplos do aparentam as reações dos jogadores:

  • Se aquele cara não corre, por quê eu vou correr?
  • Não tenho mais paciência com aquele cara que não acerta passes…
  • Não chega uma bola em mim?
  • Deixa que os novos resolvam…

Impressiona também como alguns jogadores caíram de rendimento. Everton Silva jogou as quatro primeiras partidas em nível aceitável e, desde então, não tem correspondido. Paulinho Dias e Pereira são outros atletas em péssima fase. Logo deles que deveria vir o passe mais qualificado para que o Joinville tivesse capacidade de aumentar a produção do sistema ofensivo. Viana parece estar nervoso o tempo todo (não é de hoje). Diante deste cenário, Maria terá de sacá-los para buscar alternativas diferentes contra o CRB.

O jogo

O problema do JEC no primeiro tempo foi o excessivo número de passes errados. Até os 30 minutos, o Tricolor tinha um aproveitamento baixíssimo no índice de acerto de passes – 78% (considera-se um bom índice números acima de 88%). Normalmente, a saída de bola começava com Ligger, que tentava o passe, a subida ao ataque ou os lançamentos. Nada funcionava. Quando a bola era retomada, não durava muito tempo nos pés do JEC. Outra tentativa vinha na ligação direta de Bruno Aguiar, que procurava Dodô. Não funcionou.

Esse quadro só se alterou na segunda etapa após a entrada de Matheus Bertotto. Era dele a primeira saída do JEC, que melhorou a qualidade do passe. A bola chegava ao meio com mais facilidade, mas ainda faltava o capricho no passe final de jogadores como Pereira, Dodô e Paulinho Dias. Por isso, poucas chances de gol apareceram ao Tricolor nos 45 minutos finais do duelo.

O gol e outros problemas

Se já não bastassem os problemas ofensivos, o Joinville — que até é equilibrado defensivamente — vem sofrendo com a mesma jogada: bola longa do lado esquerdo do ataque do adversário. Normalmente, Bruno Aguiar está no primeiro combate e Ligger fica com a cobertura. E é desta maneira que saem os gols: na cobertura, que não é boa, de Ligger. Foi assim contra o Paysandu e diante do Paraná. Neste sábado, Ligger não segurou Lúcio Flávio e também não teve cobertura do próprio Aguiar, que demorou a chegar para alcançar Robson. E, além do gol, a jogada se repetiu na segunda etapa e quase provocou outro gol.

Estes detalhes, quase imperceptíveis, pesam bastante para um equilíbrio de uma equipe. Laterais que não atacam com eficiência (como Diego e Everton Silva) tornam-se peças nulas no jogo. Volantes que não auxiliam na armação sobrecarregam o ataque. Naldo, por exemplo, está longe de ser o mesmo do Estadual.

Se os laterais ou os volantes funcionassem mais, o Joinville poderia estar vencendo. E o exemplo claro é o próprio Estadual. Óbvio, o nível era mais baixo. Mas, desde aquela época, o ataque não fazia gols. Quem sustentou o Tricolor no returno foram os volantesNaldo, Anselmo e Kadu (e até Diones e Diego Felipe). Desde a chegada de Hemerson Maria, o Tricolor fez 22 gols no Campeonato Catarinense. Destes, 11 tiveram participação dos volantes. Veja a relação abaixo.

  • Gol de Adriano contra o Camboriú (lançamento de Diones)
  • Gol de Kadu contra o Camboriú
  • Gol de Bruno Aguiar de pênalti contra o Camboriú (passe de Diego Felipe no pênalti sofrido por William Paulista)
  • Gol de Anselmo contra o Inter de Lages
  • Gol de Naldo contra o Guarani
  • Gol de Kadu contra o Figueirense (passe de Nald0)
  • Gol de Felipe Alves contra o Metropolitano (passe de Kadu)
  • Gol de Wellinton Júnior contra o Camboriú (passe de Naldo para William Paulista girar e dar a assistência)
  • Gol de Kadu contra o Inter de Lages
  • Gol de Diones contra o Inter de Lages
  • Gol de Diego Felipe contra a Chapecoense

Conclusão

Diante de tudo o que foi dito, só um milagre (pelo o que o time apresenta) salva Hemerson Maria. Numa visão muito realista, ele terá de fazer uma mágica para a equipe mudar de comportamento neste domingo e segunda-feira (dias de treinos). Os jogadores parecem que só acordarão se que o cenário que os cerca mudar. Claro, a vitória pode até acontecer. Mas, na avaliação do blog, será algo improvável por tudo que o time tem apresentado. Se o JEC ganhar, Maria terá uma vitória pessoal muito grande por escapar de um quadro no qual tudo aponta para a sua saída.

Atacante é dúvida entre os titulares do JEC

24 de junho de 2016 0
Barbio ainda é dúvida entre os titulares do JEC - Foto: Divulgação/JEC

Barbio ainda é dúvida entre os titulares do JEC – Foto: Divulgação/JEC

Embora esteja relacionado para o jogo deste sábado, o atacante Wiliam Barbio é dúvida entre os titulares em razão de sua condição física. Segundo o técnico Hemerson Maria, Barbio surpreendentemente não se apresentou nas melhores condições, apesar de ter atuado pelo América-MG em um jogo da Série A. O atacante teria apresentado deficiência em “valências”.

Hemerson Maria inclui novidades no grupo que enfrentará o Paraná. Confira a lista dos relacionados

24 de junho de 2016 0
Hemerson Maria selecionou 21 jogadores para o jogo deste sábado - Foto: Assessoria JEC

Hemerson Maria selecionou 21 jogadores para o jogo deste sábado – Foto: Assessoria JEC

Pela primeira vez em 2016, o Joinville divulgou a lista de jogadores relacionados para uma partida. O procedimento normalmente não acontecia e não havia uma explicação convicente do departamento de futebol para o caso. A nova medida traz mais clareza aos torcedores e ajuda os veículos de mídia a especularem menos sobre quem vai para o jogo.

Na lista para a partida contra o Paraná, o técnico Hemerson Maria selecionou quatro novos jogadores — Reginaldo, Bertotto, Dodô e Wiliam Barbio.

 

Veja a lista abaixo.

Goleiros: Oliveira e Jhonatan.
Zagueiros: Bruno Aguiar, Ligger e Danrlei.
Laterais: Everton Silva, Diego, Júnior e Reginaldo.
Volantes: Naldo, Paulinho Dias, Matheus Bertotto, Kadu e Diones.
Meias: Pereira e Juninho.
Atacantes: Wiliam Barbio, Gabriel Vasconcelos, Fernando Viana, Dodô e Murilo.