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Instalação do segundo ponto de retorno na Rodovia Guilherme Jensen, em Blumenau, começa segunda-feira

13 de julho de 2011 1

A Construtora Azza Ltda., de Brusque, começará a construir na próxima segunda-feira o segundo ponto de retorno dos seis que serão instalados na Rodovia Guilherme Jensen (SC-474), no Bairro Itoupava Central. A previsão inicial era de que a obra começasse esta semana, mas por um pedido da SC Gás, que tem tubulação no local, a nova data foi establecida.  O primeiro ponto de retorno, em frente ao Supermercado Central, está em prazo de conclusão. Ele deve ser finalizado até o final deste mês.

A implantanção dos pontos de retorno tem o objetivo de melhorar o fluxo de veículos naquela região e dar mais segurança aos pedestres e moradores que precisam atravessar a pista. Seis locais ao longo dos 25,8 quilômetros da rodovia no trecho de Blumenau receberão as estruturas. Depois de todas prontas, as rotatórias ganharão reforço da sinalização e de semáforos.

Durante as obras, os motoristas que trafegam pelo local devem ter atenção redobrado. Haverá placas informando sobre a obra e um desvio será feito pelo acostamento da via. O tráfego não precisará ficar interrompido. Os pontos de retorno começaram a ser instalados em maio desde ano.  A previsão da SDR é que os seis pontos sejam entregues até o final do ano. O custo total da obra é de cerca de R$ 2 milhões, recursos liberados pelo governo estadual.

Os pontos de retorno
1 – Km 65,3: em frente ao Posto RG (começa segunda)
2 – Km 64,4: Veneto Bordados (sem prazo)
3 – Km 63,2: Hemoblu (sem prazo)
4 – Km 60,5: Supermercado Central (em fase de conclusão)
5 – Km 59,4: Escola Número 1 (sem prazo)
6 – Km 58,1: Viação Verde Vale (sem prazo)
Fonte: Secretaria de Desenvolvimento Regional de Blumenau

Comentários (1)

  • Ivo Rogério Reinhold diz: 19 de julho de 2011

    Artigo

    Causa e Efeito no Sistema Viário Urbano

    Menciono nesse contexto a fundamentação do diagrama de causa e efeito: espinha de peixe para explicar coerentemente as situações que envolvem o trânsito de veículos e pessoas em um sistema viário urbano. O diagrama de Ishikawa se apresenta como uma ferramenta de qualidade muito eficiente na identificação das causas e efeitos relacionada com a maioria dos problemas detectados em uma organização pública, principalmente. Destaca-se a organização como sendo um sistema viário. Resumidamente, define-se um efeito e constatam-se as causas. Por exemplo, Congestionamentos (efeito) durante um período do dia em uma determinada via urbana. Ao elaborar o diagrama se cita todas as causas pertinentes: demanda agressiva da quantidade da frota pela facilidade de créditos para aquisição do bem principalmente de veículos; escassez de vias de acesso; acidentes durante o horário de pico; obras de saneamento; obras de manutenção da pavimentação da via; conscientização dos condutores para não dirigir com negligencia ou imprudência; entre outras. Aplicam-se alguns procedimentos para antecipar as causas cuja finalidade é minimizar o efeito. Dentre as etapas do procedimento pode-se citar: 1. Identificar todos os problemas existentes, para uma posterior análise e avaliação, estabelecendo as prioridades de acordo com o tamanho do estrago que cada um deles vem causando no sistema. 2. Identificar o maior número possível das causas geradoras dos efeitos (problemas) detectados, fazendo-o de forma participativa, ou seja, promovendo discussões com as pessoas envolvidas no processo e estimulando-os a apresentarem uma tempestade de idéias (brainstorning) que poderão contribuir na solução dos problemas. 3. Esta é a etapa da montagem do diagrama. À frente (no “bico” do peixe) coloca-se o efeito e nos elementos da espinha colocam-se as causas, de modo a facilitar a visualização de todas as causas do efeito e permitir um ataque preciso ao âmago da questão com ferramentas e mecanismos adequados, para eliminar de vez os gargalos e suas fragilidades. 4. A última etapa consiste em analisar minuciosamente as inúmeras causas de cada efeito encontrado, agrupando-as por categorias, as comumente conhecidas por 5 emes: Método, Mão-de-obra, Material, Máquina e Meio-Ambiente. Concluindo como resultado antecipado ao efeito (congestionamentos) surgido, indaga-se porque o saneamento, o esgotamento, energia, entre outros devem necessariamente passar sob as vias urbanas, que tal mudar esse sistema? Cabe de forma genérica uma sugestão para novos projetos urbanísticos. Reitera-se, ainda, que assim como essa ferramenta (diagrama de espinha de peixe) há outras de cunho cientifico para se realizar análise, avaliações e propor sugestões para a organização publica do sistema viário. De certa forma uma tentativa de solução para o sistema viário urbano está acima apresentada, denominada de diagrama de causa e efeito servindo de mecanismo no estudo.

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