O objetivo foi atingido.Ganhar o primeiro turno era imprescindível para o Grêmio. O torcedor tricolor desde cedo vestiu azul, preto e branco e foi tomando conta das ruas e avenidas da cidade. No Olímpico, um público que bateu na casa dos 35.000.
O jogo começou truncado. O Novo Hamburgo mostrava ser um adversário disposto a repetir o estrago da semana passada. Gilmar Iser armou bem seu time. O Grêmio, evidentemente, dispunha de mais recursos técnicos, entretanto, o time não andava. Perder Borges no primeiro tempo -lesão muscular-foi um golpe duro de ser assimilado. Ferdinando, quem diria, numa cobrança perfeita de falta, fez o gol que parecia que iria estabilizar a equipe para deslanchar em campo.
Nada disso aconteceu: o Grêmio permaneceu todo segundo tempo sem o controle técnico da partida e fez sua enorme torcida sofrer até Carlos Simon pedir a bola e encerrar o jogo. Mas o importante no atual momento do clube era vencer. Vencer faz bem.
Continuo achando que o Grêmio tem um bom elenco. Caberá ao técnico Silas dar padrão e consistência, contudo, é preciso saber que alguns jogadores não estão rendendo o suficiente para serem titulares.
