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Ground and Pound #52: Ouça sobre os três atos fora do octógono que agitaram o UFC e a insatisfação de Werdum

02 de dezembro de 2016 0

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O podcast Ground and Pound retorna falando sobre os três atos fora do octógono que mexeram com o UFC neste final de ano. A nova luta pelo cinturão interino dos penas, o título linear para Aldo e McGregor nos leves, foram o tema principal do bate-papo entre Sérgio Boaz e Nícolas Andrade. Tem ainda as palavras fortes de Werdum sobre seu futuro no UFC.

Anúncio de cinturão para José Aldo revolta técnico de McGregor

30 de novembro de 2016 1

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O final de semana do UFC foi bem agitado, ainda que estes movimentos não se tratem de qualquer luta dentro do octógono. Ocorreu que a luta entre Daniel Cormier e Anthony Johnson, que seria a principal do UFC 206, no próximo dia 10, foi cancelada por conta de uma lesão do campeão.

O ajuste do UFC não foi nada simples e promoveu três mudanças na organização. Conor McGregor perdeu o cinturão dos penas e virou “apenas” campeão entre os leves. José Aldo, que possuía o cinturão interino, se tornou o campeão linear dos penas. O título interino não foi extinto e será disputado por Max Holloway e Anthony Pettis no próprio UFC 206.

As reações vieram de todos os lados. Holloway e Pettis comemoraram a chance. Aldo disse que “nunca deixou de ser campeão”. Já a equipe do irlandês não gostou muito da ideia. Conhecido por suas declarações fortes, John Kavanagh, técnico de McGregor, criticou a postura do Ultimate: “Para mim, pessoalmente, fiquei muito decepcionado com como eles fizeram isso. Foi um conjunto de circunstâncias muito complicado que os levou a fazer isso. Eles perderam um evento principal (do UFC 206) e casualmente criaram um novo evento principal. Eles sentiram que precisavam que valesse um título para poder vender, então trouxeram outro cinturão interino que José Aldo já tem, e promoveram José Aldo a atual campeão absoluto, o que me parece ridículo.”

Kavanagh seguiu: “Conor só está há 11 meses com aquele título. Há muitos, muitos exemplos de lutadores esperando 15 meses, 18 meses antes de defendê-lo. Ele está há 11 meses e tiraram dele. Achei que foi muito prematuro da parte do UFC como agiram “, criticou em entrevista ao Severe MMA, traduzida pelo Combate.

Para o público brasileiro, a principal crítica foi não ter uma perspectiva de revanche para Aldo e McGregor. Mas isso pode mudar, na medida que, agora, este duelo seria uma “Superluta”, entre campeões, produto tão valorizado pelo UFC nos últimos tempos.

Perto de reencontro com Velasquez, Werdum comenta sua situação no UFC: "Não sei se vou renovar"

28 de novembro de 2016 0

Fabricio Werdum (UFC/Divulgação)

O gaúcho Fabrício Werdum vai reencontrar Cain Velasquez no último evento do UFC neste ano. Mesmo a dois ou três passos de uma luta pelo cinturão, que, aliás, já foi seu, o atleta não está totalmente contente com sua situação na organização. O lutador não gostou de ser afastado das funções de comentarista da companhia.

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Werdum foi retirado quadro de comentaristas do UFC na América Latina, após a publicação de uma foto sem o logo da marca esportiva que patrocina a organização. Em uma entrevista ao portal Combate, o gaúcho explicou. “Eles não me pagam mensalmente, nunca tive isso com eles, então não tenho porque postar alguma coisa com eles quando não é semana de luta. Por isso eu tirei a marca deles, era uma brincadeira, mas ao mesmo tempo foi um protesto.”

O lutador falou ainda sobre sua insatisfação na organização, mesmo projetando a conquista do cinturão a curto prazo: “No contrato eu ainda tenho quatro ou cinco lutas. No meu futuro o que eu vejo é que vou ser o campeão de novo, né? Isso eu vejo nitidamente. Vou vencer essa luta contra o Cain Velásquez e, depois, me vejo enfrentando novamente o Stipe Miocic. Essa luta contra o Cain vai ser a minha terceira luta no ano, fazia tempo que eu não lutava três vezes em um ano, mas estou muito feliz por isso, por poder voltar a lutar logo. Depois, no ano que vem, já consigo focar em retomar o cinturão, por enquanto não posso desviar o foco do Velásquez. Acabando o contrato, não sei se vou renovar, não tenho certeza.”

Werdum encara Cain Velasquez no dia 30 de dezembro, em Las Vegas.

Leia a entrevista completa no Combate

Ouça o Trocação Pura deste sábado, 19 de novembro

19 de novembro de 2016 0

Está no ar o Trocação Pura transmitido na Rádio Gaúcha neste sábado. Acompanhe conosco o programa:

Resultados do UFC 205 afastam Ronaldo Jacaré e Demian Maia de disputas por cinturão

14 de novembro de 2016 0

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O UFC 205 terminou com Conor McGregor sendo o grande vencedor. O irlandês encerrou o evento com dois cinturões em sua mão e com um sorriso de orelha a orelha após vencer Eddie Alvarez. Outros resultados, porém, interessam muito para o Brasil. Independente da novela envolvendo uma revanche entre McGregor e José Aldo, o foco do país estava no futuro de Demian Maia e Ronaldo Jacaré.

O empate entre Tyron Woodley e Stephen Thompson não foi bem digerido por ninguém em Nova York. Dana White, já deu o sinal verde para esta revanche, esfriando a empolgação de Demian de desafiar o campeão: “Demian Maia estava lá, ele vai ser o próximo, mas se quiser enfrentar outra pessoa, ótimo. Eu odeio fazer isso no dia do evento, mas vamos ver o que vai acontecer. Essa luta (Woodley x Thompson) faz sentido.”

Sobre Jacaré, um cubano entrou em seu caminho. Yoel Romero venceu Chris Weidman e Dana White gostou. Romero pode encarar Bisping antes do brasileiro: “Essa é a luta que faz sentido. Ele venceu o Chris Weidman hoje. Eu não sei quando, mas essa é a luta”, destacou o chefe do UFC.

Nas próximas semanas a organização deve fazer anúncios importantes sobre as divisões dos penas, leves, meio-médios e médios. Pelo menos em três casos, com Aldo, Jacaré e Demian, o Brasil está interessado em saber os planos do UFC. Pelo retrospecto recente, possivelmente não tenhamos muito o que comemorar.

UFC 205

Conor McGregor venceu Eddie Alvarez por nocaute aos 3m04s do 2º round;

Tyron Woodley e Stephen Thompson tiveram um empate majoritário (47-47, 47-47, 48-47);

Joanna Jedrzejczyk venceu Karolina Kowalkiewicz por decisão unânime (49-46, 49-46, 49-46);

Yoel Romero venceu Chris Weidman por nocaute técnico aos 24s do 3º round;

Raquel Pennington venceu Miesha Tate por decisão unânime (29-28, 30-27, 30-27);

Frankie Edgar venceu Jeremy Stephens por decisão unânime (30-27, 30-27, 29-28);

Khabib Nurmagomedov venceu Michael Johnson por finalização (kimura) aos

Tim Boetsch venceu Rafael Natal por nocaute técnico aos 3m22s do 1º round;

Vicente Luque venceu Belal Muhammad por nocaute aos 1m19s do 1º round;

Jim Miller venceu Thiago Alvez por decisão unânime (30-27, 29-28, 30-27);

Liz Carmouche venceu Katlyn Chookagian por decisão dividida (28-29, 29-28, 29-28).

Nova perda de cinturão complica situação de Jon Jones no UFC

10 de novembro de 2016 0

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O UFC retirou o cinturão interino de Jon Jones após a punição de um ano aplicada pela USADA por mais um caso de doping envolvendo o lutador. Com isso, o ex-campeão dos meio-pesados passará mais um ano afastado das competições, perdendo muito espaço na organização de lutas.

O custo-benefício do atleta no Ultimate está baixíssimo. Se até o ano de 2013 o lutador fazia pelo menos duas lutas no ano, de 2014 em diante Jones entrou em ação apenas uma vez por temporada. Em janeiro de 2015, veio a última grande vitória, ao defender seu cinturão contra Daniel Cormier.

Desde então, a vida de Jones virou de cabeça para baixo. Em abril ele se envolveu em um acidente de carro e omitiu socorro. Em seguida, o atleta ingressou em uma clínica de reabilitação. O retorno veio só neste ano, quando o ex-campeão enfrentaria novamente Daniel Cormier, novo dono do cinturão, mas uma lesão do adversário atrapalhou os planos do UFC.

Jones venceu St. Preux, sem brilho, conquistando o cinturão interino da categoria. O atleta, porém, novamente, se envolveu em um caso de doping. Na última semana, a USADA aplicou a punição de um ano ao lutador, afastando, novamente, o norte-americano do octógono. Pela segunda vez, o UFC precisou retirar o seu cinturão.

Com três lutas em três anos e a temporada de 2017 totalmente comprometida, Jones perde muita força no UFC e precisará trabalhar muito para retornar aos grandes combates. Prova disso é a declaração de Dana White sobre o caso mais recente: “Jon Jones estragou tudo da pior forma que um cara com tanto talento poderia estragar. O maior talento de todos os tempos e a maior decepção de todos os tempos”, disse à ESPN.

Eleito presidente dos EUA, Donald Trump já foi astro de "telecatch" americano

09 de novembro de 2016 0

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O bilionário Donald Trump foi eleito o presidente dos Estados Unidos na noite de ontem. Desde então, alguns vídeos de Trump como astro da WWE começaram a aparecer nas redes sociais.

 

O novo presidente dos EUA tem uma relação muito próxima da WWE, que é uma organização de lutas roteirizadas, algo parecido com o Telecatch brasileiro. A simpatia se tornou uma parceria oficial em 2007 quando Trump foi convidado a fazer parte do evento.

Na época, ele rivalizava com o presidente da organização, Vince McMahon, no chamado “confronto de bilionários”.  Trump  encenou alguns golpes com o mandatário da WWE e levou os fãs da organização ao delírio. A participação como lutador foi curta, mas Trump ainda realizou outras aparições especiais no evento.

Trump foi convidado a fazer parte do Hall da Fama da WWE e até hoje tem relações próximas à organização.

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Eleito presidente dos EUA, Donald Trump já foi astro de "telecatch" americano

09 de novembro de 2016 0

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O bilionário Donald Trump foi eleito o presidente dos Estados Unidos no dia de ontem. Desde então, alguns vídeos de Trump como astro da WWE começaram a aparecer nas redes sociais.

Sérgio Boaz: Dos Anjos precisa dar um tempo para repensar suas estratégias antes de retornar

08 de novembro de 2016 0

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O Trocação no Youtube desta semana tem como assunto a derrota de Rafael dos Anjos para Tony Ferguson. Sérgio Boaz opina que o brasileiro precisa dar um tempo, resolver algumas questões de treinamento como a mudança de academia, além de montar uma nova estratégia de luta, antes de retornar ao octógono.

Amanda Nunes fala sobre carreira no MMA, título do UFC e desafio de encarar Ronda: "É dura, mas não é invencível"

05 de novembro de 2016 0

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A entrevistada do Trocação Pura deste sábado foi a campeã dos galos do UFC, Amanda Nunes. No papo com Sérgio Boaz, ela falou sobre o título, o desafio de encarar Ronda Rousey no dia 30 de dezembro e os sonhos realizados na sua carreira como atleta.

Veja os principais trechos da entrevista:

O início no MMA

“Graças a deus não passei por muitas dificuldades. Deus foi colocando pessoas para me ajudar e dar a direção, a família também ao meu lado. Não tive muitos problemas com a minha caminhada. Mas, claro que todo atleta precisa de um patrocínio e um suporte financeiro, que eu não tinha.

Mas, tinha amigos que ajudavam com alimentação e suplementação. O que aconteceu comigo foi o que foquei. Queria ser campeã, a melhor do mundo. Comecei a treinar duro, ganhar no Brasil e o caminho foi dando continuidade aqui fora, as portas se abrindo. A vida foi muito boa comigo. Onde eu chegava eu conseguia o que precisava.”

O desafio de encarar Ronda Rousey

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“A Ronda foi e é uma atleta muito grande e forte no MMA. Ajudou bastante para o UFC trazer o MMA feminino para o octógono. É uma atleta que tem um respeito. Mas, assim, a Ronda, com certeza, tem o ponto forte que é o judô, o Arm Lock, mas como eu conquistei esse cinturão com meus treinamentos e maturidade, através de todo o processo com meus coachs, vamos manter esse cinturão por muito tempo.

Não costumo pensar que a Ronda estava parada. O que eu penso é que dia 30 vou encontrar a melhor Ronda. Não penso que ela está fraca, que não treinava. Para mim estava treinando. Para mim não perdeu para a Holly Holm. Vou esperar a melhor Ronda Rousey de todos os tempos.

Meu sonho é ser campeã e graças a deus já realizei. A Ronda é um obstáculo. Eu já sou campeã. A carga está toda nela. As pessoas querem ver a Ronda. Eu espero que os fãs comprem pay-per-views para assistir Ronda Rousey.”

A preparação da adversária

“É claro que os fãs queriam ver ela voltando. Ela parou no tempo. Depois deu entrevistas que a derrota foi muito difícil para ela, que pensou em se matar. E logo quando ela chegou na Austrália colocou travesseiro no rosto. Ela mostrou uma fragilidade, ali. Mas, isso é coisa dela. As pessoas fazem o que bem entenderem e encaram a derrota do jeito que quiser. Nem penso nessa parte.

Ronda Rousey é uma atleta duríssima, mas eu vou ganhar de Ronda Rousey. Ela é dura, mas não é invencível. Ela vem de derrota. Ela sabe que pode perder, que não é invencível como muita gente pensava que ela seria.”

O apelido “Leoa”

“Eu tenho um carinho grande. Quando comecei a carreira no MMA morava no interior da Bahia. Aí mudei para Salvador, para a Academia Edson Carvalho, onde tudo começou. E o logo da academia são dois leões. Como eu era a única menina, treinava com os meninos, começaram a me chamar de leoa. Aí pegou.”

A luta contra Miesha Tate

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“Naqueles momentos, tanto no dia da pesagem, como no dia da luta, são cruciais. Eu senti algo diferente ali. Usei isso para me beneficiar e me fazer mais forte. Senti no dia da pesagem que ela estava diferente da Miesha que eu conheço e que os fãs conhecem. Eu digo, tem algo errado com essa mulher, mas nada mudou na pesagem e o dia. Quando eu vi que ela respirou fundo eu disse, hoje vai ser meu dia.”

Nina, sua parceira nos treinos e na vida

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“A Nina é minha parceira, amiga, namorada. Temos uma relação muito boa, tanto em casa quanto no treino. Ela vê meus erros, me dá dicas, fala quando fiz errado, quando foi bom. Mesma coisa quando ela treina, eu dou os toques. É uma parceria muito boa.”