Ronaldo, o fenômeno, voltou para o Brasil e se deu bem. Está feliz. Além do talento intacto, teve uma ajudinha entusiasmada da crônica esportiva, carente de ídolos. Nós também, para ser franco.
Agora é Adriano, o imperador, que faz o caminho de volta. Encontrou a alegria perdida voltando às origens, aos amigos de infância, fazendo gol pelo Flamengo em pleno Maracanã. Ronaldinho gaúcho também quer voltar. Não será o último, neste movimento de reversão.
Exílio, nem espontâneo. Chega o momento em que a saudade do ninho bate forte, e aí dá aquela vontade de voltar para a terra que tem palmeiras onde canta o sabiá.
Lembra, por analogia, os versos de Fernando Pessoa:
“O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia...”
Postado por Valther Ostermann

Ô, Luís. Que o Tejo é um rio eu já percebi, quero saber é o significado de Tejo, o significado do nome do rio. Pessoas comuns como eu não entendem palavras difíceis. Li que o Fernando Pessoa tinha o hábito de fazer consultas astrológicas para si mesmo e realizou mais de mil horóscopos. Também nunca chegava na hora em seus compromissos, ou ¨mandava¨ seu heterônimos no lugar dele. Bem esquisitão.
Ó pá! Não sabes o que é o Tejo?
Ora pois, Tejo é o rio que nasce na Espanha e desemboca em Lisboa...
Fica em terras d´além mar!
Muito bom o post. Mas, o que é ¨Tejo¨?