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Infâncias...

29 de junho de 2009 6

Pintura do século XVII mostrando criança com bilboquê/Divulgação

No post dois posts abaixo (Mistério que perdura) foi interessante notar como a viagem à infância mexe conosco. Mexe com todos. Os que tiveram infância.

Isto faz lembrar Michael Jackson, o garoto a quem negaram a infância, que não empinou pipas, nem jogou bolinha de gude, rodou pião ou brincou com bilboquê, ou algo assim. Não brincou, não teve turma.

Muitas de suas esquisitices são reflexos da infância destruída pelos pais. Por ter pulado aquela fase – na marra – resolveu ser criança depois de adulto. Desesperadamente.

Malditos pais, os do Michael Jackson. Malditos todos os pais que agem assim. E benditos os nossos, que nos permitiram, em criança, sermos crianças.

Não deve ser esquecido.

 

Postado por Valther Ostermann

Comentários (6)

  • Pessoa Comum diz: 29 de junho de 2009

    Crianças nascem para mudar o mundo. Para melhor. Mas nem sempre elas conseguem realizar a empreitada. Na maioria das vezes encontram 1 ou + adultos q as impedem de ser elas mesmas e traçam o caminho q elas devem seguir. Hoje, no noticiário, ouvi que o garoto que acusou MJ de assédio, desmentiu e pediu desculpas à família. O menino disse que o pai (dele) o obrigou a mentir e incriminar o Michael J. Se isso for verdade, que a justiça seja feita em memória de Michael Jackson. E que o mundo mude.

  • Ivan diz: 30 de junho de 2009

    Até os 16 anos só deve estudar e brincar? Está completa a receita para mais um bandido…

  • Claudio diz: 30 de junho de 2009

    Estes mesmos pais, agora avós, são os que pleiteam, de modo ferrenho, ficar com as crianças.

  • Guto Oliveira diz: 30 de junho de 2009

    Desmentiu depois de receber um cheque bem gordo…

  • O Gambá de Blumenau diz: 30 de junho de 2009

    Por isso sou contra o trabalho infanto-juvenil. Crianças e adolescentes trabalhando aumentam o desemprego adulto e são exploradas por pais inescrupulosos. Até os 16 anos só devem brincar, estudar e ficar junto a sua família. Cabe ao Estado proporcionar atividades culturais, esportivas e de lazer no contraturno escolar. Fazendo isso, combate-se a marginalidade. Simples assim.

  • Rubens Heusi diz: 6 de julho de 2009

    Olá meu caro colega de Bate Papo,entrei no teu blog e achei ótimo!!!!!
    Abraço saudoso,Rubens

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