Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Posts do dia 9 julho 2009

Estava demorando...

09 de julho de 2009 13

Descanse em paz... se deixarem!/divulgação

Ah, não, já começou! O fantasma de Michael Jackson “apareceu” para uma mulher de 44 anos, na localidade caribenha colombiana de Malambo. E a mídia fez a notícia (?) correr o mundo. Babaquice dá audiência, a virtude é que não dá.

É sempre assim, uma mancha química na vidraça de alguém toma a forma parecida com algum santo ou santa, e é aquele auê, reza de terços, testemunhos de milagres, beatas desmaiando. Assim não dá para botar fé na evolução da humanidade.

Agora me digam: o que o Michael Jackson, ou o fantasma dele, iria fazer naquele c* do mundo?

Postado por Valther Ostermann

Depoimento no Conselho de Ética

09 de julho de 2009 3

“Um dia decidi sair do trabalho mais cedo e fui jogar golfe. Quando estava escolhendo o taco, notei que havia uma rã perto dele. Então a rã disse:

- Croc.. croc.. taco de ferro, número nove.

Eu achei graça e resolvi provar que a rã estava errada. Peguei o taco que ela sugeriu e bati na bola. Para minha surpresa, a bola parou a um metro do buraco. Uau! – gritei, me virando para a rã:

 - Será que você é a minha rã da sorte?

Então resolvi levá-la comigo até o buraco.

- Croc.. croc.. taco de madeira número três.

Peguei o taco e bati. Bingo! Direto no buraco. Dali em diante acertei todas as tacadas e acabei fazendo a maior pontuação de minha vida. Resolvi levar a rã para casa e, no caminho, ela falou:

- Croc.. croc… Las Vegas.

Mudei o caminho e fui direto para o aeroporto. Nem avisei minha mulher. Chegando em Las Vegas a rã disse:

- Croc.. croc.. cassino, roleta.

Evidentemente, obedeci a rã, que logo sugeriu:

- Croc.. croc… 10 mil dólares, preto 21, três vezes seguidas.

Era loucura fazer aquela aposta, mas não hesitei. E ganhei milhões. Peguei toda a grana e fui para a recepção do hotel, onde exigi a suíte imperial. Tirei a rã do bolso, coloquei-a sobre os lençóis de linho egípcio e disse:

- Rã querida, não sei como lhe pagar todos estes favores.

- Croc… croc… me dê um beijo.

Relutante, a beijei, e ela se transformou numa linda ninfeta de 16 anos, completamente nua, sentada sobre mim. Ela foi me empurrando bem devagarinho para a banheira de espuma…

Juro por Deus – disse o deputado ao presidente da Comissão de Ética.

 - Foi assim que consegui minha fortuna e foi assim que aquela menina menor de idade foi parar no meu quarto.”

Todos os integrantes da Comissão acreditaram e o processo de quebra de decoro foi arquivado.

(Autor desconhecido)

Postado por Valther Ostermann

Não é de agora...

09 de julho de 2009 5

Implicam – eu também, admito – com os nomes mirabolantes que, atualmente, imaginativos e emocionados papais e mamães dão para seus rebentos, no afã de buscar a originalidade. Inspiram-se, eles, em nomes estrangeiros, naquele típico fascínio com o lá de fora e desprezo com o cá de dentro.

Uélinton, Keirrison, Istéfanih… a relação é longa, diversificada e bizarra.

Mas não é de agora a ginástica para batizar filhos com nomes que, na imaginação dos autores, os tornariam únicos. Em Rio do Sul, havia o “seu” Zequinha, gente boa, simpatia de pessoa. Levou anos para descobrirmos que seu nome não era, como supúnhamos, José. Era Zequinha mesmo. Na certidão de nascimento e na carteira de identidade.

Mas era fichinha, o “seu” Zequinha, perto de outro gente boa que conhecíamos. Os pais resolveram, já antes de seu nascimento, que o nome seria uma homenagem aos dois avôs, Fritz e Leopoldo.

Não deu outra: nosso conhecido de então passou pela vida ostentando o nome de Fritoldo.

São casos reais, acreditem.

Postado por Valther Ostermann