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Falou em vão, Cícero!

29 de julho de 2009 4

   Busto de Cícero /Divulgação

“O orçamento nacional deve ser equilibrado, as dívidas públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada, os pagamentos a governos estrangeiros devem ser reduzidos. Se a nação não quiser ir a falência, as pessoas devem novamente aprenderem a trabalhar, em vez de viverem por conta pública”.

Trecho de discurso do Senador romano Marcus Tullius Cícero, no ano de 55 A.C.

Como se percebe, a História não ensina, os homens não aprendem, os governantes são surdos e os pensadores pensam à toa.

 

Postado por Valther Ostermann

Comentários (4)

  • Sidnei Venturi diz: 30 de julho de 2009

    “Após esse discurso o senador Tullius foi assassinado a mando de seu colega de casa, o senador Maximus Sarneyntus”.

    Seria assim se naquela época em Roma existisse algum ancestral do Sarney.

  • Mariza D Mittersteiner diz: 1 de agosto de 2009

    Esse cara deve ter morrido de depressão heheheh

  • Isabel diz: 30 de julho de 2009

    Prefiro Aristóteles: “No que diz respeito à geração e à corrupção dos entes que se geram e se destroem por natureza, devemos distinguir, em todos eles do mesmo modo, suas causas e definições; ademais, é preciso determinar qual é o aumento e a alteração, e se por acaso se deve considerar que a alteração e a geração têm a mesma natureza ou se, pelo contrário, são diversas, tal como se diferenciam também quanto aos nomes que levam”. Qualquer coincidência é mera semelhança…

  • Bueno diz: 29 de julho de 2009

    Discurso bonito. Mas aposto que esse senador tinha parentes trabalhando na casa do Julio César. Alias, cara bom de argumento era o tal do Calígula, que nomeou o próprio cavalo, Incitatus, como senador. E quando as finanças públicas apertaram, o bom Calígula foi a luta, abriu um bordel no senado e com as mulheres dos senadores servindo de meretrizes, equilibrou as finanças. Bons tempos, aqueles dias romanos.

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