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Bandido tem vida boa

30 de outubro de 2009 11

Você sabe, claro, que o tal regime aberto é aquele em que presos trabalham durante o dia e à noite vão para casas de albergados.

Funciona com alguns, mas não com bandidões que, assim que recebem o benefício, dão no pé e voltam para suas quadrilhas.

O Conselho Nacional de Justiça propõe que a turma do regime aberto durma em casa, desde que se submeta ao monitoramento eletrônico. Uma tornozeleira, pulseira ou colar, a decidir.

O ministro da Justiça é a favor, as autoridades da área de Segurança também, querem apressar o andamento no Congresso, que é quem decide.

Mas há, e sempre há, quem prefira deixar tudo como está, sob a alegação de que o monitoramento pode “constranger” o preso. E, por causa deles, os eternos defensores dos direitos dos bandidos, o monitoramento, se aprovado, será opcional: o preso decidirá se quer usar ou não.

É de doer!

Postado por Valther Ostermann

Comentários (11)

  • adao oliveira diz: 1 de novembro de 2009

    DESCULPEM MINHA SINCERIDADE MAS PRA MIM O REGIME SEMI-ABERTO PARA BANDIDO SERIA MUITO BEM VINDO.COM UMA CONDIÇAO.POR UMA COLEIRA NO PESCOÇO QUE SE FOSSE FORÇADA EM POUCOS SEGUNDOS EXPLODISSE.ASSIM ELES VOLTARIAM OU…

  • fulvio campos santos diz: 1 de novembro de 2009

    Meu querido, faz tempo que quem manda nesse paois são os corruptos, bandidos, ladrôes, e todo tipo de marginais, nós as pessoas honestas, que trabalham para sobreviver, tentar criar os filhos, tentar viver, só podemos esperar, para ver o que eles vão fazer conosco,pois não existe3 justiça para os honestos, para os bandidos, existe até direitos humanos

  • Today diz: 31 de outubro de 2009

    Não vejo problema em monitorar os presos em regime aberto, afinal somos monitorados todos os dias. Exceto em nossas casas, mas parece que hoje até nelas somos monitorados. O fato é que eles estão em débito com a justiça, e por isso devem estar prestando contas do que estão fazendo
    a fim de que não haja reincidência de seus atos errôneos. Toda liberdade acaba tendo um limite, quando se erra este limite se estreita.

  • Messias Mendes diz: 30 de outubro de 2009

    A!!!! por favor, que atire a primeira pedra o
    preso que aceitar ser monitorado!!!

  • João Paulo diz: 30 de outubro de 2009

    Sugestões:
    Assassino = tiro na testa (cobrar o projétil da família, igual à China – acho que é);
    Traficante = implante de chip sem ele saber, depois solta (regime aberto) e pega o resto do bando (depois dá uma apreensão toda para eles cheirarem e morrer de overdose);
    Estrupador = mutilação (corta o pinto dele pra ver se faz mais alguma coisa)
    Ladrão = mutilação (mãos, braços, pernas, orelhas, dependendo do caso)
    E assim vai… Ou moraliza, ou quem viverá em presídios residenciais somos nós.

  • Danilo Dias Ticami diz: 30 de outubro de 2009

    Complementando: esse discurso mediático para endurecimento das penas é fantasioso! na China é aplicada a pena de morte direto e o nível da criminalidade só tem aumentado! o mesmo vale para os Estados Unidos ou os países islâmicos, onde a punição se assemelha as sugestões do leitor João Paulo!
    Vale mencionar que a pena de morte aplicada nos Estados Unidos não consegue aliviar a sensação de insegurança dos americanos, tanto que eles gastam milhares de dolares em proteção residencial!

  • Danilo Dias Ticami diz: 30 de outubro de 2009

    Regime aberto? isso é dificilmente concedido inicialmente, aqui no Brasil! Ademais, se o indivíduo cumpre a pena dele, em um regime progresivo ( se eu estiver preso, e não sentir que o meu bom comportamento serve para nada, então eu vou começar uma rebelião), quando chegar no regime aberto (última fase! temos três regimes privativos de liberdade: fechado, semi aberto e aberto), o indivíduo supostamente já teria condições de retornar a sociedade, mas ainda está em grau experimental!

  • Isabel diz: 30 de outubro de 2009

    Valther, se puderes facilitar para a gente e informar através do Blog quem são (e-mail ou site, ou dica) os que prefererm deixar tudo como está sob a alegação de que o monitoramento pode “constranger” o preso, agradeço. Vamos enviar e-mails para esses defensores, assim como para os políticos do Congresso, pedindo pressa na aprovação. Pode não dar o resultado esperado mas pelo menos podemos pressionar nossos representantes.

  • Sérgio Gavlik Kava diz: 31 de outubro de 2009

    -Lendo os comentários fiquei surpreso. Como pode alguém defender esses malditos criminosos. Pra mim quem defende vagabundo é vagabundo ou então é advogado, por dinheiro. Defendo um julgamento justo, se comprovado os rigores da lei.

  • Danilo Dias Ticami diz: 30 de outubro de 2009

    Sobre o monitoramento: o que é melhor? Ficar enjaulado ou ficar monitorado, mas podendo andar e trabalhar normalmente? Acho que teia mais adesão do que pensa, Messias Mendes!
    Sobre o título do artigo: viver sempre com medo de ser capturado pela polícia, odiado pela “sociedade de bem”, tendo que trabalhar para uma organização paramilitar que não perdoa qualquer erro, sob pena de morte e, quando preso, ficando em masmorras: as coisas ai em SC devem estar bem ruins, se vocês acham isso bom!

  • João Paulo diz: 2 de novembro de 2009

    Danilo, se “eliminarmos” o problema, no mínimo economizaremos para poder dar mais segurança a todos. Se um preso custa, sei lá, R4 1.000,00/mês para os cofres, podemos pagar isso a mais para um policial, para que ele não necessite buscar formas alternativas de ganhar dinheiro. Tem gente que não tem conserto, só os defensores que são cegos, ou não querem ver por que vale a pena para eles.

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