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Quatro minutos valem uma vida?

30 de outubro de 2009 2

Valther,  

hoje li uma reclamação sobre o estado da BR-470 e resolvi te escrever. Esta semana eu precisei utilizar a BR-470 e constatei que, embora a rodovia careça de reformas, a maior delas deveria ser feita na consciência dos motoristas. Num certo ponto da rodovia havia uma viatura da PRF multando principalmente os motociclistas que faziam uma conversão proibida; daquele ponto até um outro trevo sem viaduto, demorei menos de um minuto e vários carros faziam fila naquele trevo para cruzar a rodovia e fazer um retorno. 

Quatro minutos depois, após fazer o retorno usando um viaduto, eu estava de volta ao ponto onde a viatura ainda multava os que faziam a conversão proibida. Por causa de quatro minutos muitas vidas naquela rodovia se perdem.

Fiscalização havia, mas também havia o “jeitinho brasileiro” alertando os outros motoristas com lampejos de farol; alertando os infratores, obviamente.

Feriadão tem mais. 

 Marcos Portanova

Postado por Valther Ostermann

Comentários (2)

  • Sonja S. Gonçalves diz: 30 de outubro de 2009

    Gera uma grande polêmica, a necessidade da duplicação da BR- 470. Porém, eu estou diariamente nesta BR, e posso constatar que a grande parte de falha vem da parte de motoristas imprudentes! Vejo em uma hora de asfalto tanta besteira feita, que me assuto ter de andar na BR. Penso que se for respeitado todo sinal de trânsito, haverá uma redução incrível no número de acidentes na BR 470!!! E não adianta meter a boca no governo não, em primeiro lugar precisa de mudança de atitude!

  • Leandro Karasinski diz: 31 de outubro de 2009

    Esse é o problema, ao invés de exigirmos o viaduto da via expressa, ficamos passivamente aceitando ir até o viaduto da Dudalina para dai então voltar. O problema não é o motorista é o governo que insiste em impudar unicamente à nós o ônus do transito caótico. Cadê a infra-estrutura? Cadê os viadutos? Cadê o prolongamento da rua Paris? Chega de nós, motoristas, levarmos a culpa de tudo. Nunca vou deixar a privacidade do meu carro, pela coletividade de um ônibus.

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