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O outro lado do balcão

21 de julho de 2010 11

Muitas são as queixas dos consumidores com o despreparo de alguns atendentes do comércio. A CDL, sensível às queixas, investe em cursos de aperfeiçoamento.

Mas quando se dá o contrário e o cliente é o que não colabora?

É do que se queixa uma estagiária de caixa de supermercado, espantada com a impaciência e até intolerância de alguns clientes.

Ela se queixa com razão. Eu já testemunhei comportamentos grosseiros. Não é a tônica da gente blumenauense, mas as exceções são de amargar.

Comentários (11)

  • Natal Marchi diz: 21 de julho de 2010

    Foi criado o slogan “o cliente manda”. Com base nisso é que alguns deles se julgam ao direito de trocar as mãos pelos pés.

  • Bueno diz: 21 de julho de 2010

    Reclamação de estagiária de supermercado é o fim da picada.
    Aliás, a maioria dos caixas de supermercado daqui deveria fazer estágio em Floripa.
    O atendimento daquela moçada de lá é hiper bom: sorriso fácil, bom humor, disposição.
    É só isso que o cliente espera quando vai pagar a conta.

  • Curto&Grosso diz: 22 de julho de 2010

    A estagiária deveria primeiramente analisar o nível de serviços que o supermecado em que trabalha fornece para os clientes pois provavelmente ficaria quieta ou reclamaria primeiramente de seu empregador.
    Quem não passou pelo BIG em dias nos quais atuam apenas meia dúzia de caixas para atender toda aquela clientela e que supervisor nenhum toma providência ?
    Se você ainda buscar formalizar uma reclamação terá que perder tempo, passar por uma via sacra até ser atendido por um babaca qualquer que de gerente não tem nada e ainda sair de lá sem ser ouvido e na certeza de que nada vai mudar !
    O atendimento no comércio de Blumenau deve ser revisto urgentemente pois não condiz com o nível da cidade. Colocar atendentes bem arrumadinhas mas de cabeças ôcas ou com falta de educação, logicamente não é a melhor estratégia das empresas.
    A realidade do comércio local me lembra um antigo personagem de Jô Soares, o qual ao se defrontar com situações onde imperasse a ineficiência dizia: – “PRECISA TER CONCURSO !!!”

  • Michael Yuri diz: 22 de julho de 2010

    Olha, tabalho com atendimento ao público em uma imobiliária conceituada em Blumenau, e todos os dia, atendo clientes mal educados. Sempre trabalhando no jogo de cintura, agente tenta fazer o melhor para atendê-los, mas eis que sempre conseguem estragar o nosso dia. Os bons modos estão cada vez mais escassos, e isto está vindo dos mais velhos para os mais novos. Exemplo que se vem de casa!

  • Anderson diz: 22 de julho de 2010

    Quem trabalha com o público é que sabe quanto é desgastante lidar com determinadas pessoas; elas descontam suas frustrações pessoais naquelas que estão trabalhando corretamente. Profissionais do comércio e da saúde sabem perfeitamente o que é isto. Faça amor, não faça guerra!

  • J. Machado diz: 22 de julho de 2010

    A melhor forma de fazer com que o comércio se volte para a sua real condição de mau atendimento é deixar de comprar na maioria das casas comerciais.
    Se existisse próximo daqui uma praça maior e melhor para nosso abastecimento, com certeza grande parte do comércio blumenauense ficaria efetivamente jogado as traças e a ver navios !
    Lembro-me ainda do período em que o comércio local vivia congestionado pois Blumenau recebia turistas/compradores de todos os locais do país e mesmo assim o bom atendimento imperava e agora com todo este marasmo no comércio, o mau atendimento é algo visível e ainda para piorar, na moda local.

  • Valdemir Nicoletti diz: 22 de julho de 2010

    Lamento que alguns colegas que aqui colocaram suas opiniões, usem somente como exemplo a rotina de supermercados. O Walther colocou o comércio como forma generalizada, e não determinado segmento, portanto vale aqui comentar de forma generalizada também, e não sobre somente um segmento.
    Já trabalhei por vários anos como comerciário em Blumenau, e garanto, oque existe de consumidor mal educado, grosseiro, que querem resolver as coisas na base do grito e do chingão, é em números cada vez maior. Pessoas que se quer sabem até onde vai seus direitos de consumidor e já partem para ofensas e humilhações para com quem o está atendendo. Pessoas que simplesmente se negam ou esbravejam quando lhes é solicitado a identidade na hora de passar o cartão de crédito, fora outros fatos em que a compreensão é substituida pela arrogancia.
    E finalizando concluo, trabalhas com público, como disse o ANDERSON é desgastante e em determinados casos, (pessoas) até insuportável.

  • Marcos diz: 23 de julho de 2010

    Parece bobagem mais creio que têm a ver com a dencidade demográfica da cidade…Por exemplo se alguns acham que o pessoal aqui é mal educado no trânsito..Precisam ver em São Paulo…..Experimentem fazer compras em uma cidade com 4.000 habitantes pra ver a diferença…Vale lembrar que educação vêm de casa e você precisa respeitar para ser respeitado…..

  • Carolina diz: 23 de julho de 2010

    Esta questão do consumidor mal-educado existe e todo dia vemos pessoas grosseiras distribuindo suas patadas cidade afora.
    Porém, o despreparo dos atendentes no comércio é visível. Uma vez, na antiga Livraria Época, entrei e perguntei para o atendente se eles já tinham recebido o Dicionário Houaiss. Ele olhou para mim e perguntou: é dicionário de que idioma?
    Na verdade, vejo dois problemas nesta situação: 1. O estabelecimento que não oferece treinamento a seus funcionários.
    2. Os patrões querem contratar funcionários qualificados pagando uma miséria. Quer funcionário que pense, que seja criativo e que tenha iniciativa? Pague um salário decente.
    Lembro que meu primeiro emprego foi no setor de reservas num hotel da cidade. Somente eu e um recepcionista falávamos inglês no hotel (nem o gerente falava). Meu salário era de R$245,00 para uma jornada de 44 horas. Oras, R$ 245,00 mal pagava minhas mensalidades do curso de inglês! Resultado: trabalhei lá por 2 meses e meio e fui atrás de algo melhor.

  • Elton Luiz diz: 23 de julho de 2010

    Bom dia a todos.

    Primeiramente, o foco do problema não está nos clientes ou nos atendentes, e sim na falta de educação e preparo do povo em geral. Concordo que seja uma discussão micro em torno de um tema específico, todavia o problema é muito mais amplo que isso. É preciso primeiro se pensar em melhorar o nível cultural de uma massa desqualificada e ignorante que já vem de berço com as suas limitações intelectuais.

    É o mesmo tipo de gente que sai por aí com o som automotivo no último volume, estaciona na vaga de deficientes para tirar proveito, fura filas, ou até mesmo constumam utilizar-se da frase ”Você sabe com quem está falando!?”. O famoso ”jeitinho brasileiro”.

    O que quero dizer, é que realmente há pessoas que não possuem capacidade mínima de lidar com o público, até porque eu que me considero cordial e educado como cliente, muitas vezes já saí frustrado com a má vontade das pessoas que atendem. Há também os clientes imbecis, como já comentando. Entretanto, o problema está com a educação, o respeito, os valores éticos, a cultura, a qualificaçao e os outros fatores mínimos para que tenhamos um povo minimamente desenvolvido. Infelizmente, estamos muito longe disso, sobretudo porque temos uma política educacional ridícula no país.

  • Caio diz: 27 de julho de 2010

    Cresci sempre com o bordão “O cliente sempre tem razão.” Talvez muitos não concordem, inclusive eu também já cheguei a discordar, mas essa expressão existe mesmo por exigência do mercado. É fato de que o cliente retorna ao estabelecimento em que foi melhor atendido e foram atendidas as suas expectativas. Experiência própria.
    Não que eu defenda sempre o lado do consumidor, no sentido de ignorar que o atendente também é humano e merece um tratamento educado por parte do consumidor.
    Mas tenho observado, que tanto em supermercados, quanto em lojas em geral, existe um despreparo ou má vontade por parte de alguns atendentes no seu serviço. É o que se vê principalmente nos supermercados nos fins de semana em que certos atendentes não se atém em agilizar o serviço de atendimento, alongando ainda mais a fila e deixando os consumidores mais estressados.
    Inclusive certa vez, que chamei a atenção do empacotador, que se irritou quando chamei-lhe a atenção, pois estava mais interessado em flertar com a caixa e que ensacolava minhas compras mais devagar do que se fizesse com papel de presente.
    Por isso, acredito que seria interessante a promoção de cursos e palestras aos funcionários cujo foco fosse a forma de atendimento ao consumidor de forma ágil e educada, inclusive sobre o tratamento ( e paciência ) de clientes grosseiros.
    Lidar com o ser humano é difícil, pessoas educadas muito mais. Mas deve-se repensar e muito a contratação de jovens principalmente, deseducados e mal preparados para a execução de seus serviços contratados.

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