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Obras

30 de julho de 2010 20

As obras no Centro de Blumenau – Rua 7 e Avenida Beira-Rio – atravancam o trânsito que, ao natural, já é atravancado. Interferem. Mas não tem como fazer omelete sem quebrar os ovos. Trabalhar somente à noite, como sugerem alguns, é impraticável. E contraria a Lei do Silêncio.

Então, como não tem jeito, o jeito é ter paciência. Estresse não vai fazer melhorar. E estraga a saúde.

Comentários (20)

  • Valdemir Nicoletti diz: 31 de julho de 2010

    Walther, o problema não é ter paciencia, o problema é que estamos perdendo a paciencia com esta falta de planejamento em nossa cidade. Estamos perdendo a paciencia com esta camara de vereadores omissa, onde a maior parcela diz amém pra tudo o que o JPK quer fazer.
    Estamos perdendo a paciencia com tantas desculpas esfarrapadas que arrumam pra tentar justificar a incompetencia. Estamos perdendo a paciencia com este JPK que aí está, e que nada, absolutamente nada está fazendo doque prometeu quando em campanha para a reeleição.
    Moro aqui no garcia, e vc que conhece bem a rua Amazonas, só pra citar uma, precisa ver a aberração que fizeram aqui, chamando isto de reubarnização. Fazem dois meses que arrancaram os pontos de onibus, as calçadas e até agora não refizeram nada. O asfalto colocado ficou com péssimo acabamento, cheio de crateras no meio, pois aquelas tampas de aço que ficam sobre aqueles bueros da celesc e do samae, ficaram desnivelada do asfalto, podendo inclusive causar graves acidentes, quando um carro ou uma moto tentar desviar desses buracos.
    Onde está a Blumenau do futuro???
    Alguem poderia por favor me dizer???

  • Isabel diz: 31 de julho de 2010

    O que me causa espanto é saber que as pessoas que sugerem um trabalho desse tipo à noite, não pensam nos trabalhadores que estão realizando o trabalho. Alguém está preocupado se eles estudam à noite, se não precisam descansar também? Um trabalho extenuante e com ferramentas e máquinas desse tipo não necessita ser realizado em dia claro até por questão de segurança dos trabalhadores? Mudar o horário é coisa que precisa ser muito bem avaliada com cada grupo. Façamos assim, deixemos o pessoal trabalhar de dia e vamos nós trabalhar à noite durante as obras. Ou deixemos o carro em casa, ou mudemos o trajeto, pelo menos até o final das obras. Não dá mesmo para deixar o carro na garagem ou num estacionamento antes da Rua 7 e seguir a pé ou de ônibus? Olha que dá e as pessoas até vão gostar de sair um pouco de seus ¨cativeiros ambulantes¨.

  • João diz: 31 de julho de 2010

    Valdemir, voce ta reclamando de barriga cheia, venha para gaspar e ai sim tu vai ver o que é uma cidade sem prefeito.

  • Valdemir Nicoletti diz: 31 de julho de 2010

    João, então já são duas cidades sem prefeito, além de Blumenau, Gaspar também vive esquecida, segundo o João menciona.
    Aí eu fico pensando, quando em campanha todos, absolutamente todos os candidatos dizem que é possível fazer isto e aquilo, todos dizem que existem recursos, todos dizem que oque falta é vontade política e por aí vai, depois de eleitos todos simplesmente agem como se nada tivessem dito e prometido, os recursos antes alardeados somem, a possibilidade antes anuciada é substituida como desculpa pela burocracia e a vontade política, esta se resume em fazer reuniões pra saber quem será candidato e quem vai apoiar quem já na eleição seguinte.
    Oque falta, é vergonha na cara mesmo, pra não dizer em campanha aquilo que já sabem que não farão depois de eleitos.

  • Natal Marchi diz: 1 de agosto de 2010

    Todo progresso tem seu preço. Nesse sentido, uma coisa chama à atenção: se os órgãos públicos não trabalham é porque são omissos; se trabalham provocam reações porque atrapalham. Com ou sem campanha eleitoral, as obras não podem parar. Caso contrário, cria-se um espaço infrutífero. Mãos à obra, pois!

  • CURTO&GROSSO diz: 1 de agosto de 2010

    Obras são necessárias e alguns transtornos sempre deverão ocorrer.
    De forma a minimizar em grande parte os efeitos negativos é preciso que um bom planejamento seja efetuado e nele deverão estar contemplados alteracões de horário de trabalho de forma a não atrapalhar a vida de milhares de pessoas e o período da noite é necessário ser utilizado sim, até mesmo porque aquela é uma via muito mais comercial do que residencial. Equipamentos específicos deverão ainda ser utilizados de maneira a agilizar a execução dos serviços e principalmente, muita, mas muita supervisão deverá ocorrer.
    É como eu falo sempre: “Em Blumenau e região a burrice e desleixo não pagam impostos”
    E o pior é que isso ainda conta com o apoio de grande parte

    do povo (contribuinte e cidadão é outra coisa) que gosta de fechar os olhos e jogar panos quentes em tudo !

  • Leandro Karasinski diz: 2 de agosto de 2010

    Discordo do nosso blogueiro. Tudo bem, para fazer omelete precisamos quebrar os ovos, mas não precisamos jogar a bacia no chão e pisar nos ovos quebrados.

    Conversei com um engenheiro e ele me garantiu que já existem técnicas para fazer este serviço durante à noite.

    Segue um link onde vcs podem comprovar que uma das características do micro-revestimento asfáltico é ser realizado durante à noite.

    http://tinyurl.com/2ug76b2

    No link abaixo, uma foto do pessoal em SP fazendo este trabalho à noite. Se lá pode, porque aqui insistem em dizer que não pode?

    http://tinyurl.com/2ug76b2

  • Leandro Karasinski diz: 2 de agosto de 2010

    Link correto para a foto do pessoal em SP trabalhando no asfalto à noite:

    http://twitpic.com/2a0hxb

  • Isabel diz: 2 de agosto de 2010

    Leandro, se já existem técnicas, certamente ainda não chegaram aqui. Olhando a foto, nota-se que os trabalhadores estão vestidos com roupas adequadas, há boa iluminação, cuidados, etc. Pelos braços descobertos, deduzo que estão em outra estação do ano que não seja em pleno inverno. No dia em que ninguém mais se dispuser a fazer o trabalho pesado com as mínimas condições de trabalho que temos por aqui, no dia em que os trabalhadores braçais brasileiros fizerem como fizeram os trabalhadores alemães e de outros países europeus – simplesmente se recusam a fazer o trabalho sujo e pesado – passaremos a pensar diferente em relação às condições que oferecemos aos nossos trabalhadores braçais. Não precisamos nem voltar muito ao tempo para lembrar que a maioria não tinha nem carteira assinada e, consequentemente, não conseguiam se aposentar. Duvido que qualquer um dos motoristas que estão reclamando aceitaria trabalhar em noites de pleno inverno, do jeito que eles trabalham, e ganhando o que mal dá para o sustento. Além de tudo, correndo o risco de faltar energia elétrica e ficarem só com as luzes dos faróis. Eles tem o direito de escolher trabalhar de dia e não nesse frio da noite. E os motoristas tem o dever de compreender. Ou comecem a pensar em fabricar equipamentos para substituir os braços humanos, para esse tipo de trabalho, como fizeram os alemães, senão daqui a pouco as ruas ficarão piores do que já estão, por falta de mão-de-obra para recuperá-las. E a falta de mão-de-obra já está acontecendo. E ainda há quem reclama que ninguém mais quer trabalhar no pesado. Também, assim nem robô aguenta.

  • Leandro Karasinski diz: 3 de agosto de 2010

    Isabel, creio que vc esta misturando um problema de luta de classes com os problemas de trânsito na cidade. Trabalho sujo e pesado existe no mundo inteiro, inclusive na Alemanha ou vais me dizer que lá não existe asfalto?

    Eu não compreendo e não tenho obrigação de compreender a incompetência de nossos governantes municipais em transformar num caos um serviço que sim, com certeza poderia ter sido realizado à noite. Técnicas existem para isso.

    Se os trabalhadores não tem carteira assinada, são explorados ou não tem a mínima condição de trabalho, cabe aos engenheiros fiscais da prefeitura e ao ministério do trabalho coibir esta prática nefasta e não ao motorista de Blumenau.

    Se o problema for à noite, quero lembrar-lhe que estamos em 2010 e o trabalho noturno é comum em todas as cidades inclusive em Blumenau. É o chamado terceiro turno, que inclusive tem acréscimos legais no salário do trabalhador devido ao período em questão, então não vejo problemas.

  • Tenente Carvalho diz: 3 de agosto de 2010

    Pensamentos como do tipo de alguns expressos aqui no blog me fazem pensar que quase tudo está perdido !
    Não é à toa que atualmente bandidos e seus familiares usufruem de regalias das quais muitos trabalhadores nem conseguem sequer aspirar.
    Não é à toa que alunos (menores delinquentes) arrebentam com as salas de aulas e muitas vezes com a cara dos professores.
    Não é à toa que os políticos fazem o que bem entendem neste país.
    Não é à toa que as drogas rolam soltas por aí e tem gente que ache normal que qualquer vadio delas façam uso em virtude de pseudos traumas de infância.
    Rezo para que pessoas com este tipo de pensamentom jamais ocupem cargos em que possam influenciar outras pessoas ou que sejam formadores de opinião de qualquer coisa.
    Conivência ou cumplicidade ???

  • Isabel diz: 3 de agosto de 2010

    Leandro, eu já imaginava que alguém iria falar em ¨luta de classes¨. É sempre assim: difícil alguém querer para os outros o que exige para si, no caso, claridade para trabalhar. E para quê trabalhar nessa umidade se eles podem fazer o serviço de dia? Se ficam doentes, nem dinheiro para comprar remédio tem. Não é por nada que as filas do SUS são quilométricas de pessoas com doenças que podem ser evitadas. Eu estou falando especificamente desse trabalho. Não estou falando de lutas de classes. Uma coisa é a falta de planejamento dos governantes – não é só nesta obra que acontece. Outra coisa é os motoristas quererem que os trabalhadores se danem nesse frio e umidade, fazendo um trabalho que exige cuidados redobrados e segurança, devido à máquinas e ferramentas utilizadas, só para facilitar a vida dos que não largam o carro nem para comprar pão na padaria da esquina – quando poderiam desviar o trajeto até as obras ficarem prontas. Olha, sou contribuinte e eleitora que reclama e reclamo muito dos políticos e dos péssimos serviços prestados pelos órgãos públicos, mas sei também quando devo aceitar uma situação. Neste caso, não posso olhar só para o meu umbigo. Lamentável! Querem fazer os trabalhadores de rua trabalharem no turno da noite porque não aceitam mudar o trajeto por uns dias, no conforto de seus automóveis. Quer dizer: os trabalhadores devem ter o desconforto sempre mas os motoristas não podem ter nenhum desconfortozinho que vão logo exigindo trocar o turno do pessoal que trabalha no pesado, na rua. Que feio!

  • Leandro Karasinski diz: 4 de agosto de 2010

    Isabel, se eu seguir sua linha de pensamento, então precisamos ser contra o trabalho dos lixeiros, onde boa parte trabalha à noite, correndo atrás de um caminhão catando sacos de lixo com vidros, seringas e tudo mais que a profissão de lixeiro enfrenta.

    Precisamos ser contra a profissão de mineiro, que fica o dia todo a km de profundidade cavocando carvão e sabe-se lá mais o que.

    Precisamos ser contra a profissão dos mergulhadores profissionais que se arriscam em mergulhar nas condições mais adversas possivei. Já alguns deles dentro do Rio Tiete em SP.

    Precisamos ser contra a profissão dos técnicos de manutenção da CELESC, que trabalham pendurados a 30 metros com cabos energizados a 200.000 volts.

    Precisamos ser contra a profissão dos bombeiros, afinal, onde já se viu entrar num prédio em chamas. Que perigo.

    Precisamos ser contra dos enfermeiros. Dia desses uma enfermeira foi contaminada com HIV (Aids) por um travesti enfurecido. Que coisa mais perigos isso né?

    Enfim, poderia me alongar mais e mais e mais, mas esse não é o caso. O que vc acha que é um desconfortozinho pode tirar a vida de uma pessoa. Quer saber como? Basta imaginar uma ambulância presa naquele congestionamento. Minutos parados ali, podem ceifar a vida de alguém e a rua 7 e o corredor para os 3 maiores hospitais da cidade.

    Com tudo isso exposto acima, imagino que um friozinho e uma umidade noturna, problemas facilmente resolvidos com um agasalho e um capacete de segurança, não deva se empecilho para que a obra seja realizada à noite.

    Continuo com a opinião firme de que esta importante obra poderia ter sido melhor planejada, mas já vimos que isto não é uma prática comum do nosso prefeito. Exemplo recente temos o semáforo colocado na beira rio. Haja paciência com tanta incompetência.

  • Isabel diz: 4 de agosto de 2010

    Leandro, para você ver como ainda estamos atrasados. Não queremos um povo culto, bem educado, sadio, vivendo e trabalhando em boas condições? Como vamos chegar a isso se só pensamos em nós e no nosso bem-estar?

    Lixeiros: com a chuva de ontem e de hoje, colocar lixo residencial na rua é falta de responsabilidade. Ainda mais na calçada e mal-ensacados. Boa parte fica esparramada. Se depender de mim, os lixeiros fazem o trabalho rapidinho. Produzo o mínimo de lixo e deixo bem acondicionado. Só despacho 2 vezes por semana. Claro que o lixo de hospitais, escolas e restaurantes precisa ser descartado diariamente. Ontem, ao ouvir o barulho do caminhão, torci para que os lixeiros estivessem com roupas, luvas, gorro e calçados adequados, como os lixeiros da Alemanha.

    Mineiros: há leis que regem o trabalho de mineração mas nem todas as mineradoras respeitam. Muitas continuam enriquecendo com o sangue dos trabalhadores e degradação ambiental. Os Direitos Humanos (não concordo com tudo o que eles defendem, mas defendo os direitos humanos) estão sempre alertando para o trabalho em condições miseráveis de muitos trabalhadores. Muitos são contra o DH, mas esses que são contra também nunca devem ter visitado as famílias dos que que morreram nas minas por negligência dos patrões.

    Mergulhadores profissionais: mergulham muito bem equipados. Sabe de algum que morreu na água ou teve uma hipotemia?

    Técnicos da Celesc: Trabalham com roupas adequadas. Suspendem o trabalho diante de adversidades maiores que podem suportar.

    Enfermeiros: nada a comentar, não cabe no assunto que estamos tratando.

    Não tem orientação sobre como os motoristas de ambulância devem proceder e por onde podem passar para chegar aos hospitais mais rápido? Nenhuma novidade, em nenhuma obra ouvi falar nisso. Eles sempre dão um jeito pois estão acostumados com o engarrafamento nas ruas de Blumenau. A dificuldade maior está em chegar ao Hosp. Sta. Isabel, devido à proximidade com a Rua 7. Nos outros dois o problema é o engarrafamento. Mais um motivo para não entupir o Centro de carros.

    Friozinho e umidade noturna: nada que ¨um agasalho e um capacete de segurança¨ – e um chinelo de dedo não resolva, né?

    Concordo que a obra poderia ser melhor planejada. Nisso vc tem toda razão. Aliás, nunca vi tanta obra mal-planejada como agora, mas daí a querer trocar o turno do pessoal, aí eu não concordo. Se preciso, não deixo de fazer compras em lojas da Rua 7 por causa das obras. Não me importo se tiver que sujar a sola do calçado por passar lá. Agora, se algum lojista fizer cara feia porque meu calçado está sujo, daí não posso fazer nada. Outra coisa: querem que o serviço seja feito à noite, quando há menos luminosidade, mas depois, se o serviço ficar com mais falhas e buracos do que normalmente, qdo. aplicam o asfalto durante o dia, será mais uma reclamação.

    Cidadania também é ter o direito de ter direitos. Como exemplo, os metalúrgicos, esses que fabricam peças para os carros que entopem as ruas de Blumenau: é trabalho pesado, mas olha se não estão produzindo mais satisfeitos e menos doentes que que há 20 anos. Os metalúrgicos passaram a ter acesso à escola, a cursos supletivos, de eletricista e outras atividades profissionais. Os turnos são definidos, todos podem estudar e nem por isso está faltando mão-de-obra para o trabalho pesado. Dessa organização saiu até um presidente da República que contribuiu no passado para esta mudança de mentalidade. Quem sabe de um desses trabalhadores da obra da Rua 7 ainda não sai um futuro prefeito, conhecedor das dificuldades de ir e vir em Blumenau…

    Leandro, se vc me disser que algum blumenauense nascido e criado aqui está entre aqueles trabalhadores, vou pensar em concordar que mudem para o turno da noite. Duvido que algum dos comentaristas tenha o pai, um amigo, um filho ou neto trabalhando na obra. Buscam o pessoal de fora. Espero que os blumenauenses os tratem bem como gostariam de ser tratados, pois eles estão fazendo um trabalho que aqui não encontram quem faça nem de dia nem de noite, nem pagando bem.

  • Tenente Carvalho diz: 4 de agosto de 2010

    Ainda continuo em dúvida quanto a “Conivência ou Cumplicidade ?” !!!!

  • Leandro Karasinski diz: 5 de agosto de 2010

    Isabel, você está se contradizendo. Leia com atenção o que vc escreveu.

  • Isabel diz: 6 de agosto de 2010

    Leandro, você precisa dizer onde estou me contradizendo, então. Pela experiência que tenho quando me manifesto em Blogs, geralmente é assim: se concordo com tudo, fica tudo bem. Se não concordo, sou ignorante, (às vezes até me chamam de petista). Como concordei com a falta de planejamento mas discordei com o trabalho à noite, deduzo que teu raciocínio entrou em pane. Explico:
    Concordo que há falta de planejamento. Só para citar uma falha: se a obra requer tempo seco, por que prefeitura decidiu realizar o trabalho em pleno inverno? Para ficar pronta até os 160 anos de Blumenau? Planejamento zero.
    Discordo do trabalho à noite pelas razões que já citei e por outras que não citei. Essa forma de trabalho ¨forçando a barra¨ dos trabalhadores que já ganham pouco, só incita os mesmos a desisitir de trabalhar. Além de ganhar pouco, precisam comprar mais roupas e calçados adequados, se quiserem trabalhar com um pouco do conforto que nós trabalhamos. Mas o dinheiro que eles ganham pode não dar nem para comprar comida e agasalhos para os filhos. Desconforto desse tipo, comida fria, pouca água e a opressão do trabalho pesado ao relento, aumenta os números das bebedeiras e da criminalidade. Não concordas?

  • Cidadão Comum diz: 8 de agosto de 2010

    O trabalho à noite fez com que a civilização avançasse alguns séculos e qualquer retrocesso é inadimissível se derivado do despreparo dos seus empregados (trabalhador é outra coisa), até porque muitos só procuram emprego e não trabalho.
    Os empregados de nível mais baixo deveriam estudar e se aperfeiçoarem mais e deixarem de frequentar tantos botecos.

  • André diz: 18 de agosto de 2010

    Tomara que não seja algum ente querido da Sra. Isabel que esteja ai dentro da ambulância. Quero ver ela dizer para um ente querido da pessoa que esta na ambulância, que é contra o trabalho noturno por pena dos trabalhadores.

    http://www.analiseemfoco.com.br/site/fotodestaque.php?foto=477

  • Isabel diz: 18 de agosto de 2010

    André, em nenhum momento falei em pena, e, sim, em dignidade, em não-opressão. Não preferem que trabalhadores da construção civil estudem à noite?

    Vejo quase todos os dias ambulâncias fazendo malabarismos e até andando na contramão quando não tem outro jeito, na hora do ¨rush¨, mas grande parte dos motoristas de Blumenau só estão vendo isso agora, com as obras. Antes tarde do que nunca. Se as obras estão servindo para mostrar também o exagero no uso de automóveis, já está dando certo. Cada motorista deveria plantar uma árvore em cima do carro, para diminuir os estragos ao Meio Ambiente.

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