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Os nomes da obra

20 de novembro de 2010 4

Em minha coluna, no Santa,  pedi e os leitores, como sempre, atenderam, enviando sugestões para o nome da obra sem nome, aquela escultura gigante de Guido Heuer que há anos enfeita a cabeceira esquerda da Ponte do Tamarindo.

Vamos a elas, excetuando-se algumas bem-humoradas, porém impublicáveis:

Flor de Marte (Izabel Zillig)

Semente do Sol (Valério Alves)

Unha encravada (Marcos Heise)

Era uma virgem (Hercílio Venturi)

Rabo do cachorro dos Jetson’s (Josiane Patrício Morastoni)

Tributo aos mexicanos (Giovani da Itec)

Rodela perfurada (Renato Marcos Hoeschl)

Curt Henkels (Jaqueline S.H. Nones, filha)

Sonho de Guido (Gerson Luiz França)

Caule-flor (Gerson Luiz França)

Morte do entregador de pizza (Thomas F.G. Blick)

Käse am Spieb (Miguel José Teixeira)

Renascimento (Darlei Scottini)

Einhorn (Julio Muniz Machado)

Churrasco no espeto (Raquel Pimentel)

Semente (Rosane Milbratz e Rubens Heusi)

Rompendo para o futuro (Sérgio Luiz dos Santos)

Tomate espetado (Eduardo Schlup)

Beak fine (Isaias Girardi)


Charge: Cao Hering



Comentários (4)

  • Heloisa Karlberg diz: 20 de novembro de 2010

    Olá, Walter.
    Creio que estou atrasada para isto, mas…
    aí vai uma sugestão bem simples, para não tirar a referência do local:
    “Marco do Tamarindo”
    Abraços

  • Heloisa Karlberg diz: 21 de novembro de 2010

    …ou “Fuso do Tamarindo”, em homenagem aos tecelãos da cidade…
    “Agulha do Tamarindo”, idem às costureiras…
    Pensando cá com meus botões, a sugestão é continuar mantendo a referência ao local “Tamarindo”, para que, no futuro, não tenhamos um caso semelhante ao da Avenida Castello Branco X Avenida Beira-Rio, fato que confunde aos turistas e aos próprios blumenauenses.
    Regards

  • Rodolfo diz: 22 de novembro de 2010

    Segue a interpretação pelo proprio Guido Heuer.
    O círculo, como se sabe, é um símbolo que nos remete à ideia de perfeição e infinito, características que por sua vez invocam o divino e, portanto, o paradisíaco. Por esse viés, a roda laranja da ESCULTURA poderia significar os valores mais simétricos e tradicionais da cidade: a aventura da colonização, a prosperidade, o amor às raízes e ao passado, a solidão auto-suficiente de uma etnia empreendedora, as ruas “limpas” de mendigos e pedintes.
    Aos poucos, entretanto, esse paraíso de 150 anos é conspurcado e penetrado, ou, num sentido mais positivo, “fecundado” pela farpa recurva e ferruginosa, pelo ferrão dos nossos dias, pelo gume que aponta um futuro incerto e ao mesmo tempo esperançoso. O espinho que perfura (mas também embeleza) a perfeição do círculo funciona como metáfora das novas marcas e contribuições que se espalham na cidade: as recentes ondas migratórias, os sonhos e delírios futuristas, a multiplicidade de etnias e linguagens, os problemas sociais já visíveis no centro e nas ruas congestionadas.
    Interessante é que as peças da obra formam um conjunto harmônico e sutil, não destoam nem se excluem, representam a conjugação de forças na construção de verdades possíveis para uma cidade e um mundo doentes de globalização. É por isso que não deve ser ignorada a simbologia sexual que permite a coexistência do redondo e do recurvo, do férreo e do laranja, do fálico e do frutífero.
    Existe ali um elemento abrupto, porém, uma “ponta aguda”, a farpa, o espinho, o esporão, lembrete de que ainda há muito a ser feito pela convivência dessas duas (três, cinco, dez) energias que, antes de opostas, são e se afirmam diferentes.

    Agora faz mais sentido esta obra!
    Pensei em alguns nomes tb
    Chifre de boi
    Botao vermelho
    Vento sul
    Direcao do centro
    Portal dos ETs
    Engate de cortina
    Telescopio de ET

  • Heloisa diz: 30 de abril de 2015

    eu chamo de mortadela no espeto kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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