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Aí não, violão!

24 de novembro de 2010 4

De um empresário do ramo de restaurantes recebo um descritivo da dificuldade de encontrar quem queira preencher as vagas que oferece. O empecilho não é o salário, afirma, e sim exigências que fogem ao senso comum.

“Recusam-se trabalhar à noite ou nos fins de semana, não gostam da localização do restaurante, preferem não usar a touca obrigatória na cozinha e alguns exageram: nada de elaborar o tradicional marreco recheado conforme a receita da casa. Exigem que o restaurante compre marreco pré-temperado e recheado, pronto para ir ao forno.”

Convenhamos, aí é sacrilégio!

Tem que ser conforme a receita. Nossa receita.

(Foto: Divulgação)

Comentários (4)

  • junior diz: 24 de novembro de 2010

    diz pra esse empresário que eu me candidato à vaga.
    blumenau precisa decidir o que quer ser quando crescer, pq ela tá se tornando uma cidade média sem saber quem é, imagina se cresce?

  • João Paulo diz: 25 de novembro de 2010

    Incompetência! Pode apostar que não sabem fazer o marreco recheado.

  • Caio Swift diz: 25 de novembro de 2010

    Chef que é chef se vira nos 30! Entrentanto, a preguiça e a má vontade falam mais alto, em vez de trabalhar bem para ganhar bem! Está cada vez mais difícil de encontrar funcionários qualificados até para funções básicas essenciais.
    Posso ser taxado de egoísta radical, mas querer banalizar o nosso “Marreco Recheado”, é inconcebível! É nosso patrimônio cultural e precisa ser preservado com suas características!

  • André diz: 25 de novembro de 2010

    Se nem os candidatos emprego gostam da localização do restaurante, imagine os clientes. Talvez seja hora dele abrir o restaurante em outro lugar. E já vi muito marreco recheado pronto, melhor do que os de restaurante, vai que o pessoal viu como é feito “o da casa” !

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