Agora é definitivo, daqui a pouco assumirão os novos titulares de todas as cadeiras. Quer dizer, deveria ser assim, mas a alternância de poder é relativa. Nos Legislativos a renovação é pequena, o povo teima em reconduzir muitos dos mesmo, notadamente aqueles com culpa no cartório. Ah, esta mania do eleitor, como atrasa o Brasil. E que prejuízo dá!
No Executivo a renovação é maior, considerando um mandato de oito anos. No entanto, renova-se o titular. O elenco de apoio pouco muda e muda pouco. Até aí, tudo mais ou menos bem, a imposição dos partidos é irresistível e tudo se faz, e a tudo se curva, em nome da "governabilidade". O problema está na qualidade do pessoal, fruto do critério de escolha, que é sempre político. Raras são as nomeações técnicas.
E dá no que dá, o Brasil pouco avança. A política nacional não é exercida pelo bem do país. Quando houve oposição no Brasil, era destrutiva. Depois, não houve mais. A coisa ficou largada, o Estado foi aparelhado e chegamos onde estamos.
Vem aí um novo período de governo. Não há grande expectativa de mudança para melhor. Resta a esperança. E a torcida.

Enquanto os mandatários das diversas instâncias forem impelidos a nomear as pessoas que os partidos políticos exigirem (nem sempre a pessoa certa para o lugar certo), nunca haverá uma equipe competente e acima de qualquer suspeita. Basta fazer uma retrospectiva e tudo se confirmará. Ainda bem que existe liberdade de expressão para a sociedade poder se manifestar. Pouco resultado traz, é verdade, mas vai que um dia os detentores do poder acordem e passem a dar importância para o clamor do povo. E que não demore muito!
É Valther, Blumenau, cidade polo, expoente industrial e cultural vem perdendo a cada eleição seu espaço. Negociatas e acertos individuais deixa a população pessimista. O partido em que militamos há muitos anos (PMDB) já foi referência no Brasil, em Blumenau tínhamos 4 deputados estaduais e sempre um federal, hoje o partido só serve para abonar a ficha de diretores, cuja tarefa é obedecer ordens( são os famosos subalternos) . Nas épocas da enchentes tínhamos Renato de Mello Viana lutando pela liberação dos recursos, hoje só engodo. O comentário está perfeito: Ninguém está preocupado com a qualidade e sim na escolha política. O que deve pensar um pai que investe seus únicos recursos para formar um filho na faculdade na esperança torná-lo um grande homem; depois de formado terá que passar pela aprovação de um grupo de desqulificado e currupto. Dá prá acreditar nesta gente?