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Posts de janeiro 2011

Dasaforo

31 de janeiro de 2011 3

Um conselho: se você tiver mais de 1,60 metro de altura, evite voos domésticos. O espaço entre as poltronas dos aviões de carreira é ridículo. Não se consegue ler uma revista, não dá para reclinar a poltrona.

Ficar naquela posição de segurança em caso de emergência, como está no cartão de instrução (curvado, cabeça nos joelhos) é impossível.

Então é assim, no Brasil. Se você quiser viajar de avião pagando pouco e não for um cidadão ou cidadã verticalmente prejudicado (a) - ah, esta hipocrisia do politicamente correto... - vai sofrer feito gado em caminhão de transporte. Nem vamos considerar o atraso dos voos, que isto é outro desaforo; vamos ficar só na falta de respeito que são aquelas poltronas com pouquíssimo espaço entre elas.

Dá vontade de gritar.

Será que o Ministério Público não poderia dar uma espiadinha no assunto? Promotores também viajam...

Tudo é som quando há bom gosto

31 de janeiro de 2011 1

Arte e tecnologia

30 de janeiro de 2011 0

A vida é feita de tragédias e maravilhas. Melhor começar a semana admirando a capacidade humana de criar maravilhas. Apreciem este espetáculo. E tentem saber como as instrumentistas sentam no vazio.

Blumenau, janeiro

30 de janeiro de 2011 0

Para registro e para avivar a memória, vídeo da tempestade ocorrida em 28 de janeiro.

Só dá 1

29 de janeiro de 2011 4

Este ano teremos quatro datas interessantes (a primeira já aconteceu):  1/1/11 - 1/11/11 - 11/1/11 - 11/11/11

Como curiosidade matemática para um sábado que pretendo seja leve, faça o seguinte: some a última dezena  do ano em que nasceu ao da idade que fará (ou fez) este ano.

Viu?

O resultado é 111.



Resposta fácil

27 de janeiro de 2011 3


O que é, de fato, perigoso: motocicletas ou imbecis pilotando motocicletas?


Lixo urbano

26 de janeiro de 2011 3

Já me referi ao assunto, em duas ocasiões, na coluna do Santa.

E o assunto é a tentativa de solução de um antigo problema de Blumenau: o lixo do comércio depositado diariamente nas calçadas e que, até que a coleta o retirasse, ficava exposto enfeando a cidade. Pois bem, foram implantados, nas ruas do Centro, contêineres que deveriam esconder o lixo, tornando a coisa mais estética e civilizada. Chega de passar vergonha frente aos visitantes.

E aí desembocou nisto: o lixo continua exposto, os contêineres estão sendo mal usados, a coleta só pode ser feita depois do fechamento do comércio, tem comerciante reclamando - aqueles cujas lojas estão defrontes - e tem comerciante usando mal o sistema. Tem de tudo.

Mas a tentativa é válida. Falta aperfeiçoar, para não voltar aos antigos montes de lixo que deixavam Blumenau com cara de relaxada.

Foto: Marcelo Nóbrega

Crime sem castigo

25 de janeiro de 2011 1

Incentivar invasões em área de risco deveria ser considerado crime inafiançável. Tem muito demagogo, Brasil afora, com este peso na consciência.

Vale o repeteco

24 de janeiro de 2011 1

Já postei este vídeo aqui, em outra ocasião, e estou repetindo a dose. Preguiça?  Nada disto, é que não me canso de assistir este garoto detonando na bateria. Um gênio do ritmo e coordenação motora. Sem contar que Barbeiro de Sevilha é tudo de bom. Para quem não viu, vale ver. Para quem já, vale ver de novo.

Pontes frágeis

24 de janeiro de 2011 6

Tudo bem, não sou engenheiro, mas também não precisa ser: por que as pontes aqui da região que foram reconstruídas depois das enxurradas de 2008 não se mantêm em pé?  Era de presumir a ocorrência de novas enxurradas, portanto elas deveriam ser calculadas para suportar um grande esforço lateral. No entanto, não é o que se vê: pontes novas em folha foram água abaixo novamente.

Só para se ter um parâmetro, a ponte do Castelinho, que liga o Centro de Blumenau ao Bairro Ponta Aguda, está lá, firme e forte, tendo sobrevivido à enchentes medonhas e à pressões extremas. Por que ela aguenta o tranco e outras não?

Ou a engenharia regrediu, ou fazem pontes baratas, ou sei lá. Acho que sei lá.