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Apressadinhos

08 de abril de 2011 2

Acho curioso estar em 2011 rodando com um carro modelo 2012, como vai acontecer daqui mais um pouquinho. As fábricas de automóveis são umas apressadinhas, mas não só elas. Campanhas eleitorais também.

Estamos em abril de 2011 e já recebo e-mails descaradamente eleitorais. Mensagens travestidas de “opiniões” tentam desconstruir a imagem de potenciais futuros candidatos. Nem se preocupam em mascarar o texto, mantendo aquele padrão manjado – e chato – das campanhas propriamente ditas.

Comentários (2)

  • Braz dos Santos diz: 9 de abril de 2011

    Há os apressadinhos, meu caro Valther, mas eles só existem em função dos otários. Como vivemos numa época em que as pessoas procuram preencher o vazio existencial a qualquer custo, essa é uma forma de fisgar as vítimas de si mesmas. Você não vê pessoas de cultura elevada tornarem-se vítimas dessa estratégia do mercado. Assim como não vê a ansiedade doentia pela Oktoberfest, muito bem enfocada esta semana pelo colunista Evandro de Assis, na sua crônica de quarta-feira. Enquanto huver otários, haverá também os “inteligentes” para se aproveitarem deles.

  • Natal Marchi diz: 9 de abril de 2011

    Trata-se de uma realidade que sempre esteve presente. A classe política e tantos outros homens públicos perdem mais tempo alinhavando estratégias políticas e discutindo quem preencherá os muitos cargos, do que propriamente desenvolvendo as atividades que lhes dizem respeito. Não obstante longe das eleições, ei-los, nervosamente, congestionando os bastidores. Se demonstrassem o mesmo afinco em suas responsabilidades, é certo que o Brasil caminharia de vento em popa.

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