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Lotação esgotada

19 de abril de 2011 4

Chegando agora de Florianópolis, sem ter tido tempo de postar algo aqui. Mas com uma constatação: o trânsito de lá consegue ser mais engarrafado e atravancado que o nosso. Está impossível naqueles quatro horários de começo, pausas e fim de expediente. E está quase impossível nos outros horários.

Conclusão: o planeta não tem mais espaço para tantos automóveis.

Comentários (4)

  • Everton diz: 19 de abril de 2011

    Valther!

    Estive em Floripa hj, realmente esta impossível andar de carro lá.

    Saí da cidade 15:30 hs e a fila de carros indo pra lá, já chegavam na BR101.

    Abraço

  • Prof. Ricardo diz: 19 de abril de 2011

    Boa crônica esta.
    Aproveitando o ensejo, e o teu espaço social, Valther, gostaria de parabenizar os responsáveis por colocado obstáculos na passagem da ponte da Rua Manaus (Garcia) que evita o trânsito de motociclistas.

    Foi uma atitude digna para a proteção das crianças e transeuntes em geral que por alí passam diariamente.

    O abuso estava demais. Inclusive, utilizavam a passagem da ponte como fuga de ruas transversais onde se comete furtos.

    Sendo assim, agradeço pelo espaço e pela tua coluna e blog.
    Parabéns pelo teu trabalho, Valther!!!

  • oswaldo rocha diz: 19 de abril de 2011

    E olhe que Florianópolis só tem 415.000 habitantes (censo 2010) e região metropolitana pouco densamente povoada, se comparado com outras RM.

  • Braz dos Santos diz: 20 de abril de 2011

    Florianópolis há muito tempo enfrenta este provlema. Lá, como aqui, muito pouco se planejou, tudo foi sendo feito de improviso, à medidas que os problemas iam aparecendo. Como um dos maiores produtores de automóveis do mundo, apesar da carga tributária abusiva, a expansão do crédito fez com que um número cada vez maior de pessoas realizassem o sonho de ter um automóvel, até para fugir do péssimo transporte público que nos é oferecido. Praticamente todas as grandes e médias cidades brasileiras estão na mesma situação, e, o que é pior, sem persptiva de solução. Pagamos o preço da imprevidência.

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