Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Esses políticos...

01 de junho de 2011 7

Os políticos não se aguentam, sempre querem mais. Não demora muito e o Estado do Pará será desmembrado em 3: Pará, Tapajós e Carajás.

Cada um com com sua estrutura de governo que, no Brasil, são gigantescas: poderes Executivo, Legilstivo e Judiciário. Cargos, cargos, cargos…

Um novo Estado é, como qualquer recém-nascido, um dependente. Necessita de amparo até que consiga andar com suas pernas, o que leva tempo. Adivinha quem irá ampará-los?

Acertou quem respondeu NÓS. Todos os brasileiros. Todos os outros Estados.

Ora, se assim é, e se não tem jeito, pelo menos poderiam demonstrar algum respeito para com quem paga a conta: o plebiscito que se fará no Pará para a aprovação do tal desmembramento – alguém aí acha que não será aprovado? – deveria ser estendido para todos os brasileiros.

Claro que não será, principalmente porque haveria risco de não aprovação. Políticos, que podem ser tudo, mas não são bobos, odeiam correr riscos.

Sendo assim, brasileiros, preparem-se: vem despesa por aí.

Das grandes.



Comentários (7)

  • Jessica diz: 1 de junho de 2011

    É uma vergonha! Não tem nada que ficar desmembrando o Pará, tem é que investir em educação, pra que a próxima geração não cometa o erro de votar neles novamente.

  • Leandro Karasinski diz: 1 de junho de 2011

    Já falei dezenas de vezes. Sou contra o movimento “O Sul é o meu país”. Deveriamos sim, dividir cada estado do sul em 5. Teríamos assim 15 estados, ou seja, 45 senadores, afinal, são 3 senadores por estado, não importa a quantidade da população, ou a importância financeira do estado. Captou?

  • Schmitt diz: 1 de junho de 2011

    depois não querem que a região sul se separe! há algo que a população brasileira possa fazer para impedir isso?

  • Aline Altmann diz: 1 de junho de 2011

    Realmente, é muito cacique para pouco índio.
    No JA de hoje, foi apresentada a situação da negociação dos servidores de Blumenau, onde o sr. Secretário informou o % máximo de gastos com folha de pagamento de pessoal em relação ao Orçamento. Concordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, porém qual o % aplicado aos cargos comissionados e aos demais servidores de carreira?
    É a tal estória do “aposentado por invalidez permanente” da AL ganhando mais de 20 mil/mês, enquanto os professores lutam por um pouco mais de 13 mil/ano.
    A minha dúvida é: precisamos de mais um Estado? Mais vereadores? Ou mais professores? Professores c/ melhores salários e condições de optar por uma dedicação exclusiva, com oportunidade de desenvolvimento pessoal e profissional, resultando numa sociedade mais crítica e cidadã.
    Mas é só a minha opinião, e quem sou eu para opinar alguma coisa nos dias de hoje?

  • Gamba diz: 1 de junho de 2011

    Caro Valther…

    Vale lembrar que os novos estados mudarão também a representatividade poítica brasileira. Se o Pará atualmente possui tres senadores, com a divisão o mesmo território passará a ter nove senadores, isso sem contar a avalanche de deputados federais.
    Entendo isso como uma injustiça com a região sul, pois possuimos um PIB bem mais significativo que os tres novos estados e merecemos um peso maior nas decisões de Brasília.
    Sou contra a separação, mas por esses motivos os movimentos separatistas do sul do Brasil ganham força.

  • CURTO&GROSSO diz: 1 de junho de 2011

    Agora começa a ficar mais claro para onde vai o dinheiro do contribuinte que é rrecadado em todo o país e , não é ?
    Portanto aquela história de que os governos são coitadinhos e que ficam de mãos atadas devido a um orçamento/leis que não lhes permite pagar bem professores, policiais e todos aqueles que realmente trabalham prá valer na administração pública é “estória” mesmo !
    Ganhassem menos eles e tantos outros e tivessem mais vergonha na cara, ganharíamos todos nós !

  • Braz dos Santos diz: 2 de junho de 2011

    Essa questão da divisão dos Estados envolve dois rooblemas? há municípios no Amazonas e no Pará que têm as dimensões de Santa Catarina, o que o torna ingovernável. E o problema é ainda muito maior no Pará, onde há sérios conflitos agrários. A divisão, assim, torna0se solução. E aí vem a questão dos custos da divisão, que é um problema seríssimo. Mas muito mais grave é qa questão da representatividade, tanto na Câmara quanto no Senado, uma solução da era Vargas para dar representatividade aos paupérrimos Estados nordestinos. Essa lei tem que ser revista, pois implica em enormes prejuízos para o Sul e o Sudeste. Não vislumbro solução a curto ou médio razo para esse problema, e vamos continuar reféns dos interesses de nortistas e nordestinos. Mas “o Sul é meu país”, definitivamente, não é solução. Trata-se de um movimento de características nazistóides.

Envie seu Comentário