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Posts de junho 2011

Ficou fácil

30 de junho de 2011 2

O Brasil é deficiente em ferrovias, tudo roda sobre pneus. Em seu imenso território poderia, sobre trilhos, escoar a produção de modo mais rápido e eficiente.

Mas, com a tecnologia atual, até que dá para recuperar o atraso no médio prazo. Basta querer.

Cientistas malucos

30 de junho de 2011 0

Faz muito tempo que deixei de consumir refrigerantes açucarados porque o excesso de açúcar faz mal à saude. Passei a preferir os diet e despreocupei-me:

- Diabético não ficarei.

E eis que agora leio o resultado de uma pesquisa publicada no site My Helth News Daily mostrando que o aspartame, um adoçante usado em bebidas diet, aumentou os níveis de açúcar no sangue de camundongos propenso à diabetes.

Pretendo fazer um exame de sangue para verificar meu nível de glicose. Se estiver alto, largo mão de vez de qualquer refrigerante.

Mas tem uma coisa: cientistas têm que parar com esta mania de desdizer o que disseram antes. Foi assim com o consumo de ovos, “a gema é uma bomba de colesterol”, afirmavam. Mais tarde, absolveram o ovo. Não ficarei surpreso se mais adiante o condenarem novamente.

Por enquanto, vou ficar assim: nada de refrigerantes, ovos à vontade. E monitorarei meus níveis de glicose e colesterol.

Prometo também parar com uma mania minha: acreditar em cientistas. Afinal, sou um homem ou um rato de laboratório?




O retorno

28 de junho de 2011 2

Nós não estamos metidos em nenhuma guerra, mas que cada retorno a nossos lares possamos sentir a mesma emoção.

Neste vídeo não há palavras, as imagens falam por si. O coração sente.

A paz é tão melhor…

Salve-se quem puder

27 de junho de 2011 6

Pena, não dá para ter, afinal ele quis ser governador, trabalhou para isto, fez campanha, convenceu o eleitorado. Mas o pepino que pegou é monumental. Nem vou me referir às greves, logo na pegada, e outras que virão por aí.

O que está doendo mesmo no ovo de Colombo é a falta de segurança pública. O berreiro é geral. A herança é maldita. Os presídios são queijos suíços, não há efetivo suficiente em todas as áreas, de agentes prisionais a policiais.

Sucessivos governos embarrigaram o problema, e a leniência das leis destes últimos anos, afrouxadas em nome de um socialismo equivocado, estouraram no colo do atual governador.

A última fuga de presos, em Floripa, resultou na promessa da construção de um novo presídio na região metropolitanba da capital, dentro de 11 meses.

Nem de perto resolverá o problema. Os Estados federados, cada um por si, perderam a condição de recuperar o tempo perdido, ainda mais com a grana concentrada no cofre do governo federal. De Brasília não há sinalização de enfrentamento do problema, a não ser de forma pontual, o que significa que tudo será igual. A tal Guarda Nacional, que o Planalto diz que existe, é uma brincadeira de mau gosto. Aliás, mesmo que existisse, não teria função.

O problema é grave, a solução começa pela revisão do Código Penal,  sob a ótica da realidade e não de ideologia partidária.

E pelo cumprimento das leis. Mas o que esperar de autoridades que são as primeiras a desrespeitá-las?

Colombo está lascado. E, se querem saber, vai também  embarrigar. Por falta de grana, inclusive.

Mas ele quis ser governador. Ninguém o obrigou…




Floripa na cabeça

26 de junho de 2011 2

Florianópolis é a capital com maior concentração de gays do Brasil. Dados do Censo Demográfico de 2010 – o primeiro da história a perguntar sobre a opção sexual – mostram que 416 chefes de família declararam viver com um cônjuge do mesmo sexo na cidade catarinense.

Isso representa apenas 0,11% dos seus 418 mil habitantes – o porcentual, porém, é seis vezes maior que o de Teresina (PI), a última no ranking dos casais declaradamente homossexuais do País.

(Fonte: jornal O Estado de São Paulo)

O valioso tempo dos maduros

25 de junho de 2011 2

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora. Tenho muito mais passado do que futuro.

Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.

Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário-geral do coral. ‘As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos’. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa…

Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, O essencial faz a vida valer a pena.

E para mim, basta o essencial!

Mário Pinto de Andrade Escritor e político angolano, de nome completo Mário Coelho Pinto de Andrade. (1928-1990)

Não se emendam

25 de junho de 2011 1

Políticos reclamam do baixo conceito que, diga-se de passagem, atingiram sem fazer muita força e fazendo muita lambança.  A mudança para melhor que tanto reclamam depende deles e somente deles, mas não se tocam. Então, meus queridos, não reclamem.

Vamos ficar num único exemplo de comportamento safado que tantos os deslustra: ser extremamente rigorosos na crítica ao privilégio de integrantes de outros partidos, e descaradamente defensores dos malditos corruptos de seu próprio partido.

Querem o quê?

Convite

25 de junho de 2011 3

Já visitou meu blog hoje? Não? Então visite

Profissionais de boteco

24 de junho de 2011 6

Este feriadão que vai até domingo frustrou aqueles que não renunciam a uma descida ao litoral em toda folga que se apresente. Frio chuvoso não permite nem caminhadas na areia. Ficar enfurnado escutando o barulho das ondas, ninguém merece.

Mas há a turma do boteco, aquela que não pisa na areia nem em dia ensolarado de verão. Para ela não tem tempo ruim. Um papo em mesa de bar, sucessivas rodadas, assunto que não acaba, isto não tem preço. Coisa que mulheres não entendem, até porque não se explica.

Rubens Heusi, um figuraço de Blumenau, doce figura, aliás, homem cheio de talentos e história, é um destes veteranos. Profissional. E certamente um recordista, pois há tempos, no tempo em que Blumenau tinha bares famosos, ele e mais três derrotaram o dono de um. Lá pelas duas da madrugada – e olha que eles haviam chegado às duas da tarde -  vendo que a coisa ia longe, o proprietário entrou na conversa:

- Eu desisto. Aqui está a chave da porta, lá na estante há um litro fechado da bebida de cada um, quando saírem tranquem o bar e joguem a chave por debaixo da porta. Tenho outra, abro amanhã de manhã e mando a conta.

Resumo da ópera: quando retornou, os quatro ainda estavam na mesma mesa, a conversa corria tão animada quanto no dia anterior. Só trocaram a toalha da mesa e abriram as garrafas da estante.

- Já voltou?

Tem tempo ruim para uma turma assim?



Que país é este?

22 de junho de 2011 6

A moral vigente neste país está necessitada de um choque de bom-senso. Nossas leis penais são tão boazinhas que conseguiram inverter o sentido da coisa, bandidagem virou profissão e o conceito de ética está de ponta-cabeça.