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Nosso quintal

07 de agosto de 2011 1

A crise americana atraiu os holofotes do mundo, e só se fala na dívida pública dos Estados Unidos, mas a nossa também exige alguma cautela.

Dívida pública é a dívida contraída pelo governo com entidades ou pessoas da sociedade para:

• financiar parte de seus gastos que não são cobertos com a arrecadação de impostos;

• alcançar alguns objetivos de gestão econômica, tais como controlar o nível de atividade, o crédito e o consumo ou, ainda, para captar dólares no exterior.

A dívida pública se subdivide em dívida interna e dívida externa. Os principais credores do setor público são, normalmente, bancos públicos e privados que operam no país, investidores privados, instituições financeiras internacionais e governos de outros países.

O governo tem três formas de financiar seus gastos: arrecadar impostos, emitir moeda ou vender títulos (papéis) da dívida pública com promessa de resgate futuro acrescido de juros. Muitos governos se utilizam, ainda, do expediente de atrasar o pagamento de dívidas com fornecedores e de negociar seu pagamento com deságio (desconto sobre o valor da dívida).

A emissão de moeda é uma forma utilizada freqüentemente pelos governos para financiar parte de seus gastos.

O crescimento da dívida pública do Brasil vem crescendo assustadoramente, nos últimos anos, e pela primeira vez superou a cifra de R$ 1,7 trilhão.

Em maio deste ano.


Comentários (1)

  • Braz dos Santos diz: 11 de agosto de 2011

    Errar é humano, mas persistir no erro é burrice. Quando da crise de 2008, ficou evidente que a teoria liberal é inaplicável, diante da ganância de banqueiros e especuladores, e que o Estado necessita de mecanismos que regulem o mercado. Portanto, a afirmação de Adam Smith, de que o mercado se regula por si mesmo é uma tremenda tolice. Os governos gastaram trilhbões e trilhões de dólares para evitar o colapso econômico, e, para isso, aumentaram substancialmente a dívida pública. E, para agravar ainda mais a situação, o louco do George W. Bush se meteu numa guerra sem fim, totalmente desnecessária, levando consigo os aliados europeus. De onde vem o dinheiro? Dos impostos arrecadados, e que não são suficientes para todo esse festival de gastos. Estão colhendo o que plantaram, e o Brasil, se não tomar jeito, vai entrar na roda. Onde está a “marolinha” do Lula?

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