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Pés no chão

12 de dezembro de 2011 4

Atentem para dois fatos  a serem avaliados nesta temporada de verão que se aproxima: balneabilidade e mobilidade.

Por partes: balneário, como se sabe, é lugar para banhos. Ora, se em nossas praias existem, já nesta época, locais impróprios por conta do volume de coliformes fecais, imagine-se quando mais de um milhão de turistas se acomodarem em nosso litoral.

A secular falta de investimentos em saneamento básico – leia-se captação e tratamento de esgoto – torna nossas águas algo só para ver, jamais  consumir ou banhar-se. Quem se aventura mergulhar no destino final da maior parte dos dejetos humanos?

Obras enterradas não rendem votos, dizem. Pode ter sido, no passado. Atualmente, com a propagação da consciência ambiental, rendem, e muito. Administradores públicos é que não se deram conta.

Quanto à mobilidade, o trânsito ficará imobilizado. Quem for para uma praia qualquer, que vá disposto a deixar o carro na garagem. Sem medo de errar, será quase impossível circular durante a maior parte do dia.

Então, estamos combinados: praia, no verão, tudo bem, mas sem banhos e sem locomoção.

Resta a serra.


Comentários (4)

  • Rubens diz: 12 de dezembro de 2011

    para isso existem os quiosques!!!!

  • Marcos diz: 14 de dezembro de 2011

    kkkkk vamos pro Mariscal entre natal e ano novo ???

  • Schmitt diz: 15 de dezembro de 2011

    espero profundamente que a especulação não finque suas garras além de Balneário Camboriú e Itapema

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