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Posts do dia 12 março 2012

Lendo os leitores

12 de março de 2012 5

Bastante interessante esta discussão dos amigos – nos comentários do blog  - sobre a velocidade com que se transita na BR-470, a partir do post “Beleza à mão”, um pouco mais abaixo.

A expressão que usei, “… aí pelos 9o km/h” foi o gatilho. Um leitor caiu de pau, lembrando que a velocidade máxima permitida naquela rodovia é 80 km/h. Outros ponderaram, e está sendo, como disse, bastante interessante ler cada comentário.

Uma coisa é certa: quem ousar manter apenas a velocidade máxima permitida, ou menos, será atropelado pelo ritmo do tráfego. Isto não é uma justificativa, é uma constatação. O mesmo acontece na Rua Hermann Huscher, em Blumenau, cheia de placas indicando a velocidade máxima permitida, e onde, tentando obedecê-las, fui xingado em diversas ocasiões e até ultrapassado por viaturas da própria Guarda de Trânsito. Registrei o fato na coluna do Santa.

Sou grato aos leitores que gostam de me ler, e retribuo dizendo que gosto de lê-los (que língua, a nossa!).

É sempre muito interessante. E didático.



Chopp com Rollmops

12 de março de 2012 2

Como defensor da sobrevida (ou ressurreição) do Rollmops, não poderia deixar de mostrar este vídeo com esta música ( Ecad, vire esta cobrança para lá!) que faz parte do nono CD gravado pela dupla Sandro e Wilson, da nossa querida Pomerode:


Mato sem cachorro

12 de março de 2012 2

E quando o trabalhador que sofreu acidente volta à ativa por decisão da perícia médica do INSS e o empregador, embora leigo, percebe que o funcionário não tem a menor possibilidade de desempenhar as tarefas que antes desempenhava, como fica?

E quando uma perícia externa corrobora a opinião do empregador e atesta que o empregado, de fato, não pode trabalhar, e mesmo assim a perícia do INSS mantém a decisão anterior, como fica?

O INSS faz cessar o benefício, o empregador não remunera o cidadão que não pode trabalhar, a perícia médica da autarquia diz que pode, peritos externos dizem que não… como fica o segurado?

Fica na pior. Fica sem renda. Fica com fome. Fica em estado de desespero.

Isto não é uma suposição, casos assim acontecem.