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Habilitados?

26 de setembro de 2012 10

Gente, é de assustar. Há motoristas, de ambos os sexos, que sequer sabem manobrar para ocupar uma vaga de estacionamento. Vemos isto todos os dias.

Não sabem interpretar a sinalização, não usam a seta, aparentemente não são atentos aos espelhos retrovisores, transitam em velocidades inadequadas, para mais ou para menos. E, no entanto, estão entre nós, nas cidades e nas rodovias.

Quem autoriza esta gente a assumir um volante?

Quem as forma?

Comentários (10)

  • Claudia Roveri diz: 26 de setembro de 2012

    Oi Valther. Li essa nota hoje de manhã e não poderia concordar mais. Tem gente que parece que Tirou a “carta” (essa é pros das antigas – hahahahaha) por correspondência, de tão ruins que são.

    E o pior é que nenhum desses assim denominados “motoristas” vai se reconhece nessa nota. Sem a menor chance!

  • André Silva diz: 26 de setembro de 2012

    E eu, que fiquei pasmo quando vi uma auto-escola para habilitados. Como assim? Achei que habilitados sabia dirigir.

  • eu diz: 26 de setembro de 2012

    O importante é pagar todas as taxas. Se sabe dirigir, não é importante.

    (Falando nisso, tirar a carteira poderia ser gratuito, mas com testes rigorosos.)

  • Joao diz: 27 de setembro de 2012

    Concordo plenamente com todos. Nunca vi uma cidade com tantos barbeiros como aqui em Blumenau. Não quero generalizar nem falar mal daqui, pois sou Blumenauense de coração. Mas não dá, tem dia mesmo que é preferível andar à pé. Na rua 7 mesmo é um festival de “cortadas” que chega a assustar. Não tem o balé da fórmula 1 ? Aqui tem o Balé da rua 7. E o pior que os fiscais nada fazem, apenas olham. Qto as auto-escolas…não estão nem aí, estão recebendo. E notem: os instrutores sempre estão “fuçando” no celular, ao invés de cuidar do aprendiz do lado. E dá-lhe “cagada”..

  • CARLOS diz: 27 de setembro de 2012

    Num Pais que só bandido pode andar armado, esperar o que das autoridades, com relação aos mais diverssos assuntos, que estão em voga todos os dias. Pois é…

  • CURTO&GROSSO diz: 27 de setembro de 2012

    A forma de avaliação destes motoristas deve estar em consonância com a maneira que ministros do STF que apesar de tantas investigações/provas acabam inocentam políticos/quadrilheiros que roubaram/roubam descaradamente a nação.
    Pelo jeito, daqui prá frente vale tudo !!!

  • ADEMIR MARTINS diz: 27 de setembro de 2012

    infelizmente maus motoristas tem em todo lugar, mas o que quero DENUNCIAR é que em Balneario Camboriu, temos a 3a. e 4a. avenidas agora reformadas, com mão única, 4 pistas de rolagem + estacionamento em ambos os lados e ciclovia e os motoristas ainda não viram que é impossível querer atravessar de lado a lado, onde não existem sinaleiras e as autoridades não aparecem e nem mudam o sistema viário para evitar estes absurdos, inclusive de caminhões fazendo isto.

  • Jessica diz: 2 de outubro de 2012

    Eu vou dizer, quando tirei a carteira não tinha condição nenhuma, até porque não tive ao menos 20 hrs de aula. Porém, durante um ano, meu pai foi me auxiliando e me deixava dirigir apenas em lugares de pouco movimento e assim foi aumentando gradualmente. Se não fosse isso, não saberia nem trocar a marcha direito.

  • Raul Toledo diz: 20 de outubro de 2012

    O Digesto Legal de Trânsito é concebido por muita opinião, e pouco estudo. Entre deficiências, a falta de critérios para qualificação e fiscalização dos centros de formação para condutores,e seus docentes. Mesmo com controles eletrônicos de participação dos candidatos, desde sua instrução teórica até o desenvolvimento das práticas de direção veicular, as fraudes presenciais e participativas continuam.
    Também ineficientes, são os critérios de filtragens nas avaliações psicotécnicas, que cada vez mais, alargam a “malha da peneira”. Tenho conhecimento de candidatos que atravessaram esta importante “barreira”, envolvidos com o uso de drogas, e portadores de síndromes graves de comportamentos.
    É preciso quebrar todos os antigos critérios de “valores” estabelecidos entre o homem e a máquina, gerando uma única e consciente responsabilidade pela sua condução, como meio de transportes.

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