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Tudo de bom, mas...

03 de dezembro de 2012 4

Trinta dias de férias. Bom, muito bom. Não foi assim aquela folga de congressista, mas até acho que noventa dias seriam um pouco demais. Ano que vem tem mais.

Curti no litoral, nesta época que é a melhor época de curtir a praia. Pena que nosso litoral, feito num dia em que o Divino estava com mania de grandeza, seja tão maltratado pelos homens. É o tal negócio, recebemos de graça, esculhambamos na maior.

Refiro-me à invasão da areia. Uma burrice constante na maioria de nossos balneários. Constroem o mais na beira da água possível, desprezando as marés. E aí, quando a dita sobe – e ela sobe todos os dias – a praia fica estreita. Em alguns locais chega a sumir. Caso da praia de Bombas, entre muitas.

Mais tarde, em algum momento, alguém apresentará um projeto para aumentar a faixa de areia, ao custo de milhões. Derrubar as edificações, nem pensar.

Tirando isto, e alguma falta de estrutura, praia, antes da temporada, é tudo de bom.


Maré subindo, praia sumindo.



(Foto: Valther Ostermann)


Comentários (4)

  • CARLOS diz: 3 de dezembro de 2012

    Todo dia olhando se tu chatava ai. Hoje tu chata. Que bom que tu chatai. Cara tu faz falta mesmo. Bom retorno .Parabens para o interino na coluna.

  • Rubens diz: 4 de dezembro de 2012

    Olá Gabriela Cravo e Canela,o comentário é que poucos te reconheceram devido ao bronzeado!
    Que bom poder te ler nòvamente.
    Meu abraço

  • CARLOS diz: 4 de dezembro de 2012

    Valther. Sómente para vosso conhecimento. Ainda não existia a BR 101, subiamos pelo terreno do meu avô, do lado de Camboriu e desciamos no Estaleirinho e Estaleiro, bem próximo ao inicio do túnel. Íamos para taquaras, praia do pinho até laranjeiras. Na época ajudavamos os pescadores a puxar as redes e como presente levavamos todo o peixe possivel de carregar, tainha, nen se fala. Na restinga tinha uns baraços que serviam para amarrar os peixes em cambulhos.Tenho muitas saudades destes tempos. Na praia não havia invasões, nem ignorantes capitalistas, e se me chamarem de velho, direi a todos que apenas sou da época em que dar o fiofo era feio e fumar era bonito. Hoje como vemos, fumar é feio e dar o dito cujo referido é bonito.

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