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Mina de ouro

25 de abril de 2013 0

Esta é daquelas músicas que eu gostaria de ter sido o autor, por motivos egoisticamente financeiros.  Viveria dela, numa boa, para sempre, pois é sucesso que se repete indefinidamente nos EUA e Europa.

Gravada em 1963, para seu primeiro álbum, “Samba Esquema Novo”, a canção é o primeiro grande sucesso de Jorge Ben (seu nome artístico na época), “Mas Que Nada” também é uma das canções brasileiras mais conhecidas no exterior, particularmente nos Estados Unidos da América, quando foi gravada pelo pianista e compositor brasileiro Sérgio Mendes. O balanço inovador dos arranjos fez da canção um grande sucesso no Brasil.

“Mas Que Nada” não é uma canção que se enquadre na bossa nova tampouco no samba tradicional. Não por acaso, ela demorou para ser aceita pelo meio musical brasileiro, sendo gravada primeiramente pelo grupo Tamba Trio, em 1963. O sucesso da canção nos Estados Unidos viria após uma excursão de três meses naquele país, no qual Jorge Ben se apresentou em universidades e clubes, em 1965. No ano seguinte, Sérgio Mendes lançou uma versão da canção, em seu álbum “Herb Alpert Presents Sérgio Mendes & Brazil ’66 “. Foi aí que se tornou grande sucesso nas paradas norte-americanas, alcançando a posição número quatro na parada “Adult Contemporary” e 47 na parada “Pop Singles” – ambas da Billboard. A importância da versão de Sérgio Mendes é traduzida por inúmeras versões feitas por artistas como Ella Fitzgerald, Al Jarreau, Trini Lopez e José Feliciano.

Em 2006, “Mas Que Nada” foi remixada e regravada pelo grupo Black Eyed Peas com o próprio Sérgio Mendes, chegando a posição de número 13 na parada “Hot Dance Music/Club Play” da Billboard.

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