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Canetas

18 de fevereiro de 2014 0

No tempo em que se escrevia à mão e caligrafia constava do currículo escolar, nós, estudantes, tínhamos como sonho de consumo uma Parker 51 ou uma Sheaffer, canetas top, tinta líquida, um luxo, deslizavam pelo papel, dava gosto escrever com elas.

Aí inventaram a esferográfica, prática e descartável, e daí por diante escrever com caneta deixou de ser um investimento, coisa mais barata não existe. Mas o mercado é esperto, inventou a grife, e há quem pague uma pequena fortuna para ostentar uma caneta de marca, que escreve igual a qualquer Bic.

Por que puxei este assunto? Porque a caneta Bic, tão singela, tão sem charme, com sua ponta de tungstênio e capacidade de escrever por dois ou três quilômetros, é considerada, pasmem, a melhor caneta do mundo.

Mas que não dá para ostentar com ela, isso não dá. E eu continuo tendo a Parker 51 como objeto de desejo.

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