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Guard-rail nelas!

18 de fevereiro de 2014 5

Algumas coisas da engenharia nacional me intrigam. Pontes de rodovias, por exemplo. Os pisos nunca coincidem. Não há meio de harmonizar, deve ser uma impossibilidade. Ponte de rodovia sem “tun-tun” na suspensão é lenda.

Mas o que dizer de pista cuja inclinação tende a jogar o veículo para fora da curva? Blumenau tem um bocado delas, algumas famosas pelos acidentes, como a da Rua Hermann Huscher. Ou esta, que tem a mania de jogar os carros para dentro do estacionamento da padaria mais famosa da Rua São Paulo.

Cai bem uns guard-rails, mas bem feitos, para evitar que sejam um fator de risco a mais, como aquele da SC-401, em Florianópolis, que fez duas vítimas no último sábado.

Tem que ser para proteger.

Foto: Valther Ostermann

Foto: Valther Ostermann

Comentários (5)

  • André diz: 18 de fevereiro de 2014

    Reduzir a velocidade sempre ajuda também.
    Passo nesta curva umas 4 vezes por semana, sempre a noite (para ninguém falar que tem muito trânsito e que dai é fácil) e nunca avancei por sobre nenhuma das pistas (ou calçadas) laterais.
    Basta ser um motorista consciente e atencioso.

  • Ivan diz: 18 de fevereiro de 2014

    Não diria todo porque em todas as áreas existem maus profissionais, mas a maioria dos engenheiros sabem fazer pontes niveladas e sem “tun-tun” como você fala. Mas para isto é necessário um maior gasto de material, que como na hora da licitação não é exigido as empresas não colocam e se colocassem não ganhariam a licitação. Isso tem muito mais a ver com a qualidade das licitações públicas que com a engenharia do Brasil.

  • Ivan diz: 18 de fevereiro de 2014

    Não diria todo porque em todas as áreas existem maus profissionais, mas a maioria dos engenheiros sabem fazer pontes niveladas e sem “tun-tun”. Porém, para isto é necessário um maior gasto de material. Tendo em vista que na hora da licitação não é exigido a ausência de “tun-tun” nas pontes, as empresas não combatem essa patologia causada pelo recalque do solo. Caso combatessem não conseguiriam ganhar a licitação devido ao aumento dos custos. Isso tem muito mais a ver com a qualidade das licitações públicas que com a engenharia do Brasil.

  • Juliano diz: 18 de fevereiro de 2014

    Muito simples a resposta: andar mais devagar. Só é jogado pra fora quem dirige rápido demais ou carro com problemas na suspensão.
    Esta é uma via urbana e não uma rodovia ou via expressa.

  • André Silva diz: 18 de fevereiro de 2014

    Esse trevo é uma gambiarra feita quando criaram o binário. Só asfaltaram e mais nada. A velocidade permitida no trecho é de 50 Km/h, nesta velocidade, o carro já sofre uma força centrífuga desnecessária, causando desconforto ao motorista e ocupantes do carro.

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