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Eis a questão

09 de março de 2015 0

Quase dois terços do eleitorado brasileiro – mais de 59 milhões de votos – respondeu “não” à pergunta do Referendo do Desarmamento em outubro de 2005: “O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?”. O “não” venceu em todos os Estados. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Uma equipe de 52 deputados federais, este ano, terá a responsabilidade de avaliar e votar o projeto de lei do deputado catarinense Rogério Mendonça (PMDB) que revoga o Estatuto do Desarmamento e cria novas normas para compra, posse e porte de armas de fogo e munição no Brasil. A justificativa é que a política desarmamentista iniciada em 1997 não reduziu o número de homicídios – 60 mil anuais.

A discussão vem em boa hora, pois os brasileiros estão se armando como nunca, dada a imensa sensação de insegurança do cidadão comum e pelo fato notório de que a bandidagem está cada vez mais armada em meio a uma população desarmada.

Aqui em Santa Catarina os joinvilenses lideram o ranking dos que estão indo às compras: uma em cada oito armas registradas e usadas legalmente está em Joinville.

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